Era uma viagem de negócios comum: eu, Pedro, 28 anos, e meu sogro Henrique, 50 e poucos, forte, barrigudo, peito peludo, viajando juntos para São Paulo. Reservamos um quarto duplo no hotel para economizar, cama king size que a gente ia dividir sem pensar duas vezes. O dia foi corrido, reuniões, almoço com clientes, e à noite saímos para jantar num rodízio de carne ali perto. Bebemos um vinho bom, rimos das besteiras do trabalho, e o papo começou a esquentar quando voltamos pro quarto. Henrique jogou a chave na mesa, tirou a camisa e se jogou na cama, só de bermuda. Eu sentei na poltrona, ainda de camisa social aberta, sentindo o álcool subir. Ele me olhou de lado, com um sorriso safado que eu nunca tinha visto nele. “Pedro, vamos ser sinceros, né? Casado com minha filha deve ser uma rotina chata pra caralho. Eu sei, porque com a mãe dela era a mesma merda. Mas eu tenho umas taras guardadas faz tempo. Adoro comer um cu apertado, sentir ele piscando no meu pau, e também ser comido, levar rola grossa até o talo. Troca-troca total, sem frescura. O problema é confiança… não dá pra sair caçando qualquer um. E você, o que acha disso? Já pensou em experimentar algo assim?” Eu engoli seco, sentindo o pau endurecer na calça só de ouvir. “Acho… interessante, sogro. Quer dizer, eu e sua filha transamos bem, mas é sempre igual. Eu já fantasiei com homem, sim. Chupar uma rola dura, sentir o gosto de porra quente na boca.” Ele riu rouco, se levantou e veio até mim. “Então vamos brincar, genro. Aqui ninguém sabe da gente. Tira essa roupa, mostra esse corpo jovem pra mim.” Eu obedeci, tirei camisa, calça, ficando só de cueca boxer com o pau marcando forte. Henrique puxou a bermuda pra baixo: pau grosso, uns 18 cm, veias saltadas, cabeçona vermelha pingando pré-gozo. “Olha isso, Pedro. Tá duro só de pensar em foder você.” Ele me puxou pra cama, deitou do meu lado e mandou: “Vem, me chupa primeiro. Quero sentir sua boca de putinho no meu pau.” Me ajoelhei entre as pernas peludas dele, peguei aquela rola na mão, cheiro forte de homem suado do dia. Lambi a cabeça, salgado do pré-gozo. “Isso, lambe devagar, como sorvete. Agora engole, enfia na garganta.” Abri a boca e desci, sentindo pulsar na língua. Ele segurou minha cabeça e fodeu minha boca devagar: “Porra, que boqueteiro bom! Chupa mais fundo, engasga nesse pau, seu viadinho. Imagina se minha filha soubesse que o maridinho dela tá mamando o sogro.” Chupei com vontade, babando tudo. Ele gemeu: “Tá gostando, né? Seu cu deve tá piscando. Me diz, você quer que eu coma esse cuzinho?” Tirei a boca, ofegante: “Quero sim, sogro. Me fode como puta, enche meu cu de rola.” Ele me virou de bruços, abriu minhas nádegas: “Olha que cuzinho rosa, apertadinho. Vou lamber primeiro.” Sentiu a língua quente no meu cu, lambendo em círculos, enfiando a ponta. “Delícia, gosto de homem novo, suadinho. Vou chupar até você implorar.” Lambia voraz, cuspindo, enfiando um dedo, depois dois, abrindo meu buraco, massageando a próstata. Eu gemia: “Ah, fode com os dedos, me abre todo pra sua pica grossa.” Ele montou em mim, posicionou a cabeçona: “Relaxa, vai doer gostoso.” Empurrou, eu senti o cu se abrindo, ardendo, mas o tesão venceu. “Porra, que aperto! Tá me sugando todo.” Entrou até as bolas, começou devagar, depois acelerou, socando forte. Tapas da carne ecoando. “Toma rola, seu safado! Imagina eu gozando no seu cu, enchendo de porra.” Eu rebolava: “Fode mais, me arromba, faz meu cu virar buceta!” Me virou de frente, jogou minhas pernas nos ombros, meteu olhando nos olhos: “Olha pra mim enquanto te como. Você é minha putinha agora.” Beijou minha boca com força, língua na língua, enquanto bombava. Meu pau roçava na barriga dele, gozei sem tocar, jorrando no peito dele. “Isso, goza pro sogro, viado. Agora é minha vez.” Mas parou: “Troca-troca, como eu falei. Quero sua rola no meu cu.” Deitou de barriga pra cima, abriu as pernas. “Vem, lambe meu cu primeiro.” Mergulhei o rosto, lambendo o cu peludo, salgado e terroso. “Ah, língua safada! Enfia mais.” Chupei e cuspi, enfiei dedos, abri ele. “Agora me fode, genro.” Posicionei meu pau de 17 cm, empurrei. O cu dele engoliu tudo, quente e apertado. “Porra, que pau gostoso! Me fode forte.” Meti com raiva, segurando as coxas, vendo o pau dele balançar. “Toma, sogro! Sente minha rola te arrombando.” Ele se masturbava: “Isso, me enche! Goza no meu cu.” Trocamos várias vezes: ele me comendo de quatro, eu fodendo ele de lado, 69 com rimming mútuo – pau na boca, língua no cu, lambendo porra e suor. Depois cavalguei ele de costas, rebolando, subindo e descendo, batendo a bunda nas coxas dele enquanto ele dava tapas e masturbava meu pau. Gozamos juntos de novo: eu no peito dele, ele enchendo meu cu até transbordar. Caímos exaustos, suados, melados. Ele passou o braço por cima de mim: “Amanhã tem mais. No banheiro, de pé contra a parede, água quente caindo. Depois no carro, no estacionamento escuro, você cavalgando no meu colo. Isso virou nossa putaria secreta, genro. Todo dia, toda viagem… você é meu putinho agora.” Eu sorri, cu latejando, respondi: “Pode mandar, sogro. Tô viciado nessa rola grossa. Me usa quando quiser.” Adormecemos colados, corpos grudados de porra seca e suor, sabendo que a viagem de negócios tinha virado outra coisa pra sempre. Ninguém jamais saberia o que rolou naquele quarto – e a gente queria exatamente assim.
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Eu e mais 2 amigo viajamos de férias para uma praia. No FDS um amigo recebeu uma mensagem do serviço, solicitando seu retorno antecipado.
Ficamos só eu e meu amigo,para não perder a casa reservada e paga.
Já havíamos transado antes..
Daí em diante virou uma lua de mel. Fodíamos a toda hora, meu cu já estava ficando moldado ao pau dele.
Que pau gostoso!
Mamei e ganhei muito leite no cu e na boca.
Foram 15 dias de muita foda.
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