Pedro, 76 anos, estava sentado na poltrona quando ouviu a chave na porta. Era Aline, sua sobrinha de 18 anos. Ela mal fechou a porta e já começou a se despir, tirando a blusa e o short. Os seios firmes e a buceta raspada já estavam à mostra. — Hoje eu quero bem molhada, tio — disse ela, se aproximando e empurrando a xota na cara dele. Pedro agarrou as nádegas dela e enfiou a língua fundo. Chupou com vontade, sugando os lábios, lambendo o clitóris inchado e enfiando a língua no buraco apertado. Aline gemia alto, segurando a cabeça do tio e rebolando na boca dele. — Isso, chupa essa putinha… mais fundo… Pedro chupou até ela gozar na boca dele, escorrendo o gosto dela pelo queixo. Aline, ainda tremendo, abriu a bolsa e tirou o strapon negro enorme, grosso, veiado, com mais de 25 cm. Passou o cinto, lubrificou o monstro e olhou para o tio ajoelhado. — Agora é a sua vez. Abre esse cu, velho safado. Pedro se virou de quatro no sofá. Aline posicionou a cabeça do strapon no cu dele e foi empurrando sem muita delicadeza. O pau de borracha negro e grosso abriu o cu do tio aos poucos, arrombando ele sem dó. Pedro gemia enquanto a sobrinha enfiava centímetro por centímetro até o fundo. — Que cu apertado… vai engolir tudo — ela falava, começando a meter com força. Aline segurava o cinto do tio e fodia com vontade, o strapon negro entrando e saindo do cu dele com barulho molhado. Cada estocada fazia as bolas de Pedro balançarem e o pau dele pingar pré-gozo no sofá. Ela metia fundo, batendo a base do strapon nas nádegas flácidas do velho. Foi nesse momento que a porta se abriu de novo. Quem entrou foi Bruno, o irmão de Aline, de 20 anos, alto, pau grosso e já semi-duro dentro da calça. — Porra, a putinha já começou sem mim? — ele riu, fechando a porta e tirando a camisa. Aline sorriu safada, ainda com o strapon enfiado no cu do tio, e puxou o irmão. — Chega aí. O tio já tá aberto e molhado. Hoje a gente vai foder esse velho até ele não aguentar mais. Bruno tirou a calça de uma vez. O pau dele era grosso, veiado, com a cabeça inchada e pingando. Aline tirou o strapon do cu de Pedro e se afastou. Bruno se ajoelhou atrás do tio e empurrou a cabeça do pau no cu já dilatado. Pedro gritou abafado quando o pau do sobrinho entrou de uma vez, esticando ainda mais o buraco arrombado. — Caralho, que cu largado… — Bruno gemeu, segurando as nádegas do tio e metendo fundo, seco e forte. Aline se ajoelhou na frente de Pedro e enfiou a buceta de novo na boca dele. — Chupa, tio. Chupa enquanto meu irmão te arromba. Pedro chupava a xota da sobrinha com vontade, a língua funda, enquanto o sobrinho metia o pau grosso no cu dele sem dó. O barulho molhado de porra e saliva enchia a sala. Bruno segurava o cabelo branco do tio e fodia com força, as bolas batendo nas nádegas do velho a cada estocada. Aline se afastou, ficou de quatro ao lado do tio e olhou para o irmão. — Agora come a gente os dois. Bruno tirou o pau do cu de Pedro, ainda pingando, e enfioou de uma vez na buceta apertada da irmã. Aline gritou de prazer, a xota engolindo o pau grosso do irmão até o fundo. Enquanto fodia a irmã, Bruno metia dois dedos no cu do tio, abrindo e fechando. Depois de alguns minutos fudendo a irmã com vontade, ele puxou Pedro de volta, enfiou o pau no cu do velho de novo e, ao mesmo tempo, Aline se sentou na cara do tio, esfregando a buceta molhada na boca dele. — Chupa essa xota enquanto leva pau no cu, velho safado — ela ordenava, rebolando e gozando na língua do tio. Bruno acelerou, metendo com força no cu de Pedro até gozar fundo, jorrando porra quente lá dentro. O velho gemeu alto, o cu pulsando e engolindo o leite do sobrinho. Ainda com o pau duro, Bruno puxou a irmã, deitou ela de costas no sofá e enfioou de novo na buceta dela, fudendo com força enquanto Aline puxava Pedro para chupar o clitóris dela ao mesmo tempo. Os três se embolaram. Aline chupava o pau do irmão sujo de porra e cu, enquanto Pedro lambia a buceta e o cu dela. Bruno metia no cu do tio, depois na buceta da irmã, depois de novo no cu do velho, alternando os buracos sem parar. A sala cheirava a sexo, suor e porra. No final, Bruno gozou de novo, desta vez na boca de Aline e no rosto de Pedro ao mesmo tempo. Aline, ainda com o strapon, enfiou o monstro negro de novo no cu já destruído do tio e meteu até o fim, enquanto o irmão segurava as pernas do velho abertas. Pedro, arrombado, sujo de porra e saliva, só gemia e pedia mais. Quando finalmente pararam, os três estavam suados, o sofá encharcado, o cu de Pedro aberto e cheio, a buceta de Aline inchada e o pau de Bruno ainda semi-duro. — Semana que vem a gente traz o primo também — Aline disse, limpando o strapon na língua do tio. Pedro, exausto e completamente fudido, só assentiu, sabendo que a casa dele tinha virado o bordel da família.
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