A Vizinha do Lado Meu nome é Pedro, tenho 34 anos e sou casado com Tamirez há seis anos. Ela é uma morena gostosa, corpo bem feito, peitos médios firmes e uma bunda redonda que ainda me deixa louco. Mas, como todo homem, eu tinha um desejo secreto que nunca contei pra ela: sempre quis foder uma travesti. Uma bem feminina, com corpo escultural, pau grande e bundão empinado. Essa semana, o apartamento ao lado do nosso foi alugado. Eu estava trabalhando em casa, no escritório improvisado na sala, quando ouvi o barulho de mudança. Olhei pela janela e quase gozei nas calças. Era ela. Letícia. Uma travesti linda, pele morena clara, cabelos longos e lisos até a cintura, rosto de modelo e um corpo que parecia esculpido: cintura fina, quadril largo, pernas grossas e uma bunda enorme, redonda e empinada que balançava a cada passo. Usava um short jeans curto que mal cobria metade das nádegas e um cropped que deixava a barriga tanquinho à mostra. Nos dias seguintes, trocamos olhares no corredor. Ela sorria pra mim com aqueles lábios carnudos pintados de vermelho. Eu sabia que ela tinha percebido meu desejo. Tamirez saía todo dia às 7h30 para o escritório e só voltava depois das 18h. Eu tinha o dia inteiro livre. Na quarta-feira, tomei coragem. Quando Tamirez saiu, esperei dez minutos e bati na porta dela. — Oi, sou o Pedro, do apartamento do lado. Vim dar as boas-vindas — falei, sorrindo. Letícia abriu a porta só de robe de seda preto, curto, que mal fechava nas coxas. Os peitos siliconados empinados quase saltavam para fora. — Entra, vizinho... — respondeu com voz rouca e sexy. Mal fechei a porta e já estava com as mãos nela. Beijei sua boca com fome, sentindo aqueles lábios macios. Minhas mãos desceram direto para aquela bunda monumental, apertando forte, separando as nádegas por cima do robe. Letícia gemeu na minha boca e esfregou o corpo contra o meu. Senti o volume duro do pau dela roçando na minha coxa. — Sempre quis um macho casado como você... — sussurrou ela, descendo a mão e apertando meu pau por cima da bermuda. Fomos direto pro meu sofá. Tirei o robe dela com pressa. Letícia estava nua por baixo. Peitos grandes e firmes, cintura fina, e um pau grosso, grande, semi-duro, balançando entre as pernas. A bunda era ainda mais perfeita de perto: redonda, macia, com um furinho rosado piscando pra mim. Caí de joelhos e chupei aquele pau com vontade. Letícia segurou minha cabeça e fodeu minha boca devagar, gemendo safada: — Isso, chupa o pau da vizinha... engole ele todo, casado safado. Eu babava inteiro, sentindo o gosto salgado do pré-gozo. Depois virei ela de quatro no sofá. Separei aquelas nádegas enormes e enfiei a língua no cuzinho dela, lambendo com fome enquanto masturbava o pauzão dela. Letícia rebolava na minha cara, gemendo alto: — Me come, Pedro... quero esse pau de macho dentro de mim. Coloquei camisinha e meti devagar. A bundona dela engoliu meu pau centímetro por centímetro, quente, apertada e macia. Comecei a foder cada vez mais forte, estocando fundo enquanto batia naqueles glúteos que tremiam. O barulho de pele contra pele enchia a sala. Letícia gemia como uma puta: — Mais forte! Me fode como se fosse sua vadia! Eu estava no paraíso, socando aquela bunda perfeita quando ouvi a chave na porta. Tamirez tinha voltado mais cedo. A porta se abriu e ela ficou paralisada na entrada, vendo o marido metendo na vizinha travesti no sofá da sala. Meu pau ainda estava enterrado até o talo na bunda dela. Por um segundo, o silêncio foi absoluto. Depois, Tamirez fechou a porta devagar. — Que porra é essa, Pedro? Eu saí de dentro de Letícia, pau latejando, sem saber o que dizer. Mas Letícia, safada, não se cobriu. Ficou de quatro, bunda empinada, olhando para Tamirez com um sorriso malicioso. — Sua mulher é bem gostosa... — disse Letícia, passando a mão na própria bunda. — Quer assistir ou quer participar? Tamirez ficou vermelha, mas eu conhecia aquele olhar. Era o mesmo de quando ela ficava com tesão e não queria admitir. Ela largou a bolsa no chão e caminhou devagar até nós. — Vocês dois são uns putos... — murmurou. Letícia se levantou, nua, pau duro balançando, e foi até Tamirez. Segurou o rosto dela e deu um beijo lento, enfiando a língua. Tamirez resistiu por dois segundos... depois correspondeu, gemendo baixinho. Eu assistia de pau duro, vendo minha mulher beijando a travesti que eu tinha acabado de foder. Letícia tirou a blusa de Tamirez, depois o sutiã, expondo os peitos médios da minha esposa. Chupou um mamilo enquanto olhava pra mim. — Vem, Pedro. Vamos cuidar dela. Eu me aproximei por trás de Tamirez, abaixei a saia e a calcinha dela. Ela estava molhada pra caralho. Enfiei dois dedos na buceta dela enquanto Letícia chupava seus peitos. Tamirez gemia, tremendo entre nós dois. Colocamos Tamirez no sofá, de quatro. Letícia ficou na frente, oferecendo o pauzão para minha mulher. Tamirez hesitou, mas abriu a boca e começou a chupar, desajeitada no começo, depois com mais fome. Eu, atrás, meti na buceta dela com força, fodendo enquanto via minha esposa mamando uma travesti. — Isso, amor... chupa o pau dela — eu dizia, socando cada vez mais fundo. Letícia segurava a cabeça de Tamirez e fodia sua boca devagar. Depois trocamos de posição. Eu sentei no sofá e Tamirez sentou no meu pau, de frente pra mim, rebolando gostoso. Letícia ficou atrás dela, lambendo o cuzinho da minha mulher enquanto eu metia na buceta. — Quero foder o cu dela — pediu Letícia, voz rouca. Tamirez gemeu um “sim” quase inaudível. Letícia colocou camisinha, lubrificou e foi enfiando devagar naquele cuzinho apertado. Tamirez gritou de prazer e dor, mas empinava mais. Logo estávamos os dois dentro dela: eu na buceta, Letícia no cu, estocando no mesmo ritmo. Tamirez tremia inteira, gozando sem parar, gritando safadezas que eu nunca tinha ouvido dela: — Me fodem! Os dois! Me enchem de pau! Gozei primeiro, enchendo a camisinha dentro da buceta dela. Letícia tirou o pau do cu de Tamirez, tirou a camisinha e gozou na cara e nos peitos da minha mulher, jatos grossos e brancos. Tamirez, de boca aberta, lambeu o que conseguiu. A partir daquele dia, nossa rotina mudou completamente. Quase todo dia, quando Tamirez saía “para o trabalho”, na verdade ela voltava depois de meia hora e entrava quietinha. Muitas vezes me pegava comendo Letícia no sofá, na mesa da cozinha ou até na nossa cama. Ela se juntava na hora, virando a puta completa. Teve uma tarde em que Letícia fodeu Tamirez com um strap-on enorme enquanto eu comia o cu da travesti. Tamirez gritava de prazer, gozando tanto que molhou o lençol inteiro. Outra vez, Letícia e eu fodemos Tamirez ao mesmo tempo na varanda à noite, arriscando que alguém visse. Tamirez de quatro, eu no cu, Letícia na buceta, enquanto ela mordia o próprio braço pra não gritar alto demais. E toda semana tem a “noite dos três”. Letícia vem pro nosso apartamento, e nós três passamos horas nos devorando. Tamirez aprendeu a chupar pau como uma profissional, adora sentar no pau da Letícia enquanto me mama, e vive pedindo pra nós dois gozarmos na cara dela ao mesmo tempo. Hoje, eu vivo o sonho que nunca imaginei que se realizaria. Uma esposa safada que descobriu o tesão de compartilhar e uma travesti gostosa com uma bunda perfeita que adora ser comida pelo casal do lado. E o melhor: isso é só o começo.
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