Eu sou Pedro, 35 anos, corpo marcado pelo sol e pelo trabalho pesado no sítio. Cheguei naquela sexta-feira à noite com o corpo já quente, sabendo exatamente o que ia encontrar na casa dos caseiros. A luz da cozinha estava acesa, a porta de tela entreaberta, e o cheiro de sexo já escapava antes mesmo de eu entrar. Quando empurrei a porta, Mariana estava de quatro na mesa de fórmica, short jeans embolado nos tornozelos, bunda empinada e vermelha de tapas recentes. João, o marido dela, estava atrás, metendo com força bruta, o pau grosso entrando e saindo da buceta melíflua dela com estalos molhados. Ele me viu, não parou, só sorriu com aquele olhar de macho alfa e falou rouco: — Chegou, Pedro. Tira essa roupa e vem logo. Hoje a gente não vai ter dó. Tirei tudo em segundos: camisa, calça, cueca. Meu pau já estava duro, latejando, babando na cabeça. Mariana virou o rosto, gemeu alto quando viu e pediu: — Vem cá, Pedro… quero sentir vocês dois me rasgando ao mesmo tempo. João saiu de dentro dela com um estalo grosso, o pau brilhando de mel. Ele me puxou pela nuca e me beijou com violência — língua invadindo minha boca, dentes mordendo meu lábio inferior até doer gostoso. Enquanto me beijava, segurou meu pau com força, masturbando rápido, melando a mão com meu pré-gozo. — De joelhos primeiro — ele mandou. Caí de joelhos no chão frio da cozinha. João segurou minha cabeça com as duas mãos e enfiou o pau melado de buceta direto na minha garganta. Fodeu minha boca sem dó: fundo, rápido, fazendo eu engasgar, saliva escorrendo pelo queixo, lágrimas nos olhos. Mariana desceu da mesa, ajoelhou ao meu lado e começou a chupar as bolas dele enquanto eu engolia a rola inteira. — Isso, engole tudo, Pedro… engole o pau que vai te arrombar depois — João grunhia, segurando minha nuca com mais força. Depois de alguns minutos fodendo minha boca, ele puxou para fora, o pau pulsando, brilhando de saliva e mel. Virou-se para Mariana: — Deita de costas na mesa, abre essas pernas. Ela obedeceu, deitou, abriu bem as coxas, a buceta vermelha e inchada pingando. João me empurrou para cima dela. — Come ela primeiro. Quero ver você enchendo essa buceta enquanto eu te fodo por trás. Encaixei meu pau na entrada dela e meti até o fundo numa tacada só. Mariana gritou de prazer, unhas cravando nas minhas costas. Comecei a socar forte, sentindo a buceta apertada dela me engolir inteira. João se posicionou atrás de mim. Cuspiu na mão, esfregou no próprio pau e depois no meu cu já latejando de tesão. Encaixou a cabeça grossa e empurrou devagar no começo — só para me fazer sentir cada centímetro abrindo. Quando entrou até o talo, eu soltei um gemido rouco dentro da boca de Mariana, que eu beijava com desespero. — Caralho… que cu apertado… — João rosnou, começando a meter com força. Os três ritmos se sincronizaram: eu socando na buceta dela, João socando no meu cu, as bolas dele batendo na minha bunda com barulho molhado. Mariana gozou primeiro — apertou meu pau com força, tremeu inteira, escorreu um jato quente na minha barriga. Isso me detonou. Gozei dentro dela com jatos fortes, enchendo tudo, gemendo alto enquanto João continuava me arrombando sem parar. João não gozou ainda. Saiu de dentro de mim de repente, o cu piscando, escorrendo porra branca pelas coxas. Ele me virou de bruços na mesa, bem ao lado de Mariana, que ainda tremia do orgasmo. — Agora você leva de quatro enquanto eu como você — ele disse. Empinou minha bunda, cuspiu mais uma vez no cu melado e meteu até o fundo numa estocada violenta. Segurei a borda da mesa, grunhindo, sentindo ele me foder com raiva e tesão. Mariana se arrastou para debaixo de mim, abriu as pernas e começou a chupar meu pau ainda melado de gozo, lambendo tudo enquanto João me socava por trás. — Toma, Pedro… toma meu pau… sente como eu te abro… — João mordia meu ombro, deixando marcas vermelhas. Eu gozei de novo na boca de Mariana sem nem encostar a mão — só de ser fodido tão forte. Ela engoliu tudo, gemendo, depois subiu e me beijou, passando o gosto da minha própria porra na minha língua. João acelerou ainda mais, segurou meus quadris com força bruta, unhas cravando na carne. Grunhiu alto e gozou dentro de mim — jatos quentes enchendo meu cu, pulsando, escorrendo pelas coxas quando ele saiu devagar. Mas ainda não tinha acabado. Ele me virou de barriga para cima, subiu em cima de mim, de frente. Segurou os dois paus juntos — o dele e o meu, ainda duros — e começou a se masturbar com os dois colados, esfregando cabeça com cabeça, melando tudo de porra e pré-gozo. Mariana se ajoelhou ao lado, chupando alternadamente os dois, lambendo as cabeças, enfiando a língua na uretra. — Goza pra mim, vai… os dois juntos na minha cara… — ela pediu, voz rouca de tesão. João acelerou a mão. Eu senti o orgasmo vindo de novo, forte. Gozei primeiro — jatos grossos subindo e caindo no meu peito, no dele, na cara dela. João gozou logo depois, misturando a porra quente dos dois, escorrendo pelos peitos, pingando na mesa. Mariana lambeu tudo — meu peito, o dele, os paus latejando. Depois sentou no meu rosto, esfregando a buceta cheia de gozo na minha boca enquanto beijava João com desespero. Os três ofegantes, suados, melados, tremendo. João olhou pra mim, sorriso safado, ainda com porra escorrendo no queixo. — Descansa uns minutos, Pedro… porque agora quero você me comendo enquanto eu como ela. Depois a gente inverte de novo. Quero ver você gozando dentro de mim enquanto eu gozo dentro dela. Eu só sorri, o pau já endurecendo outra vez só de imaginar. A noite estava só começando.
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