O quarto cheirava a buceta molhada, suor e tesão bruto. Tamirez estava de quatro, completamente oferecida, a bunda grande empinada enquanto Pedro metia seu pau grosso com força selvagem, estocando como se quisesse furar o útero dela. — Isso, caralho! Me rasga! Me usa como um buraco! — ela gritava, rebolando feito uma cadela no cio. A porta se abriu e Rex, o rottweiler enorme, musculoso e agressivo, entrou. Seu pau vermelho-escuro já estava totalmente fora, monstruoso, veioso, babando fios grossos de pré-gozo no chão. O cheiro de sexo da casal deixou o animal enlouquecido. Tamirez olhou para aquele pauzão canino e seus olhos brilharam com pura depravação. — Pedro… eu quero virar cadela de verdade hoje. Deixa o Rex me foder. Quero esse pau de cachorro me destruindo. — Pode, sua puta nojenta. Deixa ele te arrombar. Depois ele vai me arrombar também. Quero sentir esse rottweiler me enchendo de porra quente até vazar pelo nariz. Tamirez se jogou na beira da cama, abriu as pernas obscenamente e puxou a própria bunda pra cima, expondo buceta e cu piscando. Rex não esperou. Subiu com brutalidade, cravando as patas nas costas dela e enfiando aquele pau vermelho, quente e viscoso de uma vez só até o meio. — Aaaaaaaaahhh! Porraaa! Tá rasgando minha buceta! — Tamirez berrou, lágrimas de prazer escorrendo. O cachorro começou a bombear com fúria animal, metendo mais rápido e mais fundo que qualquer humano conseguiria. O pau dele era mais grosso na base, esticando as paredes da buceta dela ao limite. Pedro assistia ajoelhado, punhetando o pau babando, vendo o marido da esposa sendo violentado pelo rottweiler. O barulho era nojento: ploc-ploc-ploc molhado, bolas peludas batendo forte na buceta encharcada. — Mais fundo, Rex! Arromba essa vadia! Faz ela uivar! — Pedro incentivava. Tamirez gozou pela primeira vez gritando como louca, esguichando forte no pau do cachorro. Mas Rex não parou. Continuou metendo com força bruta até o nó enorme começar a inchar. Com um empurrão selvagem, ele forçou o nó inteiro pra dentro. — Meu Deus… tá me rasgando! O nó tá preso! — ela berrou de dor e prazer insano. O rottweiler jorrou como uma mangueira: jatos grossos, quentes e viscosos de porra canina invadiram o útero dela. A barriga de Tamirez inchou visivelmente enquanto ele descarregava litros. Quando o nó amoleceu e saiu, uma avalanche de porra grossa, branca e fedorenta jorrou da buceta destruída, formando uma poça enorme no chão. Sem dar tempo pra ela respirar, Tamirez virou pro marido com cara de puta degenerada: — Sua vez, seu viado. Quero ver você virar cadela do Rex agora. Pedro se posicionou de quatro, cu virado pro alto. Tamirez cuspiu no buraco dele e guiou o pau ainda melado de porra e buceta direto no cuzinho apertado. Rex subiu pesado, cravando as unhas nas costas de Pedro e enfiando o pau grosso num único golpe brutal. — Fuuuuuuuck! Tá me partindo ao meio! — Pedro urrou, o cu ardendo enquanto o pau canino invadia suas entranhas. Rex fodeu sem piedade, estocadas curtas e violentas, batendo direto na próstata. Tamirez se deitou debaixo do marido, engolindo o pau dele até a garganta enquanto via o rottweiler arrombando o cu dele. Ela enfiava os dedos na própria buceta cheia de porra, lambuzando tudo. — Leva esse pau de cachorro no cu, seu puto! Sente ele latejando dentro de você! Goza enquanto ele te enche de porra! O nó inchou dentro do cu de Pedro, pressionando a próstata sem parar. Ele gozou violentamente, jorrando na garganta de Tamirez enquanto Rex explodia dentro dele. Jatos potentes de porra quente encheram suas tripas até transbordar, escorrendo pelas bolas e coxas. Mesmo com o cu ainda preso no nó, Tamirez não aguentou esperar. Ela se posicionou ao lado, empinou a bunda e começou a esfregar a buceta inchada na cara de Rex, que lambia tudo, enfiando a língua grossa e longa bem fundo. Quando o nó saiu, os dois buracos — buceta e cu — estavam escancarados, vermelhos, pulsando e vazando porra canina sem parar. Tamirez, completamente quebrada de tesão, sussurrou ofegante: — Amanhã eu quero os dois juntos… um no cu, outro na buceta, e o Rex me fodendo os dois buracos ao mesmo tempo. Quero sair daqui andando torto, cheia de porra de cachorro até o cabelo. Pedro, ainda de quatro e pingando porra pelo cu, concordou gemendo: — E eu quero chupar o pau dele depois que ele gozar dentro de você… quero virar a puta completa dessa casa. Rex latiu rouco, o pau vermelho ainda duro e babando, pronto pra terceira rodada.
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