- Não vamos ficar se agarrando no carro, alguém pode passar né - o cara respondeu algo que não entendi e ficou um som de pés mexendo em folhas, como se estivessem parados mas provavelmente se beijando, ficou um tempo esse som, eu tinha arrumado as coisas encostei na janela e fiquei tentando ouvir, ai veio a voz da minha sogra - Melhor parar, minha filha esta com o namorado e meu neto em casa. - o cara respondeu.
- Você vai me deixar assim, depois daqueles beijos - vi potencial na conversa e tentei até ver pelo quintal, mas não dava para ver eles, apesar da voz ecoar na lateral do quintal. Ela falava um para baixinho, mas nada que realmente quisesse que ele parasse. Então ouvi ele dizer: - Só com um pouco vai, ninguém vai ver a gente aqui, se ouvirmos barulho paramos - ela ficava em um charme mas nada contundente, ele falou soltou um leve gemido - Sabe que não vou ficar satisfeito só com isso né. - eu estava me remoendo imaginando o que seria o isso, mas entendi na sequencia.
- Estou preocupada com alguém ver, então eu faço isso com assim para voce hoje, e outro dia, te convido para entrar. - ele deu uma risada.
- Você não acha que valho mais que uma punheta? - ela quem riu e disse um sim meloso e na sequencia ele - Eu beijei tanto tando essa boca linda, fiquei imaginando o que mais ela sabia fazer alem de beijar - ela deu uma risada e em seguida ele deu um gemido - Que delicia, tinha certeza que você era boa nisso, ajoelha para ficar mais fácil - uma pausa momentânea - nossa assim ta perfeito - tava para ouvir o som do movimento. A inquilina entrou no quarto e eu shiiiii para ela com o dedo na boca, ela franziu as sobrancelhas e veio na minha direção. Eu coloquei a boca no seu ouvido.
- Sem alarde e não vai interromper, faz silencio, e coloca a cabeça aqui na janela, dava para ouvir o som de chupadas e uns gemidinhos do cara com umas respiradas, ela me olhou com ar de não entendi - eu vou explicar mas fica quieta e ouve - sua mãe deu uma tossida engasgada, a inquilina me encarou tipo não entendi nada mesmo, eu sorri e coloquei a mão na sua boca abraçando ela por trás - Sua mãe esta fazendo um boquete no quintal para o cara que ela saiu - a inquilina foi branca e me olhou - e nós não vamos nos meter ela tem que se divertir também. - ela mesmo colocou a mão na boca e ouvido para ouvir melhor. Eu estava atras dela encoxando ela, ela começou a rebolar por instinto no meu pau que estava muito duro com aquela situação surreal. Ai ouvimos a mãe dela.
- Você não vai terminar - som saia meio baixo e meio abafado, como se ela ainda estivesse com o pau dele na boca, ele respondeu algo que não entendi, eu levantei o vestido da inquilina para cima, ela estava de quatro com os cotovelos apoiados na janela, querendo ouvir, e não protestou só deu uma olhadinha pra trás vendo eu colocar meu pau par afora, ela estava encarada ouvindo a mãe com o cara. Teve mais um som de engasgo o cara disse algo e ela falou: - Coloca rápido essa camisinha e se alguém ver, meu deus, eu assim no quintal. - ai o som foi de corpos batendo de leve e o gemido dela, as vezes gritinho, as vezes só abafado.
Meu pau ja estava dentro da inquilina que ficava com os cotovelos na general ouvindo a mãe gemer e segurando os próprios gemidos com a mão na boca, eu fiquei metendo de leve, e ela quem jogava a bunda para trás, o gemido lá fora dos aumentando e eu aumentei o ritmo junto acompanhando os gemidos da mãe da inquilina, quando a mais dela falou com uma voz gemida e tremida para o cara gozar, a inquilina começou a tremer no meu pau, ela apertou as pernas de uma maneira que até encostou no chão tremendo de tesão eu fiquei com o pau duro ali olhando ela sentada no chão gozando com um sorriso feliz, a mão entre as pernas e a cabeça encostada na parede. Eu fiquei olhando para ela e ouvimos o cara mandar um “aaaa caralho “, rimos nos olhando. A inquilina começou a se ajeitar ela estava meio perdida, eu guardei meu pau ainda duro. Mais uns minutos o motor do carro, e então o som da chave na porta, eu sentado na sala e a inquilina fingindo que estava lavando louça. A mãe dela entrou, os lábios avermelhados a saia longa um pouco amassada.
- Desculpem ter feito vocês esperarem, agora vocês ainda tem 5 horas de viagem - eu sorri para ela e a inquilina entrou na sala - querem que eu passe um café?
- Só não desculpo, se você nos disser que se divertiu - e olhei para ela de cima em baixo, ela ficou um pouco vermelha, e sorriu - e não precisa de café, se sentirmos sono tomamos um no caminho - ela olhou para a inquilina depois para mim, e disse:
- Me diverti, fazia tempo que não me divertia desse jeito, sei lá, foi diferente e divertido. - Eu me levantei e levei as malas coisas para o carro, quando voltei a inquilina tinha ido dar um beijo no filho e a mãe dela estava em pé bebendo agua na porta cozinha - Você tem certeza que não querem um café? Eu faço rapidinho. - eu olhei para ela e fui bem pertinho do seu ouvido quase esbarrando minha boca na sua orelha, dava para sentir o cheiro de sexo nela.
- Só se você quiser explicar seus gemidos no quintal para sua filha - ele deu um riso nervoso e ficou roxa - por isso estou acelerando para irmos, um dia você me conta. - ela deu uma reisada maliciosa abaixando a cabeça e quando a porta fez barulho ela voltou para a cozinha. A inquilina entrou na sala e eu sorri para ela abrindo meus braços - Vamos, sei que vai ficar com saudades a semana toda contando historias dele, mas dessa vez aproveitou ele um pouco mais. - ela me abraçou e balançou a cabeça num sim, me deu um beijo e foi abraçar a mãe para irmos embora. Entramos no carro, e quando saímos a inquilina me olhou.
- Estou chocada. - eu ri - Minha mãe estava no quintal fazendo sexo, e entrou em casa como se nada tivesse acontecido. - eu ri mais ainda - Voce ri, não é chocante?
- Olha só, na sexta feira estamos em 4 num hotel, e voce era a única mulher, no sábado, fizemos sexo na sua ex-escola e voce gritou que era uma Puta, hoje, fomos para um motel com um casal de amigos, e sua mãe solteira, que foi traída pelo seu pai e que desde então, e ainda tem a questão vai saber a quanto tempo ela não fazia com seu pai, fez sexo no quinta da casa dela com um amigo, namorado ou ficante é a parte chocante. - Ela ficava me olhando e rindo, provavelmente assimilando cada uma das coisas que eu falei, então ela fingiu seriedade e falou.
- Mas ela é minha mãe - eu ri alto.
- Então você tem a quem puxar - Ela me deu um tapa rindo junto comigo - e outra coisa, a senhorita gozou de uma maneira diferente ouvindo ela gemendo no quintal. Então não me venha com esse discurso, porque você ficou feliz e gozou com ela. - ela ficou muito vermelha, e ficou quieta um pouco. A estrada escura, ela passou a mão na minha perna
- Desculpa, você tem razão, foi estranho mas eu fiquei feliz por ela, eu - ela fez uma pausa procurando palavras - não sei o que aconteceu, ouvir minha mãe - outra pausa, e uma mordida de lábio e a respiradinha - sabe feliz, foi diferente. - eu olhei e ri.
- Acho que entendi o contexto, mas você se expressou muito mal porque era sua mãe. - eu peguei sua mão em minha coxa e fiz carinho - No popular, você ficou muito excitada sabendo que o cara estava comendo sua mãe, e ela estava gostando. - ela ficou vermelha de novo eu segurei a mão dela para não tomar um novo tapa - fico feliz por você e por ela, mas foi injusto comigo. - ela soltou uma risada, provavelmente lembrando - você caiu ali no chão satisfeita e feliz e eu - coloquei a mão dela sobre meu pau - fiquei assim até agora vendo você se contorcer de tesão no meu pau, e ouvindo sua mãe gemer- ela começou a alisar meu pau na bermuda.
- Desculpa, o que você quer que eu faça então? - ela riu sabendo o que eu queria - Você não vai ficar com sono e dormir dirigindo né - eu sorri para ela e peguei ela pelos cabelos e puxei ela em direção ao meu pau - hummm, assim você sabe que eu apaixono mais né. - eu sorri, e ela tirou meu pau para fora da bermuda, e deixou ele com a cabeça melada esfregar no seu rosto. Eu soltei seu cabelo e fui com a mão para o meio de suas pernas, ela abriu bem as pernas e senti ela bem molhada, eu alisei com o dedo por toda sua buceta e comecei a alisar seu clitoris, ela soltou um gemido - Olha para frente - e riu enquanto colocava meu pau na boca. Eu apoiei o cotovelo na sua cabeça empurrando a boca dela para receber mais do meu pau.
- Ficou toda molhada assim lembrando dos gemidos da mamãe - ela tentou se mover mas meu cotovelo não deixava, e ela não queria, só quis fingir relutar, porque soltou um gemido quando falei isso - Sabe que sua mãe gostou né, e que agora ela vai ser igual a você, uma putinha - ela soltou outro gemido e me chupou mais forte - Falei que era do sangue, você não tem sangue de putinha? - ela continuou chupando e soltando gemidos meus dedos brincavam no clitoris por cima da calcinha. - Não vai me responder? Se você tem sangue de putinha? - ela balançou a cabeça que sim, mas só gemia e chupava - e de onde veio esse sangue? Conta pra mim, de onde veio. - ela estava devorando meu pau e começando a fechar a perna involuntariamente - não vai me responder de onde veio esse sangue de PUTA. - eu andando mais devagar na faixa da direita, acelerei meus dedos e ela começou a chupar e gemer mais - Se você não responder eu vou parar - ela segurou minha mão para não tirar a mão, eu movia meu dedo com precisão mas de forma mais lenta. - Então me fala, de onde veio esse sangue de Puta? - ela acelerou a chupada travando minha mão com as pernas e tremendo, eu gozei na sua boca quase ao mesmo tempo, ela respirava ofegante, se levantou mas deitou no meu braço, com a cabeça no meu ombro, colocou meu pau para dentro da calça, e limpou os lábios com os dedos puxando o que ficou na bochecha para boca. Deu mais uns espaços leves durante esse pequeno ritual, ai deitou novamente a cabeça no meu ombro.
- To achando que puxei esse sangue da mamãe, mas ainda não tenho certeza. - me deu um beijo rindo. Eu dei um beijo na testa dela, que estava bem próximo a mim
- Eu te amo muito, meu amor. - ela se aconchegou quando falei isso. E sussurrou eu também, antes de dormir quase a viagem toda.