A loira se chamava Lara. Corpo esbelto, seios pequenos e firmes de pontas rosadas, bunda redonda e empinada, e entre as pernas uma buceta peludinha, sempre molhada quando a fantasia batia. O marido, Paulo, era o típico corno assumido: sentava no sofá da sala, pau na mão, e assistia tudo com um sorriso babado e o pau duro. Naquela noite o garanhão chegou. Will era alto, negro, peito largo, braços grossos e um pau que quase assustava: grosso, veias saltadas, a cabeça escura e brilhante, e o saco pesado balançando. Lara já estava de joelhos antes mesmo de ele terminar de tirar a calça. — Mostra pro corno como se chupa um pau de verdade — murmurou Will, segurando o cabelo loiro dela. Lara abriu a boca e engoliu. Primeiro só a cabeça, depois mais, e mais, até a garganta se abrir e o pau preto sumir quase inteiro. Sons molhados, saliva escorrendo pelo queixo, olhos marejados. Ela engasgava, puxava ar pelo nariz e voltava a engolir, chupando com fome, a língua girando em volta da glande enquanto a mão apertava o que não cabia. Paulo, no sofá, masturbava o pau pequeno com força, gemendo baixinho. Will puxou o pau da boca dela e a jogou de costas no sofá. Abaixou-se e passou a língua gorda pela buceta peluda, lambendo os lábios inchados, chupando o clitóris até Lara tremer e gemer alto. — Porra… ele lambe tão melhor que você, amor — disse ela, olhando direto pro marido. Will se posicionou entre as pernas dela. A cabeça grossa abriu os lábios molhados e empurrou. Lara arquejou, a boceta se esticando ao redor daquele pau preto enorme. Centímetro por centímetro ele entrou, até o saco bater na bunda dela. Depois começou a foder de verdade: estocadas profundas, rítmicas, o pau sumindo e reaparecendo brilhante de porra dela. Missionária primeiro. Depois a virou de quatro. A bunda empinada, a buceta aberta e pingando, e Will enfiando com força, a mão grande agarrando a cintura dela. Cada estocada fazia a bunda tremer. Lara gemia sem vergonha: — Mais fundo… me fode mais fundo, porra! Will a puxou para cima e a sentou no pau dele, de frente. Lara cavalgou com vontade, rebolando a bunda, subindo e descendo, o pau preto entrando até o fundo. Depois virou de costas — cowgirl reversa — e rebolou ainda mais safada, abrindo a própria bunda com as mãos para o marido ver o pau negro sumindo dentro dela. Paulo batia punheta sem parar, o olhar preso na cena. O pau dele pingava pré-gozo no sofá. Will deitou e a puxou de novo pra cima. Agora ela montava de frente, seios pequenos balançando, a boceta engolindo o pau grosso até o fundo. Ele segurava as nádegas dela e empurrava pra cima ao mesmo tempo, fodendo fundo, sem piedade. — Eu vou gozar dentro — avisou Will, a voz rouca. — Goza… enche essa puta — gemeu Lara, rebolando mais rápido. — Enche a buceta da sua esposa, amor, olha só… Will rugiu, agarrou a cintura dela e cravou até o fundo. O pau latejou, jorrando porra quente e grossa direto no útero dela. Lara gozou junto, a buceta apertando, escorrendo leite misturado com o dele pelas coxas. Quando ele tirou o pau, a buceta dela ficou aberta, pingando creme branco. Lara se ajoelhou na frente do marido, abriu as pernas e mostrou a bagunça. — Limpa, corno. Paulo se ajoelhou na hora e passou a língua, lambendo a porra do negro que escorria da boceta da esposa, engolindo tudo enquanto o próprio pau explodia no carpete. Lara passou a mão no cabelo do marido e sorriu, ainda ofegante, a buceta latejando e cheia. — Amanhã a gente chama ele de novo.
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