Eu tava com o cu latejando de tesão. Dias pensando em levar pau, em sentir alguém me arrombar de verdade. Convidei o Pedro pra dormir em casa no fim de semana. A gente já se conhecia de longa data, mas nunca tinha rolado nada. Eu queria troca-troca. Queria dar e comer ele também. Chegamos, tomamos uma, e fui direto pro banho. Chamei ele: — Entra logo, porra. Tô com o pau duro já. Ele entrou. A gente se ensaboou, mãos escorregando no corpo um do outro. Peguei o pau dele, grosso, pesado, e esfreguei com força. — Porra, tá duro pra caralho… Quero esse pau no meu cu hoje. Ele riu baixo, apertou minha bunda e enfiou o dedo no meu rabo ali mesmo, debaixo do chuveiro. — Tá molinho e quente pra porra… Você tá pedindo pra levar mesmo, hein? Saímos, secamos por cima e fomos pro quarto. Eu me joguei na cama de quatro, totalmente nu, abrindo a bunda com as duas mãos. — Olha pra isso, caralho. Meu cu tá piscando te esperando. Vem me foder. Pedro ficou olhando um segundo, depois tirou a toalha e subiu na cama. Cuspiu na minha fenda, espalhou com o dedo e enfiou dois de uma vez. — Que cu guloso… Já tá engolindo os dedos. Quer pau logo, né, putinha? — Quero, porra. Me arromba. Mete fundo e me fode igual cachorro. Ele encaixou a cabeça do pau na minha entrada e empurrou. Eu senti o anel abrindo com esforço, aquele ardor gostoso que faz a gente tremer. Ele não teve piedade. Enterrou até o saco bater na minha bunda. — Ahhh, caralho! Que pau grosso… Tá me abrindo inteiro. — Aguenta, puto. Seu cu tá sugando meu pau igual uma boca. Tá apertado pra porra. Ele começou a meter com força, estocadas longas e profundas, a porra da cama rangendo. Eu gemendo alto, pedindo mais. — Isso, fode esse cu. Bate forte. Quero sentir você gozar dentro. Pedro me puxou pelo cabelo, me fez ficar de quatro de verdade e começou a martelar meu rabo sem dó. — Você é uma putinha mesmo… Convidou o amigo pra casa só pra levar pau no cu. Admite. — Admito, porra. Tô doido pra dar. Me come. Me usa. Quando ele tava perto de gozar, eu virei e empurrei ele de costas. — Agora é minha vez. Quero foder seu cu também. Troca-troca, caralho. Ele abriu as pernas sem discutir. Cuspi na rola, passei no cu dele e enfiei de uma vez. Ele soltou um gemido rouco. — Porra… Seu pau tá grosso pra caralho… — E você tá apertado pra porra. Segura aí que eu vou te arrombar também. Comecei a meter com tudo, segurando as pernas dele abertas, olhando o pau dele balançando a cada estocada. Ele gozou primeiro, jorrando no próprio peito enquanto eu fodia o cu dele sem parar. O aperto quando ele gozou me tirou do sério. Em poucos segundos eu enfiei fundo e descarreguei dentro dele, gemendo alto. — Toma, caralho… Toma porra no cu. Saí de dentro, o porra escorrendo, e me deitei ao lado dele, os dois suados e ofegantes. — Amanhã a gente faz de novo… E dessa vez você me come até eu não aguentar mais. Ele riu, ainda ofegante: — Pode deixar. Seu cu vai ficar destruído esse fim de semana.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.
Delicia de conto! Me fez lembrar das brincadeiras com um amigo que conheci aqui no site... me deixou de pau duro e com vontade de dar pra ele novamente....rs.... votado!
Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.