Meu nome é Pedro, 45 anos, 1,75 m, 80 kg de puro músculo suado de academia e obra. Barba cheia, tatuagens nos braços, voz grave que ecoa na garagem. Moro nessa casa geminada em Santo André há anos, e há uns meses o vizinho novo chegou: Lucas, 18 anos recém-feitos, corpo de garoto que Deus caprichou demais. Primeira vez que vi ele direito foi numa tarde quente de sábado. Eu tava na garagem lavando a moto de short folgado e regata suada, sem nada por baixo. Ele passou na calçada carregando uma caixa de ferramentas do pai, bermuda tactel cinza colada no corpo, camiseta regata branca já transparente de suor. Ele parou na frente da minha garagem aberta, fingindo arrumar algo na caixa. — Boa tarde, tio Pedro… tá bonito o dia, né? Olhei pra ele de cima a baixo sem disfarçar. O volume na bermuda dele era impossível ignorar: pau grosso marcando de lado, cabeça delineada no tecido fino. — Boa tarde, moleque. Tá bonito mesmo… principalmente a vista. Ele corou, mas não desviou o olhar. Sorriu de lado, safado. — Que vista seria essa? Cheguei mais perto, encostei no batente da porta, braços cruzados, deixando o short subir nas coxas grossas. — Essa bundinha empinada aí… e esse volume que não cabe na bermuda. Tá difícil disfarçar, garoto. Ele mordeu o lábio inferior, respirou fundo. — E se eu não quiser disfarçar? Meu pau deu um pulso forte dentro do short. Dei um passo pra dentro da garagem. — Entra aqui então. Fecha a porta. Ele hesitou só um segundo, largou a caixa no chão e entrou. Puxei a porta de correr, tranquei com o cadeado. O barulho ecoou. Virei pra ele, encostei na bancada, pernas abertas. — Tira a camiseta. Quero ver esse tanquinho que tu fica exibindo todo dia. Ele obedeceu devagar, puxando a regata pela cabeça. Abdômen marcado, linha do V descendo pra dentro da bermuda, mamilos durinhos de tesão. — Porra… tá perfeito. Agora vira de costas. Mostra essa bunda. Ele virou, empinou de leve, olhou por cima do ombro. — Assim? Aproximei, colei o corpo nas costas dele. Meu pau duro encostou na bunda dele por cima do tecido. — Caralho… que rabo gostoso. — Coloquei as mãos nas nádegas, apertei forte. — Tá durinha… empinando pra mim todo dia quando passa aqui, né? — Tô… penso em você me olhando… me comendo com os olhos. Desci a mão por dentro da bermuda, sem cueca por baixo. Toquei direto no rego, dedo roçando o cuzinho quente. — Tá piscando… quer pau, né? Fala. — Quero… quero teu pauzão me abrindo. Virei ele de frente, beijei com fome. Língua invadindo, mordendo o lábio dele até ele gemer alto na minha boca. Mão dele já apertando meu pau por cima do short. — Tá grosso pra caralho… quero chupar. — Então ajoelha, putinho. Mostra o que essa boquinha sabe fazer. Ele caiu de joelhos no chão da garagem, puxou meu short pra baixo. Meu pau saltou, 19 cm babando. — Caralho… que pau lindo… — Lambeu a cabeça devagar, olhando pra cima. — Posso engolir tudo? — Engole, vai… engasga nesse pau do vizinho. Ele abriu largo, desceu devagar até a garganta apertar. Engasgou, olhos lacrimejando, mas continuou. — Isso… respira… engole mais fundo… porra, que vadia gulosa. Chupou com barulho, baba escorrendo, mão apertando minhas bolas. — Tá gostando de chupar o tio mais velho, né? Aposto que bate uma pensando nisso. Ele tirou da boca, cuspindo no pau. — Bato todo dia… penso em você me arrombando… me enchendo de porra… me chamando de putinho. Puxei ele pelo cabelo, levantei. — Então vira de quatro na bancada. Quero comer esse cuzinho agora. Ele se apoiou na bancada, empinou a bunda perfeita. Baixei a bermuda dele até os tornozelos. Cuspi no rego, esfreguei o pau na entrada. — Tá melado… querendo meter, né? Pede. — Mete, Pedro… arromba meu cu… quero sentir esse pauzão me rasgando… por favor… Empurrei devagar. Cabeça entrou com estalo. Ele gemeu alto. — Porra… tá grosso… devagar… — Relaxa… solta… isso… toma mais… caralho, que cu apertado. Entrei até o talo, parei pulsando dentro dele. — Tá todo dentro… sente meu pau te enchendo? — Sinto… fode… fode forte… Segurei a cintura dele, comecei a socar ritmado. Barulho de pele batendo, gemidos altos. — Rebola nesse pau… mostra que gosta de ser fodido como cadela. — Gosto… sou tua cadela… fode mais… me chama de vadia… — Minha vadia gostosa… cuzinho guloso… toma tudo… vou gozar dentro. Aumentei o ritmo, meti fundo umas vezes rápidas. — Goza… enche meu cu de porra quente… quero pingar quando sair daqui… Gozei jorrando, gemendo rouco, enchendo ele até transbordar. Saí devagar, porra escorrendo pelo rego. Virei ele, beijei suado. — Agora senta no meu colo. Quero te ensinar a meter em mim. Ele sorriu safado, pau ainda duro. — Quero aprender tudo… me ensina a te foder gostoso, Pedro. E ali, na garagem trancada, começou nossa putaria diária: ele aprendendo a chupar até a garganta, a sentar rebolando, a gozar dentro de mim enquanto eu falava sacanagem no ouvido dele. — Vai, mete forte… arromba o cu do teu vizinho… faz eu gemer como puta… E ele metia, descontrolado, gozando gritando mais fogo. ??
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