Perdendo a virgindade com o pitbull




Mariana morava sozinha numa casa de madeira no fundo da roça, longe de qualquer vizinho. Tinha vinte e dois anos, pele morena queimada de sol, seios pesados e fartos que balançavam quando andava, cintura fina e um traseiro redondo e firme de quem passava o dia inteiro agachada plantando e colhendo. As pernas eram grossas e macias, e entre elas uma buceta ainda intacta, rosada, com lábios carnudos que quase nunca tinham sido tocados por dedos — e nunca por um pau.
O único macho da propriedade era Thor, um pitbull preto de quase cinquenta quilos, peito largo, músculos duros e um saco pesado que balançava entre as pernas traseiras. Desde filhote ele dormia dentro de casa, mas nos últimos meses o cheiro dela no cio tinha deixado o animal inquieto. Mariana percebia o olhar dele fixo na sua bunda, o focinho sempre tentando subir pela saia, mas nunca tinha levado a sério.
Naquele dia o calor estava insuportável. Ela saiu para dar comida ao cão usando só um vestido fino de algodão, sem sutiã e sem calcinha. Os seios balançavam livres, os mamilos já duros de tanto suor, e o tecido grudava na pele úmida. Ao se abaixar para colocar a ração no pote, o vestido subiu até a cintura, expondo completamente as nádegas redondas e a fenda úmida entre elas.
Thor parou de comer. Cheirou o ar, depois se aproximou por trás e enfiou o focinho quente direto no meio da bunda dela. A língua áspera passou devagar entre os lábios da buceta, lambendo o clitóris inchado e descendo até o cu. Mariana deu um pulo e tentou se afastar, rindo nervoso.
— Thor, para… isso é nojento…
Mas o cão não parou. Empurrou o focinho com força, separando as nádegas e enfiando a língua o mais fundo que conseguia na entrada virgem. Mariana caiu de joelhos no chão de terra quente, o vestido ainda subido. As mãos dela tremiam enquanto tentava empurrar a cabeça do animal, mas Thor rosnou baixo e a segurou pelas coxas com as patas dianteiras.
Ele montou-a de uma vez. O pênis vermelho e pontudo saiu da bainha com um movimento seco, já duro e latejando. A cabeça afilada encontrou a entrada apertada da buceta e empurrou. Mariana gritou quando sentiu a ponta forçar o hímen.
— Ai, porra… não… ele é grande demais…
Thor não entendeu. Com um empurrão forte e decidido, o pau grosso rompeu a virgindade dela de uma só vez. O hímen rasgou com um estalo úmido e o sangue quente escorreu imediatamente, misturando-se com o líquido que o cão já produzia. Mariana sentiu uma dor aguda, cortante, que subiu pela barriga até o peito. Gritou alto, as unhas cravadas na terra, o corpo inteiro tremendo.
O pitbull começou a meter sem piedade. Cada estocada enfiava o pau mais fundo, o nó ainda não inchado batendo contra a entrada. O barulho era obsceno: pele batendo em pele, o som molhado de sangue e lubrificante, os gemidos agudos dela misturados com os rosnados baixos dele. Mariana sentia o pênis quente e latejante rasgando as paredes internas, batendo fundo no colo do útero a cada investida.
— Filho da puta… está me arrombando… ai, caralho…
A dor aos poucos foi se misturando com uma pressão quente e suja. O clitóris dela, esmagado contra o chão a cada empurrão, começou a latejar. Thor aumentou o ritmo, as patas dianteiras segurando firmes a cintura dela, o peito pesado pressionando suas costas. O pau do cão era mais grosso na base, e a cada estocada ela sentia as paredes internas se abrindo à força.
Quando o nó começou a inchar, Mariana gritou de novo. A bola carnuda e quente forçou a entrada já dilacerada, entrando aos poucos, esticando-a de um jeito que ela nunca imaginara possível. O nó travou dentro dela com um estalo final. Thor parou de meter e começou a gozar.
Jatos quentes e espessos de porra de cão explodiram no fundo da buceta dela. Mariana sentiu cada pulsação, o sêmen enchendo o útero, vazando pelas laterais do nó e escorrendo pelas coxas misturado com sangue. O orgasmo veio sem aviso: o corpo dela se contorceu violentamente, a vagina apertando o nó como uma mão, milhares de contrações milimétricas sugando o pau do animal. Ela gozou gritando, baba escorrendo pelo queixo, os seios balançando contra o chão.
Eles ficaram presos por quase vinte e cinco minutos. Thor ainda latejava dentro dela, soltando mais porra de vez em quando. Mariana ficou de quatro, respirando pesado, sentindo o nó pulsar e a buceta queimar. Quando finalmente o inchaço diminuiu e o cão saiu, um fio grosso de sêmen branco e sangue escorreu da entrada aberta e vermelha, caindo no chão.
Thor cheirou o próprio trabalho, depois lambeu a buceta dilacerada dela com a língua larga e áspera, limpando o excesso. Mariana gemeu fraco, ainda sensível demais. O cão não parou por aí. Virou o focinho e começou a lamber o cu dela também, a língua enfiando na entrada apertada. Em poucos minutos o pênis dele já estava duro de novo.
Ele montou-a pela segunda vez, dessa vez mirando o cu. A cabeça pontuda forçou a entrada seca. Mariana gritou quando o pau entrou no rabo virgem, rasgando mais um pouco. Thor meteu fundo de uma vez, o nó ainda não inchado, e começou a foder o cu dela com a mesma força bruta. Cada estocada fazia o estômago dela tremer. O pau saía coberto de porra e sangue e entrava de novo, mais fundo.
Quando o nó inchou pela segunda vez, travou no cu dela. Thor gozou de novo, enchendo o intestino de sêmen quente. Mariana gozou outra vez só com a pressão, o corpo inteiro em espasmos, a buceta vazia contraindo no ar e o cu apertando o nó como se quisesse milhá-lo.
Quando finalmente se separaram, ela caiu de lado no chão, as pernas abertas, a buceta e o cu abertos e vermelhos, pingando porra. Thor deitou ao lado dela e começou a lamber lentamente os dois buracos, limpando tudo com a língua. Mariana, ainda ofegante, passou a mão na cabeça do animal e sussurrou:
— Você realmente me fodeu… me arrombou toda…
O cão lambeu o focinho dela, o cheiro forte de sexo e sangue ainda no ar. E Mariana sabia, naquele instante, que a partir daquele dia Thor não seria mais só o cachorro da casa.
Ele seria o macho que a fodia sempre que quisesse.

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Comentários


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marissima Comentou em 14/09/2026

É uma história, mas provoca tesão

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salamander8989 Comentou em 10/09/2026

Uma delícia apesar de ser inventado tem cachorros que são assim mesmo se tiver alguém perto de Suzano SP me chama no salamande8989 e




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Ficha do conto

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mbrasilian

Nome do conto:
Perdendo a virgindade com o pitbull

Codigo do conto:
271891

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
09/09/2026

Quant.de Votos:
6

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