Aquele era mais um final de tarde, início de noite de uma sexta-feira modorrenta comigo estirado no sofá de camiseta e calção, latinha de cerveja na mão, assistindo uma disputa de MMA no canal pago sem qualquer vibração; ao meu lado, Letícia, minha esposa com as pernocas no meu colo lixando as unhas com um olhar absorto. De vez em quando eu olhava para ela e me perdia em pensamentos pra lá de libidinosos; aquela linda gordinha peituda, loira natural de longos cabelos lisos, com lábios carnudos, bochechas rosadas e um ar sapeca havia me conquistado desde a primeira vez que nos vimos …, foi logo no primeiro ano da faculdade e eu não sosseguei até conseguir um “date” com ela que se fez de difícil, mas acabou cedendo; e logo nesse primeiro encontro depois de umas biritas acabamos no meu carro com ela mamando minha pistola até me fazer gozar enchendo sua boquinha com leite de macho. E depois dessa mamada nós nunca mais nos separamos; combinamos de concluir a faculdade antes de juntar os panos de bunda, porém um fogaréu de tesão nos consumia dia após dia; sempre que tínhamos uma brecha corríamos para a cama mais próxima onde a safada me cavalgava com a piroca entrando e saindo de sua linda bucetinha lisa e rechonchuda gozando horrores enquanto me chamava de safado, descarado e outros adjetivos que serviam apenas para me deixar ainda mais excitado; na maioria das vezes nossa trepada acabava com ela aninhada entre as minhas pernas, mamando a pistola até me fazer gozar enchendo sua boquinha. Certa ocasião, ela estava tão doida que no final das aulas do dia me fez entrar no banheiro feminino, baixando a bermuda exibindo sua bucetinha molhada implorando por uma foda ali mesmo! Com o tesão nas nuvens e sem pensar nas consequências do nosso ato não resisti fazendo com que ela me desse as costas apoiando as mãos na parede, abrindo as pernas e empinando o traseiro roliço a espera de uma boa pirocada; eu botei o bruto para fora e depois de umas pinceladas bem acentuadas meti com força preenchendo a gruta com minha pistola estocando sem dó nem piedade; vez por outra eu me via obrigado a tapar sua boca com minha mão impedindo que os gemidos acabassem denunciando nossa safadeza. Voltando do devaneio olhei para os dedinhos gordinhos de seus pés com as unhas pintadas de vermelho e me lembrei que eles se contraíam sempre que o gozo aflorava em seu corpo durante nossas trepadas fortuitas e como eu achava aquilo lindo de se ver. A vibração do celular fez com que eu fosse arrancado dos meus devaneios obrigado a ver do que se tratava. “Hum, número desconhecido?”, pensei eu achando que fosse mais um spam, mas logo descobrindo que se tratava de uma mensagem de texto. “Oi safadão! Tá em casa com a esposinha? Que pena! Mas, tudo bem, pois eu estou com um macho pirocudo novinho!”, dizia a mensagem com letras em negrito, que fez um arrepio percorrer minha espinha. Pensei em todas as possibilidades, e mesmo assim não tinha ideia de quem estava por trás daquela armação. “Precisa responder não, safado! Eu entendo …, Ah! Mais uma coisinha, esse macho aqui já fodeu a bucetinha da Letícia sem você saber! Espera que vou te mandar uma fotinho!”, era o texto da mensagem seguinte; era tudo uma loucura total! Uma pessoa que eu não sabia quem era dizia que minha Letícia estava coroando minha cabeça com uma galhada? Eu me empertiguei sobre o sofá chamando a atenção de Letícia que perguntou se estava tudo bem; respirei fundo e acenei com a cabeça num esforço de controlar o desconforto que aquela situação causava em mim. Nova vibração e outra mensagem; desta vez era mesmo a foto de uma mulher, cujo rosto não aparecia, de quatro sobre a cama com uma pistolona enfiada em sua buceta. “Porra! Parece a Letícia!”, pensei eu aturdido e alarmado. Eu não conseguia acreditar …, não era possível imaginar que minha gordinha tesuda estava trepando com outro macho! Isso era inaceitável e eu senti ímpeto de confrontá-la ali mesmo, porém quando nos entreolhamos eu não tive coragem de fazê-lo. “Ainda não acredita, né? Então olha o vídeo que vou te mandar!”, era o conteúdo da nova mensagem do tal número desconhecido me deixando em um estado de aflição e insegurança; difícil de acreditar no que estava acontecendo! Minha mulher …, com outro? E quando o celular vibrou mais uma vez, confesso que hesitei muito em atendê-lo, chegando a despertar a curiosidade de Letícia que perguntou se eu não atenderia o chamado. Imediatamente, me levantei um tanto sobressaltado e respondi que era uma ligação do trabalho que precisava atender saindo da sala em direção à varanda do apartamento, onde tomei o cuidado de fechar a porta de vidro, me esconder atrás da coluna lateral e abrir a mensagem; o que se descortinava diante dos meus olhos era algo insólito com uma mulher de quatro sobre a cama tomando pirocadas furiosas em sua buceta enquanto gemia, gritava e pedia mais! O sujeito socava impiedosamente alternando vigorosos tapas nas nádegas da parceira chamando-a de “vadia”, “cadela”, e outros adjetivos descarados; a mulher gemia e gritava ainda mais chamando o parceiro de “safado pirocudo”, e outros nomes que simplesmente me deixavam atordoado; só recuperei o senso quando o vídeo chegou ao fim. “Tá esperando o quê? Vai lá e castiga a loirinha com uma foda com direito até de uma enrabada!”, dizia a mensagem que veio logo a seguir; eu desfrutava de uma mistura de revolta e um tesão descontrolado que quase me cegava. Desliguei o celular e voltei para a sala ficando de pé ao lado de Letícia que ao perceber minha presença ergueu o olhar e sorriu; em troca arriei o calção exibindo minha pistola dura e pulsante; Letícia mirou o bruto com um olhar faiscante levando sua mãozinha até ele para fazer carícias antes de segurá-lo pela base dando longas lambidas e elogiando as dimensões. Sem pensar segurei sua cabeça e enterrei o membro em sua boca socando com vigor com ela tentando controlar meu ímpeto apertando o bruto pela base. Saquei o membro bem babado e tomei-a pelo braço fazendo com que ela se levantasse e juntos fomos para o quarto onde ela já se despiu cheia de empolgação; assim que se deitou, abriu as pernas exibindo a linda bucetinha depilada usando os dedos de uma mão para acariciá-la; eu sabia que ela precisava de uma amaciada, e me atirei entre suas coxas grossas usando os dedos para escancarar a danada desferindo um banho de língua cheio de ardor, o que logo fez Letícia atingir o gozo que se sucedia sem parar; entre as linguadas eu aproveitava para meter dois dedos dentro da gruta fazendo Letícia reagir com gritinhos histéricos. Quando me dei por satisfeito subi sobre ela já procurando enterrar o pinguelo na greta o que consegui sem muito esforço ajudado por Letícia que ao se sentir preenchida não conteve um grito mais contundente me chamando de “seu macho tesudo!”; passei a fodê-la com movimentos pélvicos veementes sempre procurando meter o mais fundo possível arrancando indizíveis gritos, gemidos e orgasmos. Eu estava decido a dar a Letícia uma foda que jamais esqueceria, procurando superar meus desempenhos anteriores, alheio que após um bom tempo aquele esforço já cobrava seu preço com dores agudas nos quadris e na cintura. Os gemidos e orgasmos de minha esposa serviam de estímulo adicional para resistir à demanda fisiológica e anatômica que me castigavam brutalmente, pois o que eu queria era que também ela atingisse seu limite físico, o que era algo que demorava a acontecer; porém, as expressões faciais dela denunciavam que seu corpo estava beirando a limitação com ela balbuciando resmungos pedindo que eu gozasse logo, pois sua bucetinha já estava ardendo. “Aguenta, vadia! Ela ainda vai arder muito!”, vociferei com tom rouco e quase ameaçador, com ela reagindo com um olhar ainda mais ardente parecendo se deliciar com minhas palavras. Assim prosseguimos transpondo limites que desconhecíamos com Letícia já experimentando uma mescla de prazer salpicado por dorzinhas incômodas que se revelavam por suas expressões faciais. Finalmente, capitulei após uma socada forte e profunda experimentando um orgasmo que também mesclava, prazer, dor e alívio; permaneci sobre ela pesando meu corpo contra o dela, sentindo nossos corações descompassados, as respirações arfantes e o suor prorrompendo por todos os poros; num último esforço me ergui desabando sobre a cama a lado dela e após alguns minutos ela se voltou para mim segurando meu rosto enquanto seus lábios procuravam pelos meus; foi um beijo lascivo e também delirante, com minha mente rememorando o vídeo que assistira algum tempo atrás e me sentido parcialmente vingado …, mas estávamos apenas no começo! Sugeri então que tomássemos um banho e Letícia acenou com uma expressão eufórica. Dentro do box com a água morna escorrendo por nossos corpos retomei as preliminares ensaboando o corpo dela com uma esponja macia esfregando sobre os mamilos com ela retribuindo com uma punhetinha safada; soltei a esponja e tomei os peitos lindos nas mãos apertando-os ouvindo-a gemer oferecida; alternei os mamilos em minha boca dando chupões enfáticos provocando a fêmea ao delírio que já murmurava uma súplica por uma nova foda. E eu não me esquivei do novo embate pondo-a de costas exigindo que ela abrisse as pernas e empinasse o traseiro permitindo que eu a invadisse. Comecei a tortura esfregando a glande na entrada da gruta com Letícia gemendo e implorando para sentir o bruto dentro de si, e comigo permanecendo com a provocação colando minha boca em sua orelha proferindo provocações que elevavam o nível do tesão que nos envolvia e que culminou com uma socada forte e profunda arregaçando a bucetinha que ainda se recobrava dos últimos maus-tratos que lhe foram impostos fazendo Letícia gritar enlouquecida; as estocadas foram ganhando ritmo compassado resultando em uma nova onda orgásmica sacudindo o corpo de minha esposa cujos gemidos já se mostravam entrecortados diante do prazer que experimentava; segurando-a pela cintura não arrefeci golpeando com uma intensidade voraz ainda imaginando minha gordinha trepando com outro macho. Após um périplo alucinante minha gordinha já não se cabia de tanto prazer, tornando a balbuciar um pedido para que eu a finalizasse com mais uma leitada enchendo sua bucetinha, o que me levou a tomar suas mamas nas mãos ao mesmo tempo em que golpeava com toda a energia que ainda dispunha até que atingíssemos juntos um gozo quase atordoante chegando a ceifar nossa consciência por um breve segundo. Mantive Letícia aprisionada na mesma posição fazendo-a sentir o bruto ainda rijo pulsando dentro de sua gruta esgotando a carga de sêmen que irrigava suas entranhas. Tomados por uma exaustão absolutamente incomum nos secamos de qualquer jeito, saindo do box e cambaleando em direção da cama onde desabamos caindo em um torpor físico. Era manhã de sábado, dia do futebol obrigatório com a rapaziada, e assim que abri os olhos vasculhei em busca da minha gordinha que já havia se levantado; encontrei-a na cozinha pelada preparando nosso desejum matinal com uma expressão de regozijo iluminando seu rosto; eu ainda custava a acreditar que ela havia me traído, porém as imagens do vídeo ainda estavam vivas em minha mente. Tomamos o café da manhã com ela perguntando se eu estava pronto para encontrar a rapaziada. “Hoje eles tem que se virar sem mim …, porque estou querendo outra coisa!”, respondi com um tom insinuante; Letícia me fitou com uma expressão aturdida e antes que ela pudesse reagir, tomei-a pela mão e voltamos para o quarto, onde mandei que ela ficasse de quatro sobre a cama; com um olhar curioso ela obedeceu enquanto eu procurava por uma bisnaga de gel lubrificante partindo para o embate final. Comecei espalhando o gel no rego entre as nádegas dela ouvindo seus gemidinhos sapecas. Sem aviso dei uma dedada abusada no selinho dela que resmungou baixinho; untei o bruto que já estava pronto para a batalha e comecei pincelando a glande no rego deixando que ela pensasse que seria apenas uma foda estilo “cachorrinho”, porém peguei-a de surpresa socando com força contra o brioco fazendo-a soltar um gritinho tentando um recuo estratégico que eu impedi segurando-a pela cintura e tocando furor em socadas mais contundentes até obter êxito em romper a resistência, laceando o pequenino com a cabeça do intruso; Letícia não conteve um grito lancinante suplicando para que eu parasse, o que serviu apenas para me impelir a socar com mais força enterrando o bruto aos poucos até arregaçar o selo preenchendo-o por completo. O que se sucedeu foi uma saraivada de socadas enérgicas enfiando e sacando o bruto alheio aos reclamos de Letícia que gemia, gritava reclamando da dor que a assolava. “Sossega minha cadelinha! Relaxa que dói menos!”, grunhi sem perder o ritmo da curra que foi se tornando ainda mais intensa e profunda até o instante em que os gritos dela foram mitigados por gemidos lascivos e enfáticos indicando que a dor fora suprimida pelo prazer, o que me estimulou de uma forma avassaladora socando e sacando com toda a força do meu corpo. Um gemido mais entusiasmado foi o sinal de que pela primeira vez minha gordinha experimentava um gozo anal o que me deixou exultante. E foi nesse clima que também eu cheguei ao ápice num orgasmo atroz feito de jatos de esperma encharcando o selinho corrompido de Letícia. Pouco depois estávamos na cama com ela rindo a valer sem que eu conseguisse compreender a razão de tal reação; e foi então que ela se levantou retornando com o celular em uma chamada de vídeo; do outro lado estava Isadora, a irmã de minha esposa e ambas riam a valer. “Então quer dizer que nossa pegadinha deu certo, né cunhado? Você pensou mesmo que era a Letícia te traindo?” Inocente! …, aquela era eu e o Otávio …, foi apenas para te provocar!”, comentou ela entre risos com Otávio aparecendo na cena em cima de Isadora; todos riam sem parar enquanto eu não sabia o que pensar, e Letícia se incumbiu de revelar o plano mancomunado com a irmã que era muito parecida com ela fingindo a foda com um amante inexistente. Por um momento eu ensaiei ficar fulo de raiva, mas os beijos e abraços da minha gordinha me fizeram ceder. “Eu queria muito que você me enrabasse, e pensei em um jeitinho bem sapeca para te convencer …, você me perdoa?”, perguntou ela com tom de gatinha manhosa que sempre me nocauteava. Olhei para aquele rostinho que me submeteu desde o primeiro dia em que nos vimos e sorri de volta enquanto ela desligava o celular para que nos beijássemos ardentemente!
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.