Era uma tarde abafada em Santo André, o tipo de calor que deixa todo mundo sem paciência e com tesão acumulado. Eu e o Negão estávamos no sofá dele, cerveja na mão, jogando uma partida qualquer no videogame, suados, sem camisa, rindo de besteira. A Gabi, irmã dele, passou pela sala de calcinha e sutiã minúsculo, só pra provocar mesmo. Aquela mulata gostosa, bunda redonda tremendo a cada passo, pele morena brilhando, peitos empinados marcando o tecido fino. Ela parou na porta, olhou pra gente e soltou: — Vocês dois aí se olhando de canto de olho faz tempo… quando é que vão parar de fingir e se comer de uma vez? Negão riu grosso, largou o controle e me encarou com aquele olhar de quem já tava decidido. — E tu, mana? Vai só ficar olhando ou vai participar? Ela mordeu o lábio, veio devagar e se sentou entre nós dois, uma mão na minha coxa, a outra na dele. — Eu quero ver vocês dois se pegando forte… e depois eu limpo tudo. Não precisou de mais conversa. Negão me puxou pela nuca e me beijou com força, língua invadindo minha boca, barba roçando, cheiro de macho misturado com suor. Eu respondi na mesma moeda, apertando o pescoço dele, descendo a mão pelo peito largo até chegar na bermuda esticada. Puxei o elástico pra baixo e a rola dele saltou pra fora, grossa, veiuda, já babando na cabeça. Eu me ajoelhei na frente dele ali mesmo no sofá. Segurei firme na base, olhei pra cima e enfiei tudo na boca. Chupei com vontade, sentindo a glande pulsar na minha língua, o gosto salgado enchendo a garganta. Negão gemeu alto, segurou minha cabeça e começou a foder minha boca devagar no começo, depois mais fundo, me fazendo engasgar um pouco. Gabi tava do lado, de quatro no sofá, assistindo tudo de perto, mão dentro da calcinha se esfregando, buceta melando os dedos. Ela gemia baixinho: — Isso, porra… mete na boca dele… faz ele engolir tudo… Negão me puxou pra cima, me virou de costas pro sofá, abaixou minha bermuda e cuspiu na mão. Passou o cuspe no meu cu, esfregou a cabeça da rola ali e foi entrando devagar. Doeu um pouco no começo, mas logo virou prazer puro. Ele meteu até o talo, segurando minha cintura, socando forte, a pelve batendo na minha bunda. Eu gemia alto, empurrando contra ele, sentindo cada veia daquela pica grossa me abrindo. Gabi se aproximou, deitou debaixo de mim no sofá, abriu as pernas e puxou minha cabeça pra baixo. Enquanto o irmão me comia por trás, eu chupei a buceta dela, lambi o clitóris inchado, enfiei a língua fundo sentindo ela tremer. Ela segurava meu cabelo, rebolava na minha cara, molhando meu rosto todo. Depois de um tempo, Negão saiu de mim, me virou de frente pra ele. A gente se beijou de novo, suados, ofegantes. Ele me deitou de costas, levantou minhas pernas nos ombros e voltou a meter, agora olhando nos meus olhos, socando fundo, gemendo rouco: — Caralho, tu é apertado pra porra… Eu tava louco, batendo punheta enquanto ele me fodia. Gozei primeiro, jatos grossos voando na minha barriga e no peito. Negão acelerou, gemeu alto e gozou dentro de mim, enchendo meu cu de porra quente, pulsando várias vezes. Gabi não perdeu tempo. Ela veio lambendo tudo: primeiro minha barriga, chupando minha porra misturada com suor. Depois subiu no meu peito, lambeu o que sobrou. Em seguida desceu até o pau do irmão, que ainda pingava, e chupou ele inteiro, limpando cada gota. Por fim, se ajoelhou entre minhas pernas, abriu minhas nádegas e enfiou a língua no meu cu, sugando a porra do Negão que escorria devagar. Lambeu tudo, gemendo de tesão, esfregando a própria buceta com força até gozar tremendo, boca ainda colada em mim. A gente caiu os três embolados no sofá, suados, ofegantes, rindo baixo. Gabi passou a mão no meu rosto, depois no do irmão e falou com aquele sorrisinho safado: — Da próxima eu quero os dois me comendo ao mesmo tempo… mas hoje vocês se comeram direitinho. Tô satisfeita… por enquanto. Negão deu um tapa leve na bunda dela e eu só ri. Combinado.
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