Pedro, 35 anos, caminhava sozinho por uma estrada de terra pouco movimentada no final da tarde. O sol já estava baixo quando três homens fortes e largos apareceram na sua frente. Todos mais altos que ele, braços grossos, expressão séria. — Carteira e celular — disse o maior, de voz grave. Pedro parou, o coração acelerado. Em vez de medo, sentiu um calor estranho subir pela barriga. Os três o olhavam com intensidade. Ele engoliu seco e, depois de alguns segundos de silêncio, falou baixo: — Vocês… não precisam só da carteira. Se quiserem me usar… eu deixo. Tudo. Só não me machuquem de verdade. Os três se entreolharam. O mais alto deu um meio sorriso sujo. — Tem certeza, porra? — Tenho — respondeu Pedro, a voz já rouca. — Quero que me comam. Todos. Do jeito que quiserem. Eles o agarraram pelos braços e o levaram até um galpão abandonado uns duzentos metros adiante. A porta de metal rangeu. Dentro, cheiro de madeira velha e poeira. Assim que a porta se fechou, Pedro foi empurrado de joelhos no chão de cimento. O primeiro abriu a calça e enfiou o pau grosso na boca dele sem cerimônia. Pedro engoliu até quase engasgar, babando, enquanto os outros dois tiravam a roupa. Em segundos ele estava pelado, o pau já duro de excitação. Eles o viraram de quatro. O segundo homem se ajoelhou atrás e cuspiu na entrada apertada de Pedro. Os dedos entraram primeiro, abrindo, e logo o pau grosso tomou o lugar. Pedro gemeu alto quando a cabeça sumiu dentro dele. O homem meteu até o fundo de uma vez só, sem pressa, sentindo o cu se abrir e se fechar ao redor da pica. Enquanto era fudido por trás, o terceiro enfiou o pau na boca de Pedro de novo. Os dois ritmos se misturavam: a boca sendo usada com força e o cu sendo arrombado com estocadas profundas. O homem que o comia por trás segurava os quadris com mãos grandes e batia as coxas contra a bunda de Pedro com um barulho molhado. Depois de alguns minutos o trocaram de posição. Pedro foi deitado de costas no chão frio, pernas abertas e levantadas. O mais forte se encaixou entre elas e enfiou de uma vez, fundo, até as bolas baterem. Pedro arquejou, olhos revirando. Os outros dois se ajoelharam ao lado da cabeça dele e se revezavam enfiando os paus na boca, sujos de saliva e porra. Eles o usaram de todo jeito. De quatro novamente, agora com dois paus ao mesmo tempo: um no cu e outro na boca, enquanto o terceiro masturbava o pau de Pedro até ele gozar no chão, gemendo abafado. Depois o viraram de lado, um homem entrando por trás enquanto outro chupava o pau ainda sensível. Em seguida o colocaram sentado no colo de um deles, o pau grosso subindo fundo no cu enquanto os outros dois se esfregavam no rosto e na boca dele. Pedro estava destruído de prazer. Suava, baba escorria pelo queixo, o cu ardia e latejava, mas ele pedia mais. Cada vez que um deles perguntava se ainda queria, ele respondia ofegante: — Continua… me fode mais… usa tudo… Eles gozaram nele várias vezes. Dentro do cu, na boca, no peito, no rosto. Um deles encheu o cu de porra e o segundo enfiou logo em seguida, misturando tudo. Pedro engolia o que conseguia, o resto escorrendo pelo queixo e pelo pescoço. Quando finalmente pararam, Pedro estava deitado no chão do galpão, pernas abertas, cu aberto e escorrendo, o corpo marcado de mãos e cuspe. Os três se vestiam ao redor dele. O maior se abaixou, passou a mão no cabelo suado de Pedro e perguntou: — Ainda aguentaria outra rodada? Pedro, a voz rouca e o sorriso cansado, respondeu: — Amanhã. No mesmo horário. Aqui. Os três riram baixo e saíram, deixando-o sozinho no galpão, o corpo latejando e a mente já pensando na próxima vez.
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