Era uma noite quente de verão em São Paulo, e o apartamento de Pedro e Celia, no centro de Santo André, estava com as janelas abertas deixando entrar o barulho distante da cidade. Os dois eram um casal liberal pra caralho – casados há oito anos, mas nunca enjoavam um do outro. Pedro, 35 anos, moreno, corpo malhado de academia, pau grosso de 18cm que Celia adorava cavalgar. Celia, 32 anos, loira natural, peitos firmes de silicone pequeno, bunda empinada e uma buceta que molhava só de pensar em putaria. Eles já tinham feito swing, trio com outra mulher, até uma orgia pequena. Mas o sonho mais sacana de Pedro era outro. — Amor, você sabe qual é o meu maior tesão ultimamente? — murmurou Pedro enquanto os dois estavam pelados na cama, ele passando a mão na coxa dela depois de uma foda rápida. Celia sorriu safada, mordendo o lábio inferior. — O de transar com uma travesti gostosa… e me ver dando o cu pra ela também, né? — completou ela, já sabendo de cor. — Eu adoro quando você fica assim, todo puto. Me conta de novo como você imagina. Pedro sentiu o pau endurecer só de falar. — Imagino a gente num motel, ela chega toda maquiada, corpo sarado, peitos falsos perfeitos e um pauzão grosso. Eu como ela primeiro, meto fundo naquele cu apertado enquanto você assiste. Depois… ela me vira, abre minhas pernas e me fode enquanto você senta na minha cara. Eu quero sentir os dois ao mesmo tempo, amor. Quero que você veja eu virando putinha pra ela. Celia já estava molhada. Ela montou nele devagar, roçando a buceta melada no pau dele. — Então vamos realizar isso, Pedro. Amanhã mesmo. Eu já tenho o contato. Chama Luna. Travesti top, 24 anos, pau 20cm, corpo de modelo. Ela topa casal liberal. Vai ser a nossa noite mais safada. No dia seguinte, às 22h, o quarto do motel luxuoso estava iluminado só com luz vermelha baixa. Luna chegou: alta, 1,78m, pele morena dourada, cabelo preto liso até a cintura, maquiagem pesada nos olhos, lábios carnudos vermelhos. Vestido curto preto colado, que mal cobria a bunda redonda. Quando tirou o vestido, revelou um sutiã push-up com peitos siliconados empinados e uma calcinha fio-dental que mal segurava o pau semi-duro, grosso, veioso, já babando pré-gozo. — Oi, casal delícia — disse Luna com voz rouca, sorrindo. — Pedro e Celia, né? Vocês são ainda mais gostosos ao vivo. Pedro, ouvi dizer que você quer me comer e depois me dar o cu. Tô louca pra isso. Celia foi a primeira a se aproximar. Beijou Luna na boca, línguas se enrolando devagar, enquanto Pedro assistia do sofá, pau já latejando dentro da cueca. Celia desceu a mão e apertou o pau de Luna por cima da calcinha. — Caralho, que pauzão… — gemeu Celia. — Pedro, vem sentir. Pedro se levantou, tirou a roupa rápido. Os três se beijaram no meio do quarto, mãos por todo lado. Pedro chupou os peitos falsos de Luna enquanto Celia se ajoelhou e puxou a calcinha dela. O pau de Luna saltou, grosso, cabeça rosada brilhando. Celia lambeu devagar da base até a glande. — Hummm… que delícia — murmurou ela, olhando pra Pedro. — Quer provar, amor? Pedro se ajoelhou ao lado da esposa. Os dois chuparam o pau de Luna juntos, línguas se encontrando na cabeça, babando. Luna gemia alto, segurando a cabeça dos dois. — Isso, casal safado… chupem meu pau como putas. Pedro estava no céu do tesão. Levantou Luna pela cintura, jogou ela na cama de quatro. Celia sentou na frente, abrindo as pernas, e Luna começou a comer a buceta dela enquanto Pedro lambia o cu lisinho de Luna. Depois, sem camisinha (os três tinham feito teste recente), Pedro cuspiu na rola e meteu de uma vez no cu de Luna. — Aaaahhh porra! — gritou Luna. — Mete fundo, Pedro! Rasga esse cu! Pedro fodia com força, estocadas secas, bolas batendo na bunda dela. Celia filmava com o celular, gemendo enquanto Luna chupava seu clitóris. — Olha como ele tá te comendo, Luna… meu marido tá louco pra gozar nesse cu. Depois de uns minutos, Pedro parou, ofegante. — Agora é minha vez… quero dar pra você. Luna sorriu maliciosa. Virou Pedro de bruços, abriu as pernas dele e cuspiu no cu dele. Celia se deitou ao lado, beijando o marido. — Relaxa, amor… deixa ela te foder gostoso. Eu quero ver você virando putinha. Luna encaixou a cabeça do pau no cu de Pedro e empurrou devagar. Pedro gemeu alto, dor misturada com prazer insano. — Caralho… tá entrando… que pau grande da porra… Luna meteu tudo, devagar no começo, depois mais rápido. O quarto encheu de barulho de carne batendo, gemidos e o som molhado da foda. Celia sentou na cara de Pedro, esfregando a buceta melada na boca dele enquanto Luna socava fundo. — Goza no meu cu, Luna! — pediu Pedro, voz rouca de tesão. — Quer gozar primeiro, safado? — Luna acelerou, batendo forte. Celia masturbava o pau de Pedro ao mesmo tempo. Pedro gozou primeiro, jatos grossos na mão de Celia, corpo tremendo enquanto Luna continuava metendo. Luna puxou o pau e gozou em cima da bunda dele, jatos quentes escorrendo pelo cu arrombado. Celia não aguentou: virou Luna de lado e sentou no pau ainda duro dela, cavalgando enquanto beijava Pedro. — Agora eu quero ele dentro de mim também… mas amanhã a gente repete, amor. Quero ver você dar o cu de novo enquanto eu chupo os dois. Os três caíram na cama, suados, gozados, rindo de puro prazer. Pedro beijou Celia profundamente. — Obrigado por realizar meu sonho, amor. Essa foi a foda mais sacana da nossa vida. — E não vai ser a última — respondeu Celia, piscando. — Próxima vez a gente chama outra travesti… ou duas. A noite mal tinha começado. O casal liberal tinha acabado de abrir uma porta nova de putaria… e eles mal podiam esperar pra repetir.
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