Era uma noite quente de sábado em Campinas, dia 05 de janeiro de 2026. Eu,Pedro, 60 anos, casado há 35 anos com a mesma mulher, nunca imaginei que chegaria a isso. Mas o tesão proibido que vinha crescendo nos últimos meses era mais forte que qualquer vergonha. Minha esposa, aos 55, ainda é uma mulher linda: pele morena macia, seios pesados e firmes, bunda redonda e coxas grossas que sempre me deixaram louco. A gente conversava sobre fantasias há tempos, e naquela noite decidimos cruzar a linha de vez. Marcamos pelo app: dois machos alphas brutos e uma travesti dominante e deslumbrante. O flat no Cambuí, quarto amplo com luz vermelha baixa, cama king size, ar condicionado gelado contrastando com o calor que já queimava dentro de mim. Chegamos cedo, eu de terno simples, ela de lingerie preta transparente por baixo do vestido curto. O coração batia forte na garganta. Quando a porta abriu, eles entraram como se fossem donos do mundo. O moreno: 1,90m de puro músculo, barba grossa, olhos famintos, calça marcando um pauzão que já dava medo só de olhar. O loiro: mais jovem, uns 35, corpo tatuado e definido de academia, sorriso sádico, rola grossa descendo pela perna da calça. E a travesti: uma visão de tirar o fôlego — pele clara impecável, cabelos loiros longos, maquiagem perfeita de puta profissional, lábios vermelhos carnudos, peitos siliconados enormes apertados no top decotado, bunda redonda no vestido curto. O volume entre as pernas dela era impossível de ignorar: uma rola grossa e longa, já semi-dura, esticando a calcinha como uma ameaça viva. Minha mulher sorriu nervosa e excitada, tirou o vestido devagar e ficou só de lingerie. — Vamos começar com a vadia casada — a travesti falou, voz rouca e feminina, olhos cravados em mim. — Depois o corno velho assiste e leva o dele. Eles a cercaram. O moreno agarrou ela pela cintura, beijou com força, língua invadindo a boca enquanto rasgava a lingerie com as mãos. O loiro foi por trás, cuspiu na buceta dela e meteu o pauzão de uma vez, estocadas brutas fazendo ela gemer alto logo de cara. A travesti puxou o cabelo dela e enfiou a rola grossa na boca, fodendo a garganta sem dó — dupla penetração oral e vaginal, baba escorrendo pelo queixo dela, olhos lacrimejando de tesão puro. Eu sentei na poltrona do canto, pau duro na calça, coração disparado, assistindo minha mulher ser usada como nunca. Eles a viraram de quatro. O moreno invadiu o cu dela sem lubrificante, empurrando tudo de uma vez. Ela berrou, corpo tremendo. O loiro continuou na buceta — DP total, estocadas sincronizadas, barulho molhado enchendo o quarto. A travesti enfiou a rola na boca dela de novo, sufocando os gritos. — Toma três picas ao mesmo tempo, sua puta casada! Mostra pro corno como se fode de verdade! — a travesti rosnava, rebolando. Minha mulher gozou aos berros, squirt molhando tudo, corpo convulsionando. Eles não pararam: socaram mais forte, xingando sujo. Depois de enchê-la — loiro na buceta, moreno no cu, travesti no rosto e peitos —, eles viraram pra mim. Minha mulher, destruída, cheia de porra escorrendo, sorriu safada e disse: — Agora é a vez do meu corno… venham comer ele também. Eles me arrastaram da poltrona, rasgaram minha roupa. O moreno me empurrou de joelhos, enfiou o pauzão ainda sujo do cu dela na minha boca. — Engasga nessa rola que acabou de sair da sua mulher, viado velho! Eu tentei engolir, mandíbula doendo, gosto misturado escorrendo. O loiro enfiou o dele junto — duas picas esticando minha boca ao limite, engasgos altos, lágrimas nos olhos. A travesti me virou de bruços na cama, cuspiu no meu cu peludo e meteu devagar, depois acelerou, socando fundo e bruto. — Toma minha pica de travesti no cu de hétero casado, corno! Minha mulher assistia, masturbando a buceta cheia, gemendo: “Isso, amor… sente o que eu sinto!” Trocaram: moreno invadiu meu cu com a rola monstruosa, esticando até rasgar, dor lancinante misturada com prazer na próstata. Loira fodeu minha garganta. Travesti montou no meu pau meia-bomba, cavalgando. Dupla penetração em mim: moreno no cu, loiro na boca, travesti usando meu pau. Minha mulher se juntou, montou na minha cara, esfregando a buceta gozada no meu nariz: “Lambe o leite deles, corno!” Eu gozei sem controle, jatos no cu da travesti. E aí veio o final que ainda sinto na pele. O moreno me virou de costas, pernas abertas, meteu tudo de novo e gozou forte dentro de mim — jatos quentes enchendo meu cu até transbordar, escorrendo pelas coxas. A travesti forçou a entrada junto com ele — dupla penetração anal, duas picas me rasgando, mais leite grosso misturado vazando por todo lado. O loiro socava na minha mulher e gozou dentro dela de novo, enchendo a buceta. Depois todos tiraram e terminaram em nós dois: jatos grossos no rosto dela, nos peitos, na boca; depois em mim — no peito, na barba grisalha, no pescoço, no rosto. Sêmen quente escorrendo por toda parte, cheiro forte no ar, gosto salgado na boca. Ficamos largados na cama, corpos colados no suor e na porra, respirando pesado. Ela passou a mão no meu rosto coberto e sussurrou: — Você aguentou bem, meu corno… da próxima a gente pede mais gente. Eu não respondi. Só fechei os olhos, sentindo o latejar no cu, a barriga cheia, o corpo destruído e satisfeito. E no fundo, eu sabia que ia querer de novo. Muito de novo.
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