A maioria dos predadores costumam caçar à noite e comigo não é diferente, pois é nesse período que as presas estão mais indefesas, fáceis de serem capturadas; algumas vezes a coisa acontece de maneira incidental e nessas situações tudo fica ainda melhor. Estava sem carro por quase uma semana e saindo do trabalho muito tarde acabei pedindo um carro de aplicativo e qual não foi minha surpresa ao ver que o condutor era uma mulher; seu nome era Angélica, vinte e poucos anos, longos cabelos lisos presos em um coque, rosto juvenil, lábios finos e olhos escuros que pareciam sorrir. Imediatamente entabulamos uma conversa animada com ela se insinuando um certo interesse por mim, um homem mais velho e mais experiente, segundo ela própria. Aquilo despertou não apenas minha atenção como também minha libido de macho predador. "Olha, dando a real ..., os homens de hoje não tem aquela pegada, sabe? Aquela que deixa a mulher rendida e satisfeita!", foi a resposta dela quando adentrei em assuntos mais íntimos e interessantes para mim. "Talvez, você não tenha encontrado o parceiro certo ..., ou talvez não soube onde procurar!", respondi com tom maroto e insinuante ao que Angélica concordou com um aceno de cabeça seguido de um sorriso provocante e ainda acrescido da pergunta: "E você sabe me dizer onde eu deveria procurar?". Aquelas palavras acenderam a luz de alerta elevando ainda mais a minha libido e eu respondi que se ela quisesse eu poderia lhe mostrar com detalhes; havíamos chegado ao destino final no prédio onde resido e Angélica não contendo algo mais que mera curiosidade desligou o aplicativo de viagens perguntando se eu estava disposto a mostrar-lhe onde procurar, ao que lhe respondi que lhe mostraria onde e quando desde que me acompanhasse até o meu apartamento; enquanto caminhávamos em direção ao hall de elevadores fiquei apreciando a beleza de Angélica dona de um corpo esguio com detalhes pecaminosamente generosos e inquietantes, metidos em uma calça legging e uma camiseta de malha bem justa que enalteciam o contorno de suas formas deliciosas; eu caminhava pronto para saborear aquela fêmea como ela merecia, desenhando situações em minha mente que fariam Angélica enlouquecer de prazer. Assim que entramos no apartamento, eu a empurrei contra a parede pressionando meu corpo contra o dela enquanto apertava suavemente seu pescoço ouvindo-a suplicar por um beijo; explorei sua boca com minha língua mantendo seu pescoço apertado afrouxando apenas nos momentos certos recebendo em troca seu ventre roçando o meu sentindo o volume pulsante exigindo sua libertação; nos entreolhamos e eu percebi a luxúria estampada nos olhos de Angélica libertando-a apenas para fazê-la ficar de joelhos mandando que abrisse a minha braguilha; ela obedeceu permitindo que meu membro saltasse para fora ao alcance de sua boca; ela esboçou um gesto para abocanhá-lo, mas eu me antecipei segurando-o na mão passando a golpear o rosto dela com ele. “Isso! Isso! Bate! Bate na sua puta …, sou sua puta!”, balbuciava ela enquanto eu golpeava seus rosto com o bruto. A certa altura mandei que ela abrisse a boca e meti a vara dentro dela segurando seus longos cabelos e socando com força a ponto de quase fazê-la engasgar, cessando o assédio no momento certo. Quanto mais eu socava o bruto em sua boca, mas ela gostava gemendo como uma cadela e babando no membro; a certa altura abandonei aquela diversão pondo-a de pé e tirando sua roupa até deixá-la nua por completo; segurei aquelas mamas de tamanho médio firmes e com os mamilos intumescidos ousadamente empinados apertando-as a fim de sentir sua textura; comecei então a chupar e mordiscar os mamilos que se alternavam em minha boca provocando mais gemidos suspirados e gritinhos estridentes com Angélica usando as duas mãos para segurar minha pistola aplicando uma punheta lenta com direito a massagem nas bolas. De rompante girei seu corpo sobre o eixo, dando uma chave de pescoço enquanto estapeava as nádegas e vasculhava o rego entre elas; enfiei o dedo médio no selinho apertado arrancando um grito histérico de Angélica que mesmo assim não fugiu do meu ataque; aquilo me deixou tão estimulado que tomei-a pela mão e juntos fomos para o quarto. Depois de colocá-la em decúbito dorsal ergui e flexionei suas pernas ordenando que assim permanecesse para que eu pudesse ir ao armário de onde voltei com as cordas necessárias. Realizei a técnica meticulosamente sob o olhar ansioso de Angélica, cuja pele arrepiada e uma tremedeira involuntária denunciavam a excitação que ardia em seu interior; amarrei-a de tal maneira que pulsos ficaram presos aos seus tornozelos tomando o cuidado de manter suas pernas abertas escancarando a vulva depilada e também o minúsculo orifício logo abaixo; pensei numa mordaça com bola, mas achei que não era necessário já que adoro ouvir minhas presas gemendo e gritando enquanto desfrutam de todo o prazer que merecem. No momento em que peguei o vibrador e iniciei um passeio por toda a extensão de bucetinha de Angélica ela começou a tremelicar chegando a se contorcer o que me deixou excitado e feliz por não ter circundado seu pescoço com um laço da corda o que poderia ocasionar um estrangulamento indesejado. Ao ver a gruta vertendo gozo profuso parei de usar o vibrador e me despi preparando para o grande ataque; cuidei de colocar um travesseiro debaixo de suas costas elevando a parte inferior de sua cintura e pélvis passando a pincelar a gruta com o membro saboreando os gemidos profundos acompanhados de gritinhos histéricos antes de enterrar o bruto de uma só vez fazendo Angélica soltar um grito estridente e demorado enquanto eu mantinha o membro enfiado em sua bucetinha; em seguida comecei a bombar com força e profundidade arrancando uma onda orgásmica descontrolada que fazia Angélica revirar os olhos e se contorcer involuntariamente ainda mais; prossegui castigando aquela bucetinha lisa e rosada que já ganhava um tom mais avermelhado correspondendo a ardência que eu sentia com as socadas sempre vigorosas. Em certo momento mantive o bruto enfiado dentro dela mirando seu rosto cuja expressão mesclada de languidez e ansiedade era por demais instigante vibrando em meu corpo e também em minha mente; quando ela já se acostumara ao bruto entrando e saindo de sua greta preparei o segundo ato; de uma vez só saquei a pistola e arremeti contra o selo anal estocando com fúria até obter êxito em rompê-lo numa curra impiedosa; Angélica soltou gritos lancinantes, porém seu olhar não indicava sofrimento, mas sim um desmedido prazer em ser empalada por um macho dominante. Se havia dor, se havia sofrimento, os olhos dela denunciavam algo bem diferente, pois Angélica resistia a tudo porque o prazer conduzia sua vontade. Depois de enterrar o membro no cuzinho dela, permaneci imóvel por alguns minutos me deliciando com seu rosto cheio de ansiedade, seu olhar suplicante e sua boca soltando gemidos que impregnavam o ambiente e ressoavam dentro de mim; saindo do transe causado pela fêmea linda e deliciosa que estava a mercê do meu desejo comecei a socar com movimentos lentos e profundos que logo ganharam intensidade alucinante chacoalhado o corpo aprisionado de Angélica no mesmo ritmo das estocadas; aproveitei ainda para dar beliscões em seus mamilos apertando-os com força produzindo o efeito almejado de mais tesão delirante. A curra avançou como nossos corpos empapados pelo suor e nossas respirações acentuadas e eu não resisti em dar alguns esfregões no grelinho inchado de Angélica obtendo como resultado um gozo profuso sob a forma de esguichos que me surpreenderam tamanha era a intensidade orgásmica dela. A foda anal prosseguiu por um bom tempo e somente chegou ao seu fim porque eu havia esgotado toda a energia vital de que dispunha acabando por ejacular encharcando o orifício arregaçado de minha parceira que em retribuição experimentou uma última esguichada me deixando lambuzado com seus líquidos misturando-se aos meus; mantive o bruto meia bomba enterrado no rabo de Angélica cuja respiração quase ofegante contrastava com seu semblante lívido e ao mesmo tempo tomado por uma suavidade envolvente. Com cuidado libertei-a das amarras tomando-a em meus braços para que nos beijássemos demoradamente presos um ao outro por um abraço que parecia não ter fim. Tomamos uma ducha e depois fomos dormir de conchinha com ela se aninhando a mim como uma gatinha procurando a proteção de seu dono. Pela manhã antes de mais nada, fiz questão de dar-lhe um plug anal de presente para que ela jamais se esquecesse que pertencia a mim; feliz e saltitante como uma colegial, Angélica deitou-se de bruços pedindo que eu o instalasse em seu selinho; antes de fazê-lo apliquei uma pomada curativa na região e em seguida introduzi meu presente ao som dos seus gemidinhos engasgados. Tomamos uma ducha e preparamos um café com ela insistindo em permanecer nua para meu deleite. “Olhe, só vou tirar meu presentinho quando você permitir …, e irei onde quiser para fazê-lo!”, afirmou ela antes de nos despedirmos me dando a certeza de que Angélica se tornara meu mais recente troféu de predador convicto.
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