Meu nome é Pedro, 31 anos, apê em Santo André. Eu malhava na academia mais pra olhar do que pra ficar em forma de verdade. Foi numa tarde de quinta que Larissa apareceu no meu radar: loira platinada, 1,70, corpo esculpido — bunda redonda que esticava a legging preta até o limite, coxas grossas, cintura fina, peitos firmes balançando no top enquanto ela fazia levantamento terra. Suor escorrendo pela nuca, cabelo grudado na pele bronzeada, sorriso safado quando me pegou olhando. O cheiro dela chegou primeiro: baunilha quente, suor fresco e um toque de tesão puro. Troquei ideia com ela no bebedouro. Voz rouca, risada que vibrava no peito. Descobri que era massagista. Peguei o número na hora. Dois dias depois, mandei mensagem. Ela respondeu rápido: “20h amanhã? Levo óleos especiais e zero limite ??” Chegou pontual. Short jeans curtíssimo, cropped colado marcando os bicos duros, perfume invadindo o corredor. Beijei o rosto dela, senti o corpo quente colar no meu. — Tira tudo, Pedro. Hoje não tem massagem de mentira. Quero te ver pelado e pronto pra foder e ser fodido. Nem montou a mesa. Me empurrou contra a parede, rasgou minha camiseta, desceu a mão dentro do moletom e apertou meu pau duro. Cena 1 – Boquete na parede Ela caiu de joelhos, puxou minha calça pra baixo. Meu pau saltou, babando. Ela lambeu da base até a cabeça devagar, língua quente circulando a glande, depois engoliu tudo de uma vez. Garganta apertada, babando grosso, gemendo enquanto chupava. Eu segurava o cabelo loiro, fodia a boca dela devagar no começo, depois mais fundo. Ela engasgava de leve, olhos verdes lacrimejando de tesão, saliva escorrendo pelo queixo até pingar no chão. “Engole mais fundo, safada… engole meu pau inteiro.” Ela gemia com a boca cheia, vibrando no meu pau. Cena 2 – Primeiro cu dela na parede Levantei ela do chão, virei de costas, baixei o short dela. Cuzinho rosado piscando, já melado de óleo que ela tinha passado antes. Cuspi no pau, esfreguei a cabeça na entrada e meti devagar até o fundo. Ela gemeu alto, empinando a bunda, unhas arranhando a parede. “Isso, mete forte… rasga meu cu!” Segurei a cintura fina, bati com raiva, estocadas profundas, bolas batendo na bunda dela. O som molhado ecoava, bunda tremendo a cada socada. Ela se masturbava a rola grossa, gemendo rouca: “Mais fundo… me enche!” Cena 3 – Eu levando forte no sofá Ela me puxou pro sofá, me jogou de bruços. Passou óleo de cravo no cu meu e na rola dela. Empurrou de uma vez, grossa, ardendo gostoso. “Toma minha rola, putinho… engole tudo!” Metia forte, segurando minha nuca contra o encosto, socando até o talo. Eu gemia alto, empinando mais, sentindo cada veia pulsar dentro de mim. Ela batia na minha bunda com a mão aberta, deixando marcas vermelhas. “Pede mais forte… pede pra eu te arrombar!” “Mete mais forte, porra… me fode até eu gozar sem tocar!” Cena 4 – 69 no chão Rolamos pro chão. Ela deitou em cima de mim, rola na minha boca, cu na minha cara. Eu lambia o cuzinho dela enquanto ela chupava meu pau com vontade, bolas na boca, dedo enfiando no meu cu ao mesmo tempo. Gemidos abafados, corpos suados colados, cheiro de sexo puro: suor, óleo, porra fresca. Ela cavalgava minha cara, esfregando o cuzinho melado na minha língua, enquanto engolia meu pau até a garganta. Cena 5 – Cavalgada selvagem Ela sentou na minha rola de frente, desceu tudo de uma vez, gemendo alto. Cavalgou forte, subindo e descendo rápido, bunda batendo nas minhas coxas, peitos balançando na minha cara. Eu chupava os bicos com força, mordia, apertava a bunda deixando marcas de dedos. Ela se masturbava a rola dura, batendo no meu peito. “Vou gozar no seu pau… quer sentir meu cu apertando?” Acelerou, rola pulsando, jatos grossos voando no meu peito, barriga, rosto. O cu dela apertou forte, me levando junto. Gozei dentro dela, enchendo tudo, porra escorrendo pelas coxas dela quando subiu devagar. Cena 6 – Segunda rodada na cozinha Ainda ofegantes, fomos pra cozinha. Ela me sentou na cadeira, subiu no colo de frente, enfiou a rola dela no meu cu de novo enquanto eu metia nela ao mesmo tempo — ela cavalgando meu pau, eu sentindo a rola dela me fodendo. Movimentos sincronizados, gemendo na boca um do outro, suor pingando, corpos colados. Ela gozou de novo dentro de mim, quente, grosso, escorrendo. Eu gozei na barriga dela, jatos subindo até os peitos. Cena 7 – Final no chuveiro Fomos pro banho pra “limpar”. Água quente caindo, ela me encostou na parede, meteu devagar por trás enquanto eu batia punheta. Depois trocou: eu meti nela por trás, segurando os peitos, mordendo o ombro. Gozamos juntos de novo, porra misturando com a água, escorrendo pelo ralo. Saímos do banho enrolados na toalha, corpos marcados de mordidas, arranhões, vermelhidões. Ela deitou no sofá, rola mole na coxa grossa, ainda pingando. — Semana que vem trago algemas, plug grande e vibrador. Quero te ver gozando enquanto te fodo com tudo dentro. Eu ri, pau meia-bomba roçando na perna dela. — Pode trazer o arsenal todo. Só vem preparada pra levar e dar sem parar. E assim foi. Toda semana mais cenas, mais posições, mais gozadas. A “massagem” virou só pretexto pra foda bruta, suja e sem limite. Eu comendo ela até ela implorar, ela me comendo até eu gritar o nome dela. E sempre acabava com os dois exaustos, suados, cheios de porra e sorrindo.
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Eu já fiz massagem com uma linda trans e ela foi logo dizendo na hora que eu cheguei, ' tira a roupa, deite peladinho na aquela cama, ela saiu e quando voltou já tava toda nua e brincou muito com uma linda finalização
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