CASO DO ACASO

Sim, foi por acaso que descobri em minha avó materna uma verdadeira vadia sedenta por sexo; tudo aconteceu de forma inesperada e surpreendente numa tarde de sábado em que minha mãe pediu que eu fosse até a padaria e comprasse cigarros para vovó Nena levando-os para ela logo depois; com o dinheiro no bolso do calção passei pela padaria, fiz e compra e depois rumei para a casa dela que ficava a uns quinze minutos de caminhada; era uma rua de paralelepípedos com calçada regular ladeada por casas térreas cujas construções tinham mais de trinta anos sendo a casa de vovó a mais bem cuidada, graças a ajuda de alguns vizinhos que eu achava fossem apenas boas pessoas, mas logo descobriria tinham outra coisa em mente.
Nesse dia, pulei o muro baixo evitando o portão de ferro ruidoso e avancei pela passadeira revestida por cacos de azulejo encerados com cera vermelhão e sem saber bem a razão decidi avançar pelo corredor lateral pensando em fazer surpresa para vovó ..., mas eu que fui surpreendido, pois ao chegar próximo da janela do quarto que estava entreaberta ouvi gemidos e sussurros que atiçaram minha curiosidade adolescente; trepei em uma manilha curva exposta e passei a espionar o interior do quarto logo descobrindo vovó Nena pelada sobre a cama na posição de frango assado coberta por um macho que também estava pelado e que socava piroca na racha da velha que se esforçava para conter a vontade de gemer mais alto para não atrair a atenção alheia; vendo minha avó recebendo socadas que de tão vigorosas faziam seu corpo flácido chacoalhar fui tomado por um tesão alarmante que logo me levou a buscar o alívio de uma punheta celebrando a descoberta.
O tal sujeito fodia sem parar ouvindo minha avó gozando e pedindo mais se valendo de toda a sua disposição para não decepcionar a velhota safada, mas pela respiração acentuada e os movimentos claudicantes estava óbvio que o fim se aproximava; e foi isso mesmo que aconteceu quando ele socou com mais rapidez até fincar o bruto bem no fundo da xoxota de vovó Nena enquanto grunhia e resmungava indicando que estava a descarregar o sêmen dentro dela que por sua vez gemia e murmurava entre suspiros. Eles permaneceram engatados por algum tempo e foi o sujeito que encerrou a foda sacando o membro que surgiu meia bomba reluzindo e lambuzado; alheio aos elogios tecidos por vovó ele se limpou de qualquer jeito já em busca de suas roupas com gestos apressados deixando claro que não tinha mais tempo a perder.
Logo eu o reconheci como sendo seu Januário, pedreiro, casado e com filhos que morava numa das casas próximas e que sempre se oferecia para fazer pequenos reparos na casa de vovó; agora eu entendia como os pagamentos pelos serviços prestados eram feitos e tive vontade de soltar uma gargalhada. Esperei pacientemente até Januário ir embora e mesmo vendo vovó ainda estatelada sobre a cama prossegui com meu plano entrando pela porta da cozinha, depositando os maços de cigarro sobre a mesa de fórmica carcomida nas bordas pensando se deveria ir até a porta do quarto chamando por vovó quando ela irrompeu pelo corredor trajando um penhoar de chiffon que mal continha as tetonas flácidas e caídas e ainda exibia boa parte das coxas. Ao me ver ela se mostrou hesitante e um pouco assustada, mas logo se recuperou abrindo um sorriso enquanto caminhava na minha direção até nos abraçarmos. Vovó Nena me apertou contra seu corpo permitindo que eu usufruísse do odor de sua pele suada com toques do cheiro do macho mesclado com o gozo que acabara de desfrutar e eu não perdi a chance de afundar o rosto nas tetas vasculhando em busca de um mamilo distraído que ao ser encontrado recebeu um chupão vigoroso.
"Que é isso, netinho abusado? Ainda não desmamou? ", perguntou ela com tom alarmado empurrando minha cabeça sem muita vontade. Eu mirei seu rosto exibindo um risinho maroto respondendo que as suas tetas eram muito suculentas; ela não conteve uma risadinha estridente enquanto tornava a apertar meu rosto contra seu peito; depois que nos separamos ela foi até a mesa, abriu um maço de cigarros e tratou de acender um fumando quase que compulsivamente ao mesmo tempo em que corria até o fogão avisando que prepararia um café. Com a bebida fumegando nas canecas de ágata, nos sentamos ao redor da mesa com vovó perguntando se eu fumava; em resposta peguei o maço sobre a mesa e acendi um cigarro apreciando as tragadas. A velhota logo percebeu que eu não tirava os olhos no vão entreaberto do penhoar que exibia uma parte de seus peitões e se divertiu com minhas expressões faciais.
“Gosta de tetas? Quer vê-las? Tocá-las?”, perguntou ela com tom maroto ao que respondi com frenéticos acenos de cabeça; vovó Nena, então, abriu o penhoar pondo à mostra os peitões alvos e flácidos com mamilos pequenos intumescidos coroados por aureolas de tom róseo e que pendiam como frutos maduros e suculentos; sempre gostei de tetas fossem elas de todos os tamanhos e tipos e já havia visto outras, mas naquele momento as mamas fartas de vovó me deixavam em ponto de bala; por conta disso não hesitei um minuto em segurar aqueles melões em minhas mãos dando apertões e alguns beliscões nos mamilos ouvindo a velha sibilar de tesão. Percebendo a receptividade de vovó Nena com minhas apalpações decidi ousar um pouco mais inclinando a cabeça até conseguir lamber os mamilos aproveitando também para dar uns chupões bem ávidos.
Não demorou muito para que eu parecesse um bezerrinho esfomeado mamando as tetonas da minha avó safada cujas reações e sons confirmavam o quanto ela estava aproveitando aquele momento; subitamente, senti a mão dela apertando a braguilha da minha calça explorando a rigidez do membro que pulsava louco para se exibir. “Hum, o que é isso? Meu netinho tá com tesão pela vovó? Mostra ele pra mim, mostra!”, sussurrou ela no meu ouvido dando apertões no bruto; cheio de confiança parei de saborear as mamas de vovó Nena, me levantei abrindo e baixando a calça junto com a cueca até libertar a pistola que surgiu dura e pulsante; vovó não titubeou em tomá-lo na mão aplicando uma punhetinha e aproveitando para explorar as dimensões do pinguelo.
“Nossa! Meu netinho foi abençoado pela natureza com um pingolim grande e grosso …, do jeito que a mulherada gosta!”, elogiou ela antes de tomá-lo na boca mamando freneticamente e me levando à beira da loucura, incapaz de conter gemidos enfáticos, sentindo o alvoroço que aquela boca ávida e experiente causavam dentro de mim; vovó foi, ao mesmo tempo, gulosa e impiedosa, não poupando dedicação em me conceder uma mamada que permaneceria inesquecível para sempre, fosse em meu corpo, fosse em minha mente. De minha parte fiz de tudo para usufruir ao máximo aquela boca ardente engolindo e cuspindo o bruto com gestos alucinantes, porém acabei capitulando sem tempo para avisar vovó do gozo que explodiu em jatos sendo projetados dentro de sua boca.
Vovó Nena exibiu outro de seus talentos ao ser capaz de conter minha carga em sua boca engolindo-a logo a seguir aproveitando ainda para dar longas lambidas com o fito de deixar o pinguelo bem limpinho. “Que esporrada doida, hein? Aposto que não gozava faz tempo! Por hoje, chega! Quem sabe outro dia tem mais!”, arrematou ela finalizando nossa diversão enquanto de recompunha tornando a encher as canecas de ágata com mais café.
Por dias e mais dias fiquei torcendo para uma nova oportunidade com vovó, todavia a situação ficava modorrenta me levando a quase perder o prumo e correr até a casa dela pedindo para que pudéssemos desfrutar de uma nova diversão; tive que me controlar ao máximo para não pôr tudo a perder. E quando não restava mais esperança para mim, uma descoberta ao acaso fez renascer a chance de me aproveitar da safadeza de vovó Nena. Numa manhã de domingo, mamãe foi para a igreja onde realizava trabalho comunitário, levando minha irmã com ela deixando a mim e papai em casa; sem que eu percebesse, papai, sem aviso, tomou um chá de sumiço que me deixou curioso, pois em dias como aquele ele costumava aproveitar para fumar e tomar cerveja sem a reprovação da esposa …, curioso em saber o que havia acontecido me pus a procurar pelo sujeito.
E foi no boteco próximo de casa que fiquei sabendo do destino de papai, pois o proprietário me contou que ele havia comprado uns maços de cigarro para levar para alguém; algo dentro de mim intuiu que esse alguém só podia ser vovó Nena …, mas, meu pai! …, vovó? Bom, eu já havia descoberto que na vida tudo é possível; por conta disso rumei para a casa da velhota safada usando a mesma estratégia para entrar sem ser visto …, com a ponta dos pés apoiados sobre a mesma manilha curva espreitei a folha entreaberta da janela descortinando uma visão que me deixou estupefato.
Sobre a cama vovó peladona cavalgava meu pai quicando num sobe e desce alucinante com ele apertando os peitões dela chegando a esmagá-los entre os dedos; ambos gemiam sem parar e vez ou outra, vovó proferia expressões chulas numa clara provocação ao macho; ao ver aquela cena fui tomado por um tesão delirante que me levou a abrir a braguilha da calça pondo o bruto enrijecido para fora iniciando uma masturbação sôfrega procurando aliviar o desejo que ardia dentro de mim; não sei a razão, mas aquela descoberta não me deixou revoltado, pois, afinal, papai sempre foi um macho aproveitador e eu sabia muito bem disso …, mesmo se tratando da mãe da minha mãe fodendo com seu genro, para mim era apenas um homem e uma mulher saciando seu desejo, mas, por outro lado, eu enxergava uma excelente oportunidade de barganha.
Algum tempo depois a foda ganhou outro rumo com papai ficando por cima metendo com força enquanto saciava sua fome mamando as mamas flácidas de vovó e assim prosseguiram prolongando a safadeza e levando-a ao limite de seus corpos; vovó já havia gozado tantas vezes que eu mesmo perdi a conta ao passo que papai se mostrava insaciável fodendo com força e profundidade exibindo um desempenho surpreendente que somente foi derrotado quando a fisiologia cobrou seu preço; ele soltou um urro rouco quando projetou seu corpo contra o dela, estrebuchando e se contorcendo numa clara sinalização de que atingira o orgasmo que foi celebrado por ambos entre mais gritos e gemidos. E ao final de tudo o casal estava estatelado sobre a cama com a respiração arfante e os corpos suados.
Repentinamente, papai deu um salto da cama procurando por suas roupas ante os protestos de vovó que clamava para que ele ficasse um pouco mais. “Posso, não! Já pensou se sua filha chega em casa e não me encontra lá?”, respondeu ele em tom de resmungo já se preparando para sair do quarto. Eu não me movi, pois se o fizesse poderia denunciar minha presença optando para correr mais para o fundo do corredor me escondendo atrás de um barril de água, esperando até ter certeza de que ele havia ido embora; não pensei em confrontar vovó naquele momento, pois o resultado poderia ser diferente do que eu almejava, e optei por esperar a ocasião certa para isso.
E essa chance surgiu no sábado seguinte quando mais uma vez mamãe me deu dinheiro para comprar café e cigarros para vovó; entusiasmado fui até a padaria onde comprei os itens rumando direto para a casa de vovó; encontrei-a na sala vestindo uma camisola larga e transparente que denunciava sua nudez por baixo dela. Eu poderia começar uma chantagem com rodeios, mas meu afã era de tal magnitude que eu acabei revelando o que vira no domingo da semana anterior e cobrando um preço pelo meu silêncio. “Quer me foder também, netinho safado?”, perguntou ela com tom maroto. “Quero mesmo é comer seu rabo!”, respondi com tom enfático sem esconder a ansiedade. Em resposta vovó reclamou, resmungou e até esbravejou, mas diante do meu olhar ela viu que não tinha escolha.
Imediatamente, tirei a roupa e fui até ela esfregando o bruto em seus lábios enquanto apertava as mamas por cima da camisola; vovó não perdeu tempo em abocanhar o bruto mamando com sofreguidão enquanto eu metia a mão dentro da camisola buscando os mamilos que logo estavam entre meus dedos; ficamos assim por uns bons minutos e quando vovó decidiu se levantar eu tratei de arrancar a camisola apreciando aquela nudez alva e flácida que me deixava com muito tesão; fomos para o quarto onde ela já se pôs de quatro sobre a cama. “Lambuza o bruto com cuspe e esfrega no rego antes de meter!”, orientou ela com tom ansioso. Segui sua orientação e depois de dar umas pinceladas no rego parti para o ataque socando o bruto com força, sendo que no momento em que ela descontraiu obtive êxito arremetendo a glande e laceando as pregas numa invasão deliciosa.
Vovó soltou um grunhido, mas não recuou quando continuei socando com força até conseguir arregaçar as pregas fazendo minha pistola desaparecer dentro do brioco da velhota. Não dei chance de recuperação partindo para uma sequência de socadas vigorosas sacando e enfiando o bruto sem dó nem piedade, aproveitando para apertar as nádegas flácidas com minhas mãos sentindo a pele sendo esmagada ao mesmo tempo em que cada socada fazia o corpo de vovó chacoalhar que gemia e gritava denunciando que estava saboreando a enrabada do seu netinho; eu me sentia poderoso, dono do corpo de vovó usando e abusando dela como se me pertencesse. Foi uma foda alucinante que parecia não ter fim, ou pelo menos a depender de mim se prolongaria até o limite do meu desempenho.
Vovó Nena me surpreendeu ao revelar que havia desfrutado de um gozo anal com sua xereca choramingando sem parar e essa notícia me levou ao delírio incontrolável que resultou no ápice que me fez capitular em um clímax exultante jorrando dentro de vovó que celebrou com gritos e gemidos descontrolados. O suor lavava nossos corpos e ainda assim permanecemos engatados com o bruto a meia bomba em meio a derradeiras ejaculações. Quando saquei a pistola fiz questão de manter as nádegas separadas escancarando o rego e apreciando a visão do meu sêmen escorrer do orifício arrombado. Daquele dia em diante o corpo de vovó passou a ser minha propriedade que, em silêncio discreto, eu dividia com meu pai e compartilhava com outros machos, exceto pelo brioco que apenas eu tinha o direito de usufruir (uma outra exigência que impus e que ela aceitou sem reclamar!); nossos envolvimento ganhou tanta intimidade que tínhamos que tomar cuidado para não sermos descobertos, pois sempre que possível eu fugia para sua casa onde desfrutávamos de fodas e enrabadas alucinantes. O resultado dessa relação incestuosa em mim revelou-se por uma predileção por mulheres bem mais maduras e também pelo sexo anal que a maioria das minhas parceiras sempre apreciou …, caso do acaso ...
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Ficha do conto

Foto Perfil trovão
bemamado

Nome do conto:
CASO DO ACASO

Codigo do conto:
259996

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
21/04/2026

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