Era uma noite quente de sexta-feira em casa, as luzes baixas, só o abajur do quarto jogando uma luz âmbar safada na cama. Luiza, 30 anos, tava um tesão ambulante: saiu do banho com o cabelo molhado pingando nas costas, vestindo só uma calcinha preta de renda que mal cobria a bundona empinada e os peitos cheios quase pulando pra fora. Eu já tava de pau duro só de olhar pra ela. Puxei ela pela cintura, colei o corpo e comecei a devorar o pescoço dela, mordendo de leve enquanto minha mão já invadia a calcinha. Ela tava encharcada, os lábios da buceta inchados e mel escorrendo nos meus dedos. — Porra, Lu, tua buceta tá babando toda… tá louca pra levar rola, né sua puta? — rosnei no ouvido dela. Ela rebolou contra minha mão, gemendo baixinho: — Tô sim, seu safado… para de enrolar e me come logo, caralho. Quero essa língua na minha xota e no meu cu antes de você me arrombar. Joguei ela de bruços na cama, rasguei a calcinha com os dentes e abri as pernas dela com força. A buceta tava aberta, brilhando de tesão, o clitóris durinho implorando. Comecei lambendo devagar, da entrada até o grelo, subindo e descendo a língua inteira, chupando forte. — Isso, chupa minha buceta gostoso, mete essa língua fundo… lambe meu cuzinho também, vai, seu porco! Enfiei a língua no cuzinho dela, lambendo em círculos, deixando bem molhado de baba. Peguei o lubrificante e o plug anal médio que a gente adora — aquele de silicone preto com base larga e uma pedrinha brilhante na ponta. Pinguei lubrificante no plug e no cuzinho dela, esfreguei a cabeça grossa na entradinha e fui empurrando devagar. — Ai caralho… mete esse plug no meu cu, amor… abre minha bundinha pra tua rola depois… Ela gemia alto enquanto o plug entrava até a base, o cuzinho piscando em volta dele. Tirei o plug devagar, vendo o buraco ficar aberto e convidativo, e meti meu pau de uma vez, até o talo. Comecei a socar forte, batendo a virilha na bunda dela, as bolas estalando. — Toma, sua vadia! Toma rola no cu! Rebola nessa pica, vai, empina mais essa bunda gostosa! — Fode meu cu, caralho! Me arromba com essa rola grossa… quero sentir ela pulsando dentro! Meti uns minutos assim, depois tirei, virei ela de costas, levantei as pernas bem abertas e voltei a chupar a buceta enquanto enfiava três dedos no cuzinho já arrombado. Ela gozou gritando, a buceta esguichando na minha boca, mel escorrendo pelo meu queixo. — Gozei na tua cara, seu puto… agora quero te ver gemendo como cadela. Levantei, peguei o cinto-conso monstro da caixa: 24 cm de pau de borracha bem grosso, veias marcadas, cabeça inchada e base larga. Luiza arregalou os olhos, mas o sorriso era puro tesão. — Vai querer esse pauzão no teu cu hoje, né seu viadinho safado? Quer que eu te foda até você implorar? — Quero sim, Lu… me enraba todo com esse cacete. Me faz gemer como puta. Ela colocou o cinto com calma, lubrificou o pau falso inteiro e meu cu já ansioso. Me mandou de quatro, empinando a bunda. — Empina essa bundinha pra mim, vai… mostra esse cuzinho guloso. Esfregou a cabeça grossa na minha entrada, provocando, depois empurrou devagar. Quando passou o anel eu soltei um gemido rouco. — Ai porra… tá entrando… mete tudo, Lu, me fode com força! Ela segurou minha cintura e socou até a base, a barriga dela batendo na minha bunda. — Toma, seu puto! Toma esse pauzão no cu todo! Sente como tá grosso te abrindo? Começou a bombar forte, tirando quase tudo e socando de novo, batendo com vontade. Eu gemia alto, babando no lençol. — Isso, geme pra mim, cadela! Toma rola no cu… rebola nesse cacete, vai! Ela puxou meu cabelo pra trás, mudou o ângulo e acertou direto na próstata. Meu pau pingava pré-gozo sem nem encostar. — Caralho, Lu… tá me fazendo gozar… me fode mais rápido! — Goza, seu viado! Goza enquanto eu te arrombo com esse pauzão! Gozei forte, jatos no colchão, o corpo tremendo todo, enquanto ela continuava metendo sem piedade, me fodendo através do orgasmo até eu implorar: — Para… tá muito… ai caralho, tô destruído… Ela tirou devagar, o pau de borracha brilhando, meu cuzinho latejando, aberto e vermelho. — Gostou de ser minha putinha, né? De levar esse cinto-conso até o talo? Eu ri sem ar, deitado de bruços, bunda ardendo deliciosamente. — Gostei pra caralho… da próxima eu te encho com o plug grande enquanto te como a buceta e o cu ao mesmo tempo. Quero te ver gozando com os dois buracos lotados. Ela deitou do meu lado, me beijou com língua e sussurrou no meu ouvido: — Combinado, seu safado. Amanhã eu quero o plug anal vibrando no meu cu, teu pau na buceta e o cinto-conso na minha mão pra te foder de novo. Vamos ver quem aguenta mais putaria. E a noite ainda tava longe de acabar…
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.
Votado. Delicioso. Também já me obrigaram a foder uma mulher enquanto me fodiam e depois fizeram ela me foder, enquanto foderam ela e eu estava por baixo chupando o, cu, a boceta e as rolas que fodiam ela e engolir o que escorria das coxas dela. Foi delicioso, porque sempre me fodiam sem dó e em grupos, adoro.