A porta abriu e os dois já estavam me esperando. A travesti alta, de sutiã preto e o pau marcado no short de renda. Ao lado dela, o negão enorme, camisa aberta, peito largo, e o volume pesado na calça jeans. Ele sorriu mostrando os dentes e fechou a porta atrás de mim. — Chegou a putinha — falou a travesti, puxando meu cabelo. — Hoje você vai ser usada pelos dois. O negão nem falou. Só me agarrou pela nuca, me empurrou de joelhos e abriu o zíper. O pau dele saiu grosso, escuro, veias saltadas, já semi-duro. Ele bateu na minha cara com ele duas vezes e enfiou na boca sem aviso. Eu engasguei na hora. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos enormes e começou a meter fundo, o pau enchendo minha goela por completo. A travesti se ajoelhou ao lado, tirou o short e enfiou o pau dela na minha mão. — Enquanto ele arromba essa boca, você chupa o meu também. Ela empurrou a cabeça do pau dela contra meus lábios. Eu tive que abrir mais a boca, tentando encaixar os dois. O negão não facilitou. Continuou fodendo minha garganta com força, o barulho molhado de engasgo ecoando, enquanto a travesti esfregava o pau no meu rosto, lambuzando de baba. — Olha só essa cara de puta — riu o negão, a voz grave. — Cheia de pau na boca. Quando a baba já escorria pelo meu peito, o negão me puxou de quatro no meio da sala. A travesti se posicionou na minha frente e enfiou o pau de novo na minha boca. O negão atrás abriu minhas nádegas, cuspiu no meu cu e enfiou dois dedos grossos de uma vez. Eu gemi com a boca cheia. — Tá apertado pra caralho — ele falou, abrindo e fechando os dedos. — Vai chorar quando eu enfiar. Ele tirou os dedos, posicionou a cabeça grossa e escura e empurrou. Entrou inteiro de uma vez. Eu gritei no pau da travesti. O negão segurou minha cintura com as mãos enormes e começou a meter sem dó. Cada estocada fazia meu corpo inteiro balançar pra frente, enfiando o pau da travesti ainda mais fundo na minha garganta. — Isso… engole enquanto leva no cu — ela gemia, segurando meu cabelo. O negão acelerou. O pau dele era grosso demais, abrindo meu cu com violência, o som de pele batendo em pele misturado com meus engasgos. A travesti tirou o pau da minha boca só o suficiente pra cuspir na minha língua e enfiar de novo. — Abre mais. Quero ver você engasgando enquanto ele te arromba. O negão puxou meu cabelo pra trás, me forçando a arquear, e meteu ainda mais fundo. A outra mão dele foi na frente e apertou meu pau, batendo nele com força enquanto me fodia. Eu gozei sem conseguir segurar, jatos sujando o chão enquanto os dois continuavam me usando. — Gozou só de levar pau nos dois buracos — riu o negão. — Que vadia. Ele não parou. Continuou metendo mais rápido, o pau latejando dentro de mim. A travesti tirou o pau da minha boca, se ajoelhou ao lado e começou a bater o dela na minha cara enquanto o negão me fodia. Quando o negão gozou, foi fundo. Jatos quentes enchendo meu cu, escorrendo pelas minhas bolas. Ele ficou parado, empurrando a porra pra dentro, enquanto a travesti enfiava o pau de volta na minha boca. — Limpa o pau dele agora — ela mandou. O negão tirou o pau lambuzado de porra e do meu cu e empurrou na minha boca. Eu chupei, o gosto forte e sujo. A travesti atrás já estava posicionando o pau dela no meu cu ainda aberto e cheio. Enfiou de uma vez, gemendo alto. — Porra… ainda quente da porra dele… Ela começou a meter enquanto eu chupava o negão. Os dois se revezavam. Quando um tirava, o outro entrava. O negão me puxou de pé, me virou de frente pra parede e enfiou de novo, me erguendo quase do chão com a força das estocadas. A travesti se ajoelhou na minha frente e engoliu meu pau, chupando enquanto o negão me arrombava por trás. Eu gozei de novo, direto na boca dela. Ela engoliu e sorriu sujo, a boca cheia. No final os dois me jogaram de quatro outra vez. O negão abriu meu cu com os polegares e cuspiu dentro, assistindo a porra escorrer. A travesti enfiou os dedos, misturou tudo e me fez chupar. — Agora você fica assim — falou o negão, a voz grave. — Cu aberto, cheio de porra dos dois, de quatro no chão. Se tentar se mexer a gente enfia de novo. A travesti acendeu um cigarro, sentou na poltrona e ficou batendo devagar no pau ainda duro, olhando pra mim. — Quando a gente descansar um pouco, você vai sentar nos dois. Um no cu, outro na boca. Até a gente cansar de te usar. Eu fiquei ali, tremendo, o corpo suado, o cu latejando e escorrendo, a boca com gosto de porra dos dois. Eles conversavam baixo, rindo, enquanto eu esperava a próxima rodada.
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