Era uma noite quente de sexta-feira. Eu, Pedro, tinha convidado quatro amigos meus — Lucas, Rafael, Tiago e Bruno — para tomar umas cervejas e jogar videogame na minha casa. A conversa começou leve, mas depois de algumas latas e muitas piadas, o clima mudou completamente. Lucas foi o primeiro a quebrar o gelo. Ele se aproximou por trás enquanto eu estava sentado no sofá, passou a mão na minha nuca e falou baixo no meu ouvido: — Pedro, hoje a gente vai te foder até você não aguentar mais. Tá afim? Eu senti um arrepio forte subir pela espinha. Olhei para os outros três e vi o mesmo desejo bruto nos olhos deles. Não precisei responder com palavras. Apenas sorri e assenti. Em menos de um minuto, já estavam todos em cima de mim. Rafael e Tiago me puxaram do sofá e me colocaram de joelhos no tapete da sala. Bruno abriu o zíper da calça e tirou o pau já duro, grosso e latejando. Segurou minha cabeça com as duas mãos e enfiou direto na minha boca, sem delicadeza. — Chupa gostoso, Pedro. Hoje você é nossa putinha. Enquanto eu mamava o pau do Bruno com vontade, sentindo ele bater no fundo da minha garganta, Lucas se ajoelhou atrás de mim, baixou minha bermuda e começou a passar a língua no meu cu, lambendo e chupando com fome. Rafael e Tiago tiraram as roupas e ficaram se masturbando, esperando a vez. Lucas não demorou. Cuspiu no meu buraco, esfregou a cabeça grossa do pau e empurrou tudo de uma vez. Soltei um gemido abafado, com o pau do Bruno ainda enchendo minha boca. A sensação de ser aberto assim, sem aviso, era deliciosamente dolorosa e excitante. Eles começaram a me foder em ritmo forte. Lucas metia fundo no meu cu, segurando minha cintura com força, enquanto Bruno fodia minha boca sem piedade, babando saliva que escorria pelo meu queixo. Rafael e Tiago se revezavam: um segurava minha cabeça, o outro beliscava meus mamilos ou dava tapas na minha bunda. — Olha como ele gosta… tá todo molhado já — riu Tiago, enfiando dois dedos junto com o pau do Lucas, me abrindo ainda mais. Eles me viraram de quatro no sofá. Bruno deitou embaixo de mim e me fez sentar no pau dele, enquanto Lucas voltava a meter no meu cu por trás. Dupla penetração bruta. Eu gemia alto, o corpo inteiro tremendo enquanto os dois paus grossos me esticavam ao mesmo tempo. Rafael enfiou o pau na minha boca novamente e Tiago começou a bater punheta bem na frente do meu rosto, esfregando a cabeça molhada nos meus lábios. O ritmo ficou cada vez mais selvagem. Eles trocavam de buraco sem parar. Um gozava dentro de mim, saía, e outro entrava no lugar, usando o esperma do amigo como lubrificante. Meu cu estava vermelho, inchado e escorrendo porra. Em certo momento, me colocaram deitado de costas na mesa da sala, com as pernas bem abertas e para cima. Os quatro ficaram em volta, se revezando para me foder com força. Cada um metia fundo, batendo as bolas contra minha bunda, gemendo palavrões: — Toma essa rola, sua vadia… — Engole tudo, Pedro… vai, aguenta mais um pouco… — Hoje você vai dormir com o cu destruído. Eu gozei várias vezes sem nem tocar no meu pau, só da pressão dentro de mim. Eles não paravam. Quando um cansava, outro assumia. Gozaram na minha boca, no meu peito, na minha barriga e, principalmente, bem fundo no meu cu. Perdi a conta de quantas cargas eu recebi. Depois de quase duas horas de sexo intenso, eu estava exausto, suado, coberto de porra, com o cu latejando e as pernas tremendo. Os quatro amigos caíram no sofá e no chão, respirando pesado, mas ainda com sorrisos safados no rosto. Lucas passou a mão na minha perna e disse: — Descansa um pouco, Pedro… porque daqui a pouco a gente começa a segunda rodada. Eu sorri fraco, o corpo todo dolorido e satisfeito, sabendo que a noite estava só começando. ??
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