Primeira vez

Naquela noite sufocante de verão em São Paulo, o ar denso e úmido grudava na pele morena de Alexandre — agora rendido por completo ao nome Alexa, que queimava em sua mente como uma marca de ferro em brasa. Aos 18 anos, seu corpo atlético era uma escultura viva de desejo: músculos definidos sob a pele bronzeada reluzindo com suor que escorria em filetes lentos pelo abdômen marcado, acumulando-se no umbigo antes de pingar para baixo. Os olhos azuis, intensos e tempestuosos como um oceano em fúria, fixavam-se no espelho com uma fome crua, insaciável. Os hormônios que tomava escondido já haviam começado a esculpir sua transformação: mamilos rosados inchados, endurecidos e hipersensíveis, latejando dolorosamente ao menor toque do tecido; seios pequenos e firmes que se erguiam sob a camisa fina, implorando por boca, dentes, dedos. A calcinha de renda preta, fina como uma teia, estava colada à pele, o tecido encharcado roçando impiedosamente contra o pau grosso e semi-duro que vazava pré-gozo em fios grossos e transparentes, e contra o cu virgem que contraía ritmicamente, faminto, piscando como se respirasse, ansiando ser rasgado, esticado até o limite, preenchido até não sobrar espaço para nada além de prazer e dor misturados.
Lucas abriu a porta sem camisa, o peito largo coberto de tatuagens — dragões negros entrelaçados em linhas agressivas — brilhando de suor sob a luz baixa do corredor. O pau já estava duro como pedra, marcando a calça de moletom cinza com uma protuberância grossa e veiada que pulsava visivelmente. Ele agarrou Alexa pela nuca com uma mão de ferro, puxando-a para dentro com violência controlada e batendo a porta com um estrondo que reverberou pelo apartamento. Os lábios colidiram num beijo brutal: línguas invadindo bocas como lâminas, dentes mordendo lábios até sangrar, o gosto metálico se misturando ao saliva quente e ao cheiro forte de macho excitado. “Minha putinha morena de olhos azuis… veio pra ser arrombada como uma cadela no cio e pra arrombar como um animal”, rosnou contra a orelha dela, voz rouca e grave, enquanto a outra mão descia e apertava a bunda redonda com força, dedos cravando na carne macia até deixar marcas vermelhas.
Sem delicadeza, Lucas rasgou a camisa de Alexa com as duas mãos, botões voando, expondo o peito nu e trêmulo. Chupou um mamilo com voracidade animal, sugando tão forte que a pele ao redor ficou branca, mordendo a ponta endurecida até Alexa gritar e arquear as costas, o pau saltando dentro da calcinha e jorrando mais pré-gozo. Ele abriu o zíper da calça jeans com um puxão seco, revelando a renda preta encharcada. “Olha só essa vadia… já vestida pra ser destruída.” Puxou a calcinha para baixo devagar, torturando-a, deixando o pau grosso saltar livre, a cabeça vermelha e brilhante de lubrificação natural, veias pulsando. O cu ficou exposto, pequeno, rosado, contraído, piscando de nervoso tesão. Lucas se ajoelhou, separou as nádegas morenas e firmes com as mãos grandes e lambeu o anel virgem devagar, língua quente e áspera circulando a entrada apertada, forçando a ponta para dentro, molhando tudo de saliva grossa e quente. Alexa tremia violentamente, pernas fraquejando, gemendo rouco e entrecortado: “Porra… lambe meu cuzinho… me deixa toda babada pro seu pauzão… quero sentir ele me rasgando.”
Dois dedos grossos e lubrificados entraram de uma vez, sem aviso, esticando o anel virgem com brutalidade calculada. Curvou-os para dentro e acertou a próstata inchada em cheio. Alexa berrou, o corpo convulsionando como se tivesse levado um choque, leite branco e grosso jorrando do pau em arcos violentos, espirrando no chão, nas pernas, sem nem ter sido tocado. “Caralho… vou gozar só com dedo no cu… não para!” Lucas enfiou um terceiro dedo, abrindo-a sem piedade, girando, socando, esticando as paredes quentes e macias até ela implorar com voz quebrada: “Me fode agora… me arromba… quero sentir esse pau grosso me rasgando até o fundo!”
Ele a arrastou para o quarto, algemando os pulsos dela aos pés da cama com couro grosso, forçando-a de quatro, bunda empinada ao máximo, pernas escancaradas, o cu exposto e já vermelho de tanto ser manipulado. Vestiu-a por completo: sutiã push-up que empurrava os seios pequenos para cima, criando um decote provocante; meias arrastão 7/8 pretas subindo pelas coxas morenas e suadas; cinta-liga esticada; salto alto que a obrigava a arquear ainda mais as costas. Alexa se olhou no espelho de corpo inteiro: pele bronzeada reluzindo de suor e pré-gozo, olhos azuis vidrados e selvagens, lábios inchados de beijos violentos, pau latejando contra a renda, cu piscando ansioso. Lucas se posicionou atrás, a cabeça grossa e inchada do pau pressionando o anel dilatado. “Olha pra você mesma no espelho enquanto perco sua virgindade anal, minha safada trans. Quero ver esses olhos azuis revirarem quando eu te abrir toda.”
Alexa respirou fundo, relaxou o máximo que pôde, e sentiu a invasão lenta e implacável: a glande grossa forçando passagem, ardendo, queimando, centímetro por centímetro rasgando o caminho virgem. Quando a cabeça passou o anel apertado, a dor explodiu em prazer insano, a próstata sendo esmagada a cada avanço. “Porra… tá me partindo… fode mais fundo… me enche!” Lucas agarrou os quadris morenos com força brutal, unhas cravadas na pele, e socou até o talo num movimento único, bolas pesadas batendo contra as nádegas suadas com um tapa molhado. O ritmo virou selvagem: estocadas profundas e rápidas, o pau grosso roçando cada nervo exposto, esticando as paredes quentes até o limite, o som de carne contra carne ecoando alto. Alexa gritava sem parar, olhos revirando, gozando violentamente de novo, jatos quentes e grossos espirrando no espelho, no chão, enquanto o cu apertava em espasmos ritmados ao redor do pau invasor, ordenhando-o como se quisesse sugar tudo.
Lucas gozou com um urro gutural, enchendo o cu de Alexa com jatos quentes e abundantes de porra que transbordaram imediatamente, escorrendo em fios grossos e brancos pelas coxas morenas trêmulas. Mas ela ainda queria mais. Ofegante, suada, com o cu latejando e escorrendo porra, Alexa se soltou das algemas, virou Lucas de bruços e algemou-o no lugar dela. Untou seu próprio pau latejante com a mistura de lubrificante e porra que escorria de si mesma, posicionou a cabeça na entrada do cu dele e entrou devagar, sentindo as paredes quentes e apertadas se abrindo ao seu redor. “Agora você sente como é ser arrombado por uma trans morena de olhos azuis.” Começou lento, saboreando cada centímetro, depois acelerou, socando com força bruta, unhas cravadas nas costas tatuadas, mordendo o ombro dele até deixar marcas roxas. Seus olhos azuis fixos no espelho: pele morena brilhando de suor, seios pequenos balançando a cada estocada violenta, pau entrando e saindo do cu apertado em movimentos ritmados e profundos. Gozou fundo, enchendo Lucas com jatos quentes enquanto rosnava no ouvido dele: “Toma tudo… sente meu leite te marcando por dentro.”
Exaustos, suados, corpos colados na cama ensopada de fluidos, Alexa sussurrou com voz rouca e satisfeita, ainda tremendo: “Isso foi só o começo… quero ser fodida até não aguentar mais, quero foder até deixar marcas em todo mundo… ser a puta trans insaciável que sempre fui por dentro.” Lucas virou o rosto, beijou sua boca devagar, lambendo o suor salgado do pescoço: “Você vai ter tudo, minha morena dos olhos azuis… e vai implorar por mais pau no cu e mais cuzinho pra destruir, noite após noite.” E assim, naquela única noite feroz e transformadora, Alexa nasceu de verdade — livre, faminta, selvagem, insaciável.

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Comentários


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supersex6969 Comentou em 13/02/2026

Impressionante e delicioso




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Primeira vez

Codigo do conto:
254580

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
13/02/2026

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