Eu, Pedro, tinha acabado de chegar na casa da minha tia Sandra, uma viúva de 75 anos que ainda mantinha um corpão bem conservado para a idade: peitos grandes e caídos, bunda larga e carnuda, pele branquinha com algumas ruguinhas que só deixavam ela mais gostosa. Fazia anos que eu não a via, e ela me recebeu de camisola fina, quase transparente, com um sorriso safado nos lábios pintados de vermelho.
— Pedro, meu sobrinho lindo... que bom que você veio passar uns dias aqui. A casa é grande demais só pra mim. — Ela me abraçou forte, apertando os peitos moles contra meu peito. — Faz tanto tempo que ninguém me toca direito... você vai ter que lembrar a sua tia velha como é que se trepa de verdade, hein?
Eu já senti o pau endurecer na hora. — Tia... a senhora tá falando sério?
Ela riu baixinho, passando a mão na minha barriga e descendo devagar. — Seriíssima, meu bem. Seu tio morreu faz dez anos e desde então minha buceta só conhece dedo e vibrador. Eu quero macho de verdade. Quero gozar como antigamente, gemendo feito uma puta. Você topa matar todas as minhas vontades? Atrás... na frente... onde eu mandar?
Naquela mesma noite, depois do jantar, ela me chamou pro quarto dela. A luz baixa, a cama velha de casal já aberta. Tia Sandra tirou a camisola devagar, revelando o corpo nu: os peitos enormes balançando, os mamilos escuros e duros, a barriga macia e a buceta grisalha, com os lábios inchados e já molhados.
— Olha o que o tempo fez com sua tia... ainda tá gostosa pra você, Pedro? — Ela abriu as pernas na beira da cama, mostrando tudo. — Vem cá, cheira. Sente o cheiro de coroa safada que tá louca pra dar.
Eu me ajoelhei e enfiei o rosto entre as coxas dela. O cheiro era forte, maduro, excitante pra caralho. Comecei a lamber devagar, enfiando a língua na entradinha enrugada.
— Ahhh... isso, meu sobrinho... lambe a buceta da tia... mais fundo, vai... que delícia... faz tempo que ninguém me chupa assim. Chupa meu clitóris, Pedro... morde de leve... ai, caralho!
Enquanto eu comia ela, tia Sandra segurava minha cabeça, rebolando o quadril. — Você tá duro, né? Tira essa roupa, deixa eu ver esse pau de sobrinho. Quero ver se cresceu direito.
Eu me levantei, tirei a cueca e meu pau pulou pra fora, latejando. Ela arregalou os olhos.
— Nossa... que pauzão grosso! Maior que o do seu tio. Vem cá, deixa a tia chupar. — Ela se sentou na beira da cama e enfiou metade do meu pau na boca de uma vez, babando tudo. — Mmm... gosto bom... chupo gostoso, né? Engole até o fundo... gluck gluck... sua tia é uma velha gulosa.
Ela mamava com vontade, olhando pra mim com olhos pidões. — Goza na boca da tia se quiser... mas eu quero primeiro sentir ele dentro de mim.
Eu a deitei de costas, abri bem aquelas pernas velhas e enfiei devagar. A buceta dela era quente, molhada e ainda apertadinha pros 75 anos.
— Ai meu Deus... que delícia... mete devagar primeiro... vai enchendo a buceta da tia... isso... mais fundo... me fode, Pedro! Sua tia tá sendo comida pelo sobrinho... que sacanagem boa!
Comecei a meter mais forte, os peitos dela balançando loucamente. — Tá gostoso, tia? Quer mais rápido?
— Quero, porra! Me fode como uma vadia! Bate fundo... quero sentir suas bolas batendo na minha bunda. Ahhh... assim... assim mesmo! Tua tia tá gozando... tá gozando no pau do sobrinho... aaaaiii!
Ela gozou tremendo, apertando a buceta em volta do meu pau. Mas não parou.
— Agora vira a tia de quatro. Quero na frente e atrás... mata todas as vontades que eu acumulei esses anos.
Eu a virei. A bunda grande e branca empinada, o cuzinho enrugadinho piscando. Primeiro meti de novo na buceta, bem fundo, segurando aqueles quadris largos. Depois molhei o dedo e comecei a brincar no cu dela.
— Quer no cu também, tia? Tá preparada pra dar o cuzinho pro sobrinho?
Ela gemeu alto, empinando mais. — Quero tudo! Enfia devagar... lubrifica bem... ai que tesão... entra, Pedro... fode o cu da sua tia velha... que delícia ser arrombada assim...
Eu entrei aos poucos. O cuzinho dela era apertado pra caralho, quente. Comecei a meter, primeiro devagar, depois mais forte. Tia Sandra gemia feito louca:
— Isso... me arromba... mete tudo... sua tia é uma puta de 75 anos que adora dar o cu... mais forte, caralho! Bate nessa bunda... me chama de vadia... diz que eu sou a tia mais safada do mundo!
— Você é uma vadia safada, tia Sandra... tomando pau no cu do próprio sobrinho... tá gostando de ser minha puta particular?
— Tô... sou sua puta... sua coroa vadia... goza dentro... enche o cu da tia de porra... aaaahhh!
Eu não aguentei e gozei forte dentro do cuzinho dela, jatos quentes enchendo tudo. Ela tremeu de novo, gozando só com o cu sendo fodido.
Depois, deitamos suados e ela ainda passou a mão no meu pau mole, lambendo os restos.
— Amanhã eu quero de novo... e depois de novo... você vai passar esses dias me comendo em todo canto da casa. Buceta, cu, boca... todas as minhas vontades atrasadas. Combinado, meu sobrinho gostoso?
— Combinado, tia. Vou te foder até você não aguentar mais.
E assim foram os dias seguintes... uma putaria sem fim.