O sofá estava uma porcaria. O estofado encharcado de saliva, lubrificação e porra. Harley ainda tremia de orgasmo quando Will puxou o pau preto enorme para fora da buceta dela. Um jorro grosso e branco escorreu imediatamente, escorrendo pela bunda pálida e pingando no carpete. O marido corno estava ajoelhado ao lado do sofá, o pauzinho duro e vermelho latejando dentro do short. Ele não conseguia tirar os olhos daquele pau negro ainda semi-duro, brilhando de porra e dos fluidos da esposa. Will olhou para ele com um sorriso sujo. — Chega perto, corno. Sua putinha está cheia. Limpa. Harley abriu as pernas ainda mais, segurando os lábios da buceta abertos com os dedos. A porra escorria em fios grossos, brancos e viscosos. O cheiro era forte, animal. — Chupa, amor… — ela sussurrou, a voz rouca de tanto gritar. — Chupa a porra do negão pra fora de mim. O corno se aproximou de quatro. A língua saiu da boca e lambeu a primeira gota que escorria pela coxa dela. O gosto era amargo, salgado, misturado com o sabor da buceta da esposa. Ele engoliu. Will agarrou o cabelo do marido e puxou a cabeça dele para a frente, empurrando o rosto contra a buceta ainda aberta. — Mais fundo. Limpa direito. A língua do corno entrou. Ele chupou com força, sugando a porra quente que ainda escorria de dentro. Harley gemeu alto, a buceta contraíndo no rosto do marido enquanto ele engolia tudo. O barulho era nojento — schlurp, schlurp — a boca fazendo sucção molhada enquanto a porra descia pela garganta dele. Will puxou o marido pelo cabelo, afastando-o da buceta. — Agora o meu. O pau negro ainda estava semi-duro, coberto de uma camada branca e pegajosa. Will segurou o pau pela base e bateu de leve na boca do corno. — Abre. O marido abriu a boca. Will enfiou a cabeça do pau negro entre os lábios dele. O corno engasgou no primeiro empurrão. O gosto era ainda mais forte — porra fresca, suor, o sabor da buceta da esposa. Will não teve piedade. Segurou a cabeça do corno com as duas mãos e começou a foder a boca dele devagar, empurrando até a garganta. — Chupa direito, corno. Limpa meu pau. Toda essa porra que eu enfiei na sua mulher agora vai pro seu estômago. O corno engolia, engasgava, baba e porra escorriam pelo queixo. Will metia fundo, o pau preto sumindo e reaparecendo entre os lábios do marido. Cada vez que ele puxava para fora, um fio grosso de saliva e porra ligava a boca do corno à glande. Harley se ajoelhou ao lado e começou a lamber as bolas pesadas do Will enquanto o marido chupava. Ela olhava o marido nos olhos, sorrindo. — Isso… engole tudo. Você nasceu pra isso. Will aumentou o ritmo. A boca do corno fazia barulho molhado e nojento a cada estocada. Lágrimas escorriam pelo rosto dele, mas o pauzinho continuava pingando no carpete. Will grunhiu e empurrou até o fundo da garganta, segurando a cabeça do corno pressionada contra a virilha. — Toma… toma mais um pouco. Ele gozou de novo. Jatos grossos e quentes encheram a boca do marido. O corno engasgou, tentando engolir, mas parte da porra escorreu pelo canto da boca e pingou no chão. Will só soltou quando o último jato saiu. O pau negro saiu da boca do corno coberto de saliva e porra. — Engole. O marido engoliu com dificuldade. Will limpou o resto do pau na língua dele, passando a glande de um lado para o outro até ficar limpo. Mas Will não parou. Ele puxou o corno para cima, virando-o de costas e empurrando o tronco dele contra o sofá. Com uma mão só, baixou o short do marido até os joelhos. O pauzinho pequeno e vermelho bateu contra a barriga. Will deu um tapa seco na bunda branca do corno e depois espalhou as nádegas com os dedos grossos. — Agora é a sua vez de levar. Harley riu baixinho, ainda deitada, observando tudo com a buceta escorrendo. — Fode ele, negão. Quero ver meu marido se virando putinha também. Will cuspiu na mão e passou os dedos molhados no cu do corno, empurrando um, depois dois. O marido gemeu, o corpo rígido. Will não esperou muito. Alinhou o pau preto enorme, ainda brilhando de saliva e porra, e empurrou a cabeça contra o buraco apertado. O corno gritou quando a glande rompeu a entrada. Will avançou devagar, centímetro por centímetro, abrindo o cu do marido com força. O pau negro era grosso demais. A bunda branca tremia, se abrindo forçada em volta daquele tronco preto. — Porra… tá rasgando… — o corno gemia, a voz falhada. Will não parou. Empurrou até a metade, depois puxou um pouco e meteu de novo, mais fundo. O barulho era obsceno — ploc, ploc — o cu do marido sendo forçado a engolir o pau negro. Quando finalmente enfiou até a base, as bolas pesadas bateram contra a pele branca. — Agora você é o meu puto também — rosnou Will, começando a foder de verdade. Ele metia forte, segurando a cintura do corno e puxando a bunda para trás a cada estocada. O pau preto sumia e reaparecia, brilhando de saliva e das próprias secreções. O corno gemia alto, o pauzinho balançando e pingando no sofá. Harley se levantou, se ajoelhou na frente do marido e enfiou o pauzinho dele na boca, chupando enquanto Will fodia o cu dele com força. — Isso… leva tudo… — ela murmurou com a boca cheia. — Meu corno safado levando pau preto no cu. Will acelerou. As estocadas eram profundas, violentas. O sofá rangeu. O cu do marido fazia barulho molhado a cada penetração. Will deu um tapa forte na bunda dele e meteu até o fundo, segurando. — Vou gozar no seu cu, corno. Ele empurrou com força e gozou. Jatos quentes e grossos encheram o interior do marido. O corno gritou, o corpo tremendo, enquanto a porra do negão inundava seu cu. Will continuou metendo devagar, empurrando a porra ainda mais fundo, até que o excesso começou a escorrer pelo pau e pingar no sofá. Quando finalmente tirou o pau, o cu do corno ficou aberto, vermelho, escorrendo porra branca em fios grossos. Will agarrou o cabelo do marido e puxou a cabeça para trás. — Limpa. O corno, ainda ofegante e com o cu latejando, se virou e abriu a boca. Will enfiou o pau sujo de porra e saliva na boca dele de novo. O marido chupou, limpando o pau negro até ficar limpo, engolindo o que restava. Harley se aproximou, abriu as pernas do marido e enfiou a língua no cu dele, chupando a porra que ainda escorria. — Nossa putinha de casal… — ela murmurou, a boca molhada. — Os dois limpam o pau do negão agora. Will se sentou no sofá, o pau ainda semi-duro, e observou os dois ajoelhados na sua frente: a esposa chupando o cu do marido e o marido limpando o pau dele com a boca. — Da próxima vez vocês dois vão se revezar. Eu fodo um, o outro limpa. Depois troco. O corno, o rosto sujo de porra e saliva, só conseguiu acenar com a cabeça, ainda engolindo o gosto do pau negro e da própria degradação.
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Meu sonho ver minha esposa sendo fodida por outro homem e eu depois mamar a rola dele, pena que ela não aceite nem conversar sobre essa hipótese, jamais aceitaria nenhum tipo de sexo que não fosse o tradicional.
Tesão de conto ! Quando vejo a pica brilhando, melada, suja de porra, saliva, saindo de dentro da minha esposa, me bate desespero de lamber tudo logo, sem perder uma gota, enfio pica do macho na boca, sugo tudo, minha esposa fala corno viado guloso, vem limpar minha buceta tbm, nessa hora o macho fode meu cú. Vicia !
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