Acordei com o pau duro latejando, o cu piscando de vontade, e já sabendo que hoje não ia escapar. Minha mulher, a Carla, ainda dormia profundamente do meu lado, de bruços, o lençol marcando aquela bunda gostosa que eu já tinha comido mil vezes… mas hoje eu queria outra coisa. Queria ser o puto, queria levar rola grossa até gemer como cadela. Peguei o celular escondido debaixo do travesseiro e mandei no grupo: “Acordei louco pra ser arrombado. Cu já tá coçando de tesão. Quem topa vir me foder agora cedo, sem dó?” Gabi respondeu quase na hora: “Bom dia, casadinho viado… já tá de quatro na sua cabeça ou ainda tá fingindo pro espelho que é macho alfa?” Eu: “Tô imaginando você me rasgando na sala enquanto ela dorme. Vem logo, porra. Quero esses 23cm me enchendo até eu implorar.” Ela mandou áudio, voz rouca e safada: “Ô Pedro… tô melando a rola de óleo agora, imaginando ela entrando cru no seu cuzinho apertadinho de macho casado. Você aguenta gemer baixinho pra não acordar a patroa… ou quer que ela veja como o maridinho dela vira putinha quando tem rola na frente?” Eu gravei de volta, voz tremendo: “Quero tudo, Gabi. Me chama de viadinho casado, de cadelinha enquanto mete até os ovos. Vem logo, caralho, tô babando aqui.” Ela: “Endereço. Agora. Quero você esperando de cueca abaixada, cuzinho lambuzado, empinado na porta. Se atrasar, eu vou embora e você fica aí com o cu piscando sozinho.” Mandei o endereço. Levantei devagar, coração na boca, fui pro banheiro, enfiei dois dedos melados no cu pra abrir, gemendo baixinho no espelho. Voltei pra sala só de cueca preta, pau duro marcando, e fiquei de quatro perto da porta, rabo empinado, cueca no meio da coxa. O interfone tocou. Abri. Gabi entrou, saia curtíssima, meia 7/8 preta, batom vermelho sangue. Fechou a porta e já veio pra cima. “Olha só o macho casado… pau pingando, cu brilhando… de joelhos, viado.” Caí de joelhos. Ela levantou a saia, puxou a calcinha pro lado e a rola grossa saltou pra fora, veiuda, cabeça melada. “Chupa, Pedro. Mostra como um marido casado engole rola quando a esposa não vê.” Abri a boca e ela empurrou fundo. Engasguei, baba escorrendo. “Isso… engole tudinho, porra… que boquinha gulosa… sua mulher nem sonha que você chupa melhor que muita vadia.” Eu gemia com a boca cheia, batendo punheta devagar. Ela puxou de repente. “De quatro. Empina essa bunda de casadinho pra mim.” Virei, empinei. Ela rasgou a cueca, passou dois dedos com força no meu cu. Gemi alto demais. “Shhh, quietinho… senão acorda a patroa e ela vai ver o maridinho levando vara.” Posicionou a cabeça, esfregou na entrada. “Pede, viado. Pede pra sua travesti te arrombar.” “Por favor, Gabi… mete tudo… me fode como a putinha casada que eu sou… quero sentir você gozando dentro de mim…” Ela empurrou de uma vez. Metade entrou. Mordi o braço pra não gritar. “Caralho… que cu apertado… relaxa, viado… deixa eu te abrir todinho…” Começou a meter fundo, ritmado, até encostar os ovos na minha bunda. Eu sentia cada veia pulsando. “Fala que ama ser comido por travesti pauzuda.” “Eu amo… porra, eu amo… mete mais forte, Gabi… me faz gozar sem encostar no pau…” Ela acelerou, batendo forte, mão no meu cabelo puxando. “Vai gozar no chão da sua sala, viado… vai melar o tapete da sua esposa enquanto eu te encho de porra quente… toma, toma…” Foi aí que ouvi o barulho. A porta do quarto se abrindo devagar. Carla apareceu no corredor, de camisola curta, cabelo bagunçado, olhos arregalados. Parou, olhando a cena: eu de quatro, rabo empinado, Gabi metendo forte em mim, a rola grossa entrando e saindo do meu cu. Ela não gritou. Ficou parada, respirando pesado, uma mão apertando o seio por cima da camisola, a outra descendo devagar entre as pernas. “Pedro… que porra é essa?” A voz dela saiu rouca, mas não de raiva. De tesão. Gabi nem parou. Continuou metendo, olhando pra Carla com um sorriso safado. “Olha só, casadinho… a patroa acordou. Quer que eu pare ou quer que ela veja como você vira putinha de verdade?” Eu gemi alto, sem vergonha mais. “Não para… continua, Gabi… mete mais forte… deixa ela ver…” Carla deu dois passos pra frente, olhos fixos na rola da Gabi entrando em mim. “Você… você gosta disso, né, seu safado? Gosta de levar rola de travesti na nossa sala?” “Gosto pra caralho, amor… tô sendo arrombado… tô sendo a putinha dela…” Carla se aproximou mais, ajoelhou do meu lado, uma mão no meu pau duro, masturbando devagar enquanto olhava Gabi meter. “Então goza, Pedro… goza vendo sua mulher te assistindo levar vara… goza enquanto ela te enche…” Gabi riu baixo, acelerou ainda mais. “Olha só, patroazinha… seu maridinho é uma cadelinha gulosa. Quer ver ele gozar sem encostar no pau?” Carla apertou meu pau com mais força. “Quero. Faz ele gozar, travesti. Enche meu marido de porra na frente da minha cara.” Não aguentei. Gozei forte, jatos grossos espirrando no tapete, gemendo alto enquanto Gabi cravava fundo e gozava dentro de mim, enchendo tudo de leitinho quente. Senti escorrendo pelas coxas. Gabi saiu devagar, deu um tapa na minha bunda vermelha. “Boa putinha. E você, patroazinha… gostou do show?” Carla, ainda ofegante, dedos molhados entre as pernas, olhou pra Gabi. “Gostei… mas da próxima vez eu quero participar. Quero ver ele chupando você enquanto eu sento na cara dele.” Gabi sorriu, ajeitou a saia. “Combinado. Da próxima, os três. Ele de quatro, eu metendo, você mandando.” Ela abriu a porta e saiu, deixando a gente ali. Carla me olhou, ainda ajoelhada, porra escorrendo do meu cu. “Levanta, seu viado. Vai limpar essa bagunça… e depois vem pro quarto. Hoje quem manda sou eu… e você vai me contar tudinho enquanto eu te faço gozar de novo.” Eu levantei tremendo, cu ardendo, pau amolecendo, o gosto da Gabi na boca e o tesão da Carla nos olhos. E soube que aquilo era só o começo.
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