Eu estava de plantão naquela noite de sexta-feira quando o celular vibrou; na tela o número de Leila. “Oi, Victor? Cadê o Lemansky? Faz mais de duas semanas que ele não dá sinal de vida! Aconteceu alguma coisa?”, perguntou ela com tom esbaforido assim que eu atendi a ligação; Leila era a esposa de Lemansky, meu parceiro que estava trabalhando infiltrado há mais de dois meses e que acabara se envolvendo com uma vadia que era sua informante e desde então estava vivendo com ela; eu não sabia o que dizer para Leila e nem o que fazer naquela situação …, respirei fundo e repeti a explicação mais usual sobre a operação em que seu marido estava envolvido e tentei acalmá-la sem muito êxito não restando alternativa senão me comprometer a ir até sua casa para conversarmos melhor. Por volta das três da manhã desci para tomar um café na copa e depois saí para fumar eis que Lana a informante de Lemansky vem na minha direção. Também ela queria saber sobre o meu parceiro me deixando aturdido …, afinal onde havia se metido aquele descarado? Ela quis fazer um escândalo, mas eu a empurrei até um vão de coluna apertando sua garganta e obrigando que mantivesse a calma; expliquei não não sabia do sujeito, mas que procuraria descobrir o que havia acontecido e em seguida despachei a vadia. Sete da manhã e eu estava sonolento enquanto arrumava minhas coisas querendo saber apenas de um banho morno e uma cama quente. E mal eu havia deitado sobre a cama quando o celular tocou novamente; era Leila perguntando se eu não queria tomar café com ela, pois se sentia solitária precisando de um ombro amigo. Resignado aceitei o convite vestindo uma roupa qualquer e rumando para a casa dela. Fui recebido com beijos carinhosos e abraços apertados logo nos dirigindo para a cozinha onde havia café fresco e rosquinhas; caminhando atrás dela eu pensava como meu parceiro era um sujeito sortudo em ter uma morena estonteante como sua esposa ao mesmo tempo em que também arrumara uma vadia deliciosa e muito safada. Leila estava usando penhoar curto de seda cujo decote tentava conter suas mamas de tamanho médio donas de uma firmeza estonteante. Saboreamos a refeição matinal sem que ela perguntasse novamente sobre seu marido mostrando-se mais preocupada sobre a minha opinião sobre ela. “Diga a verdade, Victor …, você me acha gostosa? Uma fêmea apetitosa?”, perguntou ela a queima-roupa, enquanto cruzava as pernas deixando boa parte de sua coxa à mostra; a pergunta me deixou tão aturdido quase engasgando com a caneca de café, sem saber o que dizer. Depois de me recuperar do baque inicial, respondi que Leila era sim uma mulher gostosa e que seu marido sempre teve certeza disso; diante de um breve silêncio aproveitei a chance para cair fora da cilada agradecendo pelo café e dizendo que tinha um compromisso. Já em casa eu não parava de pensar nas tetas e coxas à mostra da esposa do meu parceiro sentindo um tesão dos infernos. O dia passou chegando a noite comigo permanecendo de folga pela escala do plantão anterior e afogando meu tesão numas cervejas bem geladas no bar do Armando. Foi nesse clima que o celular tocou com uma mensagem de Leila. "Meu marido me deixou na saudade com a buceta ardendo! Vem aqui, por favor!", dizia o texto que serviu para atiçar ainda mais a minha libido; e sem pensar nos riscos envolvidos peguei meu carro e fui ao encontro dela, que me recebeu vestindo apenas uma minúscula calcinha que mal conseguia esconder a buceta depilada acariciando as mamas com as próprias mãos. Nos agarramos com beijos sôfregos, quentes e úmidos enquanto minhas mãos exploravam aquele corpo repleto de segredos a serem desvendados; se mostrando impaciente, Leila se desvencilhou tomando minha mão e me levando para o quarto onde se deitou sobre a cama tirando a calcinha e abrindo as pernas escancarando uma vulva lisinha e rechonchuda que foi acariciada por suas próprias mãos. "Chupa minha buceta, chupa! Por favor!", pediu ela com tom de súplica; rapidamente arranquei as roupas e caí de boca naquela xereca lisinha, quente e cheirosa que linguei com tanta euforia que premiei Leila com uma sucessão de gozadas que a faziam se contorcer gemendo sem parar. E quando me dei por satisfeito subi sobre ela esfregando o bruto sobre a danada cabendo a Leila tomá-lo na mão e conduzi-lo na direção certa. A primeira socada foi tão intensa quanto surpreendente, já que com tanto tempo sem trepar a gruta estava bem apertadinha causando deixando a ambos alvoroçados, ela com a sensação de defloramento e eu vibrando com a sensação deliciosa; fui metendo aos poucos, com ritmo e cadência saboreando a buceta ser alargada pela pistola dura como pedra, afogando minha boca nos mamilos durinhos de Leila que ora gemia, ora gritava e ora acariciava meus cabelos pedindo que eu a fodesse com força; com a vara enfiada na greta de Leila dei início a uma sequência de socadas fortes e profundas fazendo-a gozar de imediato com seu corpo tremelicando involuntariamente a mercê do meu tesão descomunal. Estava tão empolgado que não dava conta de que naquele momento estava fodendo a esposa do meu parceiro de longa data, porém decidi apertar a tecla do "foda-se" pra isso já que ele negou seu comparecimento conjugal obrigatório. Tão logo foi possível mudamos de posição com Leila iniciando um cavalgada voraz quicando sobre o bruto comigo apertando suas mamas como forma de simular a condução dos movimentos de sobe e desce; a certa altura já suada e arfante ela se inclinou sobre mim usando cintura e quadril para golpear como um bate-estacas chocando seu traseiro sobre meu ventre impondo que eu a segurasse pelas nádegas apertando-as fingindo conduzir nossa trepada e desfrutando da impetuosidade da fêmea saciando seu corpo que vibrava com gozo atrás de gozo. Ambos estávamos em um clima tão luxurioso que não poupávamos esforços para satisfazer todo o desejo que ainda ardia dentro de nós, ela porque não tinha macho e eu porque sempre quis trepar com ela! E mais uma vez trocamos de posição para "cachorrinho" com Leila rebolando sentindo a pistola entrar e sair de sua buceta com movimentos rápidos e profundos, comigo apertando suas nádegas proferindo palavras chulas mas provocantes. Assim, e após tanto esforço cheguei ao meu limite e mal tive tempo de avisá-la já que o clímax sobreveio me levando a ejacular profusamente, encharcando a greta de Leila que por sua vez gemia sem parar relaxando o corpo e se entregando ao desfrute da sensação de ter sua vulva inundada com leite macho antes de um último orgasmo avassalador fazendo-a quase perder os sentidos; seguiu-se então uma exaustão que nos deixou prostrados sobre a cama suados e ofegantes. Cochilei por algum tempo até ser acordado com a cabeça de Leila pousada sobre meu ventre enquanto ela manipulava o membro dando lambidas na glande propondo um uma nova pegação. E logo ela estava me cavalgando mais uma vez, subindo e descendo sobre a pistola rija gemendo e gritando ao anunciar um novo orgasmo eclodir em seu interior. Finalizamos atingindo o clímax ao mesmo tempo em um êxtase alucinante recheado de gemidos, gritos e grunhidos que acabaram quando não tínhamos mais um gota sequer de energia vital pulsando em nossos corpos novamente suados e exauridos. Não esperei o amanhecer e me levantei deixando Leila aproveitar um descanso merecido após uma noite de sexo ardente que ela tanto ansiava e que Lemansky lhe privara; ganhei a rua, peguei meu carro e fui para a delegacia, pois em poucas horas meu plantão teria início; foi um dia como os demais, exceto pela tentativa inútil de localizar meu parceiro; fiz algumas diligências em lugares conhecidos e e soquei alguns escrotos pelas quebradas, porém não logrei êxito em obter pistas do paradeiro do marido de Leila que por sua vez enviou várias mensagens de agradecimento com outras em que pedia que eu voltasse a vê-la, algo que naquele momento não passava pela minha cabeça. No início da noite saímos para uma operação programada retornando com algumas prisões pequenas que deixaram a equipe frustrada. Passava da meia-noite quando Lana deu o ar da graça procurando inicialmente por Lemansky e depois por mim. Quando eu comecei a falar que não sabia do meu parceiro, ela me interrompeu afirmando que tinha informações sobre a chegada no dia seguinte de uma carga de armas contrabandeadas destinadas a uma facção criminosa; ela teclou os dados que tinha em uma mensagem para mim e eu disse que precisava checar e depois movimentar o pessoal para elaboração de um plano a fim de dar o flagrante; Lana acenou com a cabeça já querendo saber se ganharia alguma coisa em troca ao que respondi que somente se suas informações resultassem em prisões interessantes poderíamos conversar sobre retribuição. "Tudo bem ..., mas tem outra coisa ..., se o seu amigo não der sinal de vida vou até a casa da cornuda e entrego o ouro pro bandido, entendeu?", replicou ela em tom ameaçador, que me deixou raivoso a ponto de querer encher a cara dela de porrada, porém me contive, pois o momento certo não tardaria. Ao amanhecer tínhamos nos dado bem com prisões e apreensões deixando a equipe feliz e pronta para finalizar o plantão; elaborei os relatórios e deixei para o delegado assinar avisando que encerraria o expediente. No caminho me lembrei da ameaça de Lana e tornei a ligar para Lemansky que continuava desaparecido. Fui pra casa, tomei uma ducha e desci até a padaria próxima para meu café da manhã. No caminho de volta para casa recebo uma mensagem de áudio de Lana que me deixou ainda mais puto com ela. "Então seu amigo vai mesmo dar um perdido? É o seguinte, se ele continuar nessa vai se dar mal ..., sei onde a chifruda mora!", disse ela com tom zombeteiro e ao mesmo tempo ameaçador. Imediatamente, liguei para ela e disse que aguardasse, pois eu estava indo ao seu encontro. Desci do carro naquela região decadente do centro velho da cidade e rumei para o cafofo da vadia que ficava no terceiro andar de um prédio quase em ruínas. Assim que ela abriu a porta eu a empurrei com violência segurando seu pescoço e fitando seu rosto amedrontado. "Tá querendo o quê, vagaba! Ah! Acho que sei o que você precisa!", rosnei com olhar agressivo. Antes que Lana pudesse reagir atirei-a sobre o sofá cuidando de trancar a porta e já mandando que ela tirasse a roupa. "Vem tirar, seu puto!", respondeu ela com tom zombeteiro; eu estava com sangue nos olhos e parti pra cima rasgando a camiseta expondo as tetas um pouco flácidas mas ainda suculentas. Fiz o mesmo com a bermuda de tecido mole e meti a mão entre as pernas dela chuchando sua buceta com dois dedos ouvindo seus palavrões cuja entonação mais parecia uma provocação. Prossegui dedando a buceta da vadia que logo experimentou um primeiro orgasmo que foi sucedido por outros. "Tá gostando né, sua puta! E isso é só o começo!", tornei a grunhir recebendo de volta um sorrisinho descarado; deixei-a livre apenas tempo suficiente para tirar a roupa, puxá-la pelos cabelos até que ficasse de joelhos e já esfregando o bruto enrijecido em seus lábios. Lana fingiu relutância, mas logo estava mamando a como se não houvesse amanhã. Sem aviso segurei-a pelos cabelos socando o bruto com força dentro de sua boca até deixá-la quase sem ar e prossegui alheio ao seu olhar ansioso; fodi aquela boca até lágrimas saírem dos olhos de Lana e então dei um intervalo apenas o suficiente para pegá-la pelos cabelos arrastando-a em direção ao quarto onde a joguei de bruços sobre a cama já me preparando para continuar com o merecido castigo. Com gestos embrutecidos fiz com que Lana se pusesse de quatro sobre a cama apertando suas nádegas e roçando o rego entre elas com a cabeça do membro; Lana começou a se contorcer ensaiando uma fuga, mas eu a segurei com mais força dizendo que resistir poderia ser bem pior para ela. Ela fingiu ceder, porém assim que encontrou uma brecha saltou da cama correndo em direção ao banheiro onde eu a prensei entre a porta e o batente. Chutei a pate interna de seus calcanhares separando suas pernas enquanto metia dedos no rego enfiando dois deles no selo fazendo a cadela gritar tentando se safar; apertei sua garganta com uma das mãos usando a outra para conduzir a vara na direção do alvo desferindo algumas socadas fortes até conseguir romper a resistência laceando o orifício a avançando com a glande para dentro dele. Lana soltou um grito agudo que foi abafado por um aperto em sua garganta e eu iniciei uma série de estocadas fortes e profundas até ter o membro enterrado no seu rabo; Lana já não tinha forças para mais nada a não ser implorar que eu parasse, algo que sequer passava pela minha cabeça; a curra começou com socadas sempre fortes, sempre profundas em uma cadência crescente até se tornar frenética. Os gemidos e gritinhos histéricos de Lana eram a prova que a dor dera lugar ao tesão com ela se entregando à curra que eu lhe impunha com golpes profundos ao mesmo tempo em que apertava suas mamas, beliscava seus mamilos e controlava o enforque em sua garganta, algo que certamente ampliou o prazer da cadela; castiguei aquele cu a ponto de sentir a ardência provocada pelo atrito se tornar um incômodo que suportei já que o tesão falava mais alto. "Argh! Porra! Você tá me rasgando! Afff! Ahhh! Tô gozando! Tô gozando, seu calhorda!", murmurava ela ainda recebendo meus golpes furiosos no orifício que já estava arregaçado; tomado por uma mistura de tesão com desejo de castigar a vadia que ameaçou Leila eu socava sem parar, experimentando um desempenho que até então eu desconhecia, mas que naquela situação era muito bem vindo. E com gotas de suor prorrompendo nas têmporas senti um espasmo seguido de algumas contrações musculares involuntárias que logo resultaram em uma gozada abundante jateando esperma dentro do reto da vadia. Depois de nos desengatamos, soltei Lana sobre a cama e me deitei ao lado dela buscando recuperar algum vigor necessário para ir embora. "hummm, se prometer que vem aqui me enrabar de vez em quando, prometo que deixo a corninha em paz ..., mas tem que prometer, viu?", respondeu Lana quando exigi que ela jamais procurasse Leila em qualquer hipótese. Depois de uma ducha, me vesti e saí daquele muquifo e procurei um boteco onde pude tomar um café revigorante. Estava a caminho do carro quando o celular vibrou com uma mensagem. "Oi, Victor! Não quero mais saber do Lemansky, quero saber de você!", dizia o texto; parei e pensei para onde tudo estava caminhando e depois de ponderar que meu parceiro dera um sumiço geral deixando duas fêmeas à deriva, peguei o celular e respondi para Leila que estava indo ao seu encontro. A partir daquele dia eu trepava com Leila sempre que possível tendo Lana no meu encalço se mostrando uma vadia insaciável e me fazendo suspeitar que ela poderia ser o motivo do desaparecimento de Lemansky que não aguentou o tranco!
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