CASTIGANDO A AVÓ DO MEU MELHOR AMIGO

Eu jamais escondi que meu tesão por mulheres mais velhas são o meu vício e que com o passar do tempo foi se aprimorando sempre procurando mulheres mais maduronas, com corpos fartos e sedentas por uma sacanagem sem limites; algumas vezes cheguei a me envolver com mulheres casadas que não escondiam sua insatisfação com aquilo que tinham dentro de casa e procuravam por algo mais da porta para fora, porém eu tinha uma fixação naquelas mulheres livres e desimpedidas, fossem separadas, viúvas ou ainda solteiras cujo furor sexual sempre era algo espantoso. Por outro lado, jamais me envolvi com mulheres muito próximas de mim, fosse por vínculos familiares ou afetivos, e procurei seguir isso como um mantra que acabou se dissipando quando conheci Dona Jocasta, avó de um dos meus melhores amigos que conhecia desde a infância. Dona Jô, como gostava de ser chamada era uma setentona bem cuidada que esbanjava alegria espontânea sem esconder um ar de sapequice que revelava em certos momentos.
Dona de um corpo com medidas um pouco mais avantajadas, em especial nas mamas e nos glúteos, Jô se vestia com versatilidade que chamava muito a atenção dos homens e sabendo disso se divertia com olhares e comentários sobre ela em rodas de amigos ou conhecidos; eu fui apresentado a ela durante a comemoração das bodas de ouro dos pais do meu amigo que me tinham quase como um membro da família, e logo no aperto de mãos acompanhado de beijos na face o odor de seu perfume e a maciez de sua pele me deixaram excitado; com o bruto endurecendo dentro da calça, fiquei tão encabulado tentando ocultar o evento que acabei despertando a atenção de Jocasta reagindo com um sorrisinho maroto. Antes que a situação degringolasse, meu amigo me pegou pelo braço puxando para uma roda de pessoas que ele queria me apresentar; aquela atitude dele serviu para apaziguar minha libido me deixando mais relaxado com o mantra de não envolvimento com pessoas próximas ecoando em minha mente.
Tudo parecia mais calmo e a certa altura após muita cerveja perguntei ao meu amigo por um banheiro. “Ô, parceiro! Sobe no meu quarto e fica tranquilo!”, respondeu ele com a voz embargada de quem já havia passado da conta na bebida; enquanto me esquivava pelos convidados que também estavam na mesma situação que meu amigo e com alguma dificuldade acabei chegando ao quarto e ao banheiro onde me aliviei numa mijada daquelas. Estava tão absorto na urinada que demorei a perceber a presença de Jô encostada no batente de porta do banheiro me espiando com uma expressão safada; antes que eu pudesse reagir ela se aproximou enchendo sua mão com meu pinguelo que começou a reagir de pronto. “Bem que eu desconfiei que ele tinha ficado duro pra mim! Adorei, sabia? E acho que ele merece um prêmio!”, sussurrou ela enquanto de punha de cócoras puxando o bruto até conseguir tê-lo em sua boca.
Fiquei atemorizado com aquela situação: eu de braguilha aberta com a pistola dura dentro da boca da avó do meu melhor amigo …, e ainda por cima, no quarto dele!!!! Jô me presenteou com uma mamada simplesmente espetacular que me levou ao delírio sendo obrigado e conter o ímpeto de gemer de tesão; acariciei seus cabelos e vez por outra segurava sua cabeça para que eu pudesse dar uma socada vigorosa, gesto que ela pareceu apreciar muito. Fiquei me controlando ao máximo até que sem aviso acabei ejaculando com certa profusão e mais uma vez Jô me surpreendeu conseguindo reter a carga em sua boca até meu último estertor; pouco depois ela libertou o bruto meia bomba e fez questão de abrir a boca exibindo a gala espessa em seu interior antes de engoli-la seguida de um sorriso maroto. “Sabe de uma coisa: acho que isso foi um bom começo!”, comentou ela com tom insinuante antes de sair do banheiro, me deixando lá, lambuzado e embasbacado.
Quando voltei para a festa o pessoal já estava pra lá de Bagdá e eu decidi escapulir de fininho antes que acabasse por presenciar cenas degradantes; no dia seguinte dei uma desculpinha frouxa pro meu amigo sobre minha saída sem aviso e sua resposta foi alarmante. “Puxa, parceiro! Você não ficou até o final …, e sabe quem perguntou de você? Dona Jô …, pediu até seu telefone porque queria se desculpar por algum inconveniente”, disse ele sem saber o impacto que suas palavras causaram em mim. E ficou ainda pior quando ele confirmou que passara meu número de telefone para a sua avó boqueteira!
Fiquei receoso não de que Jô me ligasse, mas sim de qual seria a minha reação ..., por duas semanas ela não deu sinal de vida e eu me senti um pouco mais aliviado chegando a pensar que ela se esquecera de mim; porém me enganei quando meu celular vibrou com um número que não estava na minha lista de contatos; de primeira não atendi a ligação, mas ela retornou me obrigando a não atender mais uma vez; na terceira eu já estava tão curioso e excitado que achei por bem desligar o aparelho, mas antes que eu pudesse fazê-lo surgiu uma mensagem no whatsapp ..., a foto de perfil não aparecia porque não estava na minha lista de contatos, mas ao ler o texto vi que se tratava de Jô. “Tá me evitando, é? Não gostou da mamada da vovó?”, dizia a mensagem; pensei muito antes da dar uma resposta escorregadia tentando não parecer evasivo por demais.
Não demorou e outra mensagem; só que dessa vez era uma imagem instantânea que ao ser aberta mostrava Jô peladona com toda a exuberância de suas formas cativantes somadas a um olhar insinuante; demorei apreciando a imagem, pois Jô era tudo que eu desejava em uma mulher: peitos salientes, bunda redonda e cara de safada ..., não respondi com comentário, mas minha vontade era ignorar meu princípio e partir pra cima dela com tudo! "Tô babando por um machinho novo que me leve pro motel e me fôda bem forte!", era o texto da nova mensagem e ao lê-la respirei fundo e pensei que princípios, algumas vezes, foram concebidos para serem desobedecidos; teclei em resposta que eu adoraria foder uma puta velha e gostosa como ela. Um silêncio excruciante se seguiu me levando a pensar que havia exagerado na dose ..., mas, não foi bem assim.
"Quero ver se você tem pegada! Espere que estou passando aí pra te pegar!", foi a mensagem seguinte que me fez quase explodir de tesão; em poucos minutos eu estava dentro do carro de Jô rumando em direção a um motel; enquanto ela dirigia eu a observava usando um vestido de malha curto que marcava seu corpo e denunciava a ausência de sutiã com um decote abusado se oferecendo para meu deleite. Chegamos ao nosso destino que se tratava de um motel requintado cujo preço era estratosférico. "Não se preocupe, gostosão ..., se você for mesmo bom de cama a despesa é por minha conta!", sussurrou ela com um tom provocador parecendo ler minha mente enquanto pegava o cartão de acesso para a suíte; assim que entramos decidi dar um bom castigo naquela velha safada, tirei minhas roupas e logo de saída arranquei seu vestido tomando as mamas um pouco flácidas e caídas do jeito que eu gosto dando apertões e beliscando os mamilos; Jô tentou reagir, mas eu a surpreendi com uma bofetada. "Fica na sua, puta velha! Vou te mostrar como um macho de verdade fode uma biscate como você ..., pra começar fica de joelhos e mama minha piroca!", gritei com tom ameaçador.
Imediatamente, Jô exibiu uma expressão de quem estava apreciando aquela pegada de macho dominante e não perdeu tempo em se pôr de cócoras diante de mim tomando o bruto na mão aplicando uma punheta preliminar a fim de se certificar das suas dimensões e rigidez; sem aviso ela fez o bruto desaparecer dentro de sua boca gulosa, desferindo uma mamada alucinante; Jô tinha mesmo muita experiência e sua mamada era muito melhor que a de muitas mulheres mais novas, alternando momentos mais suaves com outros mais veementes elevando a sensação de prazer; a certa altura eu segurei sua cabeça pela nuca e comecei a socar com força chegando fazer a glande roçar a glote quase provocando um engasgo que eu evitava no momento certo. O gesto foi repetido várias vezes e a cada vez eu observava a expressão de êxtase estampada no rosto de Jô que não escondia se deliciar em ser usada como um objeto de prazer.
Nesse clima peguei-a pelos cabelos fazendo com que ficasse de pé e em seguida atirei-a sobre a cama separando suas pernas até escancarar a xereca depilada; me posicionei entre elas usando a mão para manipular o bruto pincelando a gruta ouvindo Jô implorar para que eu a fodesse. “Vadia! Cadela! Você quer sentir minha pistola te enchendo, quer? Responde, vagabunda!”, gritei sem interromper as pinceladas. Jô balbuciava palavras entrecortadas por um tom embargado acenando nervosamente com a cabeça. "Sua puta! Enquanto você não me responder vai ficar apenas na vontade de sentir um macho te fodendo com força!", tornei a vociferar já imerso no papel de macho mandão e saboreando as reações corporais e as palavras desconexas de Jô.
"Afff, cachorro! Entope minha buceta com esse caralho duro! Eu quero sentir você me fodendo com força, do jeito que uma vagabunda como eu merece! Vai! Me Fode!", gritou ela como tom angustiado e suplicante com a xereca chorosa implorando para ser preenchida; imediatamente, enterrei o bruto dentro da greta com uma socada forte e profunda arrancando um grito que oscilava entre a lassidão e a ansiedade; não perdi tempo em dar início a socadas sucessivas que ganhavam ritmo e profundidade levando Jô a desfrutar de uma onda orgásmica que fazia seu corpo estremecer enquanto era vigorosamente chacoalhado a cada nova socada desferida; Jô havia despertado em mim um lado desconhecido, que abria um horizonte de possibilidades, motivo pelo qual dei tudo de mim naquela foda fortuita. E todo meu esforço não demorou a surtir resultado com a velha safada gozando sem parar chegando até esguichar tal era o tesão que pulsava em seu corpo.
O desempenho naquela foda insana era surpreendente até pra mim mesmo experimentando uma energia que ainda não havia experimentado na vida; fosse pela trepada deliciosa, fosse pela parceira que correspondia ao meu ímpeto com uma plenitude delirante ou outra coisa qualquer, o fato era que eu não sentia sinais de arrefecimento com o bruto pulsando enquanto entrava e saia da buceta de Jô; não sei quanto tempo já havia transcorrido desde a nossa chegada ao motel, e mesmo assim eu ainda socava impiedosamente o bruto contra a xereca sentindo o suor prorromper por todos os poros e a respiração se tornar acentuada. Jô por sua vez, dava claros sinais de que chegara ao limite de sua resistência com um olhar ansioso e um ar de cadela submissa que não era páreo para o macho. "Ai! Ahhh! Porra! Você tá acabando comigo! ..., perdi a conta de quantas vezes eu gozei ..., Argh! Goza, seu tarado! Minha buceta já tá ardendo!", exclamava ela com tom suplicante e exasperado, o que servia apenas para atiçar ainda mais esse meu lado desconhecido.
"Quem mandou me provocar? Não vou parar não! Quero deixar essa buceta tão dolorida pra você jamais de esquecer como um macho de verdade fode uma cadela como tu!", vociferei a resposta com tom rouco controlando a respiração. Alheio aos resmungos e reclamações murmuradas por Jô eu prossegui na foda acelerando os movimentos de entra e sai, intercalando com outros em que eu mantinha o bruto enterrado na gruta ou ameaçava sacá-lo mantendo apenas a glande na entrada da gruta; Jô já não tinha mais forças entregando seu corpo ao meu assédio dando sinais de que beirava o desfalecimento, o que me motivou a elevar a trepada até as últimas consequências pouco me importando com o que viria a seguir. E foi nesse clima com a pele arrepiada, pelos eriçados, espasmos e contrações involuntárias que atingi meu clímax numa ejaculação profusa encharcando a buceta melada de minha parceira.
Exausto e suado me mantive engatado na cadela cujo olhar era a mais pura expressão do ápice do êxtase que uma mulher poderia atingir; quando nos desvencilhamos, fiz questão de manter as pernas de Jô separadas escancarando a xereca avermelhada de cujo interior vertia minha gala num filete teimoso somente interrompido quando a fêmea contraía os músculos expelindo uma carga um pouco maior. Depois desse espetáculo luxurioso permanecemos deitados um ao lado do outro com Jô me pedindo um cigarro; fumamos tranquilamente olhando para o espelho de teto da suíte e desfrutando de um merecido descanso para recuperarmos nossa energia vital. "Você foi demais! Acabou comigo como nenhum macho fizera antes! Só estou curiosa em saber se você aguenta mais uma!", comentou Jô com um tom jocoso beirando a ironia. Eu olhei para ela exibindo um sorriso de desdém antes de responder à sua provocação, me virando de lado com a mão avançando entre suas pernas e dois dedos invadindo sua buceta sem cerimônia, fazendo Jô exibir uma expressão alarmada.
“Isso é pra você saber, primeiro, quem manda, sua vadia! Posso aguentar quantas quiser ..., só não sei se você ainda dá no couro!”, respondi vasculhando a xereca com movimentos intensos; Jô recuou com uma expressão de incredulidade aturdida, mas eu a mantive presa a mim chuchando a buceta sem dó nem piedade e somente parei quando ela balbuciou uma súplica. Depois de tudo isso acabamos cochilando e quando acordei me vi sozinho sobre a cama descobrindo Jô tomando uma ducha dentro do box envidraçado, o que imediatamente despertou meu tesão que parecia renascer sem muito esforço.
Não perdi tempo em me juntar a ela já apalpando seu corpo, fazendo massagem em suas mamas, dando apertões em suas nádegas e recebendo seus lábios para beijos quentes e molhados em retribuição. Não demorou para que estivéssemos atracados como dois animais num cio revigorado, e Jô se mostrou sedenta ao se pôr de cócoras diante de mim, tomando o bruto na mão e fazendo- desaparecer dentro de sua boca gulosa; deixei-a livre para matar sua fome, mas olhando para ela de cima para baixo percebi a linda linha de suas nádegas proeminentes, o que despertou dentro de mim um desejo de possuí-la; Jô não se cansava de mamar minha pistola o que servia para estimular em minha mente outras possibilidades mais versáteis; consegui dissuadir a velha safada da ideia de encher sua boca com minha gala e saímos do box valendo de toalhas para que um cuidasse de secar o corpo do outro.
Quando ela se deitou de costas, vi a chance perfeita e me pus sentado sobre suas pernas massageando as nádegas e vasculhando o rego com a ponta dos dedos ouvindo a cachorra gemer abafado sobre o travesseiro; logo que havia separado as nádegas, mergulhado meu rosto entre elas linguando aquele rego deitando saliva e alternando situações em que minha lingua endurecida fingia arremeter contra o selinho que piscava em reação; com a região bem lambuzada dei algumas dedadas antes de esfregar a glande em toda a sua extensão deixando Jô tomada por uma languidez submissa; porém assim que percebeu minha intenção ela lutou até se desvencilhar correndo em direção ao box envidraçado; fui atrás dela pressionando seu corpo entre a batente e o vidro apertando sua nuca e chutando a parte interna de seus calcanhares obrigando que abrisse as pernas. "Não! No cu, não, seu cafajeste!", ela gritava ainda lutando.
"Não adianta, cadela! Vou arrombar teu cu com força!", resmunguei enquanto dirigia o bruto entre as nádegas até encontrar o orifício; Jô prosseguia se debatendo me deixando mais excitado iniciando socadas furiosas contra o selo até sentir minha glande romper a resistência rompendo as pregas avançando para dentro dele. "Argh! Seu puto! Tá doendo! Para!", retrucava ela com tom engolfado, porém se rendendo diante do inevitável. Passei então a socar com força e profundidade arremetendo o bruto percebendo que Jô já não oferecia mais a mesma resistência de antes, adotando uma postura servil de quem parecia apreciar o empalamento. Em pouco tempo as socadas ganharam ritmo e Jô se rendia ao tesão que desfrutava, chegando a empinar o traseiro oferecendo contragolpes ritmados sincronizados com os meus movimentos.
Eu arregacei aquele rabo não medindo esforços fazendo da avó do meu amigo uma vagabunda submissa o obediente chegando ao ponto em que ela gemia e gritava de tesão anuciando orgasmos que vertiam sem a necessidade de uma manipulação escancarando a capitulação da velha safada diante do meu domínio sexual impositivo. Em alguns momentos ela implorava para que eu terminasse o que havia começado, porém não havia ânimo em suas palavras entremeadas por gritinhos e gemidos suspirados; não tardou para que eu sentisse o peso do meu esforço físico que cobrava um preço alto pelo meu desempenho e repentinamente acabei atingindo o orgasmos encharcando o cu de Jô com uma carga de esperma; com um movimento brusco saquei a pistola ouvindo a cadela gritar aliviada que se virou para mim com sua boca a procura da minha. Com o suor lambuzando nossa pele tomamos outra ducha e voltamos para a cama onde eu ainda brinquei com a buceta dela enquanto chupava seus mamilos.
"Puta que pariu, sujeito! Você é mesmo um macho mandão, hein? Me deixou toda gozada e arrombada!", comentou ela com tom jocoso; respondi que ela teve o que uma vadia como ela merecia e que ainda era pouco. "Quer dizer que você não acabou o serviço?", tornou ela a perguntar com o mesmo tom acompanhado por um sorriso maledicente ao que optei pelo silêncio inquietante. Enquanto nos vestíamos tomei a calcinha dela afirmando que era meu troféu pessoal, ao que Jô reagiu com uma eufórica gargalhada. Ao sairmos do motel ela disse que foi o dinheiro mais bem gasto nos últimos tempos ao que retruquei que a depender de mim todo o dinheiro gasto conosco seria sempre bem gasto. Depois daquele encontro Jô ficou viciada e bancar minha cadela e eu me divertia usando-a e observando sua postura que foi se tornando cada vez mais submissa ..., em um de nossos encontros dei a ela um plug anal que eu mesmo coloquei em seu rabinho exigindo que ela somente o tirasse mediante minha autorização e a reação dela foi de deliciosa inquietação com o presente que passou a fazer parte de sua vida.
Foto 1 do Conto erotico: CASTIGANDO A AVÓ DO MEU MELHOR AMIGO

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Ficha do conto

Foto Perfil trovão
bemamado

Nome do conto:
CASTIGANDO A AVÓ DO MEU MELHOR AMIGO

Codigo do conto:
263190

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
28/05/2026

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