CAFÉ E CIGARROS

Eram três da manhã quando perdi o sono e me levantei; fui ao banheiro e depois tomei água, percebendo que o sono não retornava e por conta disso procurei o maço de cigarros; fiquei em desespero quando descobri que eles haviam acabado e me pus a pensar no que fazer já que sem sono e com vontade de fumar sair para a rua parecia a única alternativa; como a noite estava um pouco fria vesti um conjunto de agasalho esportivo e um par de tênis, descendo até a portaria para ganhar a rua; caminhando a esmo lembrei de um boteco que costumava ficar aberto em regime de vinte e quatro horas e apertei o passo em direção a ele; ao encostar no balcão dou com uma sessentona do outro lado lavando alguns copos já perguntando o que eu queria; pedi um café e cigarros. "O café acabou de sair, mas o cigarro fico te devendo ..., se quiser pode fumar um dos meus", disse ela colocando o copo americano sobre o balcão ladeado pelo maço.
Agradeci pela gentileza e sorvi o café fresco para em seguida acender o cigarro; dei duas tragadas demoradas saboreando o prazer que me proporcionava diante do olhar curioso da tal mulher. "Café e cigarro é tudo de bom, né? Depois de uma trepada então ..., fumar é muito bom e relaxante!", comentou ela com um tom malicioso. Senti uma ponta de insinuante convite e antes de responder dei uma rápida vistoriada na mulher: ruiva tingida, algumas rugas no rosto, olhos pequenos e apertados, uma comissão de frente livre de sutiã dentro de uma camiseta larga e um corpo um pouco acima do peso …, ou seja, uma boa pedida para uma trepada fortuita; nesse momento, pensando nas possibilidades olhei para a tela do celular e dei conta que em pouco mais de três horas eu entraria em um plantão dobrado … resolvi arriscar.
“Você tem razão …, e uma trepada é o que estou precisando agora mesmo!”, respondi sem receio observando a reação dela; a mulher me fitou com uma expressão enigmática antes de comentar minhas palavras. “Olha, trepada agora não vai dar porque daqui a pouco meu marido chega pra me render, mas acho que dá tempo pra uma mamada!”, respondeu ela com tom enfático acenando com a cabeça para os fundos do boteco; fomos para além da cozinha onde estava localizado o depósito e a safada não perdeu tempo procurando puxar minha calça para baixo com gestos nervosos até libertar o bruto que pulou para a frente rijo como pedra. Sem rodeios, ela também tirou sua camiseta expondo os peitões flácidos pondo-se de joelhos e tomando o membro na boca desferindo uma mamada frenética.
Em certos momentos eu me inclinava bolinando os mamilos e sentindo a textura das tetas o que fazia minha parceira gemer engasgado intensificando a mamada; a certa altura ela pareceu jogar tudo para o alto se levantando, baixando a bermuda e ficando de costas para mim abrindo um pouco as pernas e elevando o traseiro. “Vem! Vamos dar uma rapidinha! Tô lôca pra sentir essa pistola dentro de mim!”, pediu ela com tom exaltado gingando o traseiro em um gesto convidativo; tomei posição e no primeiro golpe o bruto escorregou para dentro da buceta quente cuja umidade funcionou como um lubrificante perfeito. Segurei a vadia pela cintura a parti para o ataque com movimentos pélvicos de vai e vem enfiando e sacando meu cajado com força e profundidade não demorando fazê-la gozar vezes sucessivas. Eu estava tão envolvido na trepada que sequer me preocupava com o risco iminente de ser flagrado por um marido chifrudo me concentrando apenas em foder aquela buceta como se não houvesse amanhã; diante de um esforço fora de hora consegui honrar as expectativas antes de atingir meu clímax resultando em jatos de esperma preenchendo a buceta da esposa traíra; embora eu tencionasse usufruir um pouco mais do momento ela não perdeu tempo em me trazer de volta para a realidade.
E enquanto eu me recompunha da melhor maneira possível a mulher já havia retornado para trás do balcão; antes de sair pedi mais um cigarro e corri para meu apartamento com tempo para um banho, troca de roupas e uma xícara de café antes de correr para o trabalho; cheguei no hospital uns quinze minutos atrasado, porém para minha sorte a chefe da equipe era a Valdirene, que além de uma boa amiga também era um mulherão de tirar o folego com peitos fartos e bunda larga espremidos no uniforme cujos botões resistiam para não saltar fora da responsabilidade. O dia transcorreu dentro da normalidade, embora nos momentos de pausa em que eu me lembrava da puta safada do boteco e da nossa trepada o bruto endurecia obrigando que eu procurasse disfarçar para não chamar a atenção.
"Nossa, cara! Que porra é essa? Tá na secura , tá?", questionava Valdirene com tom irônico apontando para a minha virilha, e causando um enorme desconforto que me expunha diante de todos. A noite chegou e fomos para o intervalo do jantar num refeitório quase deserto revelando a falta de membros da equipe em todo o hospital. Passava das nove quando iniciei a ronda pela enfermaria, primeiro dando banho de gato em todos e depois ministrando a medicação indicada. "Oi, gostosão! Veio dar banho na vovó?", perguntou dona Efigênia, que gostava de ser chamada de Gênia, abrindo um sorriso sapeca; enquanto passava o pano umedecido nas partes íntimas da mulher, sem qualquer explicação, experimentei um tesão aloprado que me levou a esfregar a toalha no meio das pernas dela provocando um gemidinho como reação.
Quando dei por mim estava dedilhando a bucetinha lisa de Gênia não precisando de muito esforço para fazê-la dar uma gozada da boa com direito a um gemido abafado pelas próprias mãos; o quarto estava imerso em penumbra e além dela havia apenas uma outra paciente que roncava a sono solto. "E esse pintão aqui, hein? Deixa a vovó dar uma pegadinha nele, deixa!", pediu Gênia já esfregando a mão na minha virilha; sem pensar nas consequências, abri a calça e pus o bruto duro pra fora oferecendo para ela que não perdeu tempo em aplicar uma punheta voraz. Eu estava de olhos cerrados aproveitando a situação quando sem aviso, Gênia se virou na cama até conseguir tomar o membro em sua boca desferindo uma mamada gulosa; abri os olhos assustado com o gesto, olhando para todos os lados temendo ser flagrado, porém a velhota mamava com tanto esmero que acabei me deixando levar pelo momento.
Gênia me levou ao limite e quando tencionei sacar o bruto sentindo a proximidade do orgasmo ela me segurou pelas bolas dando apertões que serviram de estímulo inesperado culminando em uma gozada farta enchendo a boca da safada que não recuou retendo a carga em sua boca e engolindo sem rodeios. "Hummm, adoro leitinho de macho!", comentou ela ao final de tudo. Terminei a tarefa e fui para o postinho e depois para a sala de descanso onde fiquei estirado no sofá zapeando a televisão e relembrando a mamada de Efigênia usufruindo de um prazer mental. Eram três da manhã e eu já começava a contar o tempo faltante para a minha alforria quando o sinaleiro de uma das enfermarias acendeu.
Peguei o carrinho de atendimento e rumei para o local já me lembrando que seus ocupantes eram três homossexuais que se encontravam em processo de recuperação após uma virosa daquelas; foi Bruno, o mais novo deles que havia chamado se queixando de desconforto resultante da febre que o assolara por dois dias; tomei sua temperatura e depois de conferir ministrei um antitérmico via oral; esperei alguns minutos e perguntei como se sentia após o medicamento.
"Tô bem agora ...mas podia tá melhor, né?", respondeu ele com um risinho safado estampado no rosto; eu fingi não entender o sentido das suas palavras, mas quando estava saindo do quarto ele me pediu para ajudá-lo, pois precisava urinar e tinha medo de sentir tonturas ao se deslocar sem apoio; ajudei a se levantar e imediatamente ele me envolveu pela cintura de um jeito provocante sendo que assim que estávamos no banheiro ele se revelou pondo-se de cócoras já abrindo minha calça vasculhando até encontrar o membro meia bomba que em breve desapareceu dentro de sua boca gulosa; incapaz de reagir me rendi apreciando a boquinha de veludo do putinho mamando como um bezerrinho esfomeado.
Ele me deixou tão excitado que não controlei o ímpeto de segurar sua cabeça passando a socar o bruto contra sua boca com golpes fortes e profundos quase fazendo-o engasgar evitando o pior, mas me divertindo em socar com tanta ênfase que o fiz beirar o sufocamento, e só parei porque senti os sinais do gozo que sobreveio voraz enchendo aquela boquinha sapeca de leite quente que ele se desdobrou para engolir sem perder uma gota. Ao se levantar com as pernas bambeando ensaiou pôr-se de costas com a ideia de ganhar uma enrabada, mas eu o dissuadi explicando que aquele não era o lugar e nem o momento para isso. Ao sairmos do banheiro, seus companheiros ergueram os rostos exibindo uma expressão matreira, porém nada disseram e eu voltei para o postinho no corredor.
Próximo do fim do meu expediente fiquei procurando por Valdirene, mas acabei desistindo ao me lembrar que ela devia estar trocando amassos com o médico-chefe do plantão me dirigindo ao vestiário, pegando minha mochila e dando linha na pipa; mesmo um pouco sonolento, passei em uma padaria para tomar meu café da manhã e a caminho do prédio onde moro vejo a dona do boteco estancada na esquina parecendo esperar por algo ou por alguém; assim que acenei como cumprimento ela se mostrou um pouco alvoroçada, vindo na minha direção e já próxima perguntou se eu lhe arrumaria um maço de cigarros; achei o pedido bastante incomum, porém pensando que haveria algo por trás de tudo respondi que tinha um maço no apartamento e convidei-a para subir comigo. "O que eu tô querendo mesmo é essa pistola fudendo minha xereca!", sussurrou ela dentro do elevador colando seu corpo ao meu apalpando a braguilha da calça.
Ao fechar a porta do apartamento partimos para uns amassos alucinados não demorando para que eu a deixasse pelada tomando seus peitões nas mãos com apertões e chupões nos mamilos; ela gemia ao mesmo tempo em que se mostrava impaciente para que também eu ficasse pelado; levei-a para o quarto onde me despi e juntos nos atiramos sobre a cama partindo para um meia nove onde pude saborear aquela buceta proporcionando uma sucessão de gozadas que ela comemorava com gemidos abafados já que tinha minha pistola em sua boca. Partimos, então, para uma foda alucinante no estilo "cachorrinho", com a cadela ganindo a cada nova gozada que eu lhe proporcionava cheio de tesão. Ela resmungou um pouco quando meti um dedo no seu cuzinho, porém não impediu que eu continuasse chuchando aquele buraquinho apertado, sendo que meu gesto acabou por resultar em um gozo avassalador que a fez gritar de tanto prazer; por conta disso também senti o anúncio da minha capitulação que eclodiu em parcos jatos de esperma molhando a gruta daquele putona safada. Exausto após uma noite delirante e uma manhã ainda mais acabei caindo no sono e quando acordei estava sozinho; ao meu lado um maço de cigarros intacto com um bilhetinho que dizia: "quando precisar de cigarros, café e buceta, me procura tá?"; olhei para o relógio e descobri que não demoraria para que eu estivesse em um novo plantão.
Foto 1 do Conto erotico: CAFÉ E CIGARROS

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Ficha do conto

Foto Perfil trovão
bemamado

Nome do conto:
CAFÉ E CIGARROS

Codigo do conto:
263804

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
05/06/2026

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