Naquela época, no bairro em que vivíamos ainda haviam algumas chácaras que sobreviviam resistindo aos avanços galopantes da modernidade; elas ficavam na parte mais baixa e recuada próxima de um córrego caudaloso que servia como fonte para o cultivo; os proprietários dessas chácaras costumavam comercializar seus produtos na feira livre que acontecia sempre às terças-feiras, porém minha avó que conhecia todos de longa data se habituara a adquirir os alimentos frescos direto na fonte e sua principal fornecedora era uma chacareira de nome Neusa, uma morena baixinha de corpo cheinho, cabelos curtos encaracolados, rosto com algumas marcas do tempo e da vida, porém sempre sorridente e chegada em um gracejo maroto. Usando uma calça jeans surrada e batas desgastadas e sempre sujas diante do trabalho exercido ela adorava nos receber sempre fazendo trocadilhos insinuantes para mim que retribuía com a mesma maledicência. Em uma manhã de sábado fui até a chácara de Neusa com um pedido de minha avó que queria pés de alface lisa e fiquei surpreso ao chegar na chácara e não encontrar a dona como de hábito na colheita das verduras; vasculhei o local sem sucesso até me dar conta da residência de Neusa que ficava no limite da propriedade próxima do córrego; era uma casa simples com paredes de alvenaria descascada e cobertura de telhas paulistinhas, portas e janelas carcomidas demonstrando um péssimo estado de conservação; eu nunca havia entrado naquele lugar, mas segui o instinto de me aproximar em silêncio e foi nesse instante que ouvi algo parecido com gemidos e rangidos que se misturavam despertando não apenas minha curiosidade como também minha libido o que me levou a procurar a origem desses sons confusos. Dei a volta na casa até ver uma janela com alguns vidros quebrados e outros um pouco sujos de onde provinham os ruídos e procurei uma maneira de espiar o que acontecia no interior; fiquei de cócoras olhando através de uma vidraça quebrada e quando vi do que se tratava tomei um susto, pois era Neusa, pelada, deitada em uma cama barulhenta batendo uma siririca furiosa gozando e gemendo a valer! Aquela cena me deixou tão excitado que não resisti em pôr o bruto já duro como pedra para fora começando a me masturbar com o mesmo vigor, de tal modo que, mesmo a distância parecíamos unidos naquele momento luxurioso. Aquela gordinha pelada era muito suculenta e a manipulação que realizava naquele momento somado com sua outra mão apertando as tetas e beliscando os mamilos me deixavam tão enlouquecido que minha punheta ganhava uma veemência alucinante. Por algum tempo eu a acompanhei no mesmo ritmo, porém acabei finalizando antes dela que prosseguiu na siririca chegando a meter três dedos na sua gruta. Eu queria continuar observando, mas preferindo evitar flagrantes depois de ejacular tentei, ao mesmo tempo, me recompor e levantar o que acabou fazendo com que eu perdesse o equilíbrio caindo sobre uma pilha de caixotes de madeira, fazendo o maior estardalhaço chamando a atenção de Neusa que saiu da casa vindo até onde eu estava; ela usava uma espécie de camisola de botões e assim que me viu colocou as mãos na cintura exibindo uma expressão raivosa. "Eita, moleque tarado! Tava fazendo o quê aqui, hein? Me vendo pelada ..., olha! Até bateu uma, né, seu descarado!", esbravejou ela com um tom nada convincente apontando o dedo para minha pistola meia bomba que ainda pendia para fora da calça. Naquela situação eu não tinha como negar minha safadeza e acenei com a cabeça pedindo desculpas observando o olhar de Neusa mais fixado na minha pistola e sua expressão se tornando mais lasciva se controlando para não levar a mão para baixo da camisola a fim de iniciar uma nova siririca. Por conta disso ficamos ali, parados, um olhando para o outro sem saber muito bem o que fazer a seguir. Sem tirar os olhos da minha pistola, Neusa avançou em minha direção, sendo que eu tinha uma vontade enorme de fugir, mas sentia uma espécie de paralisia impedindo que pudesse mexer um músculo sequer, rendido diante da ansiedade mesclada com o temor; repentinamente, Neusa estendeu a mão esquerda colocando-a debaixo do membro me deixando arrepiado; ela ergueu o bruto examinando e percebendo que uma nova ereção estava prestes a acontecer. “Vem comigo, moleque safado!”, ordenou ela libertando o membro enquanto me dava as costas caminhando de volta para dentro da casa; impelido pela excitação obedeci à sua ordem seguindo-a. Assim que entramos sala despojada do imóvel ela se voltou para mim observando que a ereção seguia seu curso e depois de um risinho maroto ela se livrou da camisola exibindo sua nudez diante de meu olhar embasbacado. “Moleque abusado! Gosta de uma safadeza, não é?”, perguntou ela enquanto colava seu corpo ao meu passando seu braço esquerdo em torno da minha cintura, enquanto prendia o bruto com a mão direita explorando a rigidez e apalpando suas dimensões chegando a segurar as bolas dando apertões com força controlada, mas que repercutiram em mim de imediato, soltando um gemido entrecortado. “Olha só, safado? O bichão tá crescendo! Ficando duro! Tá pedindo uma punheta, né?”, comentou ela com tom sapeca já dando início a uma punheta dedicada enquanto eu me limitava a acenar com a cabeça tendo meu corpo tomado por arrepios e pequenos espasmos. Eu sentia os peitos dela roçando meu braço como uma forma escancarada de provocação. -Eu gosto disso! Ter o macho na mão! – comentou ela sussurrando perto do meu ouvido ainda manipulando o membro – Posso fazer o que quiser, não é? Posso usar o quanto quiser …, e você gosta, né? Todo o homem gosta! Mais uma vez acenei com a cabeça submisso ao domínio exercido pela fêmea tendo nas mãos meu membro rijo que ela manipulava com incrível maestria; Neusa me masturbou controlando a aproximação do meu clímax, pois sempre que percebia meu estremecimento seguido de contrações musculares involuntárias, ela interrompia a manipulação apertando as bolas com tal intensidade conseguindo cessar o ímpeto e logo depois retomando a masturbação que se prolongou por um bom tempo chegando a me deixar alucinado por um gozo necessário e merecido. “Agora, o machinho vai gozar porque a dona do seu pinguelo quer!”, anunciou ela intensificando a manipulação até culminar em um gozo abundante com jatos de esperma se projetando no ar e despencando sobre o piso de cimento queimado encerado com cera tipo vermelhão. Enquanto eu me contorcia, Neusa me mantinha preso a ela apertando minha cintura e se deliciando com a visão do sêmen encharcando o chão; ao final ela me libertou e eu estava ofegante, quase cambaleando para trás procurando me controlar para não cair. “O que você veio fazer aqui, moleque?”, perguntou ela enquanto vestia a camisola ao que respondi que viera a mando da minha avó que queria pés de alface lisa; com um ar de desdém, Neusa saiu para o quintal dos fundos e de lá retornou com um pequeno caixote da hortaliça. “Toma! Pode levar e fala pra sua avó que depois a gente acerta …, vou marcar na caderneta …, Ah! E tem outra coisa …, quero você aqui amanhã de manhã, entendeu?”, asseverou ela com seu tom ríspido. Tentei argumentar que o dia seguinte era um domingo e sair de casa era algo difícil …, Neusa acabou se irritando. -Não quero saber de nada! Dá seu jeito, safado! – tornou ela a esbravejar elevando o tom de voz. Voltei para casa maquinando como voltar à chácara no dia seguinte sem despertar a atenção indesejada da família e já imaginando o que me esperaria. Minha avó e também minha mãe não esconderam a expressão aturdida quando, na manhã de domingo, anunciei que iria à missa, mas ficaram felizes em saber da notícia; tomei apenas café sem açúcar e fui à luta; quando cheguei ao cruzamento com o córrego, tendo a avenida que dava para a igreja do outro lado, mudei meu trajeto adentrando em uma viela que dava para as para a parte detrás das chácaras chegando a um charque onde lamentei estar usando roupas de domingo e minha botina predileta. Quase afundando o pé na lama consegui chegar ao meu destino e ao me aproximar da casa de Neusa esta já estava a minha espera com um ar de impaciência. "Vixe, moleque! Tira essa botina antes de entrar em casa ..., e depois vai logo tirando a roupa!", ordenou ela enquanto apontava o dedo para o interior da casa. Com o tesão nas alturas, tirei a bota, entrei na casa avançando até a sala onde fiquei pelado esperando por Neusa. Fiquei estupefato quando ela entrou já sem roupas me examinando de cima a baixo com um olhar guloso. Ela então tomou minha mão e juntos fomos para o quarto onde ela se deitou abrindo as pernas exibindo a greta coberta por uma camada de pelos encaracolados. "Muito melhor que uma siririca é um macho chupando minha buceta ..., vem aqui e me chupa bem gostoso, seu descarado!", tornou ela a ordenar com um tom mais enfático. Não perdi tempo em me aninhar entre as pernas de Neusa caindo de boca na sua gruta usando a ponta dos dedos para arreganhá-la possibilitando linguadas que se alternavam entre superficiais e profundas, gesto que imediatamente surtiu efeito com a chacareira ora gemendo, ora gritando apertando os seios e beliscando os mamilos. Após um bom tempo sem Agatha, Neusa se tornou a fonte da minha satisfação, tanto é verdade que eu não me cansava de linguar sua buceta com ela chegando ao ponto em que não tinha mais controle sobre suas reações. "Espera! Vamos fazer um meia nove!", disse ela já afastando minha cabeça enquanto me puxava para cima da cama de barriga para cima vindo a se colocar sobre mim em posição invertida, de tal maneira que eu tinha novamente sua buceta ao alcance da minha boca assim como ela tomou o bruto na mão fazendo-o desaparecer dentro de sua boca ávida. Não precisei de muito esforço para fazê-la gozar gemendo gaguejante e abafada com minha pistola em sua boca sendo que após o primeiro gozo experimentei uma onda orgásmica vertendo de sua gruta para minha boca e em seguida para minha garganta. Aquela era a primeira vez que fazia sexo oral naquela posição e fiquei encantado desejando que assim permanecêssemos o quanto tempo fosse possível. Todavia, minha vontade não se concretizou quando o clímax me atingiu em cheio sobrevindo num rompante incontrolável fazendo com que o sêmen jorrasse na boca de Neusa me assustando com a sua reação, que, para minha surpresa se revelou com ela retendo e engolindo a carga com gosto cessando apenas quando saciou sua sede de leite de macho. Estávamos suados com ela se mostrando um pouco exausta saindo de cima de mim e se deitando ao meu lado. “Caralho, moleque, você é foda! Fazia tempo que eu não tomava uma leitada dessas! Foi bom demais!”, comentou ela com tom elogioso sem me encarar limitando-se a olhar para o teto. -Você pode ir! – alertou ela com o mesmo tom ríspido de sempre quando avisei que estava chegando a minha hora – mas semana que vem quero mais! Tive vontade de responder que por mim viria todos os dias, mas contive esse ímpeto preferindo apenas sorrir acenando com a cabeça. Difícil foi voltar para casa com uma explicação para a barra da calça e as botinas e enlameadas, e sinceramente não me lembro mais que desculpa sem pé nem cabeça usei para justificar o acontecido. Durante aquela semana fiquei matutando uma nova desculpa para sair de casa no domingo pela manhã, porém a providência me ajudou quando meus pais mais minha avó materna avisaram de um compromisso familiar exatamente na manhã de domingo, justificando que eu deveria ficar em casa, pois, segundo eles, os assuntos a serem tratados eram “coisa de gente adulta”; tive que esconder o regozijo pela notícia, já fazendo planos para meu novo encontro com Neusa, sendo que na manhã de domingo, logo depois da partida de meus pais corri para a chácara cheio de expectativa e também de tesão. “Vixe, moleque! Hoje não vai dar, não …, tô de chico!”, disse Neusa assim que entrei em sua casa jogando um balde de água fria nos meus planos. Sinceramente, não sei o que me deu naquele momento que tomei Neusa pela mão arrastando-a para o quarto e arrancando sua roupa na marra. “Moleque tarado! O que você tá querendo, hein? Ah! Já sei! Quer torá meu cu, né? Mas será que essa piroca aguenta o tranco?”, comentou ela com tom maroto já tomando minha pistola na mão aplicando uma punhetinha. Aquelas palavras ecoaram na minha mente fazendo meu corpo vibrar e antes que eu pudesse responder, Neusa estava de cócoras mamando o bruto afirmando que precisava deixá-lo bem azeitado para a curra; e no curso da mamada ela babou muito deixando o membro bem babado. Logo depois ela pegou alguma coisa na gaveta da cômoda da qual espremeu em uma das mãos, abrindo as pernas, empinando o traseiro e esfregando no rego; fazia com tanta ênfase que percebi momentos em que ela chegava a dedar o orifício num ato preparatório. “Vamos ver se você é macho de verdade! Vem! Mete esse cacete no meu rabo!”, exigiu ela com tom exasperado enquanto se punha de quatro sobre a cama afundando o rosto no travesseiro e empinando o traseiro roliço de proporções perfeitas usando as próprias mãos para separar as nádegas escancarando o rego onde pude ver o brioco piscando insolente; subi na cama de joelhos e tomei posição segurando Neusa pela cintura e partindo para um ataque com socadas desordenadas que logo irritaram a feirante. “Assim não, porra! Segura o cacete e soca no alvo! Me enraba seu puto!”, vociferou ela com tom irritadiço. Respirei fundo e me concentrei segurando o bruto pela base dando pinceladas que fizeram Neusa gemer gostoso e sem aviso soquei com força obtendo êxito em romper as pregas do lacre enfiando a chapeleta no selo laceado. Neusa soltou um grito e logo a seguir berrou para que eu metesse o resto o que fiz com socadas fortes e contundentes até sentir o bruto metido por inteiro dentro do selo arregaçado de Neusa que gemia, suspirava e gritava ainda insistindo para que eu passasse a sacar e enfiar o bruto; comecei com movimentos lentos que logo foram ganhando cadência a profundidade culminando em uma foda anal alucinante (minha primeira foda anal na verdade!). Estávamos no auge delirante da enrabada quando Neusa começou a gemer sem parar anunciando que estava a gozar o que me surpreendeu, porém não fez com que interrompesse o ritmo do empalamento que algum tempo depois resultou no meu clímax vibrante com o corpo tomado por um estremecimento involuntário enquanto o membro pulsava despejando sua carga dentro do rabo da feirante. Em minutos estávamos estatelados sobre a cama sendo que Neusa fez questão de mostrar o lençol manchado de seu líquido seminal misturado com sangue coagulado. “Olha só o que você fez, seu puto! Ah! Mas foi bom demais! Fazia tempo que não ganhava uma enrabada tão gostosa!”, comentou ela disfarçando o tom elogioso. Depois daquele domingo rememorando minha experiência com Agatha e agora com Neusa eu me sentia um macho de verdade, muito embora mantivesse o bico calado, pois não queria expor as mulheres que me deram tanto prazer; entretanto, na escola eu percebia alguns olhares femininos diferentes que antes me ignoravam e que a partir de então me observavam.
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