Era uma tarde de domingo preguiçosa. Saí só de short e camiseta regata para tomar um café na padaria da esquina. Até que ele entrou: alto, uns 1,90m, ombros largos, corpo musculoso e uma cara de macho safado. O volume na calça de moletom era ridículo — um pau grosso, pesado, marcando tudo. Fiquei com tanto tesão que meu cu piscou na hora. Ele percebeu meu olhar. Sorriu, se aproximou e murmurou no meu ouvido: — Tá querendo sentar ou quer me comer também? Não precisei responder. Quinze minutos depois estávamos no meu apartamento. Mal fechei a porta, ele me prensou na parede e me devorou. Tirou meu short, virou-me de costas e enfiou a língua quente e gulosa no meu cu, lambendo, chupando e babando tudo enquanto gemia. Depois me carregou pro quarto, me colocou de quatro e me comeu com força. Aquele pauzão grosso me arrombou devagar no começo, depois meteu fundo e bruto, me fazendo gemer como uma puta. Gozei pela primeira vez só com ele me socando, sem tocar no meu pau. Ele gozou dentro de mim, enchendo meu cu de porra quente. Mas eu ainda não tinha terminado com ele. Enquanto ele ainda estava ofegante, eu o empurrei de costas na cama e subi em cima. Segurei aqueles braços musculosos acima da cabeça dele e falei no ouvido: — Agora é minha vez, grandão. Ele sorriu com tesão e abriu as pernas pra mim. Abaixei a cabeça e devorei aquele cu redondo e firme. Lambeu, chupei, enfiei a língua fundo enquanto batia punheta naquele pauzão dele. Ele gemia rouco, empinando o rabo pra mim, pedindo mais. — Porra, me come... — resmungou. Não esperei. Cuspi no meu pau, posicionei na entrada dele e empurrei. Ele era apertado pra caralho. Entrei devagar, sentindo o calor e a pressão, até enterrar tudo. Comecei a meter, primeiro ritmado, depois mais forte, batendo minhas bolas contra ele. Segurava aqueles ombros largos e socava fundo, vendo aquele macho grande gemendo e pedindo pra eu meter mais. Virei ele de quatro, puxei o cabelo curto e meti com tudo, estocadas fortes, fazendo a cama bater na parede. Ele gemia alto, mão no próprio pau batendo enquanto eu o arrombava. — Isso, me fode, Pedro... — pedia entre gemidos. Gozei pela segunda vez dentro dele, enchendo aquele cu musculoso de porra. Ele gozou logo depois, jorrando no lençol. Mas o tesão não acabou. Ele me virou, me comeu mais uma vez com força bruta, me dobrando ao meio e me enchendo pela segunda vez. Depois eu o fiz sentar no meu pau: ele desceu devagar, gemendo enquanto aquela bunda grande engolia minha rola inteira. Cavalguei ele de baixo, segurando sua cintura e socando pra cima, enquanto ele se masturbava olhando pra mim. No final da tarde, estávamos destruídos. Eu o fodi mais uma vez de lado, bem lento e profundo, mordendo seu pescoço enquanto ele gemia meu nome. Ele me deu a última carga, gozando dentro de mim enquanto eu gozava no peito dele. Ficamos largados na cama, suados, cheios de porra e marcas. Ele passou a mão na minha bunda, sorriu e disse rouco: — Domingo que vem eu volto. Quero te comer... e quero que você me coma de novo. Eu sorri, já imaginando a próxima rodada.
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