Era uma noite sufocante em nossa casinha em Santo André, o ar pesado de umidade e tesão acumulado. Eu, Pedro, 45 anos, pau sempre meio duro só de olhar pra ela, e Ana, minha filha de 18 anos recém-completados, virgem mas com o corpo já formado pra foder: peitos médios e empinados, bicos rosados que endureciam ao menor toque, cintura de vespa, bundinha redonda e carnuda que tremia quando andava, e uma bucetinha lisinha, rosada, que eu via marcar na calcinha toda vez que ela se sentava de pernas abertas sem querer (ou querendo). Vivíamos sozinhos, e o clima tinha virado um inferno de desejo. Ela desfilava pela casa de calcinha fio-dental e camiseta larga sem nada por baixo, os peitinhos balançando livres, os mamilos marcando o tecido fino. Eu batia punheta no banheiro pensando nela, gozando imaginando o pauzão estourando aquela xota virgem, enchendo de porra até escorrer pelas coxas. Naquela noite ela não aguentou mais. Entrou na sala descalça, só de calcinha branca de algodão já molhada na virilha, a regatinha colada no corpo suado, os biquinhos duros como balas. Sentou escarranchada no meu colo, a bucetinha quente roçando direto na minha rola que inchava dentro da cueca. “Pai… eu não aguento mais”, ela murmurou, voz rouca de tesão, rebolando devagar, esfregando a xoxota encharcada no volume do meu pau. “Sou virgem, mas tô louca pra sentir uma rola de verdade me rasgando. Os caras da faculdade são uns merdinhas, metem três bombadas e gozam. Eu quero ser fodida direito, como uma puta de verdade. Quero que você me ensine, pai. Me arrombe, me encha de porra, me faça gozar até eu implorar pra parar. Me transforma na sua putinha tarada.” Meu pau latejou forte contra ela. Segurei aqueles quadris finos com força, cravando os dedos na carne macia. “Sua vadia safada… tá pedindo pro próprio pai te foder como uma cadela no cio? Tá bem. Vou te ensinar tudo, mas vai ser bruto, sujo, sem piedade. Vou te fazer engolir rola, gozar na pica, tomar porra na cara, no cu, na boca… você vai virar meu buraco particular.” Arranquei a regatinha dela com violência, os peitinhos saltando livres. Abocanhei um mamilo com força, chupando como se quisesse arrancar, mordendo até ela gemer alto de dor e prazer. “Ai caralho, pai… chupa mais forte… morde!” Minha mão desceu rasgando a calcinha fina, expondo a bucetinha virgem: lábios inchados, clitóris durinho pulsando, mel escorrendo abundante pelo cuzinho apertado. Enfiei dois dedos sem aviso, sentindo a resistência da carne virgem, mas ela estava tão molhada que escorregou fácil até o fundo. “Olha como essa xota tá gulosa… apertadinha mas já querendo pau.” Dedilhei forte, curvando os dedos pra bater no ponto G, enquanto chupava o outro peito. Ela rebolava descontrolada, gemendo rouco: “Pai… tô pingando… me chupa a buceta… quero sua língua na minha xota virgem.” Deitei ela de costas no sofá, abri as pernas dela até o limite, admirando a visão: bucetinha rosada aberta, brilhando de tesão, cuzinho piscando. Lambi devagar da entrada do cu até o clitóris, chupando forte o botõezinho inchado. Ela gritou, puxando meu cabelo: “Ai porra… chupa minha buceta, pai… enfia a língua fundo!” Enfiei a língua toda, lambendo as paredes internas, chupando o mel que escorria sem parar. Depois de deixar ela tremer de tesão, levantei e tirei a roupa. Meu pau pulou pra fora, grosso, veias saltadas, cabeça roxa babando pré-gozo em fios grossos. “Olha essa rola, filha. 20 cm de carne dura só pra te arrombar.” Ela caiu de joelhos, olhos vidrados. “Quero chupar… quero engolir tudo.” Abocanhou a cabeça, lambendo o pré-gozo salgado, depois engoliu até engasgar, baba escorrendo pelos cantos da boca, pingando nos peitos. “Isso, engole fundo, sua puta… mama as bolas também.” Ela chupou minhas bolas pesadas, lambendo o períneo enquanto eu batia punheta na cara dela. Não aguentei mais. Deitei ela de costas, posicionei a cabeça grossa na entradinha apertada. “Vai doer pra caralho, mas você vai gostar, vadia.” Empurrei com força. A virgindade rasgou, ela gritou alto, unhas cravadas nas minhas costas: “Caralho… tá me rasgando… mas mete mais… não para!” Entrei até o talo, sentindo a buceta virgem me apertar como um punho quente e molhado. Comecei a socar forte, as bolas batendo com violência na bundinha dela, o barulho molhado ecoando na sala. “Rebola nessa pica, filha… sente o pau do pai te estourando?” Ela rebolava como louca, gemendo sem parar: “Fode mais forte… me arromba… quero sentir essa rola no útero!” Acelerei, metendo como um animal, o sofá rangendo. Virei ela de quatro, bundinha empinada, cuzinho piscando. “Olha esse cu virgem… vou lamber antes de meter.” Lambi o anel apertado, enfiando a língua enquanto metia os dedos na buceta. Ela implorava: “Mete no cu também, pai… quero sentir os dois buracos cheios.” Enfiei devagar no cuzinho, sentindo a resistência, mas ela empurrou pra trás, engolindo centímetro por centímetro. “Ai porra… tá me abrindo o cu… fode meu cu, pai!” Alternei: buceta, cu, buceta, cu. Ela gozava sem parar, esguichando mel nas minhas bolas, gritando: “Tô gozando de novo… caralho… me enche de porra!” Gozei primeiro na buceta, enchendo até transbordar, porra branca escorrendo pelas coxas. Tirei e meti no cu, gozando mais fundo, enchendo o intestino dela. Por fim, puxei pra fora e gozei na cara: jatos grossos de porra quente cobrindo boca, olhos, peitos. Ela abriu a boca, engolindo o que conseguia, lambendo os lábios: “Que leitinho gostoso do papai…” Caímos exaustos, meu pau ainda pingando porra na bundinha dela. Ela sorriu, safada, lambendo o sêmen dos dedos: “Isso foi só a primeira aula, pai. Amanhã quero mais: sentar na rola até gozar sozinha, engolir tudo, levar no cu até gozar sem tocar na buceta… Quero ser sua puta 24 horas por dia.” Beijei a boca suja de porra dela, sentindo o gosto salgado. “Então se prepara, minha cadelinha. A partir de hoje, toda vez que eu quiser, vou te foder onde estiver: na cozinha, no banheiro, na varanda. Você vai andar com minha porra escorrendo o dia todo.” E assim foi. Todas as noites, e muitas tardes, eu arrombava minha filha virgem que virou a putinha mais tarada do mundo. Ela pedia, implorava, gozava gritando “pai” enquanto eu enchia cada buraco dela de porra quente. Nossa casa virou um puteiro particular, e eu, o pai mais safado e satisfeito que existe.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.