Repentinamente, fiquei sabendo que meu marido estava afogado em dívidas de jogos eletrônicos de azar e que mais cedo ou mais tarde perderíamos tudo que havíamos lutado para obter; fui tomada por um desespero tão incontrolável que precisei buscar ajuda na pessoa de uma amiga que me aconselhou de uma forma muito preocupante; ela disse que o melhor a fazer era procurar um agiota e conseguir um empréstimo para saldar as dívidas do meu marido e assim ter algum tempo para respirar; comentei que isso seria algo ainda mais perigoso já que caso não conseguíssemos honrar a dívida com o agiota tudo poderia ficar ainda pior e mesmo perigoso. “Amiga, é isso ou ficar na rua da amargura!”, arrematou ela com tom enfático. Sem muitas escolhas acabei cedendo e ela mesma indicou um sujeito que poderia me ajudar. No dia seguinte eu estava em frente ao prédio decrépito situado no centro decadente da cidade; passei pela recepção onde uma velhota com olhar maldoso indicou o andar que eu procurava; desci do elevador e apertei a campainha aguardando para ser atendida; confesso que tive um ímpeto de dar as costas e sair correndo daquele lugar, porém antes que eu pudesse fazer isso a porta de abriu fazendo surgir um sujeito calvo com barba por fazer, vestindo roupas desgastadas que tinha um aspecto asqueroso e exibia um sorrisinho descarado; ele me olhou de cima a baixo antes de perguntar o que eu queria dele, e quando revelei o motivo de minha visita o sorriso se tornou sarcástico enquanto ela escancarava a porta me convidando para entrar. Na sala com o piso revestido por um carpete velho e mau cheiroso havia uma mesa de escritório antiga, cadeiras, um sofá de tecido puído e algumas estantes de metal que acondicionavam caixas de papelão do tipo que se usa em empresas; sem delongas ela me convidou a sentar enquanto rodeava a mesa pegando uma caneca de ágata branca com as bordas levemente enferrujadas enchendo-a com café da térmica que havia na lateral da mesa; sorvendo a bebida ele perguntou de quanto eu precisava e como seria a forma de pagamento. Sem que meu marido soubesse consegui levantar o tamanho da dívida e expus isso ao agiota afirmando que precisaria de algum tempo para organizar as finanças e propor uma forma de pagamento. “Olha, dona … isso aqui não é financeira e muito menos casa de caridade! … então o negócio é o seguinte: te dou esse dinheiro com prazo de seis meses para pagar, com juros de vinte por cento ao mês … é isso ou nada feito!”, vaticinou ele com tom ríspido e expressão ameaçadora. Eu tremia de medo diante daquele homem mal-encarado e ar agressivo, porém já que chegara até ali não havia como recuar e aceitei sua proposta; ele então se levantou atravessando a sala até desaparecer em um corredor lateral retornando em alguns minutos com um envelope estufado que estendeu para mim. “Toma lá! Faz tua correria … mas, não esquece! Seis meses e com juros!”, disse ele com o mesmo tom ameaçador e olhar agressivo. Mesmo trêmula, peguei o envelope e procurei sair daquele lugar bem rápido e sem olhar para trás; antes de voltar para casa passei no banco e conversei com o Bruno, um dos gerentes, um rapaz muito simpático e boa-pinta que depois de me ouvir pegou o envelope e pediu que eu esperasse. “Prontinho, dona Sylvia! Tudo resolvido … mas, não esquece de falar com seu marido para evitar esses sites de apostas que podem ser uma cilada bem perigosa, viu!”, disse ele com tom afetuoso me entregando o comprovante do depósito e também a quitação de dívida. Naquela noite tive uma conversa séria com meu marido pedindo a ele que parasse com esse vício que seria nosso fim. Sem revelar como conseguira o dinheiro me limitei a mostrar o termo de quitação da dívida de jogo dizendo que tínhamos seis meses para pagar o empréstimo que eu havia contraído, e mesmo com ele prometendo que tomaria jeito senti um aperto no coração com medo do que ainda estava por vir. E ao cabo de cinco meses eu tinha conseguido uma boa parte do dinheiro que devia ao agiota, com meu marido me ajudando até fazendo bicos além do expediente … mas, alegria de pobre dura pouco e quando vai embora, piora! Faltando uma semana para o prazo dado pelo agiota eu ainda não tinha todo o dinheiro e o desespero bateu feio! Seguindo o conselho da mesma amiga fui até o prédio onde ficava o sujeito e depois de colocar o envelope sobre a mesa expliquei a minha situação pedindo um pouco mais de tempo para liquidar a dívida por inteiro. -Vamos fazer o seguinte, dona – começou ele com um tom beirando a ironia e um olhar inquietante enquanto conferia o conteúdo do envelope – tô vendo que a senhora conseguiu uma boa parte do dinheiro … mas, se eu der mais prazo os juros vão correr e tudo pode ficar mais complicado … então a gente pode chegar num acordo … -Que tipo de acordo? – interrompi perguntando com tom agoniado. -Você vem aqui … dá uma mamada em regra na minha pistola e te dou mais prazo – respondeu ele apontando o dedo indicador para baixo – ou se preferir você me dá o brioco e fica tudo certo! A primeira coisa que me veio à mente foi xingar o sujeito, dar as costas e ir embora, mas eu sabia muito bem que essa reação teria consequências que poderiam custar minha própria vida e com isso em mente me levantei dando a volta na mesa e vendo que o sujeito já havia arriado as calças massageando a pistola ostentando um sorriso vitorioso; observei aquela ferramenta plantada no meio de uma vasta rede de pentelhos grossos e entremeados que devia ter uns dezesseis centímetros de comprimento dotada de um grosso calibre e uma glande proeminente. -Opa! Nada disso, dona! – retrucou ele quando fiz menção de ficar ajoelhada entre as suas pernas – uma mamada exige a fêmea pelada! Eu me sentia muito constrangida com aquela situação, pois eu nunca fiquei pelada diante de um estranho, porém não tinha como desobedecer; com gestos trêmulos tirei o vestido, o sutiã e a calcinha tentando me encolher sem sucesso. “Porra, dona! Tu és uma gostosa do caralho! Agora vem mamar o papai, vem!”, comentou ele com um tom maroto exibindo outro sorrisinho descarado. Pelada me ajoelhei entre as pernas do sujeito tomando a vara pulsante em uma das mãos ensaiando uma punheta meio desengonçada que serviu apenas para deixá-lo ainda mais irritado e por conta disso abocanhei o bruto mamando com uma dedicação que me surpreendeu e deixou o sujeito alucinado gemendo e grunhindo desfrutando o prazer que minha boca lhe oferecia naquele momento. Quando senti o bruto pulsar mais forte dentro da minha boca ensaiei um recuo oportuno que foi impedido pelo macho que segurou minha cabeça enquanto socava o membro com a glande chegando a machucar minha glote e quase me deixando sem ar; fiquei em desespero pensando que poderia morrer, entretanto ele cessou os golpes mantendo minha boca preenchida até culminar em uma gozada farta que de tão farta me fez engasgar obrigando que eu forçasse a cabeça em busca da libertação e ao fazê-lo fui banhada pelo sêmen morno e espesso que o bruto jateava como se não tivesse mais fim. Atordoada pelo movimento brusco que fizera acabei caindo sentada para trás, observando o sujeito manipular sua pistola meia bomba procurando esgotar o resto de sêmen que ainda vertia do bruto. “Beleza, dona! Foi muito bom … boquinha de veludo! Te dou mais um mês para liquidar o que me deve … agora se veste e rapa fora!”, disse ele com tom ríspido apontando o indicador para a porta de saída; me vesti o mais rápido possível e logo eu estava na rua caminhando cambaleante de volta para casa, onde me despi e corri para debaixo do chuveiro logo depois de escovar os dentes mais de uma vez. E assim tive mais um mês de privação e esforço sem revelar a Otávio, meu marido como conseguira esse novo prazo. E tudo teria dado certo não fosse um escorregão imprevisto de meu esposo que acabou perdendo parte de nossas economias no jogo. De tão revoltada acabei brigando feio com ele a ponto de pô-lo para fora de casa, tomada pelo desespero de ter que reencontrar o agiota sem ter em mãos todo o dinheiro que lhe devia; pensei em fugir, me esconder e até procurar a polícia, mas no fim das contas eu sabia muito bem que nada disso resolveria o problema e eu não tinha escolha senão ir até o agiota e implorar por mais prazo. De pé, em frente a mesa do sujeito eu explicava o que havia acontecido gaguejando e engolindo o choro diante do olhar frio e impassível dele. Ao final, baixei a cabeça e esperei pelo que estava por vir … ele se manteve em silêncio por alguns minutos antes de dizer alguma coisa. -Caralho, dona! Seu marido é mesmo um merda! – vociferou ele com tom raivoso esmurrando o tampo da mesa causando um choque em meu corpo que passou a tremer sem controle – mas, tá tudo bem … a gente dá um jeito … vai tirando a roupa! Mesmo inconformada me preparei para mais uma mamada naquela pistola grossa, entretanto tomei outro susto ao ver que também ele estava se despindo me fazendo tremer na base. “Vai ali naquele sofá e fica de quatro … dessa vez o preço pra gente esquecer a dívida é uma enrabada em regra … quero fuder esse cuzinho até encher ele de porra!”, anunciou ele com tom enfático e convicto; naquela situação eu não sabia mais o que fazer, ao mesmo tempo em que não tinha outra escolha e foi com pesar que obedeci me pondo de quatro sobre o sofá ouvindo o sujeito ordenar que eu abrisse um pouco as pernas e empinasse o traseiro. Acabei soltando um gritinho histérico ao sentir os dedos dele esfregando alguma coisa gelada no meu rego e fuçando meu selo. “Calma aí, patroa! Fuder um rabinho tem que ser com jeitinho … a seco, não! Afinal, não sou nenhum tarado estuprador!”, comentou ele com um tom irônico ainda lambuzando meu traseiro com um gel frio que me causava arrepios. Não demorou para que eu sentisse o sujeito usando uma das mãos para pincelar meu rego com a cabeçorra do bruto enquanto usava a outra mão para dar tapas e apertões em minhas nádegas, gesto que de uma forma incompreensível me excitava deixando minha perseguida quente e choramingando de tesão. -Por favor … vai devagar … nunca dei meu rabo – balbuciei com voz embargada e tom gaguejante – vê se não me machuca … -O quê? Nunca deu esse rabinho? – comentou ele com tom exaltado – então é seu dia de sorte! Além de quitar a dívida ainda vai ficar com um crédito! E nesse clima as pinceladas cessaram sobrevindo uma socada forte que arremeteu a glande laceando meu selo corrompido pela primeira vez; não contive um grito dolorido com o sujeito me segurando pela cintura impedindo que eu tentasse fugir do seu ataque. -Relaxa, puta! Assim dói menos! - grunhiu ele enquanto socava sua rola no meu cu que ele acabara de arrombar. A dor era tanta que não havia como relaxar e por mais que eu tentasse não havia prazer naquela curra impiedosa que ele impunha fincando sua piroca com golpes vigorosos que somente chegaram ao fim quando me senti estufada pelo bruto com o sujeito apertando minha cintura pressionando seu ventre contra minhas nádegas; respirei um pouco mais fundo imaginando que o pior já passara, porém o suplício foi retomado com ele enfiando e sacando o membro do meu selo arregaçado com movimentos pélvicos de vai e vem que ganhavam ritmo e velocidade até atingir um ponto em que eles se tornaram frenéticos e furiosos impondo uma dor lancinante que me fazendo gritar como louca ora implorando para que ele parasse ora xingando com palavras sem sentido. Pensei que aquele era o meu fim e que nunca mais minha vida seria a mesma ... e não seria, pois repentinamente a dor foi sendo mitigada por uma estranha sensação feita de arrepios vibrantes que desaguavam na minha buceta choramingando copiosa causando um delicioso estremecimento que pouco a pouco me levou para um novo estágio em que a curra se transformava em uma experiência sensorial tão intensa que não havia mais lugar para a dor ... e foi assim que descobri que havia prazer depois de tanta dor comprovado por um gozo vertiginoso eclodindo na minha gruta que pulsava vertendo seu néctar implicando em uma onda orgásmica tão avassaldora me fazendo querer mais! "Tá gostando, né vadia! Eu sei que tá! Descobriu como é bom dar o rabo, não é? Agora vai querer sempre!", comentava ele com voz arfante e tom sarcástico; eu sentia vontade de dizer a ele que estava adorando ser enrabada, mas preferi o silêncio usufruindo do prazer que crescia dentro de mim emergindo em gozadas que pareciam não ter fim, atingindo um ápice em que eu me via obrigada a gemer e gritar de prazer. Era uma experiência incrível que jamais tivera antes, nem mesmo nos melhores momentos do meu casamento, muito embora sempre recuara quando meu marido revelava seu desejo de me currar e mesmo depois daquele dia seria difícil que eu sugerisse isso a ele sem provocar uma certa desconfiança. Repentinamente o sujeito intensificou as socadas com rapidez e profundidade indicando que estava próximo de gozar o que me deixou alarmada. "Afff! Ahhh! Por favor ..., não goza! ... não goza dentro!", supliquei mastigando as palavras enquanto gozava sem parar. Parecendo atender ás minhas súplicas o sujeito retesou os músculos, sacou o bruto e finalizou ejaculando com abundância despejando sua carga espessa contra a parte superior das minhas nádegas fazendo com que escorresse lambuzando minhas costas. "Pronto, putinha! Agora se veste e dá linha na pipa!", anunciou ele depois de estapear minha bunda algumas vezes. Perguntei se poderia, ao menos, me limpar e ele respondeu com grosseria: "Vai limpar nada! Volta pra casa lambuzada de macho que é o que você merece ..., Ah! A dívida tá paga e como eu disse ainda tem um crédito pra quando precisar ... e você vai precisar ... acredite!". Na volta para casa aquelas últimas palavras do agiota me deixaram inquieta, pois parecia que ele sabia de alguma coisa que eu desconhecia. Naquela noite contei ao meu marido que havíamos nos livrado do peso da dívida com o agiota e ele se mostrou aliviado perguntando como eu conseguira já que não dispúnhamos de todo o dinheiro; pensei bem antes de responder a no final disse apenas que tinha dado meu jeito ... e que jeito!
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