NÃO FOI APENAS UM BOQUETE

Era pra ser apenas um boquete e nada mais …. Aos cinquenta e oito anos, casada e insatisfeita com um parceiro que simplesmente perdera o desejo por mim, ou por qualquer outra mulher já que sua libido estava tão baixa que era algo humilhante não apenas para ele, preferindo optar por uma masturbação nas poucas vezes em que tinha uma ereção eu estava a beira de um colapso emocional e sexual precisando encontrar uma forma de extravasar ... e então eu estava ali, pelada, de cócoras tendo na mão uma pistola grossa e veias saltadas pulsando ao alcance da minha boca; diante de mim estava Giuseppe, um italiano sessenta mais, dono de uma oficina mecânica que eu costumava frequentar quando necessário e que sempre me devorou com aqueles sedutores olhos azuis que faiscavam toda vez que nos encontrávamos e naquela ocasião tudo ficara incendiário.
Eu estava usando um vestido estampado com tons florais, tendo dispensado os acessórios íntimos não apenas por conta do calor, mas principalmente porque o tesão ardia dentro de mim; de repente ele roçou seu antebraço na altura dos meus seios descobrindo o inevitável fazendo com que reagisse me fitando com aquele olhar de macho sedento que por instinto eu correspondi; em qualquer outra situação o momento poderia ser constrangedor, porém naquele momento ambos não tínhamos como evitar um tesão desabrochando ... ele então me tomou pelo braço me conduzindo para dentro do seu escritório onde me despiu e se pôs a apreciar minha nudez antes de baixar as calças libertando o bruto que saltou rijo e vibrante.
Ao ver aquela piroca imensa, grossa, de veias saltadas pulsando insolente não tive como resistir, e agora me preparava para abocanhá-la o que fiz sem hesitações tolas e fúteis; mal consegui tê-la por inteiro dentro da boca, porém não me roguei do direito de saboreá-la como merecia …. Afinal, não é todo dia que uma mulher na minha situação tem a oportunidade de desfrutar de um prazer que lhe concede o absoluto êxtase e que não demorou a produzir o resultado almejado com minha piriquita passando das lágrimas ao choro copioso fruto de um gozo após o outro ... sim, eu gozava apenas por mamar um macho! E meu marido me privara disso também! Então, eu pensava com a piroca na boca, porque não saciar aquilo que me foi privado?
O clima estava ardente comigo gemendo engasgado usando a mão livre para brincar com o grelo provocando o estímulo certo para extrair todos os orgasmos que merecia e que me foram privados sabe-se porque razões …. Vez por outra eu erguia os olhos e mirava o rosto crispado do italiano que grunhia acariciando meus cabelos e sorrindo ... confesso que naquele momento nada mais importava e que poderia permanecer ali mamando aquele bruto quantas vezes fosse possível; mesmo com o maxilar um pouco dolorido eu não arrefecia, pois precisava dele estimulando minha vulva de cujo interior vertia o néctar produzido por cada orgasmo que se sucedia. Repentinamente e sem aviso Giuseppe retesou os músculos segurando minha cabeça enquanto afundava o bruto em minha boca dando rápidas socadas que culminaram em um gozo jorrando em jatos de esperma.
Temendo engasgar com a carga profusa usei as mãos para empurrar Giuseppe até conseguir me libertar obrigando que ele sacasse o membro que ainda esguichava lançando jatos de esperma que lambuzaram meu rosto e meus cabelos …. De modo surpreendente meu corpo reagiu ao banho de sêmen me fazendo estremecer com movimentos involuntários enquanto usufruía de um gozo tão estupendo quanto arrebatador; nos instantes seguintes minhas pernas bambearam e eu acabei caindo sentada sobre o chão de cimento liso com as nádegas resfriadas ante o contato. Giuseppe não perdeu tempo em me socorrer me fazendo sentar no velho sofá de tecido puído.
Por alguns minutos eu permaneci onde estava prostrada, suada e arfante, sentindo as gotículas de suor escorrerem pelo meu corpo provocando uma reação entre "quente e frio" intumescendo ainda mais meus mamilos e provocando mais ondas de arrepios; minha mente ainda estava turva, porém eu sabia que precisava reagir e ir embora o mais rápido possível. Giuseppe se estirou sobre o sofá ao meu lado e sem aviso segurou meu pescoço puxando meu rosto em direção ao dele até que nossos lábios se encontrassem selando um libidinoso beijo de língua. E quando nos separamos com olhar fixo um no outro ele sorriu acariciando meus cabelos; eu retribuí com um sorriso encabulado e logo me pus em pé procurando meu vestido e me recompondo.
Não houve despedida muito menos troca de palavras eu simplesmente fui embora saciada e também aliviada …. Tolamente pensei que aquele deslize seria suficiente para conter minha impetuosidade, no entanto, passados apenas alguns dias lá estava eu mais uma vez subindo pelas paredes alvoroçada como gata no cio ... pensei em procurar o mecânico mais uma vez, mas contive esse arroubo temendo parecer vulgar ... embora no fundo eu achasse exatamente isso! Fiquei procurando consolo com meu vibrador, com algumas siriricas assanhadas, mas a vontade de ter uma piroca dura em minha boca não se contentava com remédios passageiros. Eu resisti o quanto pude mas ... numa tarde quente de verão me dirigi à oficina do italiano, e fiquei surpresa e também assustada ao chegar, pois Giuseppe não estava sozinho ...
Com ele estavam dois rapazes tão robustos quanto ele trajando macacões com os dorsos nus e suados; ao vê-los senti arrepios percorrendo minha pele e um tesão alarmante vibrando em minha vulva que já lacrimejava ansiosa; Giuseppe me fitou com um sorrisinho maledicente mandando que os rapazes entrassem no escritório; eu estava ali usando um vestido com botões na parte da frente e mais nada esperando enquanto o italiano vinha até mim tomando minha mão e me conduzindo para dentro do escritório onde os dois rapazes nus me aguardavam; pensei em dizer alguma coisa e tentei recuar com receio, porém não havia mais nenhuma opção e palavras naquele momento seriam absolutamente desnecessárias …, o italiano cuidou de me despir fazendo com que eu ficasse de joelhos rodeada por três machos dotados de lindos e apetitosos apêndices cujas dimensões e rigidez eram algo mais que apenas excitante.
Não perdi tempo e tomei dois deles nas mãos enquanto recebia o italiano em minha boca ávida; desfrutei daquele bruto que já conhecia bem e logo estava alternando os novatos mamando com uma avidez desenfreada ao mesmo tempo em que experimentava pequenos orgasmos sucessivos vertendo de minha piriquita que ardia em chamas; precisei de muito esforço e dedicação para dar conta de três machos bem-dotados cujo desempenho se mostrava bem acima da média … confesso que cheguei a pensar em meu marido e nas possíveis consequência de meus atos, todavia há muito que eu havia afastado de vez todo recato de uma mulher casada me tornando apenas uma fêmea em busca de saciar um tesão que fora represado durante muitos anos.
O primeiro a capitular foi Giuseppe que sacou o bruto de minha boca finalizando em uma vigorosa punheta até jatear sêmen em meus peitos enquanto eu me dedicava em apetecer as pistolas mais jovens e intensas dos dois rapazes …, tendo um deles preenchendo minha boca não perdi a chance de buscar uma finalização no outro por meio de uma masturbação que resultou exitosa me banhando com mais leite de macho quente e espesso; dediquei então todo meu esforço no último deles que demorou, mas também foi derrotado com um gozo estrondoso me deixando ainda mais lambuzada ainda usufruindo de orgasmos sucessivos e com intensidade sempre crescente.
Ao término e ao cabo do périplo sexual os três machos desabaram sobre o sofá enquanto eu me sentava no chão tendo os joelhos doloridos e o corpo pegajoso e suado obtendo como prêmio todos os orgasmos que merecia e que até então me foram privados por um casamento insalubre e um marido ausente; olhei para os três homens derrotados estirados sobre o sofá e me regozijei pelo feito. Resoluta me levantei, peguei o vestido cobrindo meu corpo exalando cheiro de macho, mirei os três sujeitos ainda prostrados sobre o sofá, sorri e fui embora … a partir daquele dia me livrei dos grilhões daquele casamento fracassado em todos os sentidos e segui com a vida, descobrindo e aproveitando tudo que a vida pudesse me oferecer.
Um dia trabalhando como gerente de uma rede de lojas de conveniência apoiando uma atendente fui abordada por um sujeito charmoso de olhar insinuante que foi logo perguntando se poderíamos tomar um café juntos … e durante esse café fui seduzida a ponto de sentir a excitação brotando dentro de mim … combinamos um encontro na noite seguinte e ao sair do escritório encontrei-o a minha espera trazendo uma rosa vermelha nas mãos … assim que entramos no carro o desejo explodiu em beijos lascivos que intumesceram meus mamilos, arrepiaram minha pele e umedeceram minha gruta. Fomos para o meu pequeno apartamento e logo na entrada começamos a nos despir um ao outro e me vi diante de um macho lindo, dono de um corpo exuberante e ostentando um dote enlouquecedor. E ele não perdeu tempo em me levar para a cama abrindo minhas pernas e mergulhando seu rosto entre elas executando um banho de língua tão hábil que me fez gozar várias vezes.
E quando implorei para retribuir o gesto ele então veio para a cama em posição invertida me trazendo para cima dele; executamos um meia nove tão delirante que pensei que enlouqueceria ante a onda orgásmica que sacudiu meu corpo ao mesmo tempo em que saboreava o membro de rigidez alucinante cujo desempenho era simplesmente exemplar! A certa altura girei meu corpo encaixando minha vulva sobre o bruto e descendo sobre ele executando uma cavalgada cuja intensidade me fazia gemer e gritar sem controle; naquela posição experimentei mais uma sucessão de gozadas estupendas que a certa altura me puseram fora de combate suplicando para que ele me preenchesse com sua seiva … ele ergueu o corpo até conseguir se sentar me mantendo encaixada sobre o bruto e com seus braços fortes passou elevar e baixar meu corpo algumas vezes até capitular ejaculando em profusão me inundando com seu sêmen quente e espesso.
Permanecemos naquela posição trocando beijos e carícias e quando finalmente nos desvencilhamos o tesão ainda pulsava em nossos corpos que pareciam burlar a exaustão ensejando uma nova rodada com ele exibindo orgulhoso o membro iniciando uma ereção alucinante; com ele deitado sobre a cama me aninhei entre suas pernas e tomei o bruto na boca desferindo uma mamada eloquente que não tardou em propiciar uma nova sequência de orgasmos estremecendo meu corpo e conduzindo minha mente me direção a um estado de quase entorpecimento onde apenas o êxtase importava. E a noite seguiu um curso ditado pela obstinação na busca de um prazer sem fim.
Pela manhã nos despedimos com ele prometendo que voltaria na noite seguinte; eu o beijei e sorri sem denunciar meu anseio de que a promessa se concretizasse … e ao vê-lo me esperando na saída do trabalho não escondi a felicidade por aquele reencontro … foram muitas noites de prazer e muitas manhãs que eu não nutria esperanças mesmo sabendo que ele voltaria; lembrei do italiano e pensei que no fim das contas não foi apenas um boquete, mas sim um ato de libertação!
Foto 1 do Conto erotico: NÃO FOI APENAS UM BOQUETE

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Ficha do conto

Foto Perfil trovão
bemamado

Nome do conto:
NÃO FOI APENAS UM BOQUETE

Codigo do conto:
267325

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
15/07/2026

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