Pedro estava sentado no sofá da sala quando seus dois filhos entraram juntos, nervosos mas decididos. Carlos, alto e atlético, com o corpo definido de quem malhava há pouco tempo, e Sara, com curvas suaves, seios firmes e uma pele macia que brilhava sob a luz baixa do abajur. — Pai… — começou Sara, a voz tremendo um pouco. — A gente conversou bastante. Somos virgens. Não queremos aprender com estranhos. Queremos que seja com você. Os três juntos. Carlos completou, corando mas olhando nos olhos do pai: — Quero aprender a dar prazer num homem também… e ver você ensinando a Sara. Quero tudo, pai. Pedro sentiu o pau endurecer imediatamente dentro da calça. Ele sempre soube que tinha atração pelos dois, mas nunca imaginou que eles viriam pedir isso. — Tem certeza? — perguntou ele, já puxando os dois para mais perto. — Absoluta — responderam juntos. Pedro começou beijando Sara devagar, enfiando a língua na boca da filha enquanto Carlos observava, já apertando o próprio pau por cima da bermuda. Depois virou para o filho e o beijou com força, mão descendo até apertar a bunda firme de Carlos. Os dois jovens gemiam baixo, excitados com o primeiro contato homem-homem. — Tirem a roupa — mandou Pedro. Os dois obedeceram. Carlos revelou um pau grosso, quase 18cm, já babando pré-gozo. Sara tinha a boceta lisinha, rosada, completamente depilada, os mamilos escuros e duros. Pedro se ajoelhou primeiro na frente da filha. Abriu as pernas dela e passou a língua devagar pelo clitóris inchado. Sara gemeu alto, segurando a cabeça do pai. — Ai, pai… que delícia… Enquanto lambia a boceta virgem da filha, Pedro esticou a mão e começou a masturbar o pau do filho. Carlos gemia, empurrando o quadril contra a mão forte do pai. — Quero chupar vocês dois — disse Pedro, sentando no sofá. Sara e Carlos se ajoelharam lado a lado entre as pernas do pai. O pau de Pedro era grosso, veioso e grande. Os dois começaram a lamber juntos, línguas se tocando enquanto chupavam o pau do pai. Sara tentava enfiar o máximo possível na boca, engasgando um pouco, enquanto Carlos lambia as bolas pesadas e depois subia até encontrar a língua da irmã. Eles se beijavam com o pau do pai entre as bocas, babando tudo. — Que filhos safados… — gemeu Pedro, segurando as cabeças dos dois. Depois ele colocou Sara de quatro no sofá. Abriu a bundinha dela e cuspiu na boceta virgem. — Vai devagar, pai… — pediu ela, mas empinando mais. Pedro encostou a cabeça grossa e empurrou. Sara soltou um gemido alto quando o pau do pai abriu sua bocetinha apertada pela primeira vez. Ele entrou centímetro por centímetro até enterrar tudo, as bolas batendo na bundinha dela. — Porra, que boceta gostosa da minha filha… Enquanto fodia Sara com estocadas profundas e ritmadas, Pedro puxou Carlos para perto e mandou: — Chupa meu pau quando eu tirar. Carlos obedeceu. Cada vez que Pedro tirava o pau da boceta da irmã, o filho chupava tudo, lambendo os sucos da irmã misturados com o pré-gozo do pai. Depois Pedro mandou Carlos se posicionar atrás dele. — Quero sentir meu filho me fodendo enquanto eu como sua irmã. Carlos, nervoso mas louco de tesão, cuspiu no próprio pau e encostou na bunda do pai. Empurrou devagar. Pedro gemeu alto quando o pau virgem do filho entrou nele. Logo os três formaram uma corrente: Pedro metendo forte na boceta de Sara, e Carlos metendo no cu do pai. A sala encheu de gemidos: — Ai, pai… mais fundo… — Caralho, que cu apertado… — Filhos da puta… me fodam… Pedro virou Sara de lado, levantou uma perna dela e continuou metendo enquanto beijava a boca da filha. Carlos, atrás, metia cada vez mais rápido no pai. Os corpos suados batiam um contra o outro. — Quero gozar dentro de vocês — rosnou Pedro. Primeiro ele tirou e mandou Carlos se ajoelhar ao lado da irmã. Gozou forte, jatos grossos e quentes acertando o rosto dos dois, enchendo as línguas deles. Sara e Carlos se beijaram, trocando o esperma do pai. Depois Pedro colocou Sara cavalgando nele. Ela desceu devagar, rebolando enquanto o pau do pai a enchia novamente. Carlos se ajoelhou atrás da irmã e enfiou o pau na boceta dela junto com o do pai, esticando a bocetinha virgem ao máximo. Sara gritou de prazer: — Os dois… me arrombando… ai, vou gozar! Ela gozou tremendo, esguichando na barriga do pai. Pouco depois Carlos não aguentou e gozou dentro da irmã, enchendo a boceta dela de porra quente. Pedro, sentindo o pau do filho pulsar, gozou também, misturando o esperma dos três dentro da filha. Os três caíram no sofá, suados, gozados e ofegantes. Sara e Carlos encostaram a cabeça no peito do pai. — Podemos fazer isso sempre que quisermos? — perguntou Sara, lambendo o peito dele. — Sempre — respondeu Pedro, apertando a bunda dos dois. — Vocês agora são meus pra aprender tudo… e pra eu usar quando quiser.
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