LIGAÇÕES SIGILOSAS

Uma das lembranças que guardo com carinho até hoje eram as visitas que fazíamos ao sítio onde meus avós paternos moravam e onde podíamos nos sentir livres e felizes; eu e minha irmã nos divertíamos com brincadeiras promovidas pelo meu avô Eduardo e saboreávamos os quitutes e guloseimas que minha avó Mirna preparava especialmente para nós; com o passar dos anos minha bissexualidade aflorou me fazendo sentir uma enorme atração por rapazes da mesma idade sempre buscando oportunidades para saciar meu tesão com novas descobertas reveladoras. Nessa época as idas ao sítio de meus avós rarearam um pouco, e em algumas dessas visitas eu acabava viajando sozinho já que meus pais estavam impedidos por compromissos inadiáveis e minha irmã preferia a companhia dos machos que babavam por ela, sendo que com o passar dos anos pesando nos ombros de ambos, meu avô decidiu aceitar a ajuda de um rapaz de nome Juca, filho de um vizinho muito amigo dele.
Juca era um moreno alto dono de um corpo com músculos delineados, peito e ombros largos, mãos grandes e jeito insinuante; tinha um rosto crispado fruto do trabalho árduo diário, porém sempre com um sorriso inquietante nos lábios que chamava muito a minha atenção e também me deixava excitado; e diante de uma troca de olhares muito descarados decidi me arriscar com certa sutileza; e numa tarde chuvosa, preparei uma caneca de café e fui até o galpão onde o Juca estava sem camiseta sentado em um banquinho esperando que a chuva anuviasse; olhei para ele sem esconder o prazer em vê-lo seminu estendendo a caneca com a bebida ainda fumegante; Juca tomou a caneca sorvendo alguns goles sem tirar os olhos de mim. Assim que terminou de beber o café, ele se levantou colocando a caneca sobre o banquinho e não perdendo tempo em abrir a braguilha da calça expondo um membro já ereto e bem dimensionado.
"Tu gosta de rola, né? Então vem aqui dar uma mamada nele! Mas antes ..., tira a roupa!", disse ele com tom maroto já usando a mão para balançar o bruto num gesto desafiador. Por um momento eu hesitei, mas diante daquela fartura pulsante, fiquei pelado me pondo de joelhos em frente ao sujeito tomando o pinguelo em minha mão explorando suas dimensões e sentindo a rigidez pulsante, antes de fazê-lo desaparecer dentro da minha boca gulosa; a medida em que eu mamava o bruto Juca se contorcia entre gemidos me chamando de "putinha" o que me deixava ainda mais excitado; sem me importar com um incômodo no maxilar insisti em dar ao sujeito um boquete pra ele jamais se esquecer e querer sempre mais.
Ao perceber que o clímax do macho se aproximava intensifiquei a mamada aproveitando também para dar apertões nas bolas o que logo resultou na capitulação do sujeito que retesou os músculos tentando segurar minha cabeça tremelicando involuntariamente culminando no gozo jorrando em minha boca; e foi tanta porra que tive que me desdobrar para conter toda aquela abundância o que não foi eficaz, já que temendo um engasgo libertei o bruto deixando que ele finalizasse ejaculando em meu rosto; com o néctar escorrendo na minha face até meu peito espalhei o líquido morno e espesso na região observando o olhar embasbacado de Juca. “Eu sempre desconfiei que você era mesmo uma putinha boqueteira …, vadia!”, disse ele com um ar de desdém fingido que não me convenceu, enquanto dava as costas procurando sair do galpão com aquela pose de macho alfa. Depois de me vestir, fiquei algum tempo dentro do galpão observando a chuva no seu encantador vai e vem típico daquela época do ano, pensando em como aquela mamada fora sensacional.
Na manhã do dia seguinte acordei com o cheiro característico do tradicional bolo de fubá que vovó Mirna costumava preparar sempre que eu estava no sítio; vesti um calção e corri para a cozinha onde meus avós já estavam a minha espera; enquanto devorava várias fatias do bolo acompanhadas com uma generosa caneca de café com leite, não consegui me esquivar do olhar de vovô Eduardo que de alguma forma me intrigava embora não compreendesse a razão; pouco depois do desejum matinal, ouvimos uma buzina de carro que deixou vovó Mirna alarmada afirmando que suas amigas haviam chegado o que me deixou um pouco confuso com vovô me explicando que era o dia em que ela e suas amigas partiam em uma excursão para uma estância de águas. E com uma despedida apressada vovó correu para a porta logo se ouvindo o ronco do veículo arrancando em direção ao seu destino …, e foi nesse momento que eu fui tomado de surpresa.
“Então, quer dizer que meu netinho gosta de mamar uma piroca, não é?”, perguntou ele enquanto se levantava caminhando na minha direção; fui tomado por um susto tão vertiginoso que sequer tive coragem de encarar seu rosto. Eu permaneci sentado com ele bem ao meu lado esfregando a braguilha em meu ombro fazendo com que eu sentisse o conteúdo rijo pulsando tão vibrante quanto impressionante. “Vamos, não tenha medo! Abra a calça do vovô e veja o presentão que eu tenho pro meu netinho safado!”, disse ele com um tom enfático que me deixou arrepiado pensando no que me esperava a seguir; com gestos inseguros desafivelei o cinto e abri a calça puxando-a para baixo junto com a cueca fazendo surgir um pinguelo de dimensões assustadoras típicas daquelas que só se vê em pornografia e que já se encontrava em franco processo de ereção.
“Mama a piroca do vovô, mama …, sua avó não gosta de mamar …, mas eu sei que você gosta!”, disse ele com tom enfático enquanto segurava o membro com uma das mãos esfregando-o no meu rosto; sentindo aquele monstro enrijecendo roçando minha pele fui arrebatado por um tesão incontrolável e abandonando a razão me virei tomando o bruto na boca mamando e usufruindo de sua ereção pulsando dentro de mim; não demorou para que eu estivesse de joelhos diante de vovô saboreando o pistolão que impressionava não apenas pelas dimensões insólitas, como também pela sua dureza vibrante que me deixava fora de órbita desejando que aquela mamada durasse para sempre.
Em dado momento e num gesto inesperado, vovô me tomou pelos braços fazendo com que eu me levantasse permitindo que sua boca colasse à minha num beijo luxurioso, quente e profundo com sua língua me explorando de uma maneira que eu jamais sonhara em minha vida; ficamos nos beijando por tempo suficiente para que eu sentisse o pinguelo roçar minha barriga provocando deliciosos a infindáveis arrepios; sempre agindo por impulso, vovô me tomou pela mão e juntos fomos para o quarto dele onde fui atirado de bruços sobre a cama. “Tira esse calção e fica de quatro que vovô vai te fuder bem gostoso!”, disse ele com tom resoluto; eu ainda tentei argumentar que era virgem e que não aguentaria aquele bruto enorme me rasgando de fora para dentro ao que vovô exibiu um sorrisinho maquiavélico antes de responder.
-Nós vamos devagar, minha putinha! – disse ele com tom calmo enquanto manipulava o pinguelo com uma das mãos – acredita no vovô …, no fim você vai gostar!
Eu não sei onde estava com a cabeça, mas ao ouvi-lo me chamando de “sua putinha”, me vi em um redemoinho de sensações que logo me desatinaram e quando dei por mim estava pelado, de quatro sobre a cama de meus avós com vovô separando minhas nádegas com suas mãos grandes e grossas.
Vovô linguou meu rego e chegou a explorar o selinho com a ponta rija da língua me fazendo ganir como uma cadela no cio; e depois de babar muito no meu rego ele tomou posição usando o bruto para pincelar a região num prenúncio da minha iniciação …, ou melhor, da minha defloração; me segurando pela cintura ele exigiu que eu mantivesse as nádegas separadas para que ele pudesse se dedicar ao meu empalamento; com o rosto afundado no travesseiro dei uma empinada no traseiro usando minhas mãos para manter as nádegas do jeito que ele queria. E já na primeira estocada vovô rompeu meu selo com a glande inchada laceando minhas pregas e arrombando meu pobre cuzinho impondo que eu soltasse um grito ensandecido diante da dor que me assolava. “Isso, minha putinha! Grita! Geme! Mas, relaxa que vai melhorar …, eu te garanto!”, sussurrava ele ao mesmo tempo em que socava o bruto com força e profundidade arregaçando meu rabo pouco a pouco saboreando o delírio de macho.
Com meu rabo ardendo dolorosamente senti o bruto enterrado dentro de mim com as bolonas de vovô roçando meu rego e também seu hálito quente em meu pescoço e orelha com ele permanecendo imóvel apreciando o momento em que currara seu próprio neto. E antes que eu pudesse tomar folego para me recuperar da fustigada violação, vovô começou a socar com movimentos fortes e profundos, ampliando a sensação de dor que me atormentava entre gritos e gemidos incontroláveis; ele estava tão excitado que parecia alheio ao meu sofrimento como se tudo não passasse apenas de uma maneira para aliviar seu desejo quase animalesco me transformando em seu brinquedo, seu objeto sexual.
Todavia, quando eu pensava que desfaleceria derrotado pela dor e humilhação, experimentei um sopro de prazer pífio que se esforçava em mitigar meu sofrimento e por mais que pudesse parecer algo inacreditável essa pequena lufada foi ganhando entusiasmo suplantando lentamente meu martírio fazendo com que ele se transformasse em uma deliciosa experiência sensorial em direção ao êxtase; foi preciso que eu resistisse ao máximo, usando de toda a energia que ainda dispunha para que essa sensação usurpasse a dor o que logo se mostrou uma experiência onde o tesão reinava soberano fazendo de mim um parceiro desfrutando do prazer proporcionado pelo outro; vovô loga percebeu que eu havia entrado na zona erógena do desfrute e por conta disso intensificou seu movimentos ampliando ainda mais o êxtase que fluía entre nós.
Atingindo um verdadeiro frenesi erotizante vovô socou com força várias vezes até que um último movimento o fez capitular urrando como um animal enquanto seu sêmen jorrava em abundância dentro de mim; e foi nesse clima que pressenti meu membro enrijecido pulsando também culminando em um gozo veemente me concedendo um êxtase em dobro que quase me levou à perda de sentidos; suados e exaustos permanecemos engatados um ao outro com vovô fungando no meu pescoço enquanto me prendia pela cintura apertando seu corpo contra o meu. “Vovô tão muito feliz com meu netinho safado! E fique sabendo que a partir de hoje você é só meu …, não s esqueça disso! Ninguém mais além de mim vai te fuder gostoso …, nem o Juca, entendeu?”, sussurrou ele com tom enfático me mantendo aprisionado a ele e me surpreendendo ao revelar que sabia do meu envolvimento com seu ajudante.
Ele ainda me fez jurar que esse seria nosso segredinho e que sempre que fosse possível eu deveria vir até ele; com meu selo arregaçado após ter desfrutado um prazer indescritível, não hesitei em jurar que eu seria dele sempre que ele quisesse, ao que vovô sorriu antes de me libertar.
E partir daquele primeiro encontro eu me transformei no brinquedinho do meu avô cujo desempenho a cada encontro me arrebatava e me submetia de uma maneira irresistível ansiando sempre por um novo encontro; nosso envolvimento ganhou contornos de uma verdadeira paixão carnal de tal maneira que eu não conseguia ficar longe dele por muito tempo e ele sempre me aguardava ansiosamente; estávamos tão transtornados pelo tesão que chegávamos a abusar da sorte com situações onde vovô, às escondidas, me levava para seu quarto com minha avó preparando algo na cozinha e me deixava pelado sentado em seu colo trocando beijos e carícias, ou em noites em que eu me esgueirava pelas sombras indo ter em seu quarto lhe presenteando com uma mamada enquanto vovô ressonava deitada de costas para nós.
Com o tempo meu cuzinho se habituou a alojar o bruto de vovô em seu interior e eu desenvolvi técnicas para seduzi-lo ainda mais servindo aos seus desejos e vontades; havia oportunidades em que corríamos para o galpão onde ficávamos pelados com vovô me pondo de bruços sobre seu colo acariciando minhas nádegas e dedando meu selinho divertindo-se em sentir meu pinguelo enrijecer no meio de suas pernas roçando seu pistolão também duro como pedra. E houve um final de semana chuvoso em que ele, alheio à presença de minha avó me levou para o quarto, trancou a porta ordenando que eu ficasse pelado. “Pouco me interessa quem está fora desse quarto! …, o que me interessa é quem está aqui dentro!”, ele respondeu quando tentei argumentar do risco de sermos flagrados por vovó Mirna.
Tomados por um clima luxurioso que pairava dentro daquele quarto fodemos várias vezes, com vovô exibindo um vigor impressionante me leitando tanto no rabo como na boca e sempre querendo mais; tivemos uma trégua somente quando ele se mostrou exaurido após a última foda, vindo a se deitar ao meu lado confidenciando que seu desejo por mim era tão intenso que sequer passava por sua cabeça que nós nos separássemos e que eu seria dele para sempre; eu respondi que sentia a mesma coisa e que o pertencimento a ele era o que nutria a minha vida desde então. Foi nesse clima que eu renovei meu juramento de ser somente dele e de mais ninguém, mesmo temendo que tudo viesse à tona causando um escândalo catastrófico. Não se foi sorte ou destino, mas eu e vovô prosseguimos entregues à volúpia da carne que gritava dentro de nós.
Nas oportunidades em que ele vinha para a cidade eu sempre arrumava uma forma de seduzi-lo a vir ao meu quarto onde o esperava pelado, de quatro sobre a cama balançando o traseiro num gesto convidativo de cadelinha servil; ao me ver naquela posição vovô não perdia tempo, nem mesmo para tirar a roupa baixando o calção em vindo para cima de mim linguando o selo antes de enterrar sua jeba dura dentro dele; cheio de entusiasmo, trocávamos de posição, as vezes de ladinho com ele me fodendo por trás, ou as vezes comigo de barriga para cima com as pernas flexionadas sufocando os gemidos ao sentir as pinceladas do bruto em meu rego antes de ser empalado, ora com a brutalidade arrebatadora do macho, ora com as socadas cadenciadas acompanhadas de beijos e frases chulas que serviam apenas para me deixar mais excitado. Esses momentos, cercados de excitante receio eram a razão do meu viver sabendo que vovô correspondia plenamente aos arroubos inconsequentes nos quais eu o servia como ele bem quisesse …, e nossa separação chegou de forma triste e abrupta quando ele caiu enfermo vindo a falecer após alguns meses de uma internação sofrida, me deixando despedaçado por dentro e também por fora; com o passar dos anos tive vários parceiros bons de cama, porém nenhum deles chegou perto do prazer que meu avô me proporcionou e que se eternizou dentro de mim.
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Ficha do conto

Foto Perfil trovão
bemamado

Nome do conto:
LIGAÇÕES SIGILOSAS

Codigo do conto:
263328

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
30/05/2026

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