Meus amigos me comendo


Eu sou o Pedro. Tinha vinte e seis anos, corpo magro mas definido, pele clara, cabelo escuro curto e um cu que, até aquela noite, só tinha sido fodido por brinquedos e por um ou outro cara escondido. Mora sozinho num apartamento pequeno no terceiro andar. Naquela sexta-feira meu amigo de faculdade, o Ricardo, mandou mensagem:
“Vou aí com uns colegas do trampo. Leva cerveja e uma dose de whisky. Só relaxar.”
Chegaram por volta das nove. Ricardo entrou primeiro, alto, ombros largos, barba por fazer, sorriso safado. Atrás dele vinham três caras: o Bruno, moreno, peito largo e braços grossos; o Thiago, mais baixo, loiro, olhar intenso; e o André, alto, magro, mãos grandes e dedos longos. Todos na casa dos vinte e poucos.
Começamos bebendo na sala. Cerveja, depois shots de whisky. A conversa foi ficando mais solta, as piadas mais sujas. Ricardo ficou me olhando de um jeito diferente, como se já soubesse de algo. Em certo momento ele se aproximou no sofá e passou a mão na minha coxa, bem alto.
— Você sempre foi meio… quieto, Pedro. Mas eu acho que tem um lado safado escondido.
Os outros riram. Bruno se levantou, foi até a cozinha e voltou com mais uísque. Continuamos bebendo. Minha cabeça já estava leve, o corpo quente. Ricardo colocou a mão no meu pau por cima da calça e apertou.
— Tá duro já, porra.
Não consegui responder. Ele puxou o zíper, tirou meu pau pra fora e começou a bater devagar na frente de todo mundo. Bruno se aproximou, ajoelhou na minha frente e engoliu meu pau inteiro de uma vez. A garganta dele era quente e apertada. Enquanto isso, Thiago e André se levantaram e tiraram as camisas. Peitos peludos, barrigas definidas, paus já marcando nas calças.
Ricardo se levantou, abriu a própria calça e tirou um pau grosso, veias saltadas, cabeça rosada já molhada de pré-porra. Empurrou na minha boca sem pedir licença.
— Chupa, porra. Mostra pra esses caras como você engole.
Engoli. O gosto era salgado e forte. Bruno continuava chupando meu pau enquanto eu chupava o do Ricardo. André veio por trás do sofá, puxou minha camiseta pela cabeça e começou a apertar meus peitos, beliscando os mamilos até doer. Thiago se posicionou ao lado e enfiou os dedos na minha boca junto com o pau do Ricardo, me fazendo babar pra caralho.
Em poucos minutos eu estava completamente nu no meio da sala. Os quatro também. Ricardo me virou de quatro no sofá. Sentí o dedo dele, grosso e molhado de saliva, forçando a entrada do meu cu. Um, depois dois. Abriu devagar, mas sem muita paciência.
— Cuzinho apertado pra caralho… vai doer um pouco.
Ele cuspiu na rola e enfiou de uma vez. O pau grosso rasgou a resistência. Gritei no sofá, a dor subindo pela espinha. Ricardo segurou minha cintura com força e começou a meter fundo, sem dó. Cada estocada batia no fundo, o saco dele batendo nas minhas bolas. Bruno se ajoelhou na minha frente e enfirou o pau na minha boca, engasgando-me. André e Thiago ficaram dos lados, batendo punheta e cuspido na minha cara.
Ricardo fodeu por uns dez minutos sem parar, até eu sentir o cu arder e abrir de verdade. Quando ele tirou, o buraco ficou latejando, aberto. Bruno assumiu o lugar. O pau dele era mais curto, mas mais grosso. Entrou com dificuldade, esticando ainda mais. Começou a meter pesado, segurando meu cabelo e puxando a cabeça pra trás enquanto André enfiava o pau na minha garganta.
— Engole tudo, putinha — André rosnou.
Thiago se posicionou embaixo de mim, deitado no sofá, e me puxou pra sentar no pau dele. Eu já estava com o cu dilatado, mas ainda assim o pau do Thiago entrou com dificuldade. Fiquei empinado, sentado nele, enquanto Bruno metia por cima, tentando enfiar o segundo pau no mesmo buraco. A pressão foi absurda. Gritei, baba escorrendo pelo queixo, o corpo tremendo. Eles não conseguiram os dois ao mesmo tempo de primeira, mas insistiram. Bruno cuspiu mais, empurrou, e aos poucos a cabeça do pau dele foi entrando junto com o do Thiago. Meu cu ardeu feito fogo. Eu estava sendo aberto por dois paus ao mesmo tempo.
Ricardo e André se revezavam na minha boca. Porra escorrendo, cuspe, lágrimas. O cheiro de sexo e suor tomou a sala. Quando Bruno e Thiago finalmente tiraram, meu cu ficou completamente aberto, latejando, pingando lubrificante e pré-porra. André se ajoelhou atrás e enfiou a língua fundo, chupando o buraco dilatado como se quisesse limpar. Depois enfiou o pau de uma vez e começou a foder sem piedade, segurando minhas nádegas abertas pra todo mundo ver.
Ricardo se deitou no chão e me puxou pra cima dele. Sentei no pau dele de frente, enquanto Bruno enfiava de novo no cu, dessa vez sozinho, mas fundo. André e Thiago se revezavam na minha boca e nos meus peitos, apertando, chupando, cuspido. Em certo momento André segurou minha cabeça e gozou direto na minha garganta. Engoli quase tudo, o resto escorrendo pelo queixo. Thiago gozou na minha cara logo em seguida, jatos quentes caindo nos olhos e na boca.
Bruno meteu mais forte, o saco batendo, e gozou fundo no meu cu, enchendo. Senti os jatos quentes pulando dentro. Quando ele tirou, a porra começou a escorrer. Ricardo ainda estava duro dentro de mim e começou a meter de baixo pra cima, rápido, até gozar também, misturando a porra dele com a do Bruno. Eu gozei sem nem tocar no pau, só com a pressão, jatos caindo na barriga do Ricardo.
Mas não acabou. Eles ainda estavam duros de novo depois de uns minutos. Me colocaram de quatro no chão da sala. Ricardo enfiou de novo, depois passou pro Bruno, depois pro Thiago, depois pro André. Cada um meteu fundo, gozou mais uma vez, e o próximo entrava logo em seguida. Meu cu estava completamente destruído, aberto, vermelho, pingando porra de quatro caras. Eles me viraram de costas, me fizeram engolir de novo, me deram tapa na cara, cuspiram, puxaram cabelo. Em um momento André e Ricardo tentaram de novo enfiar os dois juntos. Dessa vez conseguiram. Os dois paus dentro do meu cu ao mesmo tempo, me arrombando de verdade. Gritei até a voz falhar.
Quando finalmente pararam, eu estava no chão, pernas abertas, cu pulsando e vazando porra, boca inchada, cara suja de porra e saliva. Ricardo se ajoelhou ao meu lado, passou o dedo no meu buraco dilatado e empurrou a porra pra dentro de novo.
— Olha o estado desse cuzinho… agora você é a puta da gente.
Os outros riram, ainda sem fôlego. Bruno acendeu um cigarro, Thiago foi buscar mais cerveja. André ficou me olhando, passando a mão no próprio pau ainda semi-duro.
Ricardo se inclinou e falou baixo no meu ouvido:
— A noite ainda tá no começo, Pedro. A gente não vai embora tão cedo.
E não foram. Nas horas seguintes me foderam de novo no sofá, depois no quarto, depois no chuveiro. Meus joelhos ficaram marcados, o cu ardia, a garganta doía, mas toda vez que um deles enfiava de novo eu só abria a perna e gemia. No final da madrugada eu estava completamente usado, o corpo coberto de porra seca, o buraco aberto demais pra fechar direito, e a certeza de que a partir daquela noite eu tinha virado a putinha de quatro caras.
Foto 1 do Conto erotico: Meus amigos me comendo


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meus amigos me comendo

Codigo do conto:
271892

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
09/09/2026

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