Cavalo comendo gostoso


A porteira nem terminou de fechar e eu já sentia o chão tremer.
Trovão não esperava mais convite. Assim que me viu entrando no estábulo escuro, ele já estava com o pau inteiro fora da bainha — preto, grosso como antebraço, veias pulsando, cabeça achatada brilhando de pré-gozo viscoso. Ele bufava alto, narinas dilatadas, olhos fixos em mim como predador que já escolheu a presa.
Eu nem tirei a roupa direito.
Arranquei a calça com violência, cueca junto, rasgando o tecido. Fiquei de quatro no feno sujo, joelhos afundando na palha molhada de urina antiga, bunda empinada ao máximo, mãos agarrando uma tábua quebrada do cercado. Abri as pernas até doer as virilhas e gritei rouco:
— Vem, seu cavalo filho da puta! Arrebenta esse cu agora!
Ele não cheirou, não lambeu.
Veio direto. Pescoço esticado, dentes mostrando, bufando quente na minha nuca. Deu um passo largo e montou com força bruta — o peito pesado batendo nas minhas costas, patas dianteiras cravando nas minhas costelas, unhas rasgando a pele. Sangue quente escorreu pelos lados do meu tronco.
O pau bateu primeiro na minha bunda como porrete.
Uma, duas vezes, testando. Na terceira ele alinhou sozinho e empurrou com o quadril inteiro.
A cabeça entrou rasgando.
Não esticou. Rasgou. Senti a pele do anel ceder, sangue quente misturando com o pré-gozo dele. Gritei alto, voz falhando, corpo convulsionando de dor pura. Ele não parou. Socou mais 20 cm de uma vez, forçando caminho à base da força bruta. Meu abdômen inchou visivelmente com o volume dentro de mim, órgãos sendo empurrados pra cima, próstata esmagada.
— Caralho… tá me matando… porra… continua…
Ele grunhiu fundo, dentes apertando minha nuca com força suficiente pra marcar roxo escuro, quase romper a pele. E começou a foder de verdade.
Estocadas violentas, sem ritmo, sem piedade.
Cada saída quase arrancava meu intestino pra fora, cada entrada batia no fundo do estômago. O pau dele entrava e saía com barulho de carne sendo rasgada, sangue e muco escorrendo em fios grossos pelas minhas coxas, pingando no feno em poças vermelhas. Meu pau babava sem parar, mas a dor era tão absurda que eu não conseguia nem gozar — só tremia inteiro, lágrimas escorrendo, gemendo rouco e quebrado.
— Me fode mais forte… me destrói, seu animal desgraçado…
Ele obedeceu.
Acelerou até virar uma máquina de carne. Quadril batendo com tanta força que meus joelhos escorregavam no feno, corpo sendo empurrado pra frente a cada estocada. As patas dele apertavam minha cintura até eu sentir as costelas rangerem. Uma delas estalou — dor lancinante subiu pelo lado esquerdo, mas só me fez empinar mais, oferecer mais.
Senti o pau inchar ainda mais dentro de mim, veias pulsando contra minhas paredes internas destruídas.
Então veio o jorro.
Não foi gozo normal. Foi explosão.
Jato quente e grosso, pressão absurda, enchendo tudo até transbordar imediatamente. Senti meu abdômen inchar mais, como se fosse estourar. Porra escorria em golfadas pelas laterais do pau dele, misturada com sangue, pingando no chão em jorros. Ele continuou socando enquanto gozava, empurrando o sêmen ainda mais fundo, forçando-o pra dentro do meu intestino.
Quando finalmente parou, ficou montado em mim por longos minutos, ofegante, pau ainda pulsando, travado no fundo.
Cada respiração dele fazia o pau mexer dentro de mim, puxando as paredes rasgadas. Eu chorava baixo, corpo tremendo de choque, dor e um prazer doentio que queimava tudo.
Ele recuou de repente.
Saiu com um estalo molhado e violento, levando um pedaço de mim junto. Sangue jorrou forte, seguido de um rio grosso de porra branca misturada com vermelho. Meu cu ficou escancarado, incapaz de fechar, latejando, exposto. Caí de lado no feno, ofegante, barriga inchada, costelas doendo, nuca sangrando das mordidas.
Trovão deu uma volta lenta ao meu redor, bufando satisfeito.
Lambeu uma vez o sangue que escorria da minha nuca, depois baixou a cabeça e passou a língua enorme no meu cu destruído — lambidas pesadas, ásperas, entrando fundo no buraco aberto, como quem reivindica o estrago que fez.
Eu não conseguia me mexer.
Só fiquei ali, deitado na sujeira, sentindo o sêmen dele escorrendo devagar pra fora, misturado com sangue, o corpo inteiro latejando de dor e humilhação.
E mesmo assim… mesmo com as lágrimas, mesmo com o cu rasgado, mesmo com a costela trincada…
Eu já sabia que amanhã à noite eu ia voltar mancando, abrir a porteira e me jogar no mesmo lugar.
Porque ele não pede permissão.
Ele destrói.
E eu imploro por mais.
Foto 1 do Conto erotico: Cavalo comendo gostoso


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Cavalo comendo gostoso

Codigo do conto:
253096

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
25/01/2026

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