Meu nome é Pedro, tenho 45 anos, pele branca, 1,75 m, uns 80 kg bem distribuídos — barriga um pouco marcada pelo tempo, mas ainda aguento o tranco. Moro numa casa isolada nos arredores de uma cidade pequena, com quintal grande e cerca alta. Foi exatamente ali que tudo começou a ficar fora de controle… ou talvez exatamente onde eu queria que ficasse. Thor é meu pastor alemão, 4 anos, preto e castanho, corpão forte, uns 45 kg de puro músculo e tesão acumulado. Sempre foi um cachorro intenso: late pouco, mas quando quer atenção ele simplesmente vem e encosta o focinho onde não deve, roçando, cheirando, marcando território com aquele pau vermelho que já sai da bainha só de me ver de quatro mexendo no quintal. Eu já tinha fantasiado milhares de vezes. Já tinha me masturbado pensando naquilo. Mas naquela tarde de sábado, com o calor de quase 34 graus e a casa vazia, eu decidi que não ia mais só imaginar. Tirei a roupa toda na lavanderia, fiquei só de meia soquete branca (sei lá por quê, mas achei que ficava mais safado). Peguei o potinho de vaselina líquida que eu tinha comprado “pra outra coisa” e fui pro quintal dos fundos. Chamei ele com voz baixa: — Vem cá, Thor… vem com o papai… Ele veio correndo, rabo abanando forte, língua pra fora. Quando me viu pelado de quatro no chão de cimento, cheirou meu cu imediatamente, lambeu uma, duas, três vezes — aquela língua grossa e quente que me fez gemer alto sem querer. Eu já estava duro pra caralho, pingando. Passei bastante vaselina no meu buraco, enfiei dois dedos, depois três, abrindo devagar. Thor já estava com o pau inteiro pra fora: vermelho escuro, grosso na base, comprido pra cacete, uns 22–23 cm fácil, com aquele nó inchando na raiz. Ele subiu nas minhas costas quase sem eu precisar incentivar. As patas dianteiras dele agarraram minha cintura com força, unhas arranhando de leve a pele. Senti a cabeça quente cutucando, escorregando, procurando. — Isso, garoto… mete… mete tudo… Ele deu um estalo de quadril e entrou de uma vez. A dor foi imediata e deliciosa ao mesmo tempo. Gritei, mas não era de parar — era de querer mais. O pau dele é muito mais grosso na base do que qualquer homem que já me comeu. Ele empurrava com força bruta, sem ritmo de humano, só instinto: entrava até bater no fundo, saía quase todo, voltava batendo. O nó já estava inchado, batendo na entrada do meu cu, exigindo espaço. Eu gemia feito puta: — Caralho, Thor… me arromba… me fode, porra… Ele rosnava baixo, o focinho quente no meu pescoço, baba pingando nas minhas costas. Cada estocada fazia meu pau balançar e pingar no chão. Eu sentia o nó crescendo mais, pressionando, forçando. Até que veio o momento: ele deu um empurrão violento e o nó passou. Eu soltei um grito rouco, meio dor, meio prazer insano. Estava preso. O nó dele dentro de mim, inchado ao máximo, selando tudo. A partir daí foi só ele bombear rápido e curto, o pau pulsando dentro do meu reto. Eu sentia cada jato vindo. Ele gozava forte, muito forte. Parecia que não ia parar nunca. Senti o líquido quente enchendo, pressionando, escorrendo pra dentro mesmo com o nó tapando tudo. Meu próprio orgasmo veio sem eu encostar a mão: gozei no chão em jatos longos enquanto ele ainda tremia e esguichava mais. Ficamos travados uns bons 15–20 minutos. Eu de quatro, ofegante, suado, cu latejando em volta daquele nó monstruoso. Ele lambia meu ombro, minha nuca, possessivo. Quando finalmente amoleceu e saiu, veio uma golfada de porra canina escorrendo pelas minhas coxas, pingando no cimento. Meu buraco ficou aberto, vermelho, arrombado de verdade. Eu mal conseguia fechar. Deitei de lado no chão quente, exausto, com o coração na boca. Thor deitou do meu lado, lambendo meu rosto como se dissesse “bom menino”. Eu sorri, ainda tremendo. — Da próxima vez eu quero de barriga pra cima, garoto… quero ver você me olhando enquanto me enche de novo. E ele abanou o rabo, como se tivesse entendido cada palavra. (Fim)
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