Depois daquela primeira foda selvagem no quintal, Mariana mal conseguiu andar direito. O vestido ainda estava sujo de terra, sangue e porra de cão. Ela entrou cambaleando na casa, as pernas tremendo, a buceta latejando e o cu ainda ardiam da segunda penetração. Thor a seguiu de perto, o focinho colado no cheiro forte que escorria dela. Naquela mesma noite, ela tomou banho demorado, tentando limpar o excesso de sêmen que ainda vazava. Mas o cheiro do animal não saía. Quando deitou na cama, Thor subiu sem pedir licença e deitou entre suas pernas. A língua áspera voltou a lamber a buceta inchada e sensível. Mariana gemeu baixo, abrindo as coxas. — De novo…? — sussurrou, já sem força pra empurrá-lo. O cão lambeu até ela gozar de novo, o corpo se contorcendo no colchão. Depois montou-a ali mesmo, na cama. O pau vermelho e pontudo encontrou a entrada ainda dilacerada e entrou com facilidade. Mariana gritou no travesseiro quando o nó inchou dentro dela pela terceira vez no mesmo dia. Thor gozou fundo, enchendo o útero mais uma vez, e ficou travado por quase meia hora enquanto ela tremia embaixo dele. A partir daquele dia, a rotina mudou completamente. Toda manhã, antes mesmo de levantar, Thor subia na cama e cheirava entre as pernas dela. Se estivesse úmida, ele já enfiava a língua e depois o pau. Mariana parou de usar calcinha dentro de casa. Andava só de camisola fina ou completamente nua. O cão a fodia quando queria: de manhã, no meio da tarde, de noite. No quintal, na cozinha, no sofá, no chuveiro. Numa tarde especialmente quente, ela estava lavando louça nua da cintura pra baixo quando sentiu as patas dianteiras nas suas nádegas. Thor montou-a ali mesmo, em pé, o pau enfiando com força na buceta já acostumada. O barulho molhado das estocadas ecoava na cozinha. Mariana segurou a pia com força, os seios balançando, gemendo alto enquanto o nó inchava e a travava de novo. Quando ele gozou, o sêmen escorreu pela parte de dentro das suas coxas e pingou no chão de cimento. No dia seguinte, ela tentou algo diferente. Ajoelhou-se na frente do cão e segurou o pau vermelho com a mão. A língua dela passou na cabeça pontuda, lambendo o gosto forte e animal. Thor rosnou de prazer. Mariana abriu a boca e engoliu o máximo que conseguiu, sentindo o pau latejar na garganta. O cão começou a meter na boca dela, as patas segurando sua cabeça. Quando gozou, encheu a boca dela de porra quente e espessa. Mariana engoliu quase tudo, o resto escorrendo pelo queixo. Thor não parou por aí. Virou-a de quatro no chão da sala e enfiou no cu de uma vez. O pau grosso abriu o buraco apertado com violência. Mariana gritou, a dor misturando com um prazer sujo. O nó inchou dentro do rabo dela e travou. Ela ficou de quatro, ofegante, sentindo o cão gozar fundo no intestino enquanto a língua dele lambia suas costas. Nas semanas seguintes, Mariana se entregou completamente. Deixava o portão do quintal aberto para Thor entrar e sair quando quisesse. Dormia nua, com as pernas abertas, esperando ser montada no meio da noite. Começou a gozar só com o cheiro do cão e com a pressão do nó inchando dentro dela. Numa manhã, depois de uma noite inteira sendo fodida várias vezes, ela estava deitada de barriga pra cima, as pernas abertas, a buceta e o cu vermelhos e abertos, pingando porra. Thor lambeu os dois buracos longamente, limpando o excesso, antes de montá-la de novo. Dessa vez ele enfiou na buceta e, quando o nó travou, Mariana gozou tão forte que chegou a perder a noção por alguns segundos. Quando recuperou o fôlego, passou a mão na cabeça grossa do pitbull e sorriu, a voz rouca: — Você me estragou… me transformou na sua cadela. Thor lambeu o rosto dela, o pau ainda latejando dentro do nó. E Mariana soube, naquele momento, que nunca mais teria um homem. Só o seu pitbull. O resto da vida dela na roça seria assim: acordar com a língua áspera entre as pernas, ser montada várias vezes por dia, sentir o nó inchando e a porra quente enchendo seus buracos. E ela amava cada segundo.
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