Certo dia chegando em casa me deparo com meu marido e Alaor, seu melhor amigo sentados na sala com ares de desolação; cumprimentei o visitante e logo meu marido pediu que tivéssemos um particular; na cozinha me contou que Alaor descobrira que a esposa lhe metia chifres a torto e a direita sem seletividade, valendo qualquer macho que se dispusesse a fodê-la sendo que a gota d'água se deu quando ele a flagrou na cama do casal de quatro com um sujeito entuchando rola na sua buceta enquanto ela se incumbia de mamar a pistola de outro ... diante dessa narrativa deprimente meu marido ofereceu guarida ao amigo até que ele pudesse reorganizar sua vida pedindo que eu aceitasse a situação por algum tempo. Embora a situação de Alaor fosse algo doloroso eu não me sentia confortável em ter um outro homem dormindo sobre o mesmo teto que eu, porém ante a insistência de meu marido acabei me dando por vencida e meu marido ofereceu a ele o quarto de nosso filho que estava cumprindo serviço militar obrigatório em um quartel distante; um pouco constrangida arrumei o quarto e a cama para que Alaor pudesse se instalar e ele agradeceu dizendo que precisava passar em sua casa a fim de pegar alguns pertences pessoais; nos dias que se seguiram passamos a compartilhar nossa vida em comum com um outro homem, algo que por mais que eu tentasse me incomodava, trazendo lembranças de um passado que eu queria esquecer. O que meu marido não sabia era que seu melhor amigo e eu já tivéramos um affair compartilhando de uma intimidade bastante pecaminosa mesmo quando eu já estava noiva e somente terminamos porque ele conheceu sua esposa e eu celebrei meu casamento. Durante os dias que se seguiram eu percebia alguns olhares de Alaor que me deixavam insegura, mas eu procurava evitar correspondê-los, pois não queria lhe dar estímulos para avançar para além de nossos limites. Entretanto, havia momentos em que uma excitação crescia dentro de mim e mesmo me sentindo realizada com meu marido eu experimentava um tesão recolhido pelo meu ex. E tudo ficou ainda mais confuso no dia em que eu logo pela manhã saí do quarto só de calcinha e fui tomada de assalto com Alaor se preparando para entrar no banheiro; não contive o ímpeto de notar o volume em sua cueca boxer que eu conhecia muito bem, mas que ainda causava arrepios em meu corpo. Por um instante ficamos nos entreolhando sem proferir uma palavra até que ele tomou a iniciativa afirmando com um tom rouco e sério: "Puxa vida! Você continua gostosa como sempre! Seu marido é mesmo sortudo!". As palavras dele estavam tão carregadas de uma sinceridade envolvente que não consegui esboçar uma reação. -E você? Ainda lembra dele? - perguntou Alaor baixando a cueca expondo o bruto cujo enrijecimento era deliciosamente cruel fazendo minha xereca arder e choramingar. Trêmula e cheia de receio me aproximei tomando o membro na mão sentindo aquela dureza atroz e também aquelas dimensões alarmantes; Alaor sempre foi um macho bem-dotado e orgulhoso de seu dote e um dos motivos de nossa separação, já que ele não dava mole para uma buceta oferecida! Alheio a tudo isso ele permitia que eu manipulasse o bruto exibindo um olhar ardente e um sorriso inquietante; tive uma vontade incontrolável de tomá-lo na boca para uma mamada alucinante ... todavia ruídos provenientes do meu quarto nos deixaram alarmados com Alaor correndo para dentro do banheiro e eu retornando para o quarto onde pude ouvir o barulho do chuveiro ligado ... com a buceta queimando entrei no box para surpresa de meu marido. Debaixo do chuveiro enlacei seu pescoço e colei meus lábios aos dele em um beijo cheio de tesão; mesmo sem compreender nada ele desceu a mão metendo-a entre as minhas pernas descobrindo a vulva quente e úmida que tratou de dedilhar com maestria fazendo meu corpo estremecer seguido de um pequeno espasmo enquanto eu usufruía de um gozo delirante que foi sucedido por outros tão veementes quanto o primeiro. Eu estava transtorna que não hesitei em me pôr de cócoras tomando o membro enrijecido dele com a intenção de abocanhá-lo para uma mamada eloquente ... entretanto, ele me impediu lembrando que sexo oral não lhe apetecia preferindo que eu me erguesse e lhe desse as costas abrindo um pouco as pernas e possibilitando que ele encaixasse seu membro na direção da minha buceta. Eu obedeci empinando um pouco o corpo e logo sentindo o bruto me preenchendo com vigor e profundidade não perdendo tempo em iniciar uma sequência de movimentos pélvicos intensos e cadenciados que me proporcionaram mais uma sucessão de orgasmos alucinantes; e enquanto me fodia com entusiasmo ele aproveitou para apertar minhas tetas beliscando os mamilos causando um apetitoso alvoroço que me fez gozar ainda mais. A habilidade do meu marido em me levar ao êxtase era algo capaz de afastar de minha mente pensamentos pecaminosos com outros homens, pensamentos esses que sempre me assolaram desde a adolescência e que o protagonista sempre foi Alaor. Envolvida pelo deleite gemi alto quando meu macho preencheu minha vulva com sua carga quente e abundante me conduzindo em direção a um delirante orgasmo final. Terminamos o banho e cuidamos de seguir com a vida sendo que ao descermos para a cozinha encontramos Alaor preparando uma jarrinha de café fresco que saboreamos entre sorrisos ... fui para o trabalho me sentindo leve, mesmo com alguns assaltos mentais repentinos onde a imagem da pistola de Alaor era o destaque. No caminho de volta para casa foi surpreendida por uma tempestade repentina que quase dificultou meu retorno; ao estacionar o carro li uma mensagem de meu marido afirmando que ficara ilhado dentro da fábrica e que por conta disso talvez fosse obrigado a passar a noite por lá mesmo; procurei tranquilizá-lo já que ele manifestara preocupação para comigo e lhe desejei sorte. Assim que entrei em casa dei com Alaor de bermuda sentado na sala sorvendo uma latinha de cerveja e vendo televisão; ele ergueu a latinha me cumprimentando com um tom maroto já perguntando se eu gostaria de acompanhá-lo; agradeci pelo convite, mas declinei me dizendo exausta; subi para o quarto, tirei a roupa e entrei no box para uma merecida ducha. E ao sair de volta para o quarto enrolada na toalha de banho dou com Alaor pelado estirado sobre a cama sacudindo o membro com uma expressão descarada. "Tô com saudade da tua boquinha de veludo! Vem me dar uma mamada como só você sabe fazer!", sugeriu ele com tom abusado; eu senti um arrepio percorrendo minha pele deixando a xereca alvoroçada e a boca salivando num desejo incontrolável que me fez capitular ante o inevitável. No momento seguinte eu estava aninhada entre as pernas de Alaor tomando o bruto pela base enquanto fazia-o desaparecer dentro da minha boca numa mamada voraz que logo fez o macho gemer sem sentir dor; eu sempre fui fascinada pelo sexo oral e o fato de meu marido considerá-lo "nojento", me deixava com algo faltando em nossas noites de prazer ... saborear a pistolona de Alaor era apenas uma forma singela e descompromissada de saciar meu desejo ... ou, era assim que eu pensava deixando de lado toda a preocupação com as possíveis consequências do meu ato. Não permiti que ele segurasse minha cabeça para contragolpear de modo abusivo e desprezível. Por mais de uma vez Alaor tentou me puxar a fim de retribuir a mamada, porém eu evitava com sutileza já que meu interesse se resumia em saborear aquela pistola dura enchendo minha boca e fazendo minha xereca vibrar a ponto de explodir e um delicioso orgasmo que me levou à beira do delírio gemendo engasgado, mas sem deixar o bruto escapar de seu aprisionamento. A certa altura mantive a glande encarcerada entre os lábios enquanto aplicava uma punheta lenta que se prolongou até o macho capitular em um gozo abundante inundando minha boca e impondo o esforço extra de reter a carga e em seguida engoli-la sem maiores rodeios. Suada, exaustam mas satisfeita me joguei ao lado dele sobre a cama ainda desfrutando da sensação que aquela mamada me proporcionara; repentinamente Alaor veio para cima de mim com a firme intenção de dar uma trepada, ou pelo menos tentar uma sarrada oportuna, mas eu o empurrei para fora da cama mirando seu rosto com uma expressão irritada. "Tudo bem! Já entendi! Essa buceta tem dono, né? Tá certíssimo!", disse ele com tom exasperado pegando e bermuda sobre o chão e saindo do quarto; ainda deitada remoía o acontecido já temendo que meu marido viesse a descobrir o que eu fizera e com tudo isso em mente me vesti e permaneci deitada procurando um sono que não vinha. Acordei no meio da madrugada sentindo o vazio da cama refletir em um vazio interior somado a um arrependimento pelo que fizera com Alaor. E bem cedo no dia seguinte fui para o trabalho mandando mensagens para meu marido que logo respondeu avisando que estava tudo bem e que nos veríamos à noite. Foi um dia bastante atribulado que ocupou minha mente a ponto de esquecer a noite anterior, embora o sentimento de culpa ainda prevalecesse dentro de mim. Ao chegar em casa fiquei aliviada encontrando meu marido sem a presença de Alaor que segundo ele havia saído para resolver algo pessoal; ao subirmos para o quarto meu marido me agarrou selando um beijos com muitos amassos deixando minha calcinha empapada de tesão; imediatamente nos despimos e fomos para a cama onde me deitei com as pernas abertas e levemente flexionadas pronta para receber meu homem dentro de mim; ele enterrou o bruto encorpado com força e profundidade me levando a soltar um grito misto de tesão e surpresa. Seguiram-se então golpes sempre profundos e febris me levando a experimentar uma gozada monumental como jamais usufruíra antes em minha vida ... meu marido parecia tomado por uma energia impressionante e também inexplicável ... mas logo eu descobriria a razão. -Gostou de mamar a pistola do Alaor, não foi? - sussurrou ele em meu ouvido com tom rouco me deixando assustada - tudo bem ... eu deixo você mamar a pistola dele ... mas essa bucetinha é minha! Entendeu? ... responde! Eu oscilei entre o receio e a excitação, mas a forma como meu marido me fodia com tanta eloquência me deixou arrebatada, em especial quando ele me fitou com uma expressão luxuriosa e um sorriso alarmante. "Ahnnn! Sim! Sim ... minha bucetinha, meu cuzinho ... tudo isso é seu! Sempre seu!", respondi com voz embargada e soluçante entremeada por gemidos de prazer ante os orgasmos que meu marido me propiciava. Havia um clima de cumplicidade lasciva que nos envolvia de tal forma que nada mais importava a não ser desfrutarmos um do outro e mesmo após as palavras que poderiam me atemorizar o que senti foi um tesão ainda maior. Aquela estava sendo a mais incrível trepada da minha vida! Meu marido se superava em todos os sentidos, socando forte, chupando meus mamilos com momentos em que nos beijávamos alucinados desejando que aquela noite jamais chegasse ao fim. E quando ele capitulou em um jorro quente e abundante ainda me presenteou com um gozo tão avassalador que quase me entorpeceu com mente e corpo envolvidos pelo êxtase. Permanecemos colados um ao outro com ele sobre mim e ambos suados e ofegantes ... e quando ele se ergueu seu rosto tinha uma expressão orgulhosa do macho que fez da sua fêmea um ser pleno de satisfação. Eu cheguei a pensar em ter uma conversa a respeito de Alaor e de como ele descobrira o que havia acontecido entre nós, mas meu marido me pôs de conchinha apertando meu corpo e beijando minha fazendo com que eu esquecesse de tudo mais. Pela manhã estava sozinha na cama e uma mensagem no celular avisava que ele tivera que sair mais cedo. Era tarde da noite quando voltei para casa após um dia estafante de trabalho e ao abrir a porta dei com meu marido e Alaor sentados no sofá da sala parecendo que estavam à minha espera. Meu marido então se levantou, se aproximou e quando dei por mim ambos estávamos nus envolvidos em abraços apertados, amassos e beijos repletos de lascívia; em dado momento olhei por cima do ombro dele e descobri Alaor também nu manipulando sua pistola ostentando um olhar faiscante. Pensei que iríamos para o quarto, mas meu marido tinha outra coisa em mente e me fez ficar de quatro sobre o sofá tomando posição atrás de mim já pincelando o bruto na entrada da minha gruta. A penetração foi contundente e profunda seguida por socadas vigorosas com as mãos dele apertando minha cintura me levando a usufruir de um gozo estupendo. "Mama a pistola dele, mama! Satisfaça seu desejo ... mas, não se esqueça que você me pertence!", alertou meu marido com tom enfático enquanto eu mirava hipnotizada o membro rijo e pulsante de Alaor próximo da minha boca; o safado não perdeu a oportunidade de me provocar esfregando a glande em meus lábios me levando a abocanhá-la sem hesitação usando uma das mãos para segurá-la pela base, gesto que logo deu lugar a outro no qual eu estava com o rosto entre as pernas dele com o traseiro empinado recebendo as socadas eloquentes do meu marido que me concedia uma onda orgásmica tão intensa que me obrigava a conter os gemidos sufocados pelo membro que tinha em minha boca. A certa altura trocamos de posição com meu marido sentado no sofá me recebendo de frente sobre ele quicando em sua pistola tendo Alaor atrás do sofá oferecendo o membro para meu deleite oral; era uma experiência tão alucinante quanto delirante na medida em que eu servia a dois machos insaciáveis que se dedicavam a me conceder todo o prazer que uma fêmea merece; de uma forma surpreendente eu encontrara o melhor de dois mundos, embora meu marido não cansasse de repetir que eu lhe pertencia apenas com o direito de saborear a piroca de Alaor saciando uma vontade que sempre me excitara. E ao final desse périplo tríplice os machos atingiram seus ápices encharcando minha boca e minha gruta com uma boa carga de sêmen quente e espesso ao mesmo tempo em que eu engolia a carga de Alaor desfrutando de um gozo cuja magnitude quase me pôs em nocaute selando uma foda inesquecível. Nos dias que se seguiram eu fui usada pelos machos sempre limitando Alaor e ter seu membro mamado com volúpia enquanto meu marido me fodia com um vigor sempre renovado; isso perdurou por alguns meses até nosso visitante decidir que chegara a hora de seguir seu caminho ao lado de uma nova esposa que ele conhecera e com quem se envolvera. Não houve despedida porque ele se foi sem prévio aviso e alguns dias depois, pela primeira vez, meu marido aceitou ser mamado o que me deixou exultante. No final, foi apenas um boquete e nada mais!
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