Ensinando mru sobrinho a dar o cu


Era uma tarde abafada de sábado em Santo André. A casa estava silenciosa, só o ronco baixo do ventilador de teto e o som distante de algum funk vindo da rua. Eu, Pedro, 38 anos, estava largado no sofá da sala de TV vestindo apenas uma bermuda de tactel cinza bem folgada, sem camisa, suado, tomando uma cerveja gelada enquanto zapeava o controle sem prestar muita atenção.
A campainha tocou duas vezes. Era o Carlos.
Meu sobrinho entrou meio sem jeito, 19 anos recém-completados, corpo de quem malha há uns dois anos mas ainda tem aquela cara de menino: pele morena clara, cabelo preto cortado baixo nas laterais, olhos grandes e cílios longos que pareciam de menina quando ele ficava envergonhado. Vestia short tactel preto, regata regata branca justa e um boné virado pra trás.
— Fala, tio… posso entrar?
— Claro, moleque. Tá com essa cara de quem comeu e não gostou. O que houve?
Ele sentou na ponta do outro sofá, pernas abertas, cotovelos nos joelhos, olhando pro chão. Demorou uns bons segundos pra abrir a boca.
— Tio… eu queria conversar uma coisa… mas é foda pra caralho falar isso.
— Fala logo, Carlos. Aqui não tem julgamento.
Ele respirou fundo, coçou a nuca.
— Eu… eu tô afim de homem. Tipo… muito afim. Já tentei com mina, já namorei, já peguei várias… mas não desce igual. Quando eu vejo macho gostoso na academia, no rolê, no pornô… eu fico louco, tio. Meu pau fica duro na hora. E eu não sei o que fazer com isso. Não sei nem por onde começar.
Silêncio pesado. Ele levantou o olhar, vermelho nas bochechas.
— E aí eu pensei em você… porque você é tranquilo, já viveu pra caralho, nunca me julgou… e… — ele engoliu em seco — eu queria que você me ensinasse. Me mostrasse como é. Na prática.
Meu coração deu uma batida mais forte. Não vou mentir: eu já tinha reparado no corpo dele crescendo, nas coxas grossas, na bunda empinada que o short mal segurava, no volume que aparecia quando ele se sentava de mau jeito. Mas ouvir ele falar aquilo com essa voz tremida e os olhos brilhando de vergonha e tesão ao mesmo tempo… mudou tudo.
Coloquei a cerveja na mesinha devagar.
— Você tá falando sério, Carlos? Porque se for brincadeira, a gente para agora e finge que nunca aconteceu.
— Tô falando sério pra caralho, tio. Eu confio em você. E… — ele baixou ainda mais a voz — eu já bati várias punhetas pensando em você me comendo.
Pronto. A bermuda que eu usava já não escondia mais nada. Meu pau engrossou inteiro, empurrando o tecido, a cabeça quase escapando pela barra.
Levantei devagar, caminhei até ele e parei bem na frente, de pé, entre as pernas abertas dele.
— Então tira a regata. Quero ver você sem nada em cima primeiro.
Ele obedeceu rápido, quase tropeçando na pressa. Peito definido, mamilos castanhos já duros de nervoso e excitação, barriga chapada com aquela linha de pelos finos descendo até sumir dentro do short.
— Agora o short e a cueca. Tudo junto.
Ele levantou o quadril, desceu as duas peças de uma vez. O pau dele saltou livre — uns 18 cm, grosso na base, cabeça rosada brilhando de pré-gozo, as veias pulsando. Estava tão duro que batia na barriga dele sozinho.
— Caralho, moleque… olha o estado que você tá.
Ajoelhei entre as pernas dele, segurei as coxas firmes e abri mais. O cheiro dele subiu forte: suor limpo de quem tomou banho há pouco, misturado com aquele aroma masculino de tesão puro.
— Primeira aula: nunca tenha vergonha do teu cheiro. Macho cheira a macho. É foda.
Passei a língua devagar na parte interna da coxa dele, subindo até quase encostar nas bolas. Ele gemeu alto, o corpo todo tremendo.
— Tio… porra…
Segurei o pau dele pela base, bem firme, e comecei a chupar só a cabeça, devagar, fazendo barulho de propósito. Ele jogou a cabeça pra trás, as mãos agarrando o encosto do sofá.
— Isso… chupa gostoso… caralho, tio…
Fui engolindo mais, sentindo a grossura abrindo minha boca, o gosto salgado do pré-gozo escorrendo na língua. Quando cheguei até a base, ele deu um gritinho rouco e tentou empurrar o quadril.
Segurei as coxas dele com força.
— Calma. Quem manda aqui sou eu agora. Você pediu pra aprender, então aprende direitinho.
Levantei, tirei minha bermuda. Meu pau pulou pra fora — mais grosso que o dele, uns 20 cm, cabeça inchada e vermelha, veias saltadas. Ele arregalou os olhos.
— Puta que pariu… é maior do que eu imaginava…
— Vem cá. De joelho.
Ele caiu de joelhos no tapete na minha frente, sem tirar os olhos do meu pau. Hesitou só um segundo antes de abrir a boca e tentar engolir. Engasgou na terceira tentativa, baba escorrendo pelo queixo.
— Devagar, respira pelo nariz… assim… isso… relaxa a garganta…
Fui guiando a cabeça dele, segurando o cabelo curto com firmeza. Ele gemia com o pau na boca, as mãos apertando minhas coxas. Depois de uns minutos, tirei da boca dele, puxei ele pra cima e beijei com força — língua na língua, mordendo o lábio inferior dele até ele gemer na minha boca.
— Agora quero ver essa bunda, moleque.
Virei ele de costas, empinei ele contra o encosto do sofá. A bunda era perfeita: redonda, firme, com aquela covinha nas laterais. Abri as nádegas com as duas mãos. O cuzinho dele era pequeno, rosado, piscando de nervoso.
— Tô louco pra meter nisso, Carlos…
— Então mete, tio… por favor… eu aguento…
Peguei o lubrificante que ficava na gaveta da mesinha (sim, eu tenho sempre por perto) e coloquei bastante nos dedos. Comecei com um, devagar, sentindo ele apertar e depois relaxar. Depois dois. Ele gemia alto, rebolando sem perceber.
— Tá gostando, putinho?
— Tô… caralho, tô adorando… coloca mais…
Três dedos. Ele quase gritou, mas empinou mais a bunda pedindo.
Tirei os dedos, posicionei a cabeça do meu pau bem na entrada e empurrei devagar. A cabeça passou com um “plop” molhado. Ele deu um grito rouco e apertou tanto que quase me fez gozar na hora.
— Calma… respira… relaxa…
Fui entrando aos poucos, sentindo cada centímetro sendo engolido por aquele cu quente e apertado. Quando cheguei até o talo, parei, colado nele, sentindo as bolas dele encostadas nas minhas.
— Caralho… tio… tá todo dentro… eu sinto você pulsando…
Comecei a bombar devagar, saindo quase todo e voltando até o fundo. O barulho molhado, os gemidos dele, minha respiração pesada… a sala inteira cheirava a sexo.
Aumentei o ritmo. Ele começou a rebolar, pedindo mais forte.
— Mete gostoso, tio… me fode… me arromba…
Segurei a cintura dele com as duas mãos e comecei a socar com força. O sofá batia na parede, o pau dele balançava babando no estofado, pingando uma poça no chão.
— Tô quase, Carlos… vou gozar dentro…
— Goza, tio… enche meu cu… porra, goza!
Dei mais umas dez estocadas fundas e explodi. Senti o jato quente enchendo ele, pulsando dentro do cuzinho apertado. Ele gozou quase ao mesmo tempo, sem nem encostar a mão — jatos grossos voando no sofá, no chão, na barriga dele.
Ficamos os dois ofegantes, suados, tremendo. Meu pau ainda dentro dele, amolecendo devagar, escorrendo porra misturada com lubrificante pelas coxas dele.
Tirei devagar, vendo meu leite branco escorrendo do cuzinho aberto dele.
Ele virou pra mim, rosto vermelho, sorriso safado e exausto ao mesmo tempo.
— Tio… isso foi… caralho…
— Foi só a primeira aula, moleque.
Ele riu, ainda ofegante.
— Então marca a próxima… porque eu quero aprender tudo.
Beijei a boca dele mais uma vez, devagar, com gosto de suor e porra.
— Pode deixar. A gente tem muito o que praticar ainda.
E ali, com o cheiro de sexo impregnado na sala e o ventilador girando devagar, começou algo que nenhum de nós dois ia esquecer tão cedo.
Fim (por enquanto) ??

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Comentários


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ksn57 Comentou em 23/03/2026

Votado ! Queria ter tido um sobrinho, igual o seu...




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Ensinando mru sobrinho a dar o cu

Codigo do conto:
257572

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
23/03/2026

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