Entre as décadas de cinquenta e sessenta enquanto nossa capital crescia a um ritmo assombroso, porém esperado, algumas regiões e bairros permaneciam incólumes ao efeito desse crescimento, muitas vezes conservando um ar provinciano onde todos se conheciam e onde crianças e adolescentes podiam desfrutar dessa atmosfera sem atribulações ou receios; eu passei minha infância e adolescência em um bairro como esse e pude desfrutar de alguns eventos tão importantes quanto inesquecíveis, exigindo seu registro para a posteridade. O primeiro deles é sobre dona Agatha uma judia sessentona que perdera o marido vendo-se obrigada a tocar o negócio da família, uma minúscula papelaria que ficava perto da minha casa. Todas as vezes que eu frequentava aquele ambiente além de comprar algumas coisas necessárias para a atividade escolar, vasculhava em busca de objetos que de alguma forma chamassem a minha atenção, sempre sob o olhar encantado da proprietária que se afeiçoara a mim e também à minha família. Certa tarde descobri um compasso confeccionado em madeira e fiquei espantado com a preciosidade do trabalho; imediatamente Agatha veio até mim passando o braço em torno da minha cintura com um aperto afetuoso perguntando se eu gostara daquele artefato ao que respondi que sim com tom exultante já querendo saber quem o fizera. Contendo as lágrimas em seus olhos, Agatha me contou que fora seu marido, um exímio artesão que o confeccionara assim como outros artigos perdidos na loja; notando meu olhar encantado ela tomou minha mão e juntos fomos para os fundos da loja onde descobri uma oficina repleta de ferramentas e outros apetrechos que segundo ela pertenceram ao seu marido. Enquanto eu examinava com atenção o local Agatha disse que caso eu quisesse poderia levar qualquer coisa dali porque elas lhe traziam a lembrança do marido falecido. Retornando para a loja não pude deixar de observar aspectos que há muito tempo chamavam a minha atenção no tocante à Agatha. O primeiro era seu hábito de usar vestidos largos de tecido fino que algumas vezes expunham sua silhueta que para mim eram algo muito excitante; o segundo era ainda mais inquietante, pois notei que dona Agatha não usava sutiã deixando livres os seios fartos que sacolejavam toda vez que ela caminhava de um lado para o outro, o que resultava numa ereção descontrolada que muitas vezes eu precisava disfarçar e ao chegar em casa buscar um alívio manual necessário. Em certas ocasiões tive receio que ela percebesse minha excitação, fosse por receio ou por respeito, mas houve um dia que eu tive certeza que ela notou minha pistola dura pulsando dentro da calça, porém nada disse ou comentou; certo é que a partir daquele dia ela se mostrou mais próxima e carinhosa sempre me dando algum presentinho da papelaria ou alguma preciosidade feita pelo seu marido. Uma tarde eu estava voltando para casa quando ouvi dona Agatha chamar pelo meu nome; olhei na direção da voz e lá estava ela acenando e me chamando para ir ao seu encontro na papelaria. "Você já comeu Babka?", perguntou ela com tom entusiasmado assim que me aproximei; eu sorri meio desajeitado respondendo que eu sequer sabia o que era uma Babka. -Ah! Que Bom! Então vem! - pediu ela com tom acelerado tomando minha mão e me conduzindo para os fundos da loja enquanto repetia – Você vai gostar muito! É doce! Antes de prosseguirmos ela pediu que a ajudasse a baixar a porta da papelaria e em seguida seguimos para a pequena oficina de seu falecido marido até dar em um corredor que terminava num portão de madeira que dava para a sua residência que eu sequer sabia localizar-se no mesmo terreno. Depois de avançarmos por outro corredor chegamos a uma porta que dava para a sala que era um ambiente bem cuidado e até com certo requinte; sem cerimônia ela seguiu me puxando pela mão até chegarmos à cozinha onde sobre a mesa estava a tal Babka que logo descobri se tratar de um pão doce enrolado como uma trança recheado de chocolate e canela que parecia ser muito apetitoso; dona Agatha pediu que eu me sentasse ao redor da mesa enquanto ela preparava um lanche para nós, e logo trouxe para a mesa a Babka fatiada em uma travessa de porcelana, um bule de café e outro de leite, tudo acompanhado de duas xícaras e colheres; ela me serviu o quitute que logo na primeira mordida encheu minha boca com seu sabor adocicado e delicioso. Foi nesse momento que percebi o vestido parcialmente aberto expondo a pele alva e parte das mamas descendo até próximo da barriga; não consegui tirar os olhos daquele detalhe insinuante sentindo minha pistola enrijecer e pulsar impertinente. Depois de nos fartarmos com o lanche Dona Agatha deixou tudo como estava me convidando para nos sentarmos na sala e quando ela se sentou o vestido se abriu um pouco mais e a visão me deixou enlouquecido; dona Agatha então perguntou se eu já vira as mamas de uma mulher ao que respondi que não e por conta da minha resposta ela acabou abrindo o vestido expondo os seios alvos e fartos coroados por mamilos intumescidos e aureolas róseas que estavam túrgidas. -Vem aqui ..., não quer pegar neles? - perguntou ela se empinando sobre o sofá a fim de exibir toda a sua nudez – são peitos de uma velha, mas se você gosta ..., vem! Pode pegar! Pode sentir! Eu não resisti e me aproximei estendendo as mãos até tê-los em meu poder sentindo a maciez da pele e apertando-os cheio de tesão. “Olha como os bicos estão durinhos! Vem dar uma chupadinha neles! Eu vou gostar muito!”, disse ela com tom convidativo ..., caí de boca alternando aqueles mamilos durinhos em minha boca, ora lambendo, ora chupando, ora mordiscando suavemente fazendo dona Agatha gemer baixinho enquanto pousava sua mão sobre a braguilha da minha calça apertando o volume. "Nossa que schmuck duro é esse?", comentou ela com tom exasperado apertando o volume. "Deixa eu ver ele? Faz muito tempo que não vejo um!", perguntou em um tom ansioso; suspeitando do que seria um schmuck, eu respirei fundo, fiquei de pé e baixei a calça com a cueca fazendo o bruto saltar ostentando sua dureza impoluta diante do olhar embasbacado da velha judia que não perdeu tempo em tomá-lo na mão aplicando uma punheta exploratória. E qual não foi minha surpresa quando ela passou da punheta para a mamada abocanhando o bruto como uma esfomeada desferindo sugadas enfáticas que me fizeram ver estrelas. Mesmo não sendo a primeira vez que eu desfrutava de uma mamada, confesso que dona Agatha conhecia bem do riscado mamando, apertando as bolas e prendendo a glande entre os lábios para que pudesse espremê-la com a língua. Quando dei por mim Agatha tinha se livrado do vestido me puxando para ficar entre as pernas facilitando a mamada que continuava alucinantemente deliciosa; vez por outra ela interrompia o que estava fazendo para pedir que eu apertasse suas mamas e beliscasse seus mamilos, pois aquilo a deixava muito excitada; obedeci apertando aquelas mamas alvas e fartas, beliscando os mamilos ouvindo a viúva murmurar gemidos entrecortados. A certa altura senti arrepios percorrendo minha pele com meus músculos se contraindo involuntariamente indicando que o gozo se aproximava sendo que Agatha também percebeu minhas reações e sem aviso interrompeu a mamada olhando para mim e perguntando: “Você quer gozar na boca ou nas tetas da velha tarada?”. Eu engoli em seco e não hesitei em responder que preferia gozar nos peitos dela. Agatha então sorriu me puxando para mais perto e retomando uma punheta vigorosa mirando meu rosto e se divertindo com minhas expressões faciais que revelavam como eu estava ansioso por gozar; era como se Agatha sentisse tesão em me manipular, gesto que lhe concedia uma espécie de poder sobre o macho, poder esse que, talvez, ela não teve oportunidade de usufruir durante o casamento. Repentinamente minha mente ficou turvada, meus músculos se contraíram ainda mais e um espasmo me fez capitular diante de uma gozada abundante; Agatha percebeu meu clímax e apontou o bruto recebendo os jatos de esperma que logo deixaram seus peitões muito lambuzados; eu me contorcia tentando resistir já que ela não interrompeu a punheta como se tivesse a intenção de me esgotar por completo e para minha surpresa o gesto frutificou renovando a ereção com meu corpo vibrando. Agatha avançou na manipulação saboreando o domínio que exercia sobre mim e proferindo frases em sua língua natal que eu não compreendia, mas suspeitava que se tratavam de expressões chulas sobre sexo; a punheta, que já se transformara em um quase martírio prosseguiu e quando achei que a velha tinha a intenção de arrancar minha pistola fui tomado por espasmos e arrepios mais intensos e tão vorazes que culminaram em outra ejaculação menos volumosa e rala; satisfeita ela libertou meu membro que pendia pingando gotículas no piso frio impondo que ela o retomasse para lamber a glande como se quisesse deixá-lo limpo e sem pistas do que havia acontecido entre nós dois. -Olha como minha buceta tá molhada? – disse ela enquanto se deitava no sofá abrindo as pernas e escancarando a greta coberta por uma fina camada de pentelhos grisalhos – Chupa ela! Olha só como ela tá doidinha para sentir a boca de um macho! É claro que não recusei a proposta me posicionando entre as pernas de Agatha, afundando o rosto entre as coxas grossas, usando os dedos para deixá-la um pouco mais aberta e iniciando uma sequência de linguadas ávidas que não demoraram em produzir o resultado almejado com ela gozando sem parar e com tal abundância que aproveitei para saborear o néctar pela primeira vez em minha vida …, e foi muito bom! Quando ela já não aguentava mais minhas linguadas suplicou para que parássemos e eu ergui o rosto perguntando se ela estava satisfeita. Agatha com uma expressão de luxúria respondeu que sim. Pouco depois enquanto eu me recompunha a velha correu pelada até a cozinha retornando de lá com um embrulho em papel pardo estendendo-o para mim. “Tome, leva! É a Babka que você pareceu gostar! E se gostou do resto …, não conta pra mais ninguém, viu?”, arrematou ela toda sorridente. Agradeci o presente e fui embora sendo que ao chegar em casa minha família adorou saborear a iguaria. Depois daquele dia minha relação com Agatha se tornou mais próxima com ela me contando estórias sobre sua vida na Polônia, sua terra natal antes da guerra, dos temores, perdas e sofrimentos, mas também a alegria ao chegar em nosso país e viver uma vida tranquila. Eu adorava ouvir suas narrativas que sempre eram acompanhadas de um café com leite ou chá, além de outros quitutes que ela preparava com carinho, sempre reservando uma parte para que levasse para casa. A par disso, ainda tínhamos momentos de pura safadeza, sendo que com o passar do tempo eu me tornei mais depravado, experimentando uma sensação de controle sobre ela que não negava qualquer pedido que eu fizesse, por mais pervertido que ele pudesse parecer; algumas vezes eu pedia que ela ficasse pelada enquanto tomávamos café, em outras eu a fazia ficar de joelhos esfregando a piroca dura em seu rosto chegando a usá-la para golpear sua face. “Você pode pedir o que quiser …, sou uma velha safada e tarada!”, ela respondia sempre que eu perguntava se podia pedir o que quisesse, o que me deixava fascinado. Eu não percebi de imediato que nossa relação ganhava contornos de uma perversão na qual não se sabia quem controlava quem e por conta de minha inexperiência aliada a carência de Agatha ocultavam essa nuance que beirava o perigo. E essa torpeza carnal culminou no início das férias escolares em que eu disse para minha mãe que passaria as tardes na papelaria para ajudar Agatha com algumas coisas que ela tinha dificuldade de lidar e fui autorizado a fazê-lo. Nos primeiros dias, encerrávamos o expediente um pouco mais cedo a fim de usufruir de uma diversão feita de sexo oral mútuo comigo usando-a como se fosse minha escrava sexual, o que Agatha parecia gostar. -Você já trepou, não foi? – perguntou ela certa tarde após nossa diversão habitual já respondendo por conta própria – Eu sei que já! Um rapaz potente como você já deve ter trepado! …, gostaria de trepar comigo? A pergunta me pegou de surpresa, pois até então imaginei que ficaríamos apenas nas safadezas de sempre, mas ao imaginar a possibilidade de foder Agatha eu respondi que adoraria foder com ela; Agatha, então, disse que faríamos isso no dia seguinte e eu voltei para casa com a mente repleta de ansiedade e tesão! Pouco depois da hora do almoço no dia seguinte, Agatha pediu que eu fechasse a papelaria e depois fosse ao seu encontro. Ao entrar na cozinha a mesa estava posta para uma refeição e ela me aguardava usando uma camisola transparente, dizendo que era para me estimular um pouco mais e que o almoço ficaria para depois da nossa trepada. Fomos para o seu quarto e era a primeira vez que via aquele ambiente cheio de requinte e cuidado que até então era o ninho de amor dela e seu marido. Cheia de expectativas, Agatha veio me ajudando a tirar a roupa e assim que me viu nu e de piroca dura ela não perdeu tempo sentando na beirada da cama e tomando o bruto em sua boca para uma mamada eloquente. A certa altura, Agatha me afastou, tirou a camisola e se pôs de quatro sobre a cama exibindo o traseiro suculento e me chamando para a foda; tomei posição pedindo a ela que empinasse mais seu traseiro até que eu pudesse vislumbrar a gruta partindo para o ataque com socadas enfáticas; creio que o tempo de abstinência fez a buceta da judia ficar um pouco apertada exigindo de mim mais esforço que surtiu o efeito desejado quando consegui enterrar o bruto bem fundo na greta quente e molhada, arrancando gritos de Agatha; foi uma sensação incrível que me fez vibrar saboreando o momento antes de iniciar movimentos pélvicos enfiando e sacando o bruto obtendo êxito em fazer a velha judia gozar várias vezes. Eu até hoje não sei o que me deu naquele momento que sem aviso meti o dedo no cu de Agatha que soltou um grito agudo enquanto resmungava em tom exaltado: “No cu não! Tira! Tira!”; eu bem que senti uma vontade enorme de desobedecê-la, porém achei melhor atender à sua exigência. Finalizamos quando eu me contorci involuntariamente projetando o bruto bem fundo na racha da judia tremelicando enquanto despejava minha carga de esperma dentro dela, com jatos profusos que provocaram em Agatha um gozo arrebatador; permanecemos engatados já que meu pinguelo não arrefecia mantendo uma ereção que impressionou a ambos sendo que por conta disso Agatha se desvencilhou tomando o membro em sua boca para uma mamada derradeira. Depois disso almoçamos e Agatha pediu que eu fosse para casa porque ela precisava descansar, ao que eu concordei já que também eu estava um tanto exausto. No fim das férias, Agatha e eu demos um tempo, pois a atribulações diárias não davam espaço para a safadeza. Dois meses depois Agatha foi obrigada a empreender uma viagem de urgência deixando a papelaria aos cuidados de seu único filho, Davi, e eu segui com a vida torcendo pela volta de minha judia safada.
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