Certa ocasião, aproveitando a chance, viajei até Bruxelas, capital da Bélgica onde quis visitar o túmulo do soldado desconhecido e depois de apreciar aquela experiência histórica desci em direção à “Grand Place”, onde descobri uma cafeteria típica que me chamou a atenção; estávamos na primavera com temperaturas aceitáveis que permitiam caminhas a pé para apreciar-se aquela cidade histórica; entrei na cafeteria e depois de me sentar no banco estofado atrás de uma mesa de canto aguardei para ser atendido; não demorou muito para que um rapaz de uns vinte e poucos anos, jeito afável e gentil veio ao meu encontro; e não demorou também para que ele percebesse minha dificuldade com o idioma. “Não se preocupe …, sou brasileiro e podemos conversar em nossa língua!”, disse ele em tom baixo e muito cortês, apresentando-se pelo nome de Gustavo. Fiz o pedido e agradeci por sua gentileza. Quando terminei o capuchino e a torta de limão acenei pedindo a conta; ele logo veio munido da comanda e também da máquina de cartões. “Se precisar de alguma ajuda, este é o meu telefone e estarei ao seu dispor!”, disse ele estendendo um cartão de visitas onde descobri que Gustavo exercia voluntariado junto à organização “Médicos Sem Fronteiras”; agradeci pela ajuda e retornei ao hotel que ficava em uma rua sem sinuoso aclive logo após o túmulo que eu visitara. Aquele hotel fora indicado e sua arquitetura do início do século vinte me encantou desde a visita ao site de reservas e por conta disso decidi que ali seria minha residência provisória pelo período que permanecesse em Bruxelas. Naquela noite decidi jantar no hotel cujo restaurante além de discreto continha um aspecto de “Belle Epóque”, impossível de não o tornar ainda mais atraente; pedi um estrogonofe acompanhado de uma taça de vinho e enquanto saboreava a refeição não pude deixar de prestar atenção em uma mesa próxima onde um homem me fitava com certa insistência; porém, em todas as vezes que tentei encará-lo ele desviava o olhar com um jeito encabulado. Ao término da refeição fui para recepção onde havia uma cafeteira Nespresso Free e também um espaço destinado aos fumantes; tomei um expresso curto e depois me sentei em uma poltrona acendendo um cigarro. -Boa noite, posso me juntar a você? - disse o sujeito que me fitou durante o jantar – Afinal, fumantes não são muito bem-vindos atualmente! A pergunta e o comentário em minha língua denunciaram que o sujeito também era brasileiro. Acenei com a cabeça apontando para a poltrona disponível ao lado da minha; com ele sentado muito próximo de mim foi possível examiná-lo com alguma atenção; era um sessentão como eu, cabeleira grisalha bem cuidada, sem barba ou bigode, dono de olhos argutos e ar sóbrio; parecia ser alto e corpulento sem exageros, mas seu sorriso era encantador. Não demorou para ele puxar conversa apresentando-se pelo nome de Vicente, executivo do setor de comércio exterior com residência no Rio de Janeiro e sua estada em Bruxelas tinha finalidade negocial. Devolvi a apresentação e ele se mostrou surpreso com meu desprendimento em viajar sozinho e com pouco conhecimento do idioma inglês; respondi que a chance surgira e que eu decidi aproveitá-la; entabulamos uma conversa animada até ele entrar em questões mais íntimas querendo saber mais sobre mim; disse a ele que casado e que minha esposa também estava em viagem para o Japão, a terra de seus pais, e como eu tinha mais interesse pela Europa decidimos de comum acordo viajar separadamente. “Que interessante! E ela confiou em deixá-lo sozinho pelo Velho Continente? Você é mesmo um sortudo!”, comentou ele com tom brincalhão; devolvi afirmando que ela não corria riscos e percebi que minha resposta chamou sua atenção. -Sim, sou bissexual, embora ela não saiba disso – respondi quando ele perguntou a razão do meu comentário anterior – e aqui meu risco é mínimo …, além do que …, jamais recuso boas oportunidades! Vicente reagiu com uma risada franca acendendo outro cigarro. Prosseguimos na conversa agradável até ele decidir dar o bote. -Bom, preciso me recolher, mas tenho uma garrafa de conhaque no quarto – disse ele com tom sugestivo – talvez você aprecie uma boa bebida e uma boa companhia …, se interessar o número do meu quarto é 601. Sem esperar pela minha resposta, Vicente sorriu e se levantou caminhando em direção ao hall de elevadores; por alguns minutos fui tomado por uma indecisão cruel acompanhada do temor do envolvimento com um desconhecido, mas logo acabei vencido pelo tesão. Toquei a campainha do quarto e a porta se abriu com a voz de Vicente me convidando a entrar. Depois de fechar a porta atrás de mim fui surpreendido pela visão do sujeito pelado acomodado em uma poltrona na pequena antessala, manipulando o membro de dimensões medianas que já se encontrava em processo de ereção. “Estava a sua espera …, pensei que não viria …, mas que bom que veio! …, dispa-se e fique à vontade com o que tenho aqui!”, disse ele com um tom insinuante sacudindo o bruto para mim. Observei aquele sexagenário nu sentado diante de mim notando que ainda exibia uma vitalidade invejável com seu peito largo coberto por uma fina camada de pelos grisalhos, braços e pernas ainda tonificados e especialmente o membro cuja rigidez impressionava. Eu relaxei e sorri enquanto tirava a roupa não perdendo tempo e ir até ele pondo-me de joelhos entre suas pernas e já tomando a pistola na mão analisando suas dimensões e degustando sua dureza; segurei-o pela base com firmeza e comecei a lamber a glande com Vicente suspirando e fazendo carícias em minha cabeça; tomei-o na boca desferindo uma mamada ávida ao som dos gemidos roucos do sujeito que parecia se deliciar com minha habilidade oral. “Ahhh! Uhhh! Como você mama gostoso! É uma verdadeira putinha boqueteira!”, comentou ele com tom embargado me deixando ainda mais excitado com os mamilos intumescendo e o cu piscando. Depois de algum tempo, Vicente me puxou para cima até que nossos lábios e bocas se encontrassem em um longo, profundo e molhado beijo de língua. Vicente era um macho e tanto hábil e carinhoso o que me deixou arrebatado por ele capaz de atender a qualquer um de seus pedidos por mais doidos que pudessem parecer; todavia, logo descobri que suas intenções comigo eram mais afetuosas e sensuais. Ficamos de pé e ele me levou para o quarto onde nos deitamos já trocando mais beijos e carícias; sua mão quente acariciava, apalpava e apertava minhas nádegas sendo que em certos momentos seus dedos exploravam meu rego dedando meu cu provocando arrepios que me faziam gemer. Em pouco tempo em estava por cima dele com seu membro em minha boca permitindo também que ele se divertisse com minha bunda e com meu selinho anal fazendo deliciosas estripulias. E não demorou para que ele revelasse a intenção de me enrabar pedindo que eu ficasse de quatro sobre a cama; obedeci docilmente e logo senti os dedos lambuzados com gel passeando pelo meu rego e dedando meu rabinho preparando o caminho para a penetração; Vicente pincelou o membro ao longo do rego provocando mais arrepios em meu corpo e assolando minha mente com o desejo de ser possuído; Vicente estocou com força e já na segunda investida rompeu o selo invadindo-o com o bruto impondo que eu gemesse mesmo com uma dorzinha incômoda procurando se impor; Vicente foi carinhoso penetrando lentamente ao mesmo tempo em que acariciava minhas nádegas proferindo frases estimulantes que me incentivavam a resistir ao ataque do macho que logo tinha seu membro enterrado dentro de mim. Vicente se quedou imóvel por alguns minutos, respirando pausadamente e ainda acariciando minhas nádegas. “Você é muito doce e suculento, meu gordinho safado! Esse cuzinho apertado me conquistou!”, sussurrou ele com tom afetuoso; nos momentos seguintes, Vicente adotou a postura de macho dominante socando sua vara com força e profundidade, apertando minhas nádegas e também minha cintura num gesto de controle sobre meu corpo e também sobre minha mente; fodemos por um bom tempo comigo impressionado com o desempenho daquele homem viril cujos movimentos cadenciados, as frases doces e ao mesmo tempo, impetuosas me cativavam de uma forma tão especial que redundou em mim numa ereção veemente como se meu corpo quisesse corresponder ao que recebia. Vicente avançou até que um gemido mais prolongado denunciou que seu clímax se aproximava inexorável. Contraindo involuntariamente os músculos e acelerando seus movimentos pélvicos, Vicente acabou projetando seu corpo contra o meu aprofundando seu membro cuja pulsação eclodiu em um gozo quente e profuso inundando meu reto e provocando como resultado que também eu desfrutasse de um orgasmo sem a necessidade de manipulação; Vicente desabou sobre mim, ambos estávamos suados e ofegantes, porém não reclamei do peso de seu corpo sobre o meu cerrando os olhos para usufruir dos beijos dele em meu pescoço. Foi uma foda fantástica e de tal magnitude que acabamos adormecendo derrotados pela exaustão; pela manhã acordei com Vicente abraçado a mim cujos braços me envolviam de uma forma deliciosamente excitante …, era um sentimento de posse que eu jamais desfrutara antes em minha vida; ele acordou com um sorriso e nos beijamos. Vicente fez questão que tomássemos café da manhã naquela cafeteria da “Grand Place” ao que concordei muito animado; saboreamos capuchino, croissants recheados e torta de limão; em seguida tomamos o ônibus da linha 95 em direção ao prédio que abriga o Parlamento Europeu e lá chegando Vicente sugeriu que eu visitasse o Parlamentarium, uma espécie de museu interativo sobre a história da comunidade europeia enquanto ele participava de uma reunião de negócios; aceitei a sugestão e depois da visita fiquei vagando pelo entorno e acabei em uma Starbucks para tomar um expresso. Vicente veio ao meu encontro próximo da hora do almoço se desculpando pela demora e sugerindo que voltássemos até a “Grand Place” para almoçar, convite que eu aceitei diante daquele sorriso cativante. Almoçamos em um restaurante cujos proprietários eram amigos de Vicente, um casal de italianos simpáticos e agradáveis com a esposa tentando arrastar um português quase ininteligível; ao sairmos de lá passemos pelo entorno da praça e próximo das quatro da tarde Vicente sugeriu que voltássemos para o hotel. “Quero passar todo o tempo disponível ao seu lado …, com você!”, respondeu ele quando perguntei o motivo de sua sugestão, me fazendo abrir um sorriso de aceitação. No caminho perguntei se iríamos para o seu ou para o meu quarto. Dentro do elevador e antes que eu pudesse perguntar para que quarto iríamos ele apertou a tecla do sexo andar. Dentro quarto começamos a nos beijar enlouquecidos de desejo e tivemos certa dificuldade em tirar as roupas, pois Vicente estava tão excitado que não continha sua impetuosidade; ele me pôs de bruços sobre a cama, separou minhas nádegas e começou a linguar o rego alternando com dedadas enfáticas me deixando em um estado de tesão desmedido; pouco depois senti o friozinho do gel lubrificante a me preparei para o que estava por vir; na segunda socada ele enterrou o membro dentro de mim com ambos gemendo e suspirando dominados pela excitação. Com movimentos dignos de um atleta sexual Vicente me fodeu sacando e enfiando o membro sempre com mais intensidade e também profundidade gestos que fizeram meu membro endurecer como uma reação ao que estava acontecendo. E foi mais uma foda alucinante com Vicente comprovando sua virilidade que foi levada ao extremo quando ele, suado e ofegante soltou um grunhido rouco antes da última e profunda socada resultando em um gozo abundante preenchendo meu reto e contribuindo para que eu usufruísse de um orgasmo correspondente e sem a necessidade de manipulação. Logo, Vicente desabou sobre mim com sua respiração quente e ofegante em meu pescoço provocando inebriantes arrepios que percorriam meu corpo em todas as direções. Em dado momento ele sussurrou que se pudesse dormiria sobre mim desfrutando a sensação que ainda o estimulava; eu respondi que também comungava da mesma vontade, porém logo seu peso acabaria me sufocando. Ele se deitou ao meu lado pedindo que eu fosse até ele para que nos beijássemos ainda repletos de paixão. E aquela foi a noite em que dormimos alienados de tudo que nos cercava e logo pela manhã ele me convidou para que tomássemos uma ducha antes de descermos para o desejum matinal. E durante a primeira refeição do dia Vicente sugeriu que fôssemos à Bruges, uma cidade próxima famosa pelo chocolate belga e também pela cerveja; confesso de que início hesitei um pouco, porém Vicente sabia muito bem ser convincente me fazendo capitular. Descemos até a Grand Place e de lá até a Estação Central onde pegamos um trem rumando para Bruges; foi um trajeto agradável que durou quase uma hora, mas ao descermos do trem vislumbrei uma verdadeira cidade de contos de fadas com tons medievais que deixa qualquer um encantado; caminhamos pelas ruas pavimentadas por paralelepípedos sob um clima suave nem muito frio, nem muito quente, e uma atmosfera que parece nos remeter a um passado que gostaríamos de ter vivenciado; fomos ao mercado medieval, ao campanário e acabamos em um restaurante para saborearmos a famosa “Carbonade Flamande”, que difere do nosso picadinho apenas pelo sabor encorpado proporcionado pela cerveja preta e ao terminarmos passeamos um pouco mais; a certa altura Vicente confidenciou que estava sedento de tesão e assim retornamos para o hotel em Bruxelas. Mal havíamos entrado no quarto e Vicente se revelou um tarado sexual me agarrando procurando arrancar minhas roupas enquanto nos beijávamos alucinadamente; nus fomos para o quarto onde ele me atirou na cama, cobrindo meu corpo com o seu esfregando nossos ventres com mais beijos que quase me deixavam sem ar; em dado momento ele disse que queria me foder de conchinha e eu sorri aquiescendo com a ideia; Vicente se pôs atrás de mim pedindo eu que puxasse uma das nádegas erguendo a perna deixando meu rego e meu selo escancarados para seu desfrute; ele untou sua ferramenta com gel lubrificante e não perdeu tempo e partir para o ataque; estávamos tão excitados que o bruto escorreu para dentro de mim logo após a terceira socada do macho que apertando meus mamilos deu início a uma foda delirante comigo experimentando mais uma ereção que meu corpo exibia como uma retribuição ao delicioso assédio do macho. Aprisionado entre os braços de Vicente eu sentia meu corpo chacoalhar cada vez que ele socava com toda a força de seu tesão beliscando meus mamilos, chupando minha orelha e mordiscando meu pescoço causando um alvoroço revelado sob a forma de arrepios e espasmos incontroláveis. Vicente agia como um verdadeiro macho fodedor deliciosamente impiedoso, voraz e intenso, algo que de alguma forma me cativava a ponto de procurar corresponder com uma postura passiva, mas, ao mesmo tempo, capaz de usufruir dessa virilidade extraindo dele o que mais me apetecesse. Naquela tarde, quase noite Vicente exibiu mais uma vez um desempenho exorbitante chegando ao ponto de fazer meu selo arder dada a veemência de suas estocadas tomadas por uma quase fúria sem perder de vista a docilidade. E houve um momento que o atrito começou a ganhar contornos de uma dor mais que incômoda, porém eu não recuei desejando dar a ele tudo que merecia e nesse clima acabamos por atingir o clímax simultaneamente. Mesmo após ejacular profusamente eu sentia o membro de Vicente pulsar com uma rigidez alarmante indicando que ele ainda tinha muito tesão represado; todavia, pouco a pouco o bruto foi murchando embora ele insistisse em mantê-lo dentro de mim, como se desejasse que permanecêssemos unidos para além do tempo, e logo não houve como evitar que ele escorresse para fora provocando em mim uma nova excitação quase beirando um orgasmo. Vicente não se desvencilhou de mim e eu não ofereci qualquer resistência insinuando que também era a minha intenção que ficássemos colados por toda a noite. E na madrugada ainda fui surpreendido com ele esfregando o membro rijo em meus lábios num irrecusável convite que aceitei de bom grado, presenteando-o com uma mamada eloquente até fazê-lo encher minha boca com seu néctar quente e espesso que desfrutamos mutuamente em um beijo profano e lascivo. Minha viagem chegara ao fim e Vicente me acompanhou até o aeroporto onde não receamos uma despedida com beijos calorosos alheios a todo o preconceito que nos rodeava. Trocamos números de telefone celular e ele prometeu que assim que retornasse me procuraria. Eu sorri discretamente, acariciando seu rosto sem dizer uma palavra, pois eu sentia que não haveria uma próxima vez. A bem da verdade ele chegou a ligar algumas vezes e até ensaiar um reencontro que infelizmente não vingou. Eu não fiquei triste ou magoado, pois por mais que nossa estada na Bélgica tenha sido algo inesquecível ela proporcionou algo para ser guardado no corpo, na alma e no coração.
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