Finalmente, pude aproveitar de um período de tranquilidade, pois Magalhães saíra em férias! Era a primeira vez em cinco anos que ele gozava de trinta dias de afastamento; nos olhares dos colegas e de membros de outras seções e até mesmo de departamentos via-se o regozijo pelo evento …, afinal ele era um chato de galochas! Um homem beirando os sessenta e poucos anos de idade (embora não aparentasse), cuja vida pessoal era uma incógnita; não sabíamos nada a respeito dele, se era casado ou não, se tinha filhos, se era hetero ou homo …, ou talvez, bi …, enfim, o importante era o alívio pela sua ausência e o melhor de tudo era que seu substituto imediato era eu! Uma graninha a mais no bolso e paz de espírito, quem poderia querer algo além disso? Entretanto, havia a outra face da moeda: o peso do cargo que exigia mais responsabilidade e também a dificuldade nas saidinhas para uma safadeza eram o custo das férias do sujeito de olhar enigmático e ar pedante. Magalhães era um homem até que atraente: alto, corpo enxuto, barba sempre bem aparada, cabelos sempre bem cortados, roupas sóbrias e um rosto sem as marcas típicas que o tempo deixa em todos nós; algumas vezes eu me flagrei pensando em como seria trepar com ele …, será que na cama, entre quatro paredes, o sujeito se transformaria? Aliás, seria ativo ou passivo? Ou melhor, hetero ou não? Enfim, tudo era uma incógnita. De qualquer forma, procurei aproveitar a maré de sossego ao máximo. Estava tudo indo muito bem até mesmo a primeira reunião do board em que eu participava colhendo alguns elogios que certamente Magalhães jamais me retransmitiria, mas aquela abstinência estava começando a me importunar e quando o tesão surge ele clama por ser satisfeito a qualquer custo; cheguei a enviar mensagens para Toshio, Luizão, mas infelizmente elas sempre retornavam com respostas evasivas até mesmo porque eles também tinham seus compromissos pessoais e quem sabe suas fodas fortuitas. Certo dia Vincentão me enviou uma mensagem onde dizia estar carente de uma mamada …, e ainda que caso eu aceitasse seria em dose dupla: ele mais um amigo de nome Marley; ao ler a mensagem confesso que fiquei maluco de tesão imaginando a possibilidade de mamar dois machos ao mesmo tempo, embora guardasse certo receio de me aventurar dessa maneira, já que promiscuidade jamais fora algo pensado por mim; de qualquer maneira a ideia me tirava do prumo e por conta disso passei a maquinar uma maneira de dar uma escapadela para usufruir dessa oportunidade. E depois de pensar muito decidi que o melhor momento para essa diversão seria numa sexta-feira na parte da tarde razão pela qual chamei Adroaldo, meu parceiro de luta e combinei com ele que a administração do setor ficaria a seu encargo em troca de uma folga oportuna proposta que ele aceitou sem pestanejar; combinei os detalhes com Vincentão que me passou seu endereço. No dia combinado, logo após o almoço, peguei meu carro e rumei para a casa do Vincentão; estacionei debaixo de uma árvore frondosa e enviei mensagem para ele avisando de minha chegada; ele respondeu de pronto informando que o portão lateral da garagem estava entreaberto a minha espera; dentro da sala modesta encontro Vincentão e seu amigo, o tal Marley, ambos peladões sentados sobre o sofá conversando animadamente; Marley era um sujeito de estatura mediana, corpo em forma, pele branca, cabelos na altura dos ombros compostos por uma mescla platinada de loiro claro com grisalho, olhos castanhos, sorriso franco e um ar tão despojado quanto Vincentão, embora guardasse uma aura mais reservada oculta em um olhar insinuante. Vincentão, sem se dar ao trabalho de se levantar me cumprimentou já apresentando o amigo e sugerindo que eu me juntasse a ele desde que tirasse a roupa. Enquanto eu me despia os dois se posicionaram sobre o sofá com as pernas abertas acariciando suas pirocas que já estavam de prontidão tão duras quanto pulsantes; estando pelado fui até eles me pondo de joelhos entre ambos e já tomando seus membros em minhas mãos sentindo a rigidez e a pulsação enquanto já aplicava uma punheta lenta observando as expressões lascivas dos machos cujos olhares eram puro tesão; vez por outra eu me inclinava sobre um deles dando lambidas na sua glande repetindo o mesmo gesto no outro sem perder o ritmo da masturbação; eu os observava com atenção saboreando cada expressão facial, cada reação corporal experimentando um êxtase visual e táctil em tê-los sob meu controle. Naquele momento era eu que comandava o espetáculo e também o saboreava sentindo um tesão ardente que se revelava em uma ereção impetuosa ao mesmo tempo em que imaginava tê-los dentro de mim numa foda alucinante e sem limites ... eu estava me tornando um sujeito obcecado por novas experiências sensoriais cujo prazer não se resumia apenas à carne, mas também a alma, mesmo que essa pareça corrompida pela luxúria. Após essa preliminar prolongada larguei a pistola de Marley e caí de boca no membro de Vincentão que gemeu ao sentir minha boca quente e molhada agasalhar o bruto e desde logo comecei a mamá-lo com enorme voracidade; Marley por sua vez não ficou apenas observando exigindo que eu fosse para cima do sofá e lhe desse as costas; assim que obedeci, o safado começou a fazer carícias em minhas nádegas e logo estava dedando meu selo cheio de entusiasmo; com minha boca cheia de piroca conseguia apenas gemer engasgado sentindo as dedadas do parceiro de safadeza que ao mesmo tempo ora estapeava, ora mordiscava minhas nádegas me deixando todo arrepiado à beira da loucura. Logo, senti os dedos do safado lambuzando meu rego com gel lubrificante indicando suas reais intenções; Marley deu algumas pinceladas antes de arremeter com força rompendo e arregaçando meu orifício com a glande de seu membro; ao me sentir invadido larguei a pistola de Vincentão apenas para soltar um gemido prolongado retomando a mamada enquanto Marley tocava o bruto para dentro de mim com socadas cheias de ritmo e intensidade; e não demorou para ele fincar seu membro bem fundo no meu rabo e já iniciando uma sequência de estocadas rápidas e sempre profundas apertando minha cintura como se quisesse me prender a ele, algo desnecessário pois eu não tinha nenhuma intenção de fugir. Marley estava com tanto tesão que não demorou para gozar ejaculando profusamente dentro de mim; ao ver o amigo se contorcendo e tremelicando, Vincentão empurrou minha cabeça libertando sua piroca e aos gritos disse que era sua vez; eles trocaram de posição e Vincentão, cheio de ansiedade, meteu com força aproveitando inclusive o laceamento do meu cu e passando a socar com um entusiasmo quase furioso; sentindo as socadas perfurando meu selo ainda tive que lamber o pinguelo meia bomba todo lambuzado de Marley que o esfregava em meu rosto; sentindo meu cu arder em brasa comecei a implorar mentalmente para que Vincentão atingisse o seu clímax já tendo em mente sua resistência acima do esperado ao tempo em que me esforçava por relaxar todos os músculos procurando amenizar um pouco o incômodo. E para minha sorte o sujeito começou a gemer sem parar acelerando seus movimentos até capitular em um gozo abundante encharcando meu rabo já atopetado de leite de macho e tudo isso me concedeu um orgasmo sem a necessidade de manipulação que funcionou como um alívio diante do meu selo sacrificado. Deitado de bruços com meus pés no colo de Vincentão e a cabeça sobre o colo de Marley eu procurava me recuperar da foda monumental com os machos se aproveitando do meu estado para apalpar minhas nádegas não perdendo a oportunidade de estapeá-las até arderem …, eu estava a mercê de dois safados tarados e de alguma forma aquilo me excitava. Somente dei por mim quando notei que a escuridão tomava conta do ambiente denunciando a chegada do manto da noite e isso me fez pular do sofá correndo para uma ducha rápida e logo me despedindo dos safados que não fosse o prazer que haviam acabado de desfrutar, certamente me exigiriam uma segunda rodada. Durante quase uma semana tive que resguardar a custa de pomada medicinal e noites dormindo de bruços sempre às escondidas de minha esposa que mesmo desconfiando de alguma coisa se manteve discreta; faltando uma semana para o retorno de Magalhães de suas férias estávamos usufruindo da tranquilidade que logo seria quebrada pensando em como era bom o ambiente sem a presença dele; nesse ínterim Vincentão não poupou esforços para que eu participasse de um novo encontro com ele e seu amigo safado, mas eu me esquivava por um motivo justo que dizia respeito ao retorno de meu chefe, mas, ainda assim, o sujeito não dava trégua fosse com áudios provocantes e fotos picantes que me deixavam doido de tesão. Ele não sossegava e para agravar a situação passou meu contato para Marley que se juntou a ele me enviando mensagens, fotos e vídeos escabrosos. Eu resisti até o dia da volta de Magalhães que como de hábito chegou muito cedo e mal cumprimentou a equipe. Duas semanas depois ao chegar no trabalho dei com ele de pé encostado no batente da porta de sua sala com uma postura de quem parecia estar a minha espera; me dirigindo à copa perguntei se ele queria um café ao que Magalhães aquiesceu com um mero aceno de cabeça. “Você precisa vir pra cá, agora! É urgente!”, dizia o texto da mensagem que Vincentão me enviara várias vezes na semana seguinte e diante disso não tive escolha já que ficara preocupado com a urgência; era uma quinta-feira e mesmo correndo o risco de tomar uma bronca pedi a Magalhães uma saída antecipada logo após o almoço. E qual não foi minha surpresa quando ele não apenas aquiesceu como também exibiu um sorriso intrigante. Dentro do carro rumando para a casa de Vincentão fiquei com aquele sorriso do meu chefe na cabeça tentando entender sua razão para tal comportamento. Assim que entrei na casa de Vincentão dei com o sujeito pelado sentado confortavelmente no sofá escancarando um ar de descaramento próprio de quem armara alguma cilada para mim; ensaiei uma reprimenda repleta de palavrões, porém antes que eu pudesse verbalizá-la ele disse para que eu tirasse e roupa e me sentasse, pois tínhamos que aguardar a chegada de alguém que se interessara por mim; ressabiado e também confuso hesitei em atender ao seu pedido, mas logo vi que não me restava outra alternativa senão fazer o que ele dissera; eu já estava beirando a irritação quando ouvi ruídos de alguém se aproximando da porta e Vincentão não perdeu a chance de uma ironia avisando que o convidado chegara. Ao abrir a porta vi de quem se tratava e quase que meu coração pulou pela boca …, era Magalhães! Imediatamente, fui tomado por um enorme constrangimento com meu chefe diante de mim observando minha nudez com um olhar incendiário; nesse momento Vincentão fez as apresentações informando que permaneceria na condição de espectador não escondendo sua ansiedade pelo que estava por vir; com movimentos medidos Magalhães se despiu até ficar nu permitindo que eu o observasse com cuidado; ele era um homem alto corpo com alguma musculatura sem exageros, peito largo coberto por pelos grisalhos que se estendiam pela barriga, ventre e púbis; a pernas e coxas torneadas encerravam um baixo-ventre onde se destacava o membro de dimensões um pouco além da normalidade cuja rigidez se apresentava vibrante; com sua voz rouca ele ordenou que eu engatinhasse até ele me deixando arrepiado de expectativa. Obedeci e logo estava de joelhos diante do meu chefe que segurando seu membro pela base tornou a ordenar que eu abrisse a boca e cuidasse de lamber seu instrumento; eu estava tão perplexo quanto excitado com aquela situação insólita, porém com ele sacudindo aquele membro diante do meu rosto me levou a esquecer todas as possíveis consequências indesejáveis me concentrando apenas em me deliciar; comecei lambendo a glande, tomando as bolas em minha mão dando apertões e não perdendo tempo em abocanhar o bruto desferindo uma mamada eloquente. A pistola que tinha diante de mim possuía dimensões que impediam de tê-la por inteiro dentro de minha boca exigindo que eu me esforçasse para que apenas uma pequena parte ficasse de fora, mas logo percebi que Magalhães não escondia o prazer que experimentava diante do sexo oral. Algum tempo depois ele mandou que eu ficasse de quatro sobre o sofá e veio abrindo minha bunda com suas mãos quentes e grandes afundando seu rosto entre elas me presenteando com um suculento beijo grego; Magalhães apertava minhas nádegas enquanto lambia meu rego e chupava meu cu tomado por um entusiasmo que me deixava, ao mesmo tempo, confuso e excitado …, eu estava ali pelado com meu chefe saboreando minha intimidade com linguadas exorbitantes e apertões fortes em minhas nádegas tornando tudo ainda mais confuso e inexplicável; repentinamente pude sentir a mão dele espalhando gel lubrificante no meu rego com muitas dedadas fundas no meu cu preparando o terreno para me enrabar; em seguida senti a glande sendo pincelada no rego e antes que eu pudesse respirar Magalhães socou com tanta força que a glande projetou-se para dentro de mim arregaçando o selo rompendo sua resistência e causando uma sensação mesclada de dor e tesão. Magalhães se manteve imóvel por alguns minutos acariciando minhas nádegas como se aguardasse minha recuperação após a primeira investida; eu estava procurando relaxar quando ele retomou a penetração com socadas sempre fortes e intensas não poupando esforços para arrombar meu cu com sua tora dura apertando minhas nádegas com suas mãos quentes e grandes; ele não fazia ideia de que eu havia sucumbido à sua virilidade não sendo necessário gestos de aprisionamento já que eu não tinha intenção de escapar daquela peça dura enchendo meu rabo; finalmente pude sentir as bolas roçando o rego numa clara indicação de que meu chefe havia me empalado; Magalhães então me segurou firmemente pela cintura dando início a um ataque pélvico sacando e enfiando o bruto com tal força e velocidade que eu não tinha condições de resistir ou mesmo reclamar restando apenas relaxar e me entregar a ele. Magalhães me fodeu com uma energia envolvente e cada socada parecia denunciar que me enrabar era uma espécie de fetiche que ele alimentara por muito tempo e que agora podia libertar sem receio ou temores; o desempenho dele se mostrou ainda mais impressionante que Vincentão e até mesmo que Otávio que se somava a uma postura eivada de carinho, pois em certos momentos suas mãos me acariciavam de uma forma que oscilava entre a ternura e a luxúria; eu estava tão arrebatado que procurava abstrair o trato doloroso me concentrando exclusivamente em desfrutar daquele momento onde meu chefe era meu macho! Não sei por quanto tempo ele resistiu, porém uma última estocada muito profunda culminou em sua capitulação. Eu gemi e gritei como uma puta desvairada me deliciando com o jorro de sêmen encharcando minhas entranhas ao mesmo tempo em que usufruía de um gozo estupendo; mesmo atordoado ouvi quando ele chamou Vincentão para que se juntasse a nós e logo eu estava mamando a pistola dele ainda sentindo o membro ainda rijo de Magalhães enterrado no meu cu; ele não demorou a retomar o foda, agora socando com um ritmo mais lento, mas profundo ao mesmo tempo em que chacoalhava meu corpo empurrando minha boca contra o membro de Vincentão; esse castigo delirante se prolongou a ponto de turvar minha mente com a boca e o rabo recebendo machos tresloucados insaciáveis que pareciam dotados de uma energia além da compreensão de um mortal como eu …, demorou muito para que eu tomasse uma nova leitada no cu e outra na boca me nocauteando a beira do desfalecimento. Algum tempo se passou comigo largado sobre o sofá sem saber o que acontecia ao meu redor, com a mente entorpecida e o corpo suado e exausto; aos poucos fui retomando a consciência passando a explorar a região ao meu redor onde descobri Magalhães sentado em uma poltrona fumando um cigarro e Vincentão fazendo o mesmo em outra poltrona; quando tentei me levantar ensejando ir ao banheiro ouvi Magalhães dizer que eu precisava de permissão para fazê-lo e isso causou em mim uma sensação de domínio do qual minha mente parecia aceitar passivamente impondo que eu obedecesse. Depois de uns minutos ele disse que eu poderia me levantar e ir ao banheiro; urinei e tomei uma ducha explorando o estrago em meu selo com a ponta dos dedos; ao retornar para sala ensejei me vestir e novamente Magalhães tomou a frente ordenando que eu permanecesse pelado; me sentei no sofá e lhe pedi um cigarro. Ele pôs um cigarro sobre o ventre bem próximo do seu membro dizendo que eu deveria pegá-lo com a boca; obedeci à sua exigência e depois acendi o cigarro tragando com sofreguidão; por fim criei coragem para perguntar por quanto tempo permaneceríamos naquela situação e a resposta de Magalhães foi taxativa afirmando que ficaríamos ali por quanto tempo ele quisesse, arrematando que eu lhe pertencia e que aquele momento fora meticulosamente planejado para que eu estivesse à sua disposição e não havia como eu me safar sem antes servi-lo o quanto quisesse …, confesso que no meu âmago aquelas palavras soaram com um tom luxurioso que me deixava arrepiado como se fosse exatamente isso que eu queria. Enquanto me fitava com a mesma expressão enigmática Magalhães não escondia o tesão ardente revelando em seu ventre com o bruto renascendo das cinzas pronto para me preencher mais uma vez. E em poucos minutos eu estava na posição de frango assado sendo mais uma vez arrombado pelo meu chefe que golpeava impiedosamente me fitando com uma expressão de delirante prazer; vez por outra ele se incumbia de me masturbar com uma quase violência divertindo-se com meus gemidos ávidos e minha expressão submissa ao seu assédio. Magalhães me fodeu por um bom tempo chegando a segurar meus tornozelos abrindo minha penas quase em um espacate permitindo que ele metesse ainda mais fundo dentro de mim arregaçando meu cuzinho que ardia e pulsava com alguma dor que eu buscava suprimir na ânsia de experimentar todo o prazer que tinha direito. Por fim, acabei com o rabo cheio de porra mais uma vez sendo obrigado a me pôr de joelhos diante de Magalhães lambendo seu instrumento em meia bomba sugando o sêmen que ainda persistia em sua superfície. E a noite avançou comigo sendo usado e abusado de todas as formas imagináveis concebidas pela mente sacrílega de meu chefe que somente me deu arrego quando eu estava em plena penúria física e mental. Todo lambuzado de sêmen e com meu cu arrombado me vi obrigado a vestir as roupas e ir para casa sob as ordens dele que se regozijava pelo prazer que eu lhe proporcionara. E assim, por várias semanas, eu servi ao meu chefe como sua putinha particular; fosse no horário de almoço em que íamos para um hotel nas proximidades, fosse no escritório logo pela manhã quando estávamos sozinhos em que ele me chamava ordenando que eu mamasse sua pistola engolindo o resultado que ele comemorava exultante; e tudo isso acontecia longe olhares desconfiados de meus colegas de trabalho e também de minha esposa que tinha uma sensibilidade e uma percepção muito acuradas. Muitas sessões aconteceram na casa de Vincentão que jamais me revelou como Magalhães chegou até ele, limitando-se a afirmar que a culpa era toda minha por dar muita bandeira para um homem como meu chefe. Eu fui a puta gorda do meu chefe por quase um ano antes dele anunciar a todos sua indicação para um cargo fora do país ao mesmo tempo em que me informara de forma sigilosa, que eu seria seu substituto; depois de sua partida confesso que senti um vazio existencial que nem mesmo as sessões com Vincentão e Marley foram capazes de preencher …, inexplicavelmente eu me sentira aprisionado pela volúpia de um macho incrível …, e nunca mais encontrei alguém capaz de substituí-lo.
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