A noite em Ribeirão Preto se transformou em uma maratona de luxúria sem fim, o quarto do hotel virando um campo de batalha de corpos suados, gemidos roucos e fluidos por todo lado. Depois daquela primeira rodada intensa — ele me arrombando de quatro até eu gozar sem tocar, enchendo meu cu de porra quente, e eu depois virando o jogo, socando nele até explodir dentro daquele cu apertado e peludo —, a gente mal respirou antes de continuar o troca-troca. Ainda ofegantes, corpos colados e melados, ele me puxou para cima dele. "Senta no meu pau, Mario. Quero ver você cavalgando como uma puta." Eu não hesitei: montei nele, guiando aquele monstro de 22 cm ainda latejante para dentro do meu cu dolorido mas faminto. A sensação de descer devagar, sentindo cada veia pulsar enquanto ele me abria de novo, era enlouquecedora. Ele segurava meus quadris com força, unhas cravadas na carne, me ajudando a subir e descer. "Isso, rebola nesse pauzão, casadinho safado. Mostra como você aguenta." Eu rebolava devagar no começo, sentindo a cabeça roçar na próstata a cada movimento, depois acelerando, batendo a bunda nas coxas dele com força, o som molhado ecoando. Ele gemia alto, "Porra, Mario, seu cu tá apertando meu pau... vai me fazer gozar de novo!" Eu cavalguei como louco, pau duro balançando, até gozar no peito dele, jatos quentes espirrando nos músculos definidos. Ele segurou minhas costas e socou pra cima, explodindo dentro de mim outra vez, porra transbordando e escorrendo pelas coxas. Mal terminamos, eu desci dele, o cu escorrendo, e o virei de bruços. "Agora abre essa bunda pra mim, grandão." Ele empinou, mãos abrindo as nádegas musculosas, expondo o buraco vermelho e inchado da foda anterior. Eu cuspi direto no cu dele, lambi fundo, língua enfiando até o fundo, sentindo o gosto da minha própria porra misturada com o dele. Ele tremia, "Me fode de novo, porra! Não para!" Entrei de uma vez, todo o pau deslizando fácil no canal já aberto, e meti com fúria, segurando os ombros largos dele como alavanca. Cada estocada era brutal: pau entrando até as bolas, saindo quase todo e socando de volta. "Toma, Carlos! Sente meu pau te rasgando, te enchendo!" Ele se masturbava embaixo, o pauzão dele duro de novo roçando no lençol, e gozou forte, jorrando no colchão enquanto eu gozava dentro dele pela segunda vez, enchendo-o até transbordar. A gente rolou na cama, suados e pegajosos, e caímos na posição 69. Ele engoliu meu pau inteiro, garganta profunda, babando e chupando com voracidade, enquanto eu tentava engolir metade daquele monstro — a grossura esticava minha boca ao limite, veias pulsando na língua. Eu lambia as bolas pesadas, chupava a cabeça inchada, enfiava a língua na fenda, enquanto ele gemia com meu pau na garganta. "Chupa forte, Mario... engole tudo!" A gente se chupava mutuamente com fome, mãos apertando bundas, dedos enfiando nos cus enquanto as bocas trabalhavam. Gozamos quase ao mesmo tempo: ele jorrando na minha boca, porra grossa e salgada enchendo minha garganta, eu explodindo na dele, ele engolindo tudo sem derramar uma gota. Depois veio a foda de lado, abraçados como amantes. Ele atrás de mim, pauzão entrando devagar no meu cu, metendo ritmado enquanto mordia meu pescoço, mão no meu pau masturbando. "Você é minha agora, Mario... toda viagem vou te foder assim." Eu gemia, empurrando pra trás, sentindo-o me preencher completamente. Depois trocamos: eu atrás dele, metendo forte enquanto ele se masturbava, gozando no chão do quarto. Por volta das 3 da manhã, exaustos mas ainda duros, ele me colocou de quatro na beira da cama, metendo de pé, mãos nos meus quadris puxando com força. "Última rodada antes de dormir, puto." Socava fundo, bolas batendo, até gozar dentro de mim mais uma vez. Eu gozei no chão, tremendo. Depois, invertemos: eu o fodi de pé, ele apoiado na parede, gemendo rouco enquanto eu metia até o talo e gozava dentro dele pela enésima vez. Caímos na cama, corpos entrelaçados, cheirando a sexo puro, porra secando na pele. Dormimos assim, sujos e satisfeitos, sabendo que o dia seguinte na auditoria seria só uma pausa antes de mais rodadas no hotel. O troca-troca foi infinito naquela noite — dominação alternada, prazer bruto, liberação total. Casado em Santo André, mas em Ribeirão Preto eu era só tesão, só carne, só dele e meu.
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