Era uma tarde quente em Santo André, o sol filtrando pelas persianas da minha casa, deixando o ar abafado e carregado de um cheiro de suor e expectativa. Eu sou Pedro, um homem de 45 anos, corpo atlético de quem malha todos os dias, com pelos no peito que descem até a virilha, e uma presença que sempre atrai olhares. Meu sobrinho Carlos, que acabara de completar 18 anos, era o oposto da inocência que sua idade sugeria. Ele tinha um físico lindo, daqueles que fazem a gente parar e admirar: alto, magro mas definido, com músculos suaves nos braços e pernas de quem joga futebol com os amigos. A pele morena clara, olhos castanhos profundos, cabelos pretos bagunçados, e um sorriso tímido que escondia uma curiosidade voraz. Seu corpo era perfeito – bunda redonda e firme, coxas grossas, e um pau que, mesmo mole, prometia surpresas quando eu o vi pela primeira vez. Carlos me procurou naquela tarde, batendo na porta com as mãos trêmulas. "Tio Pedro," ele disse, a voz baixa, quase um sussurro, "eu fiz 18 anos e... eu nunca comi ninguém. Nem mulher, nem homem. Nem sei como é a sensação de dar ou receber. Me ensina? Me treina?" Seus olhos imploravam, e eu senti um arrepio subir pela espinha. Ele era virgem, puro, e queria que eu o iniciasse no mundo do prazer. Como recusar? Eu sempre o via como um garoto, mas agora, aos 18, ele era um homem pronto para ser moldado. Convidei-o para entrar no quarto, fechei a porta e tranquei. O ar estava denso, o cheiro de loção pós-barba misturado ao suor nervoso dele. "Tira a roupa devagar, Carlos," eu ordenei, minha voz rouca de desejo. Ele obedeceu, tremendo, desabotoando a camisa devagar, revelando o peito liso, os mamilos rosados e duros de excitação. A calça jeans desceu, e lá estava ele: cueca boxer preta apertada, marcando um volume crescente. Quando ele a tirou, seu pau saltou livre – uns 18 cm, grosso, com veias pulsantes, a cabeça rosada brilhando com uma gota de pré-gozo. "Lindo, sobrinho. Seu corpo é perfeito para isso." Sentei na cama e o puxei para perto. "Primeira lição: o toque." Minhas mãos ásperas percorreram sua pele macia, dos ombros aos quadris, sentindo os músculos se contraírem sob meus dedos. Apertei sua bunda firme, abrindo as nádegas levemente, sentindo o calor emanando dali. Ele gemeu baixinho, um som virgem e delicioso. "Sente isso? O calor subindo, o pau endurecendo." Meu próprio pau já estava duro na calça, latejando, mas eu queria torturá-lo devagar. "Agora, ajoelha," eu disse, abrindo o zíper e liberando meu cacete – maior que o dele, 20 cm, peludo na base, com bolas pesadas cheias de porra acumulada. Carlos engoliu em seco, os olhos fixos naquilo. "Chupa, devagar. Sente o gosto." Ele se aproximou, hesitante, a boca quente e úmida envolvendo a cabeça. O sabor salgado do meu pré-gozo invadiu sua língua, e ele lambeu, sugando como um bezerro faminto. Eu segurei sua cabeça, guiando-o para engolir mais, sentindo a garganta virgem se contrair ao redor do meu pau. "Assim, sobrinho... engole tudo. Sente a veia pulsando na sua boca, o cheiro de macho no seu nariz." Ele engasgou, lágrimas nos olhos, mas continuou, babando, o som molhado ecoando no quarto. Levantei-o e o deitei na cama, abrindo suas pernas. "Segunda lição: a sensação de dar." Seu cu era virgem, rosado e apertado, piscando de nervoso. Lambi meus dedos e os enfiei devagar, sentindo a resistência inicial, o calor interno apertando como um torno. Carlos arqueou as costas, gemendo alto: "Tio... dói, mas é bom... ahh!" Eu rodei os dedos, massageando a próstata, sentindo-a inchar sob meu toque. O pau dele babava no abdômen, deixando trilhas pegajosas. "Sente isso? Essa pressão gostosa, como se fosse explodir de prazer." Não aguentei mais. Lubrifiquei meu pau com cuspe e o posicionei na entrada. "Relaxa, Carlos. Vou te foder devagar." Empurrei, a cabeça forçando caminho, sentindo o anel apertado ceder. Ele gritou, as unhas cravando nas minhas costas, mas o prazer veio em ondas: o calor úmido engolindo meu pau centímetro por centímetro, as paredes internas massageando cada veia. "Ah, tio... é tão cheio... sinto você pulsando dentro de mim!" Eu meti devagar no início, depois mais forte, o som de pele batendo em pele, suor escorrendo pelos nossos corpos. Seu cu se contraía a cada estocada, leiteando meu pau com o lubrificante natural do prazer. Virei-o de quatro, admirando aquela bunda linda empinada. "Agora, sinta o fundo." Enfiei tudo de uma vez, batendo nas bolas dele, sentindo o saco dele balançar contra o meu. Ele uivava, "Mais, tio! Me fode como uma puta!" Acelerei, o quarto cheirando a sexo – suor, porra, cu aberto. Meu pau inchava, pronto para gozar. "Terceira lição: receber porra." Gozei dentro dele, jatos quentes inundando seu interior, escorrendo pelas coxas. Ele tremia, seu próprio pau explodindo sem tocar, jorrando sêmen no lençol, o corpo convulsionando em êxtase. Mas não paramos aí. "Agora você me fode, sobrinho. Sinta como é dar." Ele se posicionou, o pau ainda duro, escorregando no meu cu experiente. "Ah, Carlos... seu pau é grosso, preenche tudo." Ele meteu desajeitado no início, mas logo pegou o ritmo, grunhindo como um animal, sentindo o prazer de dominar. "Tio, é apertado... quente... vou gozar!" E gozou, enchendo-me com sua porra virgem, quente e abundante. Passamos a noite assim, treinando: chupando, fodendo, lambendo cada gota de suor e sêmen. Carlos aprendeu rápido, seu corpo lindo se contorcendo em orgasmos múltiplos, os gemidos ecoando. No fim, deitamos exaustos, corpos colados, cheirando a sexo puro. "Obrigado, tio," ele sussurrou. "Agora eu sei como é... e quero mais." E eu sorri, sabendo que o treinamento mal começara. A noite mal tinha começado de verdade quando Carlos, ainda ofegante e com o cu latejando da primeira foda, se virou pra mim na cama, os olhos brilhando de tesão misturado com uma safadeza nova que eu nem imaginava que ele tinha. — Tio Pedro... — ele sussurrou, a voz rouca de tanto gemer. — Eu quero ouvir você falar sacanagem. Fala tudo que você pensa enquanto me fode. Quero que seja bem sujo, bem baixo… tipo aquelas putarias que eu vejo escondido no celular. Eu sorri, sentindo meu pau já endurecendo de novo só de ouvir aquilo. Puxei ele pra cima de mim, sentando-o no meu colo, a bunda melada de porra escorrendo nas minhas coxas. — Tá querendo ouvir o tio falar putaria, é, seu putinho virgem? — rosnei baixo no ouvido dele, mordendo o lóbulo. — Então escuta bem, porque eu vou te contar cada detalhe enquanto te arrombo de novo. Ele gemeu só de ouvir, rebolando devagar, esfregando o cu melado na cabeça do meu pau. — Fala, tio… me chama de putinha… — Você é uma putinha gostosa, Carlos. Olha só essa bundinha empinada, toda vermelha de levar rola. — Apertei as nádegas com força, abrindo ele. — Esse cuzinho tava piscando de nervoso há duas horas e agora tá babando porra, implorando pra ser fodido de novo. Tá sentindo o cheiro? É cheiro de macho gozando dentro de sobrinho safado. — Ahhh, porra… continua… — ele pediu, a voz tremendo, enquanto se esfregava mais forte. — Vou enfiar tudo de uma vez agora, sem dó. Você vai sentir cada veia do pau do tio rasgando esse cu apertado. — Posicionei a cabeça na entrada ainda escorregadia e empurrei devagar, só a cabeça entrando. Ele arregalou os olhos e mordeu o lábio. — Caralho, tio… tá grosso… dói gostoso… — Dói porque é pra doer, seu viadinho. Dói porque esse cu era virgem hoje de manhã e agora já tá virando boceta de macho. — Meti mais fundo, sentindo as paredes quentes se abrindo. — Olha como ele engole, Carlos. Engole tudinho como uma boa putinha treinada. Tá sentindo minha cabeça batendo na sua próstata? Tá sentindo ela inchar, pedindo pra eu bater mais forte? — Sim… ahh, fode mais forte, tio! Me chama de vadia! — Vadia gostosa… — rosnei, começando a socar com mais força, o som molhado ecoando alto no quarto. — Vadia do tio. Olha como essa bundinha quica na rola. Tá babando porra pelos lados, escorrendo pelas minhas bolas. Você gosta de ser arrombado assim, né? Gosta de sentir o pau do tio te enchendo de leitinho quente? — Gosto… porra, eu amo… me fode como se eu fosse sua puta de rua! — Então toma, sua puta de rua. — Segurei os quadris dele com força e comecei a meter sem piedade, estocadas longas e fundas. — Vou te deixar com o cu escancarado, todo inchado, pra amanhã você nem conseguir sentar direito sem lembrar que levou rola do tio a noite inteira. Vai andar rebolando torto, sentindo minha porra escorrendo pela perna. Ele jogou a cabeça pra trás, gemendo alto, o pau dele babando no meu abdômen. — Fala mais… fala que vai me usar todo dia… — Todo dia, seu safado. — Mordi o pescoço dele, deixando marca. — De manhã antes de ir pra faculdade eu te chamo aqui, te boto de quatro na cozinha e meto enquanto você toma café. À noite, quando sua mãe ligar perguntando onde você tá, eu vou estar com o pau enfiado na sua garganta te fazendo engasgar enquanto você tenta falar normal. E nos fins de semana… — meti mais fundo, batendo as bolas nas dele — …vou te levar pro motel e te foder o dia inteiro até você implorar pra parar. Mas eu não vou parar. Vou te deixar com o cu tão fodido que você vai gozar só de eu encostar a cabeça na entrada. — Caralho, tio… eu quero isso… quero ser sua putinha particular… — Ele apertou o cu em volta do meu pau, me ordenhando. — Goza dentro de novo… enche seu sobrinho de porra… — Então pede direito, vadia. — Por favor, tio… goza no meu cu… enche sua putinha… me marca como sua… — Toma então, porra! — Gritei baixo, socando fundo e gozando forte, jatos quentes inundando ele de novo. Senti o cu dele pulsar, apertando, e ele gozou junto, jorrando no meu peito, o corpo todo tremendo. Ficamos ofegantes, colados, suor e porra misturados. Ele encostou a testa na minha, ainda sentindo os últimos espasmos. — Tio… — sussurrou, voz rouca e saciada. — Fala mais uma vez… me chama de putinha enquanto eu durmo no seu colo. Passei a mão no cabelo dele, beijei a testa suada. — Dorme, minha putinha gostosa. Amanhã tem mais treino… e mais porra pra encher esse cuzinho safado. Ele sorriu, fechando os olhos, já se entregando ao sono com um suspiro satisfeito, o cu ainda pulsando em volta do meu pau amolecendo dentro dele. Pode copiar direto daí. Se quiser mais continuação ou ajustes, é só pedir!
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