ENTRE IRMÃOS

Eu jamais entendi como minha irmã mais velha conseguia sustentar um padrão de vida tão elevado sem despertar suspeitas, e não fosse por conta de um incidente muito oportuno; Lucimara, minha irmã se vestia com elegância trajando roupas, sapatos e acessórios de grifes renomadas, pagava uma faculdade particular e ainda ajudava meus pais nas despesas da casa; tudo isso a partir de um emprego de gerente em uma agência de viagens que ninguém sabia onde ficava e nem mesmo como ela chegara a ocupar um cargo tão elevado, e todos, exceto eu, acreditavam piamente nesse conto da carochinha. Eu e ela não tínhamos rusgas, mas ela não perdia a oportunidade de mostrar seu desdém com relação a mim, chegando a proferir ofensas me chamando de fracassado, o que servia para atiçar ainda mais meu desejo de fazer sua máscara cair …, e foi assim, nutrindo essa revolta interior que eu esmiuçava e infernizava sua vida procurando algo podre que a fizesse cair do pedestal.
Todavia, a bem da verdade, com o passar do tempo, fui percebendo que essa raiva nada mais era que um tesão enorme por ela; Lucimara era uma morena exuberante com uma vasta cabeleira encaracolada, um rosto perfeito ornado com lábios carnudos e um olhar insinuante; os peitos fartos sempre estavam parcialmente à mostra por conta de decotes generosos e provocativos; a bunda marcava vestidos e calças com seu contorno anatômico que deixava os machos boquiabertos de pau duro; as pernas e braços bem torneados a custa de algumas horas semanais de academia selavam sua beleza atordoante. E com tudo isso diante dos meus olhos despertando profunda cobiça era o motor que alimentava meu desejo saciado por punhetas diárias imaginando-a nua ao meu dispor.
E como narrei logo de início, foi um incidente que me deu a chance, não de desmascará-la, mas sim de deixá-la em minhas mãos; tudo começou quando ela, por distração, deixou seu celular desbloqueado ao meu alcance, e no momento certo me apoderei dele descobrindo que Lucimara nada mais era que uma puta de luxo …, ou melhor, num termo mais adequado, minha irmã era garota de programa; confesso que num primeiro momento tive o ímpeto de tornar pública a forma como ela ganhava a vida, porém ao pensar com mais cuidado decidi usar isso a meu favor. Tive que esperar o momento certo para fazê-lo o que aconteceu em um sábado em que meus pais partiram para um retiro espiritual nos deixando sozinhos em casa.
Não fiz rodeios ao entrar em seu quarto anunciando que eu descobrira sua vida dupla; Lucimara estava deitada em sua cama usando uma camisolinha de algodão com as pernas abertas exibindo a fina lingerie por baixo dela; ela imediatamente largou o livro que estava lendo e me fitou com um olhar que oscilava entre a raiva e o receio, não perdendo tempo em perguntar o que eu pretendia fazer com essa descoberta. “Por enquanto, eu quero que você fique pelada pra mim!”, respondi com uma ponta de ironia no tom de voz. Lucimara me fitou por alguns segundos e em seguida se pôs de pé com gestos agressivos.
-Seu crápula abusado! Como você se atreve a falar assim comigo? – vociferou ela com tom raivoso.
-Relaxe, maninha …, você não tem escolha – respondi com tom pausado e firme – ou você faz tudo que eu quiser …, ou sua vidinha de puta refinada vai pro vinagre! Aos poucos o olhar revoltado e os gestos ameaçadores foram sendo mitigados por uma prostração de quem reconhece a própria derrota e não vê alternativa senão tentar uma negociação comigo.
Com um olhar cabisbaixo, Lucimara tirou a camisola e em seguida a calcinha ficando pelada diante de meus olhos famintos; pensei que poderia simplesmente declarar todo o desejo que sentia por ela e pedindo para que nos tornássemos amantes, porém não havia clima para isso. “E então, seu puto? O que mais você quer de mim?”, perguntou ela com tom irritadiço fingindo usar as mãos para esconder suas partes íntimas o que serviu apenas para atiçar minha gana de usá-la como bem quisesse.
-Quero tudo que seus clientes pagam pra você fazer! – respondi com uma ponta de sarcasmo na voz, enquanto me despia lentamente não tardando em expor minha pistola dura e pulsante – Só que pra mim você vai fazer de graça!
Lucimara tentou disfarçar uma certa excitação ao me ver pelado, mas por mais que ela tentasse manter o ar de revolta, seus olhos não mentiam; após um momento e hesitação ela finalmente veio até mim. “Fica de joelhos, sua vadia e mama meu pau!”, ordenei com tom enfático e ríspido; ela obedeceu cingindo o bruto com uma das mãos ensaiando uma punheta a fim de explorar as dimensões e dureza do membro. Ela começou lambendo com insegurança, porém e sem aviso ela abocanhou o bruto desferindo uma mamada ávida fazendo questão de fitar meu rosto observando minhas reações faciais; me deliciei com a boca descarada de Lucimara e em dado momento puxei-a pelos cabelos obrigando que ela libertasse o membro.
-Tá gostando, né? Sua puta! – comentei com ironia na voz e no olhar – pois fique sabendo que vai me servir sempre que eu quiser …, agora, engole minha pistola e mama bem gostoso!
Com um olhar mesclado de tesão e fúria, Lucimara deu um risinho antes de tomar o membro na boca, mamando com tanto voracidade que me fez gemer saboreando o prazer que ela me proporcionava e que não era apenas o prazer carnal, mas também uma sensação de poder que me permitia imaginar que transformara minha irmã em meu brinquedo sexual único e predileto; deixei que ela mamasse chegando a segurar sua cabeça e socando o pinguelo com força que chegava a fazer a glande roçar sua glote provocando ânsia e quase deixando-a sem ar, sendo que no momento certo eu a libertava para que pudesse respirar. Repeti o gesto várias vezes notando que Lucimara além de rendida parecia gostar de ser usada por mim …, algo pra lá de estimulante!
Interrompi aquela diversão já pensando em algo ainda mais voraz puxando Lucimara pelos cabelos e atirando-a sobre a cama de barriga para cima instruindo que abrisse e flexionasse as pernas; assim que ela obedeceu tomei posição entre elas com o membro em uma das mãos iniciando uma sequência de pinceladas na grutinha quente e molhada dela desfrutando das sensações que inundavam meu corpo e minha mente; aquela provocação fazia Lucimara enlouquecer chegando a implorar com voz embargada para que eu a fodesse, o que eu fiz com um movimento vigoroso enterrando a pistola inteira bem fundo da buceta dela e fazendo com que a vadia gritasse de tesão balançando nervosamente a cabeça e se contorcendo de um lado para o outro.
Depois de apreciar a sensação de ter minha piroca enfiada na xereca de minha irmã comecei a bombar com força e profundidade, arrancando gritos, gemidos, palavras chulas e palavrões que não escondiam a luxúria que a dominava se sentindo possuída por completo; não lhe dei trégua socando sempre com força e rapidez recebendo em troca o anúncio alarmante dos orgasmos que faziam seu corpo estremecer levando-a à beira da completa dominação exaustiva.
Eu não estava satisfeito, todavia meu corpo já cobrava o preço pelo esforço despendido e por mais que eu me esforçasse o clímax se aproximava impondo que eu intensificasse ainda mais meus movimentos a ponto de capitular tomado por um retesamento muscular involuntário enquanto meu gozo avançava indomável; imediatamente saquei o membro e finalizei com uma masturbação furiosa ejaculando em profusão, projetando jatos de esperma que lambuzaram os peitos e também o rosto de Lucimara cujo corpo convulsionava descontrolado com ela gemendo e gritando com a respiração tão acentuada que parecia ofegar; me vi tomado por uma exaustão avassaladora com as pernas trêmulas tomado por um estremecimento que parecia ter vontade própria, porém procurei resistir porque não podia entregar os pontos naquela altura da situação.
Eu e Lucimara nos desvencilhamos e eu deixei bem claro que ela me serviria sempre que eu quisesse. “Vou ser sua puta particular, então?”, ela perguntou com uma ponta de ironia nos lábios; fitei seu rosto e percebi um clima de entrega, como se fosse exatamente isso que ela queria. “Você será mais que minha puta! Será minha cadelinha obediente, minha escrava …, meu brinquedinho, entendeu?”, respondi com sarcasmo. Lucimara nada disse, mas seu olhar denunciava o tesão que minhas palavras haviam provocado em seu corpo e sua mente. A partir daquele dia eu e ela aproveitávamos todos os momentos possíveis para uma safadeza sem limites. Por mais de uma vez invadi seu quarto na calada da noite me aproximando de sua cama e esfregando a rola dura em seus lábios até que ela me ofertasse uma mamada monumental ao mesmo tempo em que usava uma das mãos para esfregar seu grelo e fuçar sua buceta provocando orgasmos que eram abafados pelo bruto em sua boca.
Nos finais de semana eu exigia que ela andasse pela casa sem calcinha e sutiã, ordem que ela obedecia com olhar sapeca, sendo que em certos momentos eu a pegava na cozinha com meus pais vendo televisão na sala colocando-a sobre a pia, metendo impiedosamente e tapando sua boca com uma de minhas mãos, sendo que sempre finalizava ejaculando fora da gruta e fazendo questão que ela não se banhasse, conservando seu corpo sempre lambuzado com meu sêmen. Nos finais de semana em que ficávamos sozinhos em casa, trepávamos por todos os cômodos, exceto o quarto de nossos pais que para nós era uma espécie de lugar intocável. Enquanto descansávamos entre uma mamada e uma foda, eu fazia questão de ouvir os relatos dela acerca de seus clientes, sendo que no início ela bem que resistiu, mas acabou por revelar tudo que acontecia em sua “atividade”.
As narrativas variavam desde homens de meia-idade, viris e insatisfeitos que pouco se preocupavam em dar prazer para a parceira, já que estavam pagando apenas para seu deleite pessoal; havia também os idosos que exigiam dela um esforço oral para conseguir uma ereção e quando isso acontecia o gozo inundando sua boca acabava sendo inevitável; havia ainda aqueles mais afobadinhos que depois de tomar um azulzinho fodiam como coelhos martelando a buceta dela até a vermelhidão dolorida. “Não! Nunca dei meu rabinho!”, respondeu ela com tom enfático diante da minha curiosidade que ficou ainda mais atiçada ao ouvi-la fazer uma afirmação com tanta ênfase.
-Pois então, se prepare! - disse com tom de alerta – esse rabinho vai ser meu!
Estávamos pelados, deitados sobre a cama dela e Lucimara exibiu uma expressão mesclada de surpresa e excitação. "Se qualquer outro homem quisesse pagar muito pra me enrabar, eu responderia que não! ..., mas com você é diferente ..., descobri em você meu macho! Meu dono! Faço tudo que você quiser!", respondeu ela com um tom inquietante.
Ao ouvir aquelas palavras fui tomado por um ímpeto de partir para um novo embate, porém o esforço fora tanto que não havia clima; foi então que Lucimara me pediu paciência que tudo se resolveria e dias depois me deu o endereço de um apartamento onde ela e suas amigas atendiam a clientela. “Esse será o nosso cantinho pra essa ocasião tão especial!”, disse ela com forte entusiasmo no tom de voz. E no dia combinado eu estava diante da porta do apartamento tocando a campainha e sendo recebido por minha irmã que usava uma lingerie branca que contrastava com sua pele cor de bronze e enaltecia suas formas em especial as mamas que sempre foram meu obscuro objeto de desejo e também a bunda de dimensões proporcionais e contornos estonteantes. Assim que eu entrei ela fechou a porta ajudando-me com as roupas.
Ao ficar nu fui agraciado com Lucimara pondo-se de joelhos diante de mim tomando bruto nas mãos e desferindo uma mamada simplesmente delirante; ao tirar o sutiã aproveitou para me ofertar uma “espanhola” de tirar o folego sempre perguntando se estava do meu agrado recebendo em troca uma resposta ríspida e lacônica para manter o clima de domínio e submissão, que há muito era a marca registrada de nossa relação incestuosa. Tomado por certa impaciência tomei Lucimara pelos ombros e juntos fomos para o quarto onde arranquei a fina e minúscula calcinha ordenando que ela ficasse de quatro sobre a cama. “Seja bruto! Seja macho! Seja dominador! Seja dono de mim, eu imploro!”, balbuciou ela com tom vacilante. Aquelas palavras operaram uma tempestade luxuriosa dentro de mim e eu fui para cima dela.
Com Lucimara separando as nádegas com as próprias mãos eu salivei sobre a região pincelando o rego com a glande preparando a invasão que se daria sem outros recursos lubrificantes; golpeei com força e logo na segunda investida obtive êxito em romper o selo arremetendo um terço do bruto em seu interior ouvindo os gritos lancinantes de minha irmã que mesmo submetida a um tormento doloroso continuou suplicando para que eu não tivesse piedade; fui metendo pouco a pouco saciando meu ímpeto de macho alheio aos gritos e gemidos transtornados de minha irmã transformada em minha cadela. Em breve eu estava socando com vigor e profundidade numa curra feroz e voraz recebendo em troca gritos e gemidos que lentamente evoluíam da dor para o prazer.
Nesse clima aproveitei algumas vezes interrompia o empalamento para dedilhar a vulva quente e encharcada de minha irmã provocando orgasmos que serviam para compensar o suplício inicial e elevar ainda mais a atmosfera devassa que nos envolvia; tomado por um vigor surpreendente e inexplicável eu socava cada vez mais rápido e mais profundo o que culminou em Lucimara obtendo uma sequência de orgasmos que a deixavam alucinada e me impeliam em intensificar meu esforço físico com meus músculos ardendo a beira do colapso e nossos corpos imersos em um banho de suor insuportável. Anunciei a proximidade do clímax e minha irmã suplicou para que eu exaurisse meu néctar dentro dela …, e após uma convulsão muscular eu atingi meu ápice despejando a carga de sêmen no âmago de minha irmã.
Ainda sob os efeitos do périplo anal, nos deitamos entre beijos ofegantes e carícias intermináveis, sendo que em dado momento Lucimara me fitou antes de fazer uma declaração. “Tudo que fizemos até hoje não chegou aos pés do prazer que você me proporcionou …, não quero, não posso e não vou te perder!”, disse ela com tom embargado revelando que nossa relação atingira um ponto sem volta e desde aquele dia não nos separamos mais, mesmo com ela seguindo sua vida promíscua e eu agindo como seu macho alfa, seu dono e seu senhor.
Foto 1 do Conto erotico: ENTRE IRMÃOS

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Ficha do conto

Foto Perfil trovão
bemamado

Nome do conto:
ENTRE IRMÃOS

Codigo do conto:
263357

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
30/05/2026

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