Minha experiência com Rosaura deixou algumas cicatrizes tanto físicas quanto emocionais, já que a manipulação do meu corpo, mesmo parecendo abusiva, foi muito excitante e por conta disso fiquei um tanto ressabiado sobre minhas preferências sexuais fazendo com que eu deixasse de lado a busca por novas aventuras, até que uma nova oportunidade surgiu fazendo reacender minha libido. Nessa época tínhamos um professor que era muito querido por todos, em especial porque ele sempre procurava se enturmar participando de nosso cotidiano; o professor Cardoso, como ele era conhecido, sempre estava disponível para sanar nossas dúvidas, fossem elas sobre a matéria, fosse sobre algo que não tínhamos coragem de partilhar com nossos familiares se tornando uma espécie de confidente. Todavia, havia um aspecto da vida do professor que chamava nossa atenção mais que tudo e que tinha nome e sobrenome: Dona Regina a esposa dele! Regina era uma sessentona com tudo em cima! Corpão curvilíneo, um pouco acima do peso o que destacava seu busto farto e sempre oferecido em decotes abusados, coxas densas que eram encimadas por uma bunda de dimensões proporcionais e dona de um rosto de fêmea em eterno cio; Dona Regina era o símbolo da cobiça masculina, especialmente para adolescentes com os hormônios em ebulição que volta e meia estavam celebrando com atos solitários apenas o fato de que ela existisse. O casal residia em um sobrado de frente ampla com jardim lateral e uma garagem em recuo que ficava próximo da escola e nos fundos o professor Cardoso havia construído uma edificação térrea onde ele ministrava aulas de reforço e preparatório para vestibular. Eu era um de seus alunos e logo caí nas graças de Dona Regina que sempre com afeto exagerado me mimava com lanches e sobremesas ao final das aulas. O simples fato de estar perto dela era o suficiente para que a excitação se fizesse presente em ereções inoportunas que eu procurava disfarçar, mas que ela certamente percebia com expressões faciais insinuantes. Nessa época, Inês uma colega de escola com quem eu mantinha uma relação que oscilava entre a pura amizade e um desejo carnal intenso durante um jogo da verdade me confidenciou que Dona Regina curtia uma atração velada por jovens como eu, ao mesmo tempo que também tinha uma tara por mulheres jovens; Inês notou minha estupefação e antes que eu perguntasse como ela sabia disso ela se incumbiu de saciar minha curiosidade. -A gente já trocou uns beijinhos e tals – respondeu ela com tom maroto – já ficamos peladas …, e ela sabe como chupar uma buceta! Gozei horrores! Estávamos sentados no tapete da casa dela ao redor da mesinha de centro revendo um trabalho escolar e imediatamente, o tesão subiu explosivo e Inês percebendo não conteve um risinho safado. “Você gostaria de ver a gente se pegando?”, perguntou ela com um tom provocante, comigo acenando nervosamente em afirmação. Inês, então disse que combinaria um encontro com ela em sua casa e que eu poderia assistir, desde que ficasse escondido e prometesse que guardaria segredo. Na semana seguinte ao sairmos da escola Inês se aproximou e sussurrou em meu ouvido: “É hoje, taradão! Depois do almoço …, te espero, hein?”; aquelas palavras me fizeram vibrar de ansiedade e eu aguardei o encontro. O sobrado onde Inês residia com seus pais era típico de uma classe média em ascensão, situado em uma rua estreita na parte oposta do córrego e não muito distante da minha casa, permitindo que eu chegasse lá bem rápido; ela abriu a porta e assim que entrei ela me levou para o seu quarto que era uma suíte me fazendo entrar no banheiro que tinha uma porta camarão. “Deixa ela entreaberta assim com a luz apagada pra você ver melhor!”, explicou ela com tom despachado. -Se bater uma dentro do meu banheiro, trata de limpar! - asseverou ela com tom maroto – nem que para isso tenha que lamber a sua porra …, entendeu? Nisso a campainha soou e Inês sorriu com malícia enquanto puxava a porta. Não demorou e as duas entraram no quarto já numa pegação doida, com beijos e amassos e Regina querendo deixar Inês pelada, que por sua vez se antecipou abrindo a blusa da sessentona, expondo as mamas fartas livres de um sutiã; Inês os segurou com as mãos dando apertos para sentir textura e volume já aproximando a boca dos mamilos que ela sugou alternadamente fazendo Regina acariciar seus cabelos gemendo sem parar. Em poucos minutos Regina estava nua e avançou em direção de Inês para empatar o jogo. Foi a primeira vez que vi Inês pelada e confesso que fiquei pasmo com sua beleza; minha colega era baixinha e um pouco gordinha, dona de peitos médios cuja firmeza impressionava e uma bundinha roliça que gingava com seu andar; dona de um rostinho de anjo safado com olhinhos castanhos e lábios finos, pele alva e cabelos na altura dos ombros formando um conjunto espetacular, digno de um embate com Regina e seus atributos avantajados; elas foram para a cama onde Regina abriu as pernas de Inês mergulhando seus rosto entre elas iniciando um banho de língua que fez Inês gemer e gritar pouco se importando com eventuais consequências e apenas implorando para que sua parceira não parasse o que estava a fazer. Dentro do banheiro, sentado na beirada do vaso sanitário eu já havia arriado a calça descabelando o palhaço com uma manipulação furiosa sem perder cada cena que se desenrolava sobre a cama de minha amiga, que depois de gozar litros partiu para inverter o jogo pondo Regina de barriga para cima pernas erguidas e flexionadas na altura dos joelhos caindo de boca na buceta depilada da sessentona safada; Inês sabendo de minha presença velada, vez por outra olhava na direção do banheiro sorrindo enquanto usava os dedos para explorar a gruta de Regina com direito a beliscões nos mamilos dela, que também não controlava seus gritos histéricos e gemidos estridentes. Aquele espetáculo erótico único estava me enlouquecendo a ponto de a manipulação se tornar ainda mais veemente a ponto de eu quase me desequilibrar pondo tudo a perder; para minha sorte o pior foi evitado e mesmo assim minha excitação chegou ao ápice quando as duas fêmeas decidiram praticar um meia-nove com Inês se pondo por cima de Regina compondo uma imagem alucinante; e diante da imagem daqueles corpos se engalfinhando acabei atingindo o clímax em uma ejaculação profusa e incontrolável que acabou por lambuzar o piso do banheiro. As duas fêmeas acabaram um nocaute mútuo com elas se deitando uma ao lado da outra olhando para o teto buscando recuperar uma respiração menos acentuada; pouco depois Regina se levantou e começou a se vestir alertando que em breve seu marido voltaria para casa enquanto Inês permanecia estatelada sobre a cama num estado de entorpecimento. Antes de ir embora Regina fez questão de se sentar na beirada da cama com os dedos vasculhando a bucetinha de Inês até fazê-la gozar mais uma vez. "E aí? Gostou? Gozou?", perguntou Inês sem olhar na direção do banheiro de onde saí cambaleante sendo que ao me ver ela não resistiu a gargalhar com uma expressão travessa no rostinho sapeca. Meio sem jeito expliquei-lhe sobre o estrago no chão do banheiro e Inês gargalhou mais uma vez se sentando sobre a cama. "Eu devia fazer você limpar com a língua, seu puto! Mas vou dar um desconto porque hoje gozei horrores!", afirmou ela com tom jocoso. Fiquei observando Inês de vestir me esforçando para não agarrá-la e fazendo algo de que poderíamos nos arrepender. -Pronto! Agora te dei um jeito pra fuder a Regina! - comentou Inês em tom exultante - Tá me devendo essa, viu? E vê se não faz merda! As palavras de Inês tinham o dom de me constranger e naquele momento não foi diferente, motivo pelo qual baixei a cabeça, dei meia volta e fui embora; no caminho eu só pensava em como usar o que tinha obtido para chantagear Dona Regina, além de esperar o melhor momento para fazer isso, pois eles residiam próximo da escola e tudo precisava ser feito na surdina. Algumas semanas depois, Professor Cardoso, em uma conversa informal, avisou que seria substituído por outro professor, pois precisava empreender uma viagem inesperada a fim de ajudar familiares e eu não resisti em perguntar se sua esposa viajaria com ela obtendo como resposta que ela permaneceria em casa. Era uma oportunidade de ouro para mim e eu não podia perdê-la; na tarde do dia seguinte, como quem não quer nada com nada, toquei a campainha do sobrado com Dona Regina abrindo a ampla janela da sala me fitando com uma expressão curiosa e já perguntando o que eu queria; respirei fundo e com tom firme respondi que precisava tratar um assunto de seu interesse; meio a contragosto ela fez uma careta desaparecendo para depois surgir abrindo a porta e vindo até o portão onde permitiu minha entrada; Regina usava um vestido folgado sem atrativos e tinha os pés descalços não contendo a impaciência querendo saber que assunto era esse. Tomado por enorme receio que minha investida pudesse se voltar contra mim, engoli em seco e respondi que sabia de tudo sobre ela e seu envolvimento com Inês, assunto que na época, além de tabu era condenado pela sociedade e depois de dizer isso aguardei pelas reações da safada, que após um momento de espanto começou a resmungar e esbravejar como eu descobrira, o que eu vira e o que pretendia fazer a respeito; me sentindo vitorioso dispensei responder as duas primeiras perguntas partindo direto para o que me interessava afirmando que meu silêncio custava uma boa trepada. Regina exibiu uma expressão de espanto que logo deu lugar a um olhar lascivo. “Moleque descarado!Tá pedindo demais! Não basta me ver pelada e ganhar uma punheta?”, perguntou ela tentando uma barganha, ao que devolvi afirmando que podia ser um começo. Inesperadamente, Regina se livrou do vestido mostrando-se nua diante de meus olhos gulosos e já mandando que eu fizesse o mesmo; ao ver meu pinguelo enrijecido, ela não se conteve, vindo até mim e tomando o bruto na mão aplicando uma punheta enquanto eu já apertava suas mamas e beliscava seus mamilos; não demorou muito para que ela enlouquecesse, em especial quando comecei a chupar os bicos que alternava na boca sugando como um esfomeado. A certa altura, Regina me fez parar o que estava fazendo e se pôs de joelhos tomando a pistola em sua boca desferindo uma mamada frenética com direito a massagem nas bolas e lambidas na glande. Regina mamava com uma destreza impressionante ao mesmo tempo em que dava a entender que era sua diversão predileta, não apenas com comentários intervalados como também pelo jeito que me olhava não escondendo a obssessão por uma pistola dura em sua boca que ela degustava com imenso prazer; e somente depois de saciar sua fome de piroca ela se levantou tomando minha mão e avançando em direção aos fundos da casa até chegar no ambiente onde seu marido ministrava aulas de reforço escolar. E com a maior desfaçatez ela subiu na larga escrivaninha que ficava sobre um pequeno tablado elevado abrindo as pernas fazendo carinhos na perseguida. “Quer me fuder? Então vem aqui! Vem encher minha buceta em cima da mesa do professor broxa!”, pediu ela num tom entre a súplica e a provocação, revelando uma espécie de tara que mais tarde descobri se tratar de um fetiche amplamente praticado por ela sempre que surgia uma oportunidade. Não me fiz de rogado e subi sobre a mesa cobrindo o corpo dela com o meu enquanto Regina tomava a piroca na mão conduzindo-a em direção à sua xoxota; eu estava tão afobado que deixei as preliminares de lado socando fundo naquela gruta quente e muito úmida e o fiz com tal entusiasmo que arranquei um grito rouco e lascivo de Regina que cravou as unhas na minha cintura num gesto figurado de me manter dentro dela; e logo descobri que não era figuração, pois Regina me manteve aprisionado naquela posição parecendo desfrutar de sensações inexplicáveis. Somente após alguns minutos pude iniciar movimentos pélvicos intensos metendo e sacando o bruto de forma impiedosa o que logo resultou em Regina desfrutando de uma onda orgásmica abundante que parecia não fim deixando nossas genitálias completamente quentes e lambuzadas. Regina não precisou de muito esforço para perceber que meu desempenho era bem acima de expectativas e usufruiu ao máximo do prazer que minha piroca rija lhe proporcionava até não aguentar mais implorando para me finalizar em sua boca, o que aquiesci sem hesitar pulando para fora da mesa e me pondo em pé a espera dela que logo estava de joelhos diante de mim mamando com eloquência inaudita não sossegando até obter êxito em fazer jorrar meu leite inundando sua boca sem que ela desperdiçasse uma gota sequer, sendo que antes de engolir a carga fez questão de exibi-la para meu olhar aparvalhado. De volta à sala onde me recompus, Regina, que ainda permanecia pelada, cobrou meu silêncio sobre seu envolvimento com Inês e também sobre o que acontecera há pouco em sua própria casa, ao que respondi que isso dependeria de uma nova oportunidade para desfrutá-la. Sem me responder, Regina me fez ir embora deixando algo no ar. E é claro que no dia seguinte eu voltei a procurá-la enquanto fazia compras no armazém situado nas proximidades já impondo um novo encontro. “Eita, moleque abusado! Não ficou satisfeito, foi?”, perguntou ela com um tom maroto enquanto esfregava seu traseiro em minha virilha sentindo a rigidez pulsante dentro da calça; respondi que queria mais e ela se voltou me encarando. “Tá bom! Hoje a tarde …, mas é uma rapidinha, hein? Vou deixar o portão aberto e a porta da sala também!”, respondeu ela com o mesmo tom maroto. Voltei para casa muito empolgado e inventei uma mentirinha para minha mãe saindo em direção ao encontro com Regina. Fiquei abismado ao entrar na casa e dar com Regina de quatro sobre o sofá balançando o traseiro a minha espera para uma boa foda no estilo “cachorrinho”; afobado como sempre, tirei a roupa e me atraquei naquele traseiro suculento como um tarado cuidando logo de meter a piroca na buceta que mais uma vez estava quente e molhada; comecei a estocar com movimentos tão fortes que o impacto sacolejava o corpo de Regina com as carnes fazendo deliciosas onda indo e vindo. E lá estava eu fodendo a esposa do meu professor dentro de sua própria casa e cada gozo anunciado por ela me estimulava a continuar até o limite de minha resistência que culminou em uma gozada abundante celebrada por Regina com gritos e gemidos. Ao final não trocamos uma palavra sequer, exceto por ela reiterar a cobrança de meu silêncio em relação ao seu envolvimento com Inês, me fazendo jurar jamais revelar o assunto o que aceitei cumprir. Depois daquele dia ainda ganhei uma punheta de Regina pouco antes do professor Cardoso retornar de sua viagem e por conta disso minha oportunidade de novas aventuras com ela se tornaram raras. Numa nova rodada de estudos em sua casa, contei tudo para Inês que se divertiu ouvindo a narrativa não se contendo em bater uma siririca diante de meus olhos aparvalhados. Pouco antes do final do ano professor Cardoso conseguiu uma transferência para o interior sendo acompanhado pela esposa; foi uma despedida apática que deu saudade apenas pela esposa.
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