Acordei com o pau babando uma gosma grossa que já escorria pela perna, o cu piscando de fome louca. Sonhei a noite inteira sendo rasgado por paus enormes, acordando desesperado pra virar o buraco de porra mais imundo da cidade. Enfiei um plug bem grosso, daqueles que esticam o anel até arder, vesti uma cueca fio-dental que mal continha o volume e saí na rua com cara de puta no cio. Encontrei as três em minutos: a morena alta com coxas grossas de malhação e silicone explodindo no top, a loira de batom borrado e olhar de quem adora destruir passivos, e a mulata de bunda gigante rebolando como se quisesse me matar de tesão. Elas me olharam como se eu fosse carne fresca. Cheguei sem frescura: — E aí, suas vagabundas… tô louco pra virar o balde de porra de vocês três. Quero levar rola até engasgar e transbordar leitinho. A morena deu um tapa forte na minha cara e riu: — Olha o viadinho tarado… já veio com plug entupindo o cu? Mostra essa boceta gulosa. Abaixei a calça ali mesmo, mostrei o plug brilhando de lubrificante e pré-gozo meu. A loira enfiou a mão e torceu o plug com força: — Caralho, que rabo frouxo… já tá babando gosma. Bora pro apê, Pedro. Hoje teu cu vira poço de porra. Chegamos e a porta mal fechou. Me jogaram de bruços no chão, rasgaram minha cueca. A mulata sentou na minha cara esmagando o nariz na virilha quente e suada: — Cheira meu pau suado, seu porco. Lambe até limpar o pré-gozo salgado da calcinha. Enquanto eu lambia o pau dela babado de gosma grossa, a morena arrancou o plug com violência. Meu cu ficou escancarado, piscando, babando lubrificante misturado com meu próprio pré-gozo. — Olha essa boceta aberta… parece buraco de puta de beira de estrada — a loira cuspiu um monte direto no meu cu e meteu quatro dedos de uma vez, mexendo como se quisesse me esticar até rasgar. Eu gemia alto, babando na rola da mulata: — Aiii porra… rasga meu cu… enfia mais fundo… quero sentir os dedos batendo no fundo! A mulata fodia minha garganta como se fosse cu: — Engole tudo, viado imundo… vou gozar na tua goela até tu engolir cada gota. Ela gozou forte, jatos grossos e quentes enchendo minha boca até transbordar. Porra escorreu pelo queixo, pingou no peito, babou no chão. Engoli o que deu, o resto lambuzou meu rosto inteiro. A morena meteu o pau no meu cu aberto sem dó, socando violento: — Toma, seu lixo… vou arrombar até teu cu ficar frouxo pra sempre! Cada estocada batia fundo, o pau entrando e saindo coberto de lubrificante e pré-gozo. Eu gritava rouco: — Mete mais forte… rasga essa boceta… quero ficar inchado de rola! Ela gozou rápido, enchendo meu cu de porra grossa e quente. Quando tirou, o leitinho jorrou em golfadas grossas, escorrendo pelas coxas, formando uma poça branca e viscosa no chão. A loira veio atrás, metendo com raiva: — Cu todo melado de porra… delícia de buraco babado. Socou até gozar mais uma vez, adicionando jatos quentes ao caos. Meu cu virou uma sopa quente, porra escorrendo pelas pernas, pingando sem parar. A porta abriu com força. O negão da mulata entrou, pau já pra fora, grosso, preto, veias pulsando, babando uma gosma grossa. — Tão enchendo meu brinquedinho sem mim? — ele rosnou. A mulata riu: — Vem amor, o Pedro tá virando tanque de leitinho. Arromba esse cu cheio de porra. O negão me pegou pelo cabelo, virou de barriga pra cima, pernas escancaradas. Cuspiu na minha cara e meteu tudo de uma vez: — Abre essa boceta imunda, viado! Vou te foder até teu cu virar cratera de porra! Gritei rouco: — CARALHOOOO… tá me matando com esse monstro… rasga tudo… me enche até a barriga inchar! Ele socava como animal, o pau coberto de porra das meninas, gosma branca grudando nas veias. Eu rebolava como cadela: — Me fode… goza dentro… quero barriga cheia de leitinho preto! Enquanto ele me rasgava, a morena sentou na minha cara de novo, me sufocando com o pau babado: — Chupa meu pau sujo de porra, porco… lambe tudo que sobrou. A loira punhetava meu pau com força, me masturbando até eu gozar forte, jatos subindo e caindo no meu peito lambuzado. O negão acelerou, grunhiu como fera e gozou uma quantidade absurda. Jatos grossos batendo no fundo, enchendo meu cu até transbordar. Quando tirou, a porra jorrou em golfadas grossas e quentes, escorrendo pelo cu aberto, pelas nádegas, pingando no chão como chuva branca. A mulata meteu no caos: — Agora vou gozar em cima dessa bagunça… misturar meu leitinho com o do meu macho. Gozou forte, empurrando tudo pra dentro. Depois a loira de conchinha, gozando mais uma vez no buraco destruído. A morena terminou gozando direto na minha boca aberta, enchendo até eu engasgar e cuspir porra pra todo lado, babando no rosto. No final, eu tava jogado no chão como trapo: corpo inteiro coberto de porra seca e fresca, peito, barriga, coxas, rosto, cabelo grudado de leitinho, cu escancarado jorrando um rio branco grosso. Elas riam, filmando: — Olha o Pedro, o balde de porra ambulante… quantas gozadas levou, seu nojento? — Perdi a conta… umas doze… tô inchado de leitinho — respondi, voz rouca, lambendo os lábios babados de porra. Saí de lá arrastando as pernas, cu ardendo e latejando, barriga cheia e inchada de porra, cheiro de sexo forte grudado na pele. E já tô louco pra voltar e levar mais ainda.
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