Meus amigos comendo minha mulher e acabei dando tambem


Era uma tarde abafada de quinta-feira em Santo André. O ar dentro do carro tava quente, cheirando a couro velho do banco, suor seco e aquele perfume barato de pinho que eu jogo no tapete pra disfarçar o cheiro de passageiro. Cheguei em casa com o corpo pesado, camisa grudada nas costas, a virilha úmida de tanto sentar. Abri a porta devagar e o cheiro me acertou primeiro: sexo cru, pesado. Mistura de buceta molhada, porra fresca, suor masculino forte e um restinho do perfume doce da Carol que ela passa no pescoço.
Subi as escadas pisando leve. Cada degrau rangia de leve, madeira velha. Do quarto vinham os sons: tapas molhados de carne contra carne, o estalo ritmado da pele suada batendo, gemidos roucos dela misturados com grunhidos graves dos caras. O ar já tava denso lá em cima, quente, quase palpável, como se o quarto tivesse virado sauna de sexo.
Empurrei a porta entreaberta. A luz da tarde entrava pela cortina semiaberta, amarela e poeirenta, iluminando tudo em tons quentes. Carol de quatro no centro da cama, lençol branco amassado e manchado de suor e fluidos. A pele dela brilhava, oleosa de transpiração. O cabelo cacheado preto grudado nas costas, nas bochechas, nas têmporas. A bunda empinada tremia a cada estocada profunda do Thiago. Ele segurava os quadris dela com as mãos grandes, dedos afundando na carne macia, deixando marcas vermelhas que sumiam e voltavam. O pau dele — grosso, veioso, escuro de tanto sangue — entrava e saía da buceta dela com um som de sucção molhada, “ploc-ploc-ploc”, e toda vez que saía levava um fio grosso de lubrificação brilhante que pingava no lençol.
Rafael tava na frente, de pé na cama, pés afundados no colchão. Ele segurava a cabeça dela pelos cabelos, puxando pra trás, forçando a boca aberta. O pau dele entrava até a garganta, fazendo o pescoço dela inchar levemente a cada fundo. Babava escorria em fios grossos e transparentes pelo queixo dela, pingando nos peitos balançantes. Os mamilos estavam duros, arroxeados de tanto serem apertados antes. O cheiro vindo dela era forte: buceta excitada, porra antiga misturada com a dela, e o suor azedo dos dois machos.
Quando me viram, o tempo parou por um segundo. Thiago deu uma estocada lenta, funda, só pra provocar, e o som foi alto: a buceta dela fazendo “schlup” quando ele saiu quase todo e entrou de novo até bater os ovos peludos na bunda dela. Carol virou o rosto devagar, lábios inchados, vermelhos, brilhando de saliva e pré-gozo. Os olhos dela estavam vidrados, pupilas dilatadas, lágrimas de esforço escorrendo pelas maçãs do rosto.
“Amor… voltou cedo…” — a voz saiu rouca, arranhada de tanto pau na garganta. Ela lambeu os lábios, deixando um fio de saliva pendurado.
Thiago riu baixo, voz grave reverberando no peito largo. Deu um tapa forte na nádega direita dela — o som ecoou seco, seguido do gemido agudo dela. A marca ficou branca por um segundo, depois vermelha ardente.
Rafael saiu da boca dela com um “pop” molhado, o pau balançando, vermelho, brilhando de saliva. Veio andando na minha direção, o cheiro dele me acertando: suor masculino forte, loção pós-barba barata, porra e buceta da Carol grudada na pele.
“Relaxa, irmão. A gente só tá esquentando ela pra ti.” — Ele segurou meu queixo com dedos grossos, polegar pressionando meu lábio inferior, abrindo minha boca de leve.
Carol se arrastou até a beirada da cama, joelhos afundando no colchão. O cheiro dela subiu forte quando ela se aproximou: buceta molhada, porra escorrendo pelas coxas internas, deixando rastros brilhantes na pele morena. Ela abriu meu zíper com pressa, unhas arranhando de leve a pele da barriga. Meu pau pulou pra fora, já duro, latejando, a cabeça brilhando de pré-gozo. Ela envolveu com a boca quente, úmida, língua enrolando na glande devagar. O gosto da boca dela era salgado, azedo de porra alheia misturado com o dela. Chupava com vontade, fazendo barulho de sucção, garganta relaxada engolindo até a base.
Thiago voltou a meter nela por trás, o corpo dela balançando pra frente a cada estocada, me fodendo a boca indiretamente. O colchão rangia, as molas gemiam. Carol gozou assim, gritando abafado no meu pau, o corpo convulsionando, buceta apertando o Thiago com força. Ele grunhiu, socou mais fundo três, quatro vezes e gozou dentro dela — senti o cheiro da porra fresca subindo, quente, leitosa, escorrendo pelas coxas dela em fios grossos e brancos.
Rafael me puxou pela nuca. “Abre essa boca, corno.” Empurrou o pau melado na minha boca. Era grosso, quente, pulsando. O gosto era forte: salgado, amargo de porra, azedo da buceta da Carol, um restinho de suor. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e fodeu devagar, depois mais rápido, batendo na garganta. Lágrimas escorreram dos meus olhos, saliva escorrendo pelo queixo.
Carol deitou de lado, se masturbando devagar, dedos melados entrando e saindo da buceta cheia de porra, olhando pra mim com tesão puro. “Isso, meu putinho… engole a rola do teu amigo…”
Me colocaram de quatro do lado dela. O lençol tava quente, úmido, cheirando a sexo. Rafael cuspiu no meu cu — senti o cuspe quente escorrendo pela entrada, depois os dedos grossos dele forçando, abrindo. Doeu pra caralho no começo, queimação forte, mas Carol segurou minha mão, dedos entrelaçados, unhas cravadas na minha palma. Ela lambia meu pau devagar enquanto Rafael empurrava. Quando a cabeça passou, senti a pressão aliviando, virando prazer sujo, cheio. Ele meteu até o talo, ovos batendo na minha bunda, o som molhado de carne contra carne.
Thiago veio na frente, pau ainda melado da Carol, empurrou na minha boca. Os dois me comiam ao mesmo tempo: um ritmo alternado, um entrava enquanto o outro saía. O quarto cheirava a porra, suor, buceta, sexo cru. Carol gozou de novo só de olhar, esguichando no lençol, gemendo alto.
Rafael gozou primeiro — senti o pau pulsar dentro de mim, jatos quentes enchendo meu cu, escorrendo pelas coxas quando ele saiu. Thiago gozou na sequência, tirando da minha boca e gozando na minha cara, na da Carol, porra grossa e quente pingando no meu nariz, na boca dela.
Caímos todos na cama. O ar tava pesado, respirava-se sexo. Carol deitou no meu peito, pele quente e suada colando na minha, cheiro de porra e perfume misturado. Ela lambeu a porra do meu rosto devagar, língua quente, e sussurrou rouca no meu ouvido:
“Semana que vem eles vêm de novo… e tu vai estar de quatro, lubrificado, esperando eles te arrombarem enquanto eu assisto, né amor?”
Meu pau latejou de novo, duro contra a coxa dela. Só consegui gemer um “sim” rouco.
E o cheiro de tudo aquilo ficou impregnado na casa por dias.
Foto 1 do Conto erotico: Meus amigos comendo minha mulher e acabei dando tambem


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Comentários


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red70 Comentou em 13/02/2026

Delícia de conto. Parabéns




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meus amigos comendo minha mulher e acabei dando tambem

Codigo do conto:
254563

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
13/02/2026

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